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POTENCIALIDADES E ORGANIZAÇÃO DE UMA FEIRA DE CIÊNCIAS

Clebes André Da Silva, Lucimar Moreira Faria, Erielson Pereira Da Rocha

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
Educação Científica, Política E Sociedade
Tipo
Pôster

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Texto completo

## POTENCIALIDADES E ORGANIZAÇÃO DE UMA FEIRA DE CIÊNCIAS

## Clebes André da Silva 1* , Erielson Pereira da Rocha , Lucimar Moreira Faria 2 3

- 1 Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Escola de Ciências Exatas e da Computação, professorclebes@gmail.com

## Resumo

O presente trabalho aborda alguns pontos relativos às feiras de ciências, partindo de uma discussão sobre as potencialidades das mesmas no processo de ensinoaprendizagem, destacando a importância da pesquisa e apontando alguns fatores que podem contribuir para o sucesso neste tipo de atividade, fazendo ainda uma alerta aos fatores que podem contribuir para seu insucesso. Portanto, pretende-se neste trabalho, discutir alguns pontos relevantes que contribuem para a realização de uma feira/mostra científica, destacando a importância do planejamento, pois entendemos que a feira de ciências deve fazer parte do cotidiano da escola, sendo uma atividade prevista no calendário escolar desde o início do ano. O planejamento também se torna importante para motivar e evitar empecilhos que muitas vezes, levam professores e alunos a cometerem erros determinantes para o fracasso, descrédito e desvalorização das mostras científicas. Acreditamos que organização e execução da feira/mostra, também são pontos importantes e devem ser considerados. Com o pensamento voltado para o sucesso nesse tipo de atividade, faz-se um estudo bibliográfico destacando a importância da feira ou mostra científica como atividade científica, pedagógica e cultural destacando a importância da participação da escola, da comunidade, dos professores e dos alunos. Ao término desse estudo obtêm-se respostas satisfatórias sobre o que representa uma feira de ciências na escola.

Palavras-chave : feira de ciências, pesquisa, ensino-aprendizagem.

## Introdução

É comum ouvir, nos ambientes escolares, questionamentos sobre o real significado das feiras de ciências para a comunidade escolar, e, mais ainda, sobre o seu real valor para os alunos, uma vez que estes se encontram inseridos no atual universo globalizado e cheio das mais variadas tecnologias, tudo ao alcance. Na impressão de que quase tudo se encontra pronto e 'acabado', a busca pelo pensar crítico, o fazer científico, através da pesquisa, torna-se muitas vezes desinteressante. Neves e Gonçalves (1989, p. 1), apontam que

Alguns questionamentos são feitos quando se fala em Feira de Ciências. O mais veemente diz respeito à inexistência ou escassez de laboratórios nas Escolas. Embora reconheça-se ser esse um fator que dificulta o trabalho de professores e alunos, não se pode concordar na sua força castradora. Em realidade, se atentos ao contexto sócio-econômico-biológico no qual estão inseridos, professores e alunos poderão realizar investigações altamente relevantes.

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23 a 27 de janeiro de 2017

## Essas duas autoras afirmam ainda que

O estudante que vivencia a metodologia da descoberta (investigação) não se contenta mais com as aulas meramente expositivas. Ele passa a solicitar de seu professor a continuidade do trabalho, como maneira de atender a forma natural de aprender. E o indivíduo que aprende fazendo não esquece mais. (NEVES; GONÇALVES, 1989, p. 1)

Nessa perspectiva, entende-se que uma atividade de tamanha e valorosa importância, como as feiras de ciências, não pode cair no esquecimento ou no descrédito por parte da instituição de ensino, dos professores e alunos.

Como cita Demo (2007, p. 5), 'O que melhor distingue a educação escolar de outros tipos e espaços educativos é o fazer-se e refazer-se na e pela pesquisa', pois bem, os professores e toda a comunidade escolar devem ter consciência de que as feiras de ciências/mostras científicas serão a oportunidade de (re)fazer na e pela pesquisa. Todavia, isto não quer dizer que somente no período em que se desenvolve a realização da feira, os alunos estarão envolvidos no que se chama de 'fazer-se na e pela pesquisa', em muitos casos

as 'pesquisas' ocorrem em função da feira e não o contrário: o fato de um grupo de professores ter decidido fazer uma feira leva os alunos e demais professores a correrem desesperadamente atrás de temas e informações a serem mostrados na feira quando o ideal (e porque não dizer, o correto) seria dizer que a feira de ciências ocorresse em função de um trabalho préexistente. (ROSA, 1995, p. 224)

Nesse sentido, a realização da feira deve ser pautada na mostra do trabalho planejado e vivenciado pelos alunos e professores, não uma mostra de experimentos e trabalhos prontos. Como destaca Farias e Gonçalves (2006, p. 26), '[...] as Feiras de Ciências se constituem uma atividade em que o aluno realiza trabalhos de investigação científica e, posteriormente, faz a demonstração dos resultados obtidos', pois 'se existe a mostra é porque já deveria haver o que ser mostrado' (ROSA, 1995, p. 224) e, portanto, há de ter pesquisa.

Na perspectiva de que as feiras de ciências são eventos de muita importância no contexto da escola e com base no disposto acima pretende-se, neste trabalho, discutir alguns pontos relevantes que contribuem para a sua realização e outros que se tornam empecilhos e acabam por desmotivar esse tipo de evento. Empecilhos que muitas vezes levam professores e alunos a cometerem erros determinantes para o fracasso, descrédito e desvalorização das mostras científicas.

## 1.1 Potencialidades das feiras de ciências/mostras científicas

Sabe-se que grande parte dos alunos, de qualquer instituição de ensino, com destaque para a educação básica, ficam motivados com a realização de um evento na escola, seja de natureza social ou pedagógica. Podendo contar com esse ingrediente (a motivação), as feiras/mostras científicas podem auxiliar, e muito, os professores no processo ensino-aprendizagem. Segundo recomendação do Ministério da Educação,

hoje, as feiras de ciências são conhecidas como uma atividade pedagógica e cultural com elevado potencial motivador do ensino e da prática científica no ambiente escolar. Tanto para professores e alunos, quanto para a comunidade em geral, as feiras vêm construindo uma oportunidade de aprendizagem e de entendimento sobre as etapas de construção do conhecimento científico. (BRASIL, 2006, p. 7)

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Nesse contexto, 'as feiras de ciências possibilitam a socialização de conhecimentos entre os participantes, visando a melhoria do processo de ensino e de aprendizagem' (FARIAS, 2007, p. 46).

Com relação ao papel da escola no desenvolvimento do processo científico Cazelli et al, destaca que

[...] entende-se que o ensino de ciências deve ir além do entendimento dos seus conteúdos disciplinares e do processo da construção do conhecimento científico (Pietrocola, 1998), voltando-se também para os aspectos relacionados ao uso que os alunos farão desse conhecimento [...] A escola deve, portanto, desempenhar um papel que prepare cidadãos capazes de participar de forma mais informada das discussões relativas ao seu bemestar social. (CAZELLI, et al, 2007, p. 5)

Assim, pode-se dizer que a proposta de uma atividade pedagógica, como é a feira de ciências, contribui para o desenvolvimento de habilidades que, certamente, tão somente a escola, a sala de aula, o quadro-giz, o livro didático e os laboratórios, não seriam capazes de proporcionar. Para Hartmann e Zimmermann (2009, p. 2), 'A realização de Feiras de Ciências em uma escola ou comunidade traz benefícios para alunos e professores e mudanças positivas no trabalho em ciências'.

Assim é possível destacar que uma feira de ciências promove: (NEVES; GONÇALVES, 1989)

- 1) Construção do conhecimento científico: o aluno não é um ser passivo ao processo de ensino e de aprendizagem. Atua diretamente na busca do conhecimento e no processo de transmissão do mesmo.
- 2) Criatividade e inovação: o aluno, como um ser ativo, deve ser instigado à busca do 'novo', à criatividade. Para Hartmann e Zimmermann (2009, p. 4), 'A criatividade pode estar no uso de materiais alternativos, na temática ou no contexto investigado'.
- 3) O interesse pela pesquisa: a vida, a família, os amigos, etc. educam, mas, educar pela pesquisa é uma dádiva da escola (DEMO, 2007).
- 4) Trabalho de cooperação e colaboração: nesse caso o aluno sabe que não deve ser um personagem único, todos fazem parte do mesmo processo, logo, deve haver interação de todos, não somente entre os componentes do grupo, mas também com a consciência de colaborar com os demais grupos, seja interturma ou extra turma.
- 5) Aproximação entre escola e comunidade: leva à sociabilidade, encurta a distância entre a família e a escola.

Com tudo, Rosa (1995) defende que não pode haver uma inversão de valores entre a feira e as atividades experimentais nela exposta, uma vez que,

a feira é simplesmente uma mostra para a comunidade de algo que já foi feito pelos alunos ao longo de determinado período de tempo e deve ser um reflexo dos trabalhos escolares em Ciências. A feira existe porque existem os trabalhos e não o contrário: trabalhos a serem realizados porque vai haver uma feira. (ROSA, 1995, p. 224)

Acreditamos, como colocado anteriormente, que a pesquisa/atividade de investigação deve ocorrer para a melhoria do ensino-aprendizagem e que os resultados deste trabalho serão apresentados na feira. Nesse sentido, pode-se dizer que a atividade de investigação/pesquisa se torna uma atividade do currículo, ou melhor, uma atividade do cotidiano escolar.

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Também não se pode esquecer que as feiras constituem um espaço de educação não formal, pois, proporcionam aos alunos,

- o desenvolvimento de potencialidades; a aprendizagem e exercício de práticas que capacitam os indivíduos a se organizarem com objetivos comunitários, voltadas para a solução de problemas coletivos cotidianos; a aprendizagem de conteúdos que possibilitem aos indivíduos fazerem uma leitura do mundo do ponto de vista de compreensão do que se passa ao seu redor. (GONH, 2006, p. 28)

A consequência direta de todo um (re)pensar e (re)planejar uma feira/mostra científica, com base nos dispostos acima, leva professores a colher bons resultados advindos do processo ensino-aprendizagem proporcionado por esse tipo de evento.

## 1.2 Potencialidades das feiras de ciências/mostras científicas no ensino de Física

É comum, no desenvolvimento de atividades de investigação ou exposição na área de ciências, boa parte dos alunos do ensino médio associarem estas atividades ao ensino de Física, onde muitos, às vezes, relacionam a palavra 'ciência' somente à disciplina de Física e indagações feitas apontam que esta associação se deve ao fato da Física está relacionada ao desenvolvimento das mais variadas tecnologias.

No ensino de Física as feiras de ciências podem refletir um espaço de exposições experimentais que tão somente no decorrer do ano letivo os professores não conseguem realizá-las devido a fatores como: carga horária excessiva, número de aula por turma reduzido, falta de recursos, falta de laboratório, etc. Com isso, os professores podem organizar, juntamente com os alunos, as atividades que podem ser apresentadas com o intuito de ligar o momento da teoria com a prática.

Outra potencialidade das feiras de ciências no ensino de Física está na possibilidade de se trabalhar temas que muitas vezes é esquecido ou simplesmente retirado do programa do curso, como por exemplo, a Física Moderna. Essa parte da Física na maioria dos livros didáticos é apresentada com últimos capítulos na terceira série do ensino médio e que na maioria das vezes fica esquecida. Esse tema pode ser explorado em feiras de ciências com o uso de objetos de aprendizagem, pois, esses estão vinculados ao uso de uma tecnologia da informação e da comunicação muito difundido no cotidiano dos alunos, assim estes objetos de aprendizagens tão somente motivam os alunos como também facilitam a experimentação sem necessariamente ter que construir artefatos ou equipamentos que requerem uma mão de obra mais especializada ou ainda exijam o uso de peças que não é encontrada no mercado.

Dentro do contexto das potencialidades relacionadas ao ensino de Física é sugerido que sejam enumeradas também as potencialidades de desenvolvimento das habilidades e competências propostas, segundo as Orientações Educacionais Complementares dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's) para o ensino de Física, tais como:

Identificar regularidades, associando fenômenos que ocorrem em situações semelhantes para utilizar as leis que expressam essas regularidades na análise e previsões de situações do dia-a-dia. Assim, por exemplo, compreender que variações de correntes elétricas estão associadas ao surgimento de campos magnéticos pode possibilitar, eventualmente, identificar possíveis causas de distorção das imagens de tevê ou causas de mau funcionamento de um motor. (BRASIL, 2007, p. 65)

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Compreender formas pelas quais a Física e a tecnologia influenciam nossa interpretação do mundo atual, condicionando formas de pensar e interagir. Por exemplo, como a relatividade ou as ideias quânticas povoam o imaginário e a cultura contemporânea, conduzindo à extrapolação de seus conceitos para diversas áreas, como para a Economia ou Biologia. (BRASIL, 2007, p. 68)

## 2.1 Alguns pontos relevantes na organização de uma feira de ciências

Depois de algumas reflexões sobre o papel das feiras de ciências e as potencialidades que nelas pode-se encontrar, requer-se agora fazer algumas considerações a serem observadas pelos professores, pela escola, e, por que não, por todos os envolvidos no evento.

## 2.1.1 Planejamento

Todo e qualquer evento requer planejamento, no contexto da escola, essa necessidade é cada vez mais indispensável e se torna mais criteriosa quando se trata de um evento como uma feira de ciências/mostra científica, pois, 'a execução de um evento dessa natureza envolve uma série de medidas e providências que devem ser programadas com antecedência' (NEVES; GONÇALVES, 1989, p. 1) e, nesse caso, alunos e comunidade em geral são os personagens principais do evento. Assim, Rosa (1995, p. 226) afirma que

[...] a feira de ciências deve fazer parte do cotidiano da escola sendo uma atividade prevista no calendário escolar desde o início do ano. No primeiro dia de aula o professor deve saber já quais os projetos possíveis de serem realizados naquele ano. Não é em agosto, para uma feira que irá ser realizada em setembro, que o problema e a metodologia devem ser pensados.

É interessante e ideal que o planejamento comece no início do ano, com a discussão e escolha do tema, formação da comissão de organização, elaboração de um calendário, materiais, logística, etc. (NEVES; GONÇALVES, 1989), (ROSA, 1995).

Ainda nessa etapa, os professores devem decidir se a feira será de natureza generalista ou temática. Na literatura, não há uma preferência, mas deve-se levar em consideração, o contexto da escola e da comunidade, e, não deixar de associar os trabalhos aos conteúdos trabalhados em sala de aula. E ainda, deve-se elaborar a ficha de avaliação dos trabalhos e apresentações, discutindo antecipadamente os critérios. Estes, ao serem elaborados devem atender às potencialidades requeridas no evento.

## 2.1.2 Execução

Para esse momento é necessário que se trabalhe seguindo o calendário. É importante a elaboração de uma ficha de inscrição para os trabalhos e grupos sejam inscritos. Ao final desse processo, surgirá uma quantitativa de trabalhos e de grupos e isso exigirá o planejamento da logística da feira.

É interessante que após as inscrições dos grupos, os professores dediquem um determinado período para trabalhar a ideia de 'projeto' com os alunos, solicitando que apresentem um projeto para o desenvolvimento das atividades, mesmo que seja resumido, pois, um projeto favorece a criação de estratégias de organização dos conhecimentos escolares (HERNÁNDEZ; VENTURA, 1998). Nesse sentido, o trabalho com projetos pode fazer parte da metodologia do professor, como por exemplo, na resolução de problemas.

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As repartições e materiais, a serem utilizados, devem passar por uma inspeção precedida ao evento, para evitar que produtos inflamáveis, instalações elétricas, materiais cortantes, produtos químicos/voláteis fiquem em contato com o público ou que por ele seja manipulado (ROSA, 1995). Um outro ponto importante, é que a direção/comissão organizadora encaminhe ofício, aos serviços de emergência e segurança solicitando a atenção para quaisquer eventualidades ou, se possível, uma equipe disponível no local.

No que diz respeito à avaliação, é interessante que essa equipe seja composta por professores da área de Ciências da Natureza e de outras áreas do conhecimento, afim de que se tenha uma maior fidedignidade na avaliação dos trabalhos, considerando todas as potencialidades.

Na tabela 1 é um exemplo de como deve ser pensada as fases de planejamento e execução bem como a descrição de cada uma das etapas que envolvem as mesmas.

## Planejamento

Tabela 1 Descrição das etapas de planejamento e execução

* Fonte própria

## Considerações Finais

À luz das discussões, das considerações da literatura, das experiências e dos profissionais ligados à educação é notável que as feiras/mostras científicas são atividades pedagógicas e culturais de grande potencialidade que favorecem a obtenção de resultados positivos à aprendizagem dos alunos. Pode-se afirmar que não somente ao ensino-aprendizagem, mas também promove a interação escolacomunidade, professor-aluno, família-escola, pais-filhos. Contribui para a formação de bons cidadãos e para que a vida em comunidade seja mais justa e igualitária.

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Há de se lembrar que para o sucesso na didática do ensinar, não há receita pronta e acabada, por esse motivo, as questões aqui pontuadas não devem configurar um roteiro de sucesso absoluto para a realização de uma feira/mostra científica. O tema é merecedor de mais discussões que possam trazer respostas ou apontamentos a questões do tipo: porque muitos professores têm resistência à realização de uma feira de ciências? Porque a escola deve estar inserida no contexto de educação não formal? Qual é o papel da escola e da família na construção do conhecimento científico? Respostas a essas perguntas podem trazer um 'novo' pensar para o cenário educacional, por exemplo, à formação de professores, e, ainda contribuir para o enriquecimento da literatura.

## Referências

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da educação Básica-SEB. Projeto Fenaceb - Feira Nacional de Ciências da Educação Básica. Brasília: MEC, 2006.

\_\_\_\_\_\_. Ministério da Educação. Secretaria da educação Básica-SEB. Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, 2007.

CAZELLI, S. et al. Tendências pedagógicas das exposições de um museu de ciência . 2007. Disponível em:

<http://www.cciencia.ufrj.br/Publicacoes/Artigos/Seminario/Art.Sem.Internacional.99 %20 Sibele.doc> - Acesso em: 02 jul. 2016.

DEMO, P. Educar pela pesquisa. 8. ed. Campinas , SP: Autores Associados, 2007.

FARIAS, L. N. Feira de ciências como oportunidade de (re) construção do conhecimento pela pesquisa . 2007. 90 f.. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará. Núcleo Pedagógico de Apoio ao Desenvolvimento Científico. Belém: 2006.

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GOHN, M. G. Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas . Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v. 14, n. 50, p. 27-38, jan./mar. 2006. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v14n50/30405.pdf>. Acesso em: 02 jul. 2016.

HARTMANN, A. M.; ZIMMERMANN, E. Feira de ciências: a interdisciplinaridade e a contextualização em produções de estudantes de ensino médio . VII

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Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. Florianópolis, 2009. Disponível em:<http://www.foco.fae.ufmg.br/pdfs/178.pdf>. Acesso em: 17 jul. 2016.

HERNÁNDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio . Porto Alegre: Artmed, 1998.

NEVES, S. R. G.; GONÇALVES, T. V. O. Feiras de ciências . Caderno Brasileiro de Ensino de Física, 6(3): p. 241-247, 1989. Disponível em:<http://150.162.1.115/index. php/fisica/article/viewFile/9257/15165>. Acesso em: 13 abr. 2016.

ROSA, P. R. S. Algumas Questões Relativas a Feiras de Ciências: para que servem e como devem ser organizadas . Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v.12, n.3, p. 223-228, 1995. Disponível em:<http://www.fsc.ufsc.br/cbef/port/123/artpdf/a3.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2016.

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