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Explorando a Lua numa escola inclusiva.

Érica De Oliveira, Ihanna Silveira Dos Santos, Renata Pojar, Cristina Leite

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
Ensino E Aprendizagem Em Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## EXPLORANDO A LUA EM UMA ESCOLA INCLUSIVA

Érica de Oliveira¹, Ihanna Silveira dos Santos¹, Renata Pojar , Cristina 2 Leite 3

1 Licencianda da Universidade de São Paulo/ Instituto de Física, erica2.oliveira@usp.br ihanna.silveira@usp.br, Mestranda da , 2 Universidade de São Paulo/ Instituto de Física USP, renata.pojar@usp.br, 3 Doutora da Universidade de São Paulo/ Instituto de Física, crismilk@if.usp.br

## Resumo

Este artigo é resultado do projeto desenvolvido pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) em uma escola municipal inclusiva localizada na capital paulistana. O grupo elaborou uma proposta didática voltada para alunos ouvintes e com deficiência auditiva que constituem uma mesma sala do 2º ano do Ensino Médio. A Lua foi o astro escolhido uma vez que se pretendeu dar continuidade aos conceitos astronômicos trabalhados pela professora no semestre anterior (forma da Terra, dia e noite e estações do ano). A proposta procurou explorar a Lua a partir da apresentação de algumas teorias a respeito da sua formação, da importância deste astro para diferentes povos, da dimensão do nosso satélite natural e das diferenças entre ele e os demais satélites naturais pertencentes aos demais planetas do Sistema Solar. Além disso, buscou-se tratar também da observação das crateras por Galileu, os movimentos da Lua e sua face oculta, suas fases, eclipses e, por fim, suscitar um debate sobre a possível ida do homem à Lua. Para isso, dividimos a proposta em quatro blocos, sendo cada um composto de duas aulas. Tendo sempre em mente a participação dos alunos durante as regências, buscou-se desenvolver atividades com o máximo de diálogo possível entre eles e os integrantes que compunham a sala. Para isso, utilizaram-se diversos tipos de ferramentas didáticas visuais, experimentais e sensitivas com o intuito de tornar a compreensão dos conteúdos possível, principalmente para os alunos surdos. Apesar das dificuldades enfrentadas pela equipe de professores-bolsistas em avaliar os alunos surdos - devido à necessidade de intérpretes - os resultados das avaliações realizadas por meio de desenhos ou de maneira oral apontam para uma compreensão por parte dos alunos da maioria dos temas abordados. Ademais, nem todos os alunos participaram do desenvolvimento de toda a proposta, o que dificultou a realização de uma avaliação mais detalhada. Em relação aos conteúdos apresentados, podemos concluir que, além do seu entendimento geral por parte dos educandos, também foi possível perceber um aguçamento do senso crítico dos alunos, motivando-os a apontar hipóteses diversas durante o debate final, situação bem diferente das aulas tradicionais.

Palavras-chave : Libras, Astronomia, Inclusão, Ensino de Física

## Introdução

Sabemos que, no Brasil, a educação vem passando por diversas mudanças sociais, culturais e políticas. Uma das modificações, devido a novas políticas públicas, envolve a inclusão de alunos com algum tipo de deficiência, seja ela intelectual, auditiva, motora, etc.

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' Art. 27. A educação constitui direito da pessoa com

deficiência, assegurado sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem .' (BRASIL, 2008)

Consideramos aqui o ensino regular (LDB, 2013) como aquele em que os alunos de uma classe não apresentam nenhuma deficiência, e no caso da educação inclusiva, tratamos:

O conceito de Inclusão no âmbito específico da Educação implica, antes de mais, rejeitar, por princípio, a exclusão (presencial ou académica) de qualquer aluno da comunidade escolar. Para isso, a escola que pretende seguir uma política de Educação Inclusiva (EI) desenvolve políticas, culturas e práticas que valorizam o contributo activo de cada aluno para a construção de um conhecimento construído e partilhado e desta forma atingir a qualidade académica e sócio cultural sem discriminação . (RODRIGUES, 2006)

No caso da deficiência auditiva, a partir da lei 10.436 de 24 de abril de 2002 e do decreto 5.626/05 (SILVA, KAWAMURA, 2013) tivemos, no cenário nacional, um grande aumento de alunos surdos nas escolas por todo o Brasil e, como consequência, houve um aumento de pesquisas em relação à inclusão de alunos com deficiência auditiva (KALATAI, 2012). Por meio desta lei, obrigou-se também uma mudança no sistema educacional do ensino superior incluindo o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos cursos de pedagogia, fonoaudiologia e todas as licenciaturas.

A partir de um breve levantamento bibliográfico de artigos publicados no Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF) nos anos de 2005 a 2015, foi possível perceber uma ausência quase que completa de pesquisas relativas à inclusão, somente um artigo no período entre 2005 e 2012. No entanto, em 2013 especificamente, percebe-se um significativo aumento de pesquisas nesta direção, sendo publicados treze artigos somente neste ano. Fazendo uma análise geral das publicações dos últimos 10 anos de SNEF (2005 a 2015), foi possível notar a ausência de trabalhos relacionados a propostas de ensino de astronomia para alunos surdos em escolas inclusivas.

Este trabalho foi desenvolvido por um grupo de alunos que fazem parte do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), em uma escola municipal inclusiva localizada na região norte da capital paulistana. A turma em que as atividades foram aplicadas era composta por alunos surdos e ouvintes do 2º ano do ensino médio. Todas as atividades foram elaboradas de modo a promover diferentes opções de estratégias didáticas utilizando-se dessa forma de recursos visuais, espaciais e experimentais com o objetivo de facilitar a construção do conhecimento para os alunos com deficiência auditiva, uma vez que, segundo Damázio (2007), para os alunos surdos a organização do espaço de ensino implica no ' uso de muitas imagens visuais e de todo tipo de referências que possam colaborar para o aprendizado dos conteúdos curriculares em estudo, na sala de aula comum .' (DAMÁZIO, 2007)

A proposta desenvolvida objetivou explorar a Lua e os eclipses com o intuito de contemplar os conceitos trabalhados anteriormente pela professora

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da escola, além de compor os parâmetros curriculares nacionais do ensino de Física (PCN+): ' conhecer as relações entre os movimentos da Terra, da Lua e do Sol para a descrição de fenômenos astronômicos (duração do dia/noite, estações do ano, fases da lua, eclipses etc. ' (BRASIL, 2002).

Pelo fato de ser uma escola inclusiva e, principalmente, uma turma onde há alunos surdos e ouvintes - e uma vez que a professora e os bolsistas não possuem conhecimento o suficiente da língua brasileira de sinais - foi necessário, durante as aulas, a ajuda de um intérprete de Libras para a comunicação. Os intérpretes são profissionais que devem ter domínio da Libras, conhecer as especificidades dos surdos e interpretar o conteúdo exposto pelo professor. (OLIVEIRA, BENITE, 2015).

## A proposta didática

Com o objetivo de descobrir quais temas eram de maior interesse por parte dos alunos, aplicou-se um questionário, no qual o tema 'Astronomia' destacou-se entre os demais, porém, a partir dessa sondagem, percebeu-se que os alunos apresentavam concepções diferentes do conhecimento científico acerca dos movimentos da Terra, a dimensão do nosso planeta em relação à Lua e ao Sol e a ocorrência dos fenômenos como o Dia e a Noite. No 1° Ano do Ensino Médio, foram desenvolvidos os conceitos referentes aos fenômenos Dia e Noite e as Quatro Estações do ano. Nesta proposta didática, procurou-se dar continuidade as atividades realizadas nessa mesma classe, no entanto, os alunos agora se encontram no 2° ano do Ensino Médio.

Para o planejamento das atividades, foram realizadas discussões entre os integrantes do grupo, assim como leituras de textos e reflexões a respeito do assunto a ser trabalhado na classe. Em relação às referências bibliográficas utilizadas no planejamento das aulas, pode-se dizer que houve uma variedade de revistas, livros didáticos e paradidáticos, bem como conteúdos da internet, vídeos, documentários e etc.

A proposta didática procurou explorar várias questões relacionadas à Lua como, por exemplo, a importância desta para os primeiros povos, o funcionamento do calendário lunar, a importância da Lua para o nosso planeta e sua formação, a composição da Lua, suas fases e a face oculta, o que pode estar por trás de suas crateras, como ocorrem os eclipses e, para finalizar, um debate sobre a questão: 'O homem foi ou não à Lua? ' Esta indagação teve o intuito de trazer os alunos à reflexão a respeito de tudo o que viram ao longo das aulas e, também, induzi-los a levantar questionamentos e desenvolver seu senso crítico sobre o tema.

Para a execução das aulas, usamos recursos como giz, lousa, vídeos, experimentações, imagens, produção de textos e desenhos. Buscamos, ao longo do projeto, trabalhar com uma grande variedade de recursos didáticos, já que é sabido que nem todas as pessoas aprendem da mesma forma, principalmente quando se trata de surdos e ouvintes em uma mesma sala de aula.

O trabalho é composto por uma sequência de quatro blocos, cada um com duas aulas de 50 minutos de duração cada, realizadas no período da tarde. Em todas as aulas utilizamos o projetor para os slides. A escolha pelo

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projetor deu-se pelo fato de contemplar todos os alunos no processo de aprendizagem, principalmente os alunos surdos. Em relação ao vídeo utilizado em uma das aulas, o áudio foi dispensável, sendo assim, o professor, juntamente com o intérprete de Libras, contextualizou o vídeo para a classe. As aulas ministradas estão descritas a seguir.

Quadro 01: Descrição, objetivos e recursos didáticos utilizados na sequência didática.

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## Reflexões sobre o desenvolvimento da proposta

No início da sequência didática, mais especificamente nas duas primeiras aulas, a turma se mostrou pouco participativa, o que dificultou um

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pouco a execução das atividades, uma vez que nossas aulas foram desenvolvidas para manter o diálogo com o aluno. No entanto, no decorrer das aulas seguintes, a participação dos alunos aumentou. Porém, a comunicação com os alunos surdos foi sempre mediada, já que o grupo não sabe Libras e precisou da ajuda constante dos intérpretes.

Durante as aulas foi possível saber, por meio das indagações feitas no início de cada aula, quais eram os conhecimentos prévios dos alunos, bem como, as dificuldades em relação ao tema tratado como, por exemplo, a inclinação do eixo da Terra, o movimento da Lua (tratando-se da questão de que a Lua não se movimenta no mesmo plano da órbita da Terra), a dificuldade de entender os movimentos dos astros devido às dimensões do sistema TerraSol-Lua. Além disso, percebemos que algumas atividades necessitavam de mais tempo para sua aplicação como, por exemplo, a atividade referente à questão: 'O homem foi ou não foi à Lua?' O debate não pode ser realizado da maneira como havíamos planejado devido ao limite de tempo para a aplicação das aulas, uma vez que, as atividades deveriam ser finalizadas dentro do período letivo.

Além desta atividade, outras também necessitaram de mais tempo, pois, em alguns dias, os alunos utilizaram o tempo do intervalo para finalizar as atividades que deveriam ter sido concluídas em aula. Ainda assim, os alunos realizaram todas as atividades propostas e explicitaram que entenderam as questões discutidas em sala. Isso pode ser identificado tanto pelas avaliações escritas/oral, quanto pelas participações durante as aulas, onde foi mais perceptível à expansão do conhecimento, na perspectiva de Delizoicov (2001):

'vem sendo incorporado pelo aluno para analisar e interpretar tanto as situações iniciais que determinaram seu estudo, como outras situações que, embora não estejam diretamente ligadas ao motivo inicial, podem ser compreendidas pelo mesmo conhecimento'(DELIZOICOV, 2001, p.13)

Com o intuito de saber a opinião dos alunos em relação à proposta didática desenvolvida, aplicou-se um questionário ao final da última aula da proposta. Para esse questionário, os alunos ouvintes tiveram que responder perguntas dissertativas e os estudantes com deficiência auditiva, um questionário composto de alternativas que foram interpretadas pelo intérprete que acompanha a classe. Essa escolha deu-se pelo fato da heterogeneidade dos alunos.

Ao final de cada atividade realizou-se uma avaliação com o intuito de saber o que não havia ficado claro para os alunos. Desta forma, poderíamos retomar o assunto na aula seguinte. Na primeira avaliação, foi solicitado que os estudantes escrevessem um texto a respeito do conteúdo discutido em aula. A partir desta avaliação, foi possível identificar que os alunos com deficiência auditiva escrevem numa forma estrutural diferente da língua portuguesa, como pode ser verificado no trecho abaixo.

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23 a 27 de janeiro de 2017

Figura 01: Texto escrito por um aluno surdo sobre a Lua.

- O tipo de escrita desses alunos dificultou nossa análise sobre seu aprendizado. Sendo assim, optamos por avaliar os estudantes com deficiência auditiva a partir de uma nova perspectiva, no caso a dos desenhos, como discute Queiroz, Silva e Macedo:
- 'O ideal é que as escolas organizem o currículo partindo de uma perspectiva visual/espacial, e se o processo educacional ocorre mediante a interação linguística, deve ocorrer, portanto, na língua de sinais brasileira juntamente com outras experiências visuais, tais como língua portuguesa escrita, mímica/dramatização, figuras, recursos tecnológicos (vídeo/TV, slides, computador, retroprojetor) e leitura, desenvolvendo nos alunos a memória visual e o hábito de leitura' (QUEIROZ, SILVA E MACEDO, 2012, p.121)

No entanto, os professores-bolsistas tiveram dificuldade na interpretação destes desenhos, uma vez que esse método é de difícil interpretação para possíveis conclusões. Por esse motivo, o grupo optou por avaliar os alunos surdos de forma oral. Durante as aulas, os estudantes surdos puderam contar com a ajuda do intérprete para expor as possíveis dúvidas e dessa maneira, fazer as possíveis discussões. Como estávamos trabalhando com o sistema Terra-Lua-Sol, levamos kits e pedimos que eles viessem à frente para apresentar o conteúdo tratado em sala (fases da Lua e eclipses). Quando necessário, foram feitas perguntas individualmente aos alunos com deficiência auditiva com a ajuda do intérprete.

## Algumas Considerações

Exibimos aqui algumas práticas desenvolvidas para se utilizar nas escolas inclusivas de alunos surdos e ouvintes. As atividades, como sugerem Carvalho e Barbosa (2008), foram elaboradas e realizadas com o objetivo de propiciar um ambiente de interação entre surdos e ouvintes, buscando a inclusão e o respeito às diferenças individuais. Ainda assim, isso não pode ser contemplado plenamente, uma vez que em algumas atividades realizadas em grupos apenas um aluno ouvinte trabalhou com os alunos surdos, enquanto em outras atividades, os surdos trabalharam apenas com surdos e ouvintes com os demais ouvintes. Isso ocorreu devido a limitação da língua, já que apenas o intérprete e uma aluna da sala sabem Libras. A falta do conhecimento de Libras trouxe dificuldades na comunicação entre os regentes e os alunos durante as atividade e avaliações. Sendo assim, ficou evidente que devemos avaliar os alunos surdos de forma diferente daquela que estamos acostumados a avaliar os alunos ouvintes.

Em relação às atividades realizadas na proposta, o grupo procurou variar ao máximo: fez-se uso de desenhos, experimentos e redações, de modo que nenhum dos alunos ouvintes e surdos fossem prejudicados. Porém, as redações foram aplicadas exclusivamente aos alunos ouvintes devido à dificuldade em língua portuguesa dos alunos surdos. De maneira geral, todos os alunos participaram de alguma atividade proposta e mostraram interesse em realizá-las.

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Acreditamos que essa pesquisa apresenta condições plenas de cooperar com outras atividades que também procuram refletir, questionar e, sobretudo, repensar as leis que defendem a escola inclusiva e sua prática no dia a dia escolar.

## Referências Bibliográficas

ALMEIDA, E.O.C.; FILASI, C.R.; ALMEIDA, L.C. Coesão textual na escrita de um grupo de adultos surdos usuários da língua de sinais brasileira . Revista CEFAC, vol. 12, nº2, 2009.

BRASIL. Lei n° 13.146, de 6 de julho de 2015. Decreto Legislativo nº 186 de 9 de julho de 2008 . Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com deficiência). Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm >

Acesso em 08/08/2016.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais , 2002, unid. 6.1, pag.31. Disponível em:

<http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf> Acesso em 08/08/16.

CARVALHO, E. de C. & BARBOSA, I. Pensamento Pedagógico e as NEE: Introdução à Deficiência Auditiva , 2008.

DAMÁZIO, M.F.M. Atendimento educacional especializado , 2007. Disponível em <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee\_da.pdf> Acesso em 17/08/2016.

DELIZOICOV, D. Problemas e Problematizações . In: PIETRECOLA, M. (org.). Ensino de Física: conteúdo, metodologia e epistemologia numa concepção integradora. Florianópolis: Ed. UFSC, 2001.

GONÇALVES,H.B.;FESTA, P.S.V. Metodologia do professor no ensino médio de alunos surdos, Revista Eletrônica do Curso de Pedagogia das Faculdades OPET, nº 6, ano 2013. Disponível em: <http://www.opet.com.br/faculdade/revista- pedagogia/pdf/n6/ARTIGOPRISCILA.pdf> Acesso em 08/08/16.

KALATAI, P. As principais metodologia utilizadas na educação dos surdos no Brasil, 2012. Disponível em: < http://anais.unicentro.br/seped/pdf/iiiv3n1/120.pdf>Acesso em 01/11/16.

OLIVEIRA, W.D; BENITE. A.M.C . Estudos sobre a relação entre o intérprete de LIBRAS e o professor: Implicações para o ensino de ciências. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências. Vol. 15, nº3, ano 2015. Disponível em:

<http://revistas.if.usp.br/rbpec/article/viewArticle/475> Acesso em 16/08/2016.

QUEIROZ, T. G. B.; SILVA, D.; MACEDO, K. Ensino de ciências/química e surdez: o direito de ser diferente na escola. In: VILELARIBEIRO, E. B.; BENITE, A. M. C. Temas em educação inclusiva: fundamentos para a sala de aula de ciências. Madrid: Editorial Academica Espanhola, 2012. p. 119-130.

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RODRIGUES, David. Dez ideias (mal) feitas sobre a Educação Inclusiva. Inclusão e Educação: Doze olhares sobre a Educação Inclusiva. Summus Editorial. São Paulo. 2006

SILVA. J. F.C.; KAWAMURA, M.R.D.: Práticas de Ensino de Física para alunos surdos em escola com proposta bilíngue - SNEF 2013.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.