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UM ESTUDO SOBRE A INFLUÊNCIA DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA DA FÍSICA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DO IF SERTÃO-PE CAMPUS SALGUEIRO

Maria Leonete Da Silva, Daiane Maria Dos Santos Ribeiro, Getúlio Eduardo Rodrigues De Paiva

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
História, Filosofia E Sociologia Da Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## UM ESTUDO SOBRE A INFLUÊNCIA DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA DA FÍSICA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DO IF SERTÃO-PE CAMPUS SALGUEIRO

## *Maria Leonete da Silva , Daiane Maria dos Santos Ribeiro , Getúlio 1 2 Eduardo Rodrigues de Paiva 3

1

IF Sertão-PE Campus Salgueiro/Licenciatura em Física,leonete25@outlook.com.br 2 IF Sertão-PE Campus Salgueiro/Licenciatura em Física,prof.getulio.paiva@gmail.com 3 IF Sertão-PE Campus Salgueiro/Licenciatura em Física,daianesr35@hotmail.com

## Resumo

Este trabalho apresenta os resultados de um trabalho de conclusão de curso (TCC), o qual através de um estudo de caso que investiga as influências e contribuições da disciplina de História da Física), ministrada no último período da Licenciatura em Física na formação dos Licenciandos em Física do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano- IF Sertão-PE Campus Salgueiro, no que se refere à compreensão destes sobre a Natureza da Ciência (NC), bem como da própria História da Física (HF). Através do método qualitativo busca-se avaliar as concepções prévias dos estudantes com o intuito de compará-las com suas concepções após terem cursado a disciplina de Histórica da Física (onde os alunos estudaram alguns episódios históricos e realizaram a apresentação de seminários individuais). A abordagem metodológica de pré e pós teste e entrevistas permitiu analisar e discutir a influência desta disciplina na construção das concepções dos futuros professores de Física.

Palavras-chave : História da Ciência, Ensino de Física, Concepções dos Formandos Sobre a Natureza da Ciência.

## Introdução

O ensino de Física nas escolas brasileiras está centrado basicamente em metodologias tradicionais, como memorização de conceitos e fórmulas, reprodução de inúmeros exercícios com o intuito de fixar o conteúdo dado pelo professor, e auxiliar na hora da prova que é basicamente a repetição dos exemplos já vistos. Essas metodologias podem induzir os alunos à busca de respostas prontas, prédeterminadas pelo professor ou pelo livro didático [1] Alienando o estudante de um processo educativo crítico e investigativo baseado em hipóteses, na investigação, na curiosidade. Além disso, é comum o professor, em suas aulas, utilizar apenas o livro como ferramenta didática, o que não é recomendado, tendo em vista ser uma ferramenta que em geral apresenta vários problemas, como erros conceituais, concepções mistificadas acerca da ciência e do conhecimento científico, o qual é apresentado quase sempre de forma verídica e pronta. [2]. Esses fatores combinados a outros podem implicar diretamente na qualidade do ensino de ciências, tornando-o muitas vezes superficial, monótono, com compreensões equivocadas a respeito da Natureza da Ciência (NC) [3]. A ciência não se

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desenvolve isolada dos processos históricos de uma sociedade, pelo contrário, ela interage diretamente com elementos sociais, culturais, políticos e econômicos. A imensa maioria das metodologias aplicadas ao ensino de ciências, não leva em consideração o processo sócio-histórico pelo qual a ciência se modificou. Tal supressão pode dificultar a percepção da ciência quanto produto social contribuindo para uma visão ingênua e distorcida do método científico[4]. O ensino de Física deve considerar sua história buscando facilitar o entendimento do estudante sobre como se constrói o conhecimento científico, mostrando que a Física se desenvolve gradualmente ao longo do tempo sofrendo avanços e regressos [4]. Uma possível colaboração para esse fim seria o estudo de alguns episódios históricos da História da Ciência (HC), feito de maneira adequada, possibilitando uma compreensão melhor das interligações existentes entre ciência, tecnologia e sociedade, mostrando que a ciência faz parte de um desenvolvimento histórico que sofre influência e influencia muitos aspectos de uma sociedade, desmistificando a ideia de que a ciência é algo que surge inesperadamente, e segue uma linearidade em sua evolução, como uma atividade não humana, ou centralizada numa única mente genial [5].

## Materiais e métodos

Este trabalho foi desenvolvido no IF Sertão-PE, Campus Salgueiro , por meio do acompanhamento in loco das aulas da disciplina de História da Física, que compõe o conjunto de disciplinas propostas aos estudantes do último período do curso de Licenciatura em Física. Os sujeitos da pesquisa foram seis alunos que estavam cursando a disciplina e o professor ministrante.

O objetivo central da pesquisa foi estudar a influência da disciplina de História da Física ministrada para os formandos da Licenciatura em Física do IF Sertão-PE, Campus Salgueiro. Para este propósito foi tomada como base a metodologia de pesquisa qualitativa. Esta se caracteriza por ter interesse centralizado numa interpretação dos significados atribuídos pelos sujeitos a suas ações numa realidade socialmente construída, através da observação participativa do pesquisador no fenômeno de interesse. As hipóteses são geradas durante o processo de investigação. Através de narrativas detalhadas o pesquisador busca credibilidade para as interpretações dos estudos profundos de casos particulares que possam ser comparados a outros casos estudados [6].

Inicialmente, foi realizada uma entrevista com os estudantes na qual eles puderam expor quais as suas expectativas para a disciplina, o que pensam sobre a NC e sobre a importância da HC no ensino de Física. Dando procedimento à pesquisa os alunos responderam a um questionário no qual continha perguntas como: 'Como se desenvolve o Conhecimento Científico?'; 'Na sua visão o que é Ciência?'; 'Como foi o Ensino de História da Ciência no seu Ensino Básico?'; 'O que você entende por Historia da Ciência?'; 'Você enquanto professor de Física pretende utilizar a História da Ciência nas suas aulas, se sim de que maneira?', entre outras, com o intuito de fazer um levantamento das concepções prévias a respeito da NC, da HC, da HF, bem como a respeito do conhecimento cientifico, e também sobre o primeiro contato deles com a HC. Visando uma avaliação das possíveis contribuições da disciplina de HF na formação dos estudantes.

Seguindo com as atividades houve a seleção do material utilizado para estudar alguns episódios históricos da HF, alguns exemplos: O Versório de André Koch Torres de Assis; Galileu e o experimento do plano inclinado; Alessandro Volta e Luigi Galvani; Isaac Newton, As profecias bíblicas e a existência de

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Deus; Madame Curie: mulheres na ciência; Ludwig Edward Boltzman... Este material selecionado pelo professor tem origem em fontes primárias e/ ou de artigos de pesquisadores da área de HC, isso foi importante para evitar a utilização de anedotas da HF. Diante deste material os estudantes escolheram os episódios que gostariam de estudar na disciplina, em seguida cada um deles apresentou um seminário sobre esses episódios, a partir dos quais foram feitas observações relacionadas ao desempenho dos estudantes e a possibilidade destes de fazer uma transposição didática da HF estudada no curso superior para as aulas de Física do Ensino Médio.

## 1. Análise dos resultados

## 1.1 Perfis dos formandos em Licenciatura em Física

O Quadro-1 mostra os dados referentes ao contato dos licenciandos em Física com a HC, estes dados foram obtidos a partir das opiniões dos próprios estudantes sobre sua formação. Para as definições seguintes, além de se utilizar da entrevista e das análises dos resultados do questionário, as visões dos estudantes foram classificadas como 'aceitáveis' de acordo com aquelas adotadas por Perez [7]

Quadro 01: Informações sobre o contato dos formandos com a HC.

A partir da entrevista e da análise do questionário observa-se no quadro acima que os estudantes não tiveram acesso a uma formação adequada sobre HC no Ensino Básico, isso pode ser verificado a partir das colocações feitas pelos mesmos na 3ª questão do questionário: Como foi o Ensino de História da Ciência no seu Ensino Básico? O estudante (A) relatou: 'Através de pequenos textos encontrados em livros didáticos ou na internet '; o estudante (B): 'raramente os professores faziam abordagens sobre estes tópicos'; o estudante (C): 'Praticamente eu não tive a oportunidade de ver história da ciência'; o estudante (D) 'Eu vi pouco, ou quase nada de história da ciência'. Contudo, mesmo sem essa formação básica, 100% dos estudantes mostraram ter construído uma visão considerada minimamente aceitável acerca da NC. Chegou-se a essa conclusão através das respostas dos estudantes dadas a 1ª questão do questionário: Como se desenvolve o Conhecimento Científico? O estudante (A) respondeu: 'Através da pesquisa crítica, analítica e do registro desses conhecimentos adquiridos '; o estudante (C): 'Se desenvolve através da curiosidade em entender determinado fenômeno natural'; estudante (D): 'Através da experimentação e análise da natureza'.

A questão 2: Na sua visão o que é Ciência? O estudante (A) disse que: 'É o estudo da natureza'; o estudante (C): 'Ciência é a parte do saber que busca entender como funciona a natureza'; estudante (D) : 'É um ramo do conhecimento humano'. Na 4ª questão: O que você entende por Historia da Ciência? O estudante (A) relatou: 'É um conhecimento acerca do que aconteceu em determinada época com uma pessoa que produz ciência ou como foi construído o conhecimento científico por determinada pessoa ou organização'; estudante (C) respondeu : 'É a

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parte do estudo científico que busca apresentar as origens, o contexto e as evoluções dentro do desenvolvimento científico'; O estudante (D) disse que: 'É um ramo do conhecimento que traz para o aluno o entendimento da construção da ciência'. Outra coisa interessante foi o fato de todos eles perceberem a importância didática da história da ciência, visto que todos disseram pretender utilizá-la como ferramenta didática no ensino da Física, embora não tenham especificado como. Diante dessa análise poderia se perguntar como os estudantes conseguiram construir uma visão da ciência considerada aceitável, sabendo que eles cursaram apenas uma disciplina de HF? Embora os alunos tenham cursado apenas uma disciplina de HF, uma possível justificativa se daria pelo fato deles estarem no último período do curso. Isto implica que estas concepções foram sendo construídas ao longo da sua formação, tendo em vista que na grade curricular do curso têm disciplinas como Práticas de Ensino de Física I, II, e III, Oficina de Física I, e II, entre outras que de forma direta ou indiretamente dão subsídios como artigos científicos, por exemplo, que colaboram para a construção destas concepções, e lógico deve-se levar em consideração o ambiente educativo como um todo, pois em algumas colocações durante a entrevista onde se perguntou como se deu seu primeiro contato com a HC, houve relatos onde ficou claro que discussões informais com professores e colegas também contribuíram para construir as concepções a cerca da NC. Segue alguns comentários dos alunos... O estudante (A) disse que : 'Meu primeiro contato com História da Ciência foi dentro de uma disciplina que o professor passou um monte de vídeos, falando sobre história da eletricidade e termodinâmica, falando da busca do zero absoluto, tensões alternada e contínua, entre outros'. O estudante (C) respondeu : 'Acho que nosso contato com História da Ciência é além das disciplinas. Se deu mais em minha opinião assim, uma grande parte nas conversas informais. Já prestaram atenção que a gente senta pra conversar com os professores e entre nós, compartilhando os conhecimentos, o que cada um viu, seja vendo documentário, vídeo, alguma coisa?'; o estudante (E) respondeu: 'No meu caso o que mais marcou foi o artigo que li de Marco Antonio Moreira que você vai lendo e parece que tudo que você pensava vai por água a baixo ali. Você amadurece suas ideias sobre Ciência'.

Os estudantes foram indagados sobre qual a motivação para as escolhas dos artigos científicos os quais trouxeram os episódios históricos trabalhados? Segue algumas respostas: o estudante (A) disse que: 'O Versório, fiquei curioso por não saber o que é Versório'; o estudante (B) disse: 'Escolhi o texto Galileu e o experimento do plano inclinado, o motivo foi pelo fato de que o texto continha transcrições originais dos trabalhos de Galileu além do fato de que a história de Galileu sempre me interessou'; o estudante (D) relatou que: 'Newton e As Profecias Bíblicas, eu escolhi esse tema porque eu achei curioso e interessante, porque eu queria encontrar algo místico a respeito da personalidade de Newton e que fosse além da ciência'; o estudante (E): 'Madame Curie: mulheres na ciência, ao ler o título o que me motivou foi o fato de falar de uma mulher cientista, o que não ocorre com tanta frequência hoje e menos ainda naquela época, relacionei diretamente com os desafios enfrentados pelas mulheres'. Percebe-se que em geral, a curiosidade foi predominante, por se tratarem de temas desconhecidos como o Versório, ou pela ideia mística da personalidade de Newton. Por outro lado, nas colocações dos educandos aparecem outros aspectos bastante interessantes, como por exemplo, a observação do educando sobre o papel da mulher na ciência, onde o mesmo faz referência aos desafios pelos quais a mulher passa. Observou-se também que outro estudante cita que sua motivação se deu por saber que o texto continha transcrições

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originais dos trabalhos de Galileu, essa colocação é interessante porque passa uma possível ideia de que o estudante compreende a importância de referências primárias para se compreender melhor a respeito da HC, a qual valoriza as referências primárias.

Nas apresentações buscou-se analisar a desenvoltura dos estudantes e a possibilidade de haver uma transposição didática das apresentações dos seminários feitas no Ensino Superior para o Ensino Médio de Física. Além das perguntas mais específicas referentes ao assunto, se questionou sobre o sentimento dos estudantes ao ler os textos, se superam as expectativas, se sentiram prazer na leitura, se houve dificuldades na compreensão do texto e qual a opinião deles referente à possibilidade de fazer as mesmas apresentações no Ensino Básico de Física? Houveram respostas diversificadas com relação aos sentimentos durante a leitura dos textos, por exemplo, frustação: o estudante (D) disse: 'Me frustrei durante a leitura porque achava que Newton era um místico, na verdade era metodológico', este ainda relatou que achou o texto grande; o estudante (B) disse : 'O texto é muito bom porque traz a transcrição do autor, e teve muita coisa que eu não sabia, como os momentos dedicados a diferentes obras, bem como alguns mitos como quando ele foi jugado disse que (a terra continua girando). Não há referências que afirmem se esta fala atribuída a Galileu é verdade ou não'. Com relação à transposição didática todos disseram ser possível, desde que se façam algumas modificações, e sejam aplicadas aos conteúdos de forma contextualizada.

Fazendo-se uma análise geral das apresentações dos seminários, diz-se que os estudantes demonstram segurança e perceberam a relação existente entre os textos, bem como as dificuldades enfrentadas pelos cientistas para a aceitação dos seus trabalhos, compreendendo o desenvolvimento da ciência como um processo gradativo, colaborativo e humano. Apenas em uma apresentação notou-se alguns poucos conceitos confusos sobre a HC. Embora o estudante entenda que os cientistas não são gênios.

## 1.2 Análise sobre a formação do professor da disciplina de HF no Curso de Licenciatura em Física do IF Sertão-PE

Além dos estudantes o professor da turma o qual leciona a disciplina de HF no curso de Licenciatura em Física também participou da pesquisa, onde respondeu a um questionário sobre sua formação, o mesmo é doutor em Física da Matéria Condensada, leciona há doze anos, leciona esta disciplina porque dentro do quadro disponível apresenta boa afinidade com a mesma, e qual a opinião dele referente a esta disciplina ser ministrada apenas no último período do curso, onde este respondeu que: 'Tem um lado bastante positivo, pois os discentes mais maduros e com boa bagagem acadêmica tiram melhor proveito dos trabalhos desenvolvidos na disciplina. Por sua vez, se HF fosse vista no decorrer do curso, haveria maior aproximação entre essa disciplina e os temas abordados nas Físicas Gerais. Além disso, o curso contínuo e mais prolongado de HF permitiria estudos de mais episódios históricos'.

Avaliando a formação do professor, diz-se que este embora tenha um bom entendimento a respeito da HC e NC não está apto a ministrá-la, tendo em vista que não tem formação na área, e nem tempo suficiente, tomando como base a excessiva carga horária de aulas dos professores que não permite dedicação à pesquisa e ao estudo da HC, o que é primordial para garantir conhecimento e experiência.

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Tendo em vista a importância da disseminação de concepções mais adequadas sobre a ciência e o conhecimento científico aos estudantes da licenciatura, que por sua vez serão professores, e terão a responsabilidade mínima de auxiliar seus alunos na construção de concepções mais acertadas sobre a NC, a literatura especializada defende fortemente que apenas especialistas na área é que devem ministrar aulas de HC. Sendo assim entende-se que a instituição deva fazer a contratação de professores especialistas na área, bem como se possível agregar mais uma disciplina de HF a grade curricular do curso, e incentivar professores e estudantes a estudar HC, o que poderia inicialmente ser feito através de colóquios informais para discussões acerca HC, HF, NC.

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## Referências

[1] VILLANI, A. Reflexões sobre o ensino de física no Brasil: práticas, conteúdos e pressupostos. Revista Brasileira de Ensino de Física. São Paulo, v. 06, n. 2, p. 7695, 1984. Disponível em <http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/vol06a18.pdf>. Acesso em: 22 dez. 2015.

[2] MEGID NETO, J.; FRACALANZA, H. O livro didático de ciências: problemas e soluções. Ciência e Educação. Bauru, v. 9, n. 2, p. 147-157, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v9n2/01.pdf>. Acesso em: 20 out. 2015.

[3] CARVALHO, A. M. P.; GIL-PÉREZ, D. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. 10. ed. São Paulo, Cortez, 2011.

[4] DOS SANTOS RIBEIRO, Daiane Maria; DA SILVA, Marcelo Souza. Textos de Divulgação Científica: uma intervenção para aprofundar as concepções epistemológicas de professores e estudantes de Física. Acta Scientiae , v. 17, n. 3, 2015.

[5] QUEIROGA, J. M.G. et al . Mitos, Anedotas e o Conhecimento em História da Física. In: Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (EPEF), 14., Maresias, Resumos... Maresias, 2012.

- [6] MOREIRA, M. A.; ROSA, P. R. S. Pesquisa em ensino: métodos qualitativos e quantitativos. Porto Alegre: EUFRGS, 2009. Disponível em:

<http://www.if.ufrgs.br/~moreira/Subsidios11.pdf>. Acesso em: 02 jul. 2015.

[7] PÉREZ, D. G. et al. Para uma imagem não deformada do trabalho científico. Ciência e Educação. Bauru, v. 7, n. 2, p. 125-153, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v7n2/01.pdf>. Acesso em: 20 out. 2015.

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