INICIAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO MÉDIO: A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA ESTADUAL 11 DE AGOSTO DA CIDADE DE UMARIZAL/RN.
José Everton Pinheiro Monteiro, Bruno Bezerra Da Silva
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXII
- Ano
- 2017
- Data
- 25/01/2017
- Linha de pesquisa
- Educação Científica, Política E Sociedade
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## INICIAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO MÉDIO: A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA ESTADUAL 11 DE AGOSTO DA CIDADE DE UMARIZAL/RN.
## SOUSA. Bruno Bezerra de¹ MONTEIRO. José Everton Pinheiro²
1 Escola Estadual 11 de Agosto Umarizal/RN, e-mail: ee11deagostouzl@gmail.com
## RESUMO
Muitas são as questões discutidas atualmente acerca do contexto educacional brasileiro e sobre novas práticas que vem contribuindo para uma melhor qualidade do ensino básico no Brasil. Entre tais discussões, um ponto que vem sendo cada vez mais enfatizado nesse contexto é o trabalho com a iniciação científica na educação básica. Dessa forma, o objetivo desse trabalho é analisar a experiência que a Escola Estadual 11 de Agosto, da cidade de Umarizal/RN vem desenvolvendo com o trabalho realizado a partir da prática da iniciação científica no ensino médio. A metodologia utilizada foi constituída a partir de estudos bibliográficos, e uma análise qualitativa das observações feitas in loco da experiência desenvolvida pelos professores e alunos da referida escola. Os resultados apontam para a evidência da contribuição positiva que o trabalho com a iniciação científica no ensino médio vem dando para alunos e professores da referida escola. Um trabalho que se desenvolve mesmo diante de todas as dificuldades enfrentadas pela rede Estadual de ensino do Rio Grande do Norte, e de forma ativa, crítica e inovadora vem transformando a concepção de aprendizagem, principalmente, dos alunos, principais sujeitos envolvidos nesse processo.
PALAVRAS-CHAVES : Ensino médio, Iniciação científica, pesquisa, ensino-aprendizagem.
## 1. INTRODUÇÃO
- O trabalho com a iniciação científica, no ensino médio, fundamenta-se atualmente na proposta do Governo Federal como uma das ações voltadas para a reestruturação curricular do ensino médio. Nessa perspectiva, surge o Programa Ensino Médio Inovador - ProEMI, programa instituído pela Portaria Ministerial nº 971, de 9 de outubro de 2009 e integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE. Na proposta do programa existem vários macrocampos, que
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23 a 27 de janeiro de 2017
conforme estabelecido pelo Documento Orientador (MEC, 2013), cada um deles 'é um campo de ação pedagógico-curricular, no qual se desenvolve ações interativas, integradas e integradoras dos conhecimentos e saberes', dos tempos, dos espaços e dos sujeitos envolvidos com a ação educacional.
Com base nessa orientação, o segundo macrocampo proposto é 'Iniciação científica e Pesquisa' que sugere alcançar alguns objetivos, entre eles destacam-se a integração entre teoria e prática e o desenvolvimento de procedimentos teóricosmetodológicos nas quatro áreas de conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. A Escola Estadual 11 de Agosto, escola de ensino médio, localizada na Cidade de Umarizal/RN é uma escola que passa, assim como muitas escolas da Rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte, por várias dificuldades no seio de sua prática pedagógica. Entretanto, uma prática a diferencia de muitas outras, desde o ano de 2011, tal escola passou a incluir nas suas tarefas pedagógicas, a prática da iniciação científica. Nesse contexto, o objetivo principal desse trabalho é analisar o trabalho realizado pelos professores e alunos da Escola Estadual 11 de Agosto com a prática da iniciação científica no ensino médio. Como objetivos específicos, propõem-se identificar os benefícios que esse trabalho traz para os envolvidos nesse processo e, ainda, qual a influência que esse trabalho pode trazer para os alunos que ainda não se engajaram no trabalho científico na escola. Para isso tentaremos responder as seguintes questões de pesquisa:
- · Quais os benefícios que o trabalho com a iniciação científica traz para os alunos e professores envolvidos?
- · Qual a influência que esse trabalho pode trazer para os demais alunos que ainda não se engajaram em tal atividade?
Como procedimentos metodológicos, adotou-se, a princípio, um levantamento bibliográfico sobre a temática da iniciação científica como ferramenta utilizada para melhoria da qualidade do ensino básico; como segunda etapa foram feitas observações durante a prática das atividades ligadas a iniciação científica, e por último foi aplicado um questionário com metade dos alunos que participam dessas atividades.
## 2. REFERENCIAL TEÓRICO
Um fato bastante discutido e notório sobre o processo de ensino aprendizagem, diz respeito a dificuldade que os alunos de Ensino Médio têm quanto à possibilidade de relacionar os assuntos científicos com suas experiências, compreendidas aqui como experiências escolares, sociais e culturais, trazendo assim uma significação para tudo aquilo que é estudado no ambiente escolar. Dessa
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forma, é fundamental o desenvolvimento de atividades que despertem no aluno a sua capacidade de observação e ampliação do que está a sua volta, numa perspectiva que o faça compreender e relacionar aquele conhecimento científico estudado em sala de aula e uma aplicabilidade para tais.
Outra questão fundamental nesse contexto, diz respeito a dificuldade que muitos alunos têm de realizar pesquisa de base científica quando chegam a universidade, pesquisas apontam que essa dificuldade surge em detrimento da falta de uma base teórica no tocante a pesquisa científica, (NEUENFELDT et al. 2011; QUADROS, 2007; KARLMEYER-MERTENS et al. 2007). Frente a essa problemática surge a necessidade de introduzir o trabalho com a iniciação científica já na educação básica.
O ato de pesquisar está sempre presente no cotidiano das escolas de ensino médio, mas muitas atividades desse cunho ainda não tem um direcionamento de base científica. Desde 1986, o Programa de Vocação Científica (PROVOC) já propunha uma prática voltada para a pesquisa científica no ensino médio, e desde então esta vem a cada dia ganhando mais destaque nos espaços escolares. Já discutindo a necessidade da prática da iniciação científica nessa etapa escolar, Ferreira (2003) afirma que:
A ampla e abrangente participação de pesquisadores de renomadas instituições científicas, como orientadores de iniciação científica de jovens que ainda nem sequer fizeram suas escolhas profissionais, tem sido fundamental para discutir a superação de modelos arcaicos de formação.
Propõe-se com esse trabalho superar as diversas dificuldades enfrentadas por professores e alunos no que diz respeito as práticas tradicionais de ensino, voltadas somente para a transmissão de conhecimento pré-existentes, deixando de lado toda a relação que possa existir entre aquilo que se aprende dentro da sala de aula e a aplicação desse conteúdo no dia-a-dia dos alunos.
É notório que a iniciação científica, como prática constante nas escolas de ensino médio, auxilia no processo de ensino-aprendizagem, de acordo com o documento orientador do ProEMI (MEC, 2013) esse trabalho deve proporcionar:
Aproximação com o modo pelo qual a ciência é produzida e socializada.
Produção de conhecimento e o contato com as questões de ordem ética, próprias do campo científico, capazes de enriquecer e qualificar a experiência formativa dos estudantes.
Integração entre teoria e prática, entre cultura e trabalho, entre ciência e tecnologia, compreendendo a organização e o
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desenvolvimento de procedimentos teórico-metodológicos da pesquisa nas quatro áreas de conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza.
Desenvolvimento de projetos de estudos e de pesquisas de campo, envolvendo conteúdos de uma ou mais áreas de conhecimento, com vistas ao aprofundamento e à investigação organizada de fatos, fenômenos e procedimentos.
Desenvolvimento de metodologias para a sistematização do conhecimento, por meio de experimentação, da vivência e da observação, da coleta e análise de dados e da organização das informações a partir da reflexão sobre os resultados alcançados.
Percebe-se claramente as vantagens do trabalho voltado para a prática da iniciação científica no ensino médio, um trabalho que permite ao aluno utilizar de todo um campo de conhecimento lógico, científico, social e popular no desenvolvimento de suas ações, permite-o enxergar o seu conhecimento de forma mais sistematizada e ampla.
## 3. ASPECTOS METODOLÓGICOS DA PESQUISA
## 3.1 Pesquisa
Para o dicionário Aurélio (2001, p. 531) pesquisa consiste em: 1. Ato ou efeito de pesquisar. 2. Investigação e estudo, minuciosos e sistemáticos, com o fim de descobrir fatos relativos a um campo de conhecimento. A partir dos conceitos podemos compreender o termo pesquisa como uma ação investigativa realizada a partir de procedimentos técnicos científicos, com vistas a responder alguma indagação ou questionamento social ou individual. Levando em consideração nossos objetivos, nossa pesquisa pode ser classificada como pesquisa exploratória e descritiva. Exploratória por nos proporcionar um aprofundamento com o problema analisado, como também por ter sido realizado um levantamento bibliográfico, e descritiva por utilizarmos também técnicas padronizadas de coleta de dados. Quanto à forma de abordagem podemos classificar a presente pesquisa como de base qualitativa, pois procuramos fazer uma análise indutiva dos dados obtidos in loco e a interpretação e análise das informações são a base do nosso trabalho.
3.2 Universo de Estudo: A Escola Estadual 11 de Agosto
A Escola Estadual 11 de Agosto, está situada no interior do Estado do Rio Grande do Norte, na Cidade de Umarizal. Atualmente é a única escola de Ensino Médio da cidade, tem aproximadamente 450 alunos, de toda zona urbana e rural da cidade e abrange ainda comunidades rurais de duas cidades vizinhas, Martins e Rafael Godeiro. Escola tradicional, reconhecida por toda região, conta hoje com uma estrutura deficiente no tocante a instalação física, além das salas de aulas
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climatizadas, possui um auditório, uma biblioteca, uma sala de informática e um laboratório com poucos instrumentos para desenvolvimento de pesquisas científicas.
A escola faz parte do Programa do Ministério da Educação do Governo Federal, denominado Programa Ensino Médio Inovador - ProEMI. Esse programa prevê a melhoria da qualidade do Ensino Médio, a partir da proposta do redesenho curricular dessa etapa de ensino.
Apesar de todas as dificuldades as quais passam a rede estadual de ensino do RN, essa escola possui um diferencial em relação a muitas escolas de ensino médio da região, o trabalho com a iniciação científica faz parte da rotina diária de vários alunos e professores. Durante o ano de 2011, um aluno da 1ª série, ouviu falar em uma feira de ciências que haveria envolvendo algumas escolas da área de atuação da 14ª Diretoria Regional de Educação - DIREC, e convidou o professor de física para juntos, realizarem um trabalho de pesquisa científica. De pronto, esse professor aceitou o convite, realizaram o projeto, e obtiveram vários prêmios a nível estadual, nacional e até internacional. De lá para cá muitos outros alunos se envolveram na proposta e o trabalho com a iniciação científica na escola cresce a cada ano.
## 3.2.1. A feira de ciências da escola.
De 2011 a 2014, o trabalho com a iniciação científica foi desenvolvido sob a tutela do professor de Física, quando no ano de 2015, a convite desse professor outros docentes se juntaram a causa e passaram a integrar a equipe que compunha esse projeto. Ao todo quatro professores e um grupo de 25 alunos criaram o CLUBE DE CIÊNCIAS, um grupo voltado para o desenvolvimento de projetos científicos, focados principalmente na resolução de problemas que envolvem o contexto social dos alunos, professores e escola em geral. Desde o início, a equipe envolvida com o projeto conseguiu se destacar no cenário Estadual, Nacional e até Internacional, mas ainda não havia conseguido realizar a feira de ciências na própria escola. Quando no ano de 2015, um grupo formado por professores, alunos e ex-alunos da escola criaram o I Movimento de Incentivo a Ciências de Umarizal - I MOVIC UZL. A partir dessa ideia e da sensibilização de outros alunos e toda a equipe docente da escola conseguiram realizar a primeira edição da Feira de Ciências da Escola Estadual 11 de Agosto. Para o Ministério da Educação (MEC, 2006):
As Feiras de Ciências são eventos em que os alunos são responsáveis pela comunicação de projetos planejados e executados por eles durante o ano letivo. Durante o evento, os alunos apresentam trabalhos que lhes tomaram várias horas de estudo e investigação, em que buscaram informações, reuniram dados e os interpretaram, sistematizando-os para comunica-los a outros, ou então construíram algum artefato tecnológico. Eles vivenciam, desse modo, uma iniciação científica Junior de forma prática, buscando soluções técnicas e metodológicas para problemas que se empenham em resolver.
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As feiras de ciências tornam-se elementos fundamentais no desenvolvimento de projetos de iniciação científica, uma vez que são a partir delas que os alunos muitas vezes, têm o primeiro contato com a criatividade e inovação. Mancuso (2000) e Lima (2008) destacam as seguintes mudanças positivas a partir da realização das feiras de ciências
- O crescimento pessoal e a ampliação dos conhecimentos, ampliação da capacidade comunicativa, mudanças de hábitos e atitudes, o desenvolvimento da criticidade, maior envolvimento e interesse, o exercício da criatividade conduz à apresentação de inovações e maior politização dos participantes.
São evidentes os benefícios que a realização da feira de ciências traz para os envolvidos, principalmente para os alunos, atores principais desse evento.
- 3.3. Procedimentos metodológicos da pesquisa
Para a execução do nosso trabalho, realizou-se as seguintes etapas:
- médio;
- Levantamento bibliográfico sobre iniciação científica no ensino
- Observação in loco do trabalho de iniciação científica realizado pelos professores e alunos;
- Aplicação de um questionário com perguntas abertas aplicado com um universo de 12 alunos envolvidos nesse processo;
- Análise dos dados obtidos a partir da execução das etapas anteriores.
## 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Com base nas observações feitas foi evidente a mudança que os alunos tiveram no que diz respeito, principalmente a atitude dentro da própria escola. Alunos que muitas vezes se sentiam desmotivados para estar na escola e depois da prática da iniciação científica, passaram a estar horas e horas na escola no contra turno para o desenvolvimento de suas pesquisas, criando hábitos antes desinteressantes. A escola passa a ser vista num outro ângulo e como um espaço de construção de um conhecimento, muitas vezes, sem importância dentro da sala de aula. A prática da iniciação científica é uma atividade transdisciplinar, por isso faz com que o aluno busque os diversos campos do conhecimento na realização do seu projeto de pesquisa, estuda desde a química, a física até a língua portuguesa, através da leitura e produção de textos, proporcionando uma formação integral para os alunos.
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A partir da análise de uma das perguntas do questionário percebe-se a autoconfiança que os alunos adquirem a partir do desenvolvimento dos seus projetos, afirmam que ao apresentar um projeto de sua autoria eles sentem motivados e seguros quanto as dúvidas que podem surgir, principalmente por parte dos avaliadores, sentem-se confiantes para desenvolver outras atividades na escola, passas a descobrir capacidades que nem mesmo a maioria deles conheciam.
Um fato bastante evidente proposto pelos alunos, é a melhora na capacidade de comunicação, muitos deles sentiam vergonha de falar em público ou de apresentar um trabalho na escola, e que essa realidade mudou significativamente a partir do trabalho com a iniciação científica, a partir da apresentação dos trabalhos, os alunos passam a sentir-se seguros para expor a sua opinião em público. Até mesmo o contato com diversos alunos, a partir da participação nas feiras de ciências contribui para a melhoria na capacidade de comunicação.
A capacidade que os alunos desenvolvem em observar os problemas ao seu redor, é outro grande diferencial no trabalho na pesquisa científica, a maioria deles desenvolvem seus projetos visando solucionar problemas que estão ligados diretamente ao seu cotidiano, desenvolvendo assim a própria criticidade, fazendo com que passe a enxergar a realidade que os cercam de uma outra forma.
Percebe-se claramente que a iniciação científica é uma alternativa para o aperfeiçoamento do processo de ensino-aprendizagem dentro da escola, o conhecimento nesse tipo de trabalho é proposto pelos próprios alunos e eles são os protagonistas para busca-los. Saindo dos limites das quatro paredes da sala de aula, o aluno amplia seus horizontes e buscam o conhecimento que muitas vezes ele não o encontraria dentro da sala. Propiciando ainda desenvolver a capacidade de relacionar a teoria à prática.
A construção do conhecimento torna-se o principal elemento enfatizado pelos alunos, alguns relatam que a experiência de trabalhar projetos de iniciação científica favorece a construção coletiva do conhecimento, uma vez que eles são os sujeitos ativos dessa modalidade de trabalho e são, portanto, os responsáveis pela busca. Mesmo essa questão sendo a principal vantagem citada pela maioria, as premiações conquistadas acabam exercendo uma grande importância nesse processo, principalmente para os alunos que ainda não se engajaram na causa, a partir das conquistas, os demais alunos percebem o potencial dos colegas e sentemse motivados a aderirem à causa.
A iniciação científica ainda não está na posição que deveria dentro da maioria das escolas públicas do estado do RN, principalmente as de Ensino Médio. Assim que de fato ela ganhar destaque nesse contexto, cria-se a possibilidade de ver um grande salto na qualidade da educação pública no RN, possibilitando a essas escolas oferecerem um ensino mais qualificado voltado para a formação integral de seus alunos e professores.
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## 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Educação, 2013.
In:http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com\_content&view=article&id=13439&It emid=1038.
FERREIRA, C. A.; Concepções da Iniciação Científica no Ensino Médio: uma proposta de pesquisa. Trabalho, Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v. 1, n.1, p. 115-130, 2003.
FILIPECKI, A. T. P. et al. A Visão dos Pesquisadores-Orientadores de um Programa de Vocação Científica Sobre a Iniciação Cientifica de Estudantes de Ensino Médio. Ciência e Educação, v. 12, n. 2, p. 199-217, 2006.
LIMA, M. E. C. Feiras de ciências: o prazer de produzir e comunicar. In: PAVÃO, A. C.; FREITAS, D. Quanta ciência há no ensino de ciências . São Carlos: EduFSCar, 2008.
MANCUSO, R. Feiras de ciências: produção estudantil, avaliação, consequências. Contexto Educativo . Revista digital de Educación y Nuevas Tecnologias, n. 6, abr. 2000. Disponível em: < http://contexto-educativo.com.ar/2000/4/nota-7.htm> Acesso em: 23 mar. 2009.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de Apoio às Feiras de Ciências da Educação Básica: Fenaceb. Brasília: MEC/SEB, 2006.
NEUENFELDT, D. J. et al. Iniciação à Pesquisa no Ensino Superior: Desafios dos Docentes no Ensino dos Primeiros Passos. Ciência e Educação, v. 17, p. 289-300, 2011.
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