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A Criança no Simpósio Nacional de Ensino de Física - SNEF

Ana Carolina Contini Pietscher, Carolina Rodrigues Souza

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
26/01/2017
Linha de pesquisa
A Física Nos Anos Iniciais Do Ensino Fundamental
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## A criança no Simpósio Nacional de Ensino de Física - SNEF

## Ana Carolina Contini Pietscher , Carolina Rodrigues Souza 1 2

1 Universidade Federal de São Carlos/Departamento de Física/aninha.pietscher@gmail.com

2 Universidade Federal de São Carlos/Departamento de Metodologia de Ensino/carolinasouza@ufscar.br

## Resumo

Tendo em vista o aumento de trabalhos e projetos educacionais pensando o ensino de ciências nas séries iniciais e no ensino infantil, espaços educativos em que encontramos crianças vivendo suas infâncias, este projeto de pesquisa buscou encontrar quais são as discussões sobre criança apresentadas no Simpósio Nacional de Ensino de Física, desde a sua primeira edição até a última realizada em 2015. Para o desenvolvimento dessa pesquisa, foi realizado o levantamento dos resumos de trabalhos publicados no SNEF em todas as suas edições, analisando se a sua temática se enquadrava na discussão sobre educação infantil, criança, séries iniciais e ensino Fundamental 1. Com essa pesquisa, foi possível analisar que existe um crescimento de publicações nessa temática, que a maioria dos trabalhos foram apresentados em forma de Comunicação Oral e Painel e a maior parte da produção com esse tema veio do Sudeste e Sul do país, sendo os pesquisadores de instituições como a USP, UNESP e UFRJ. Os artigos foram categorizados em Materiais e métodos, Formação de Professor, Conteúdos e Conceitos, Material Didático, Espaço não Formal, Currículo, Aspectos Sociais, Estado da Arte e A criança. A maioria dos trabalhos estão na categoria de Materiais e Métodos e Formação de Professores e pouca discussão sobre a criança e o seu processo de descoberta de mundo na infância aparecem nos trabalhos.

Palavras-chave : Criança; Estado da Arte; Infância; Ensino de Ciências

## A ciência e a criança

Pensar a relação da criança com a ciências nos remete a pensar em dois campos, tradicionalmente não relacionados. É preciso refletir sobre os objetivos, procedimentos e cultura da ciência, assim como sobre a criança, seus processos de desenvolvimento, de socialização, formas de interação com o mundo e com os processos de aprendizagem da criança, em que os elementos e conceitos da ciência, presentes no mundo dela, farão parte das suas descobertas e relações.

Nesse sentido, é importante salientar que antes de entrar na escola as crianças já estão em contato com a cultura científica, seja ele por meio de programas de televisão, brinquedos, revistas ou relações sociais estabelecidas. Pensar a relação da cultura da criança com a cultura científica se faz relevante ao se pensar o campo de ensino de ciências para essa faixa etária. Que ciência, para que criança esse diálogo vem sendo pensado pela área de ensino de ciências.

Questões como: o que é ser criança e como as crianças se relacionam com o mundo?, se fazem importantes, quando se deseja pensar a relação dela com a ciência e seus processos de ensino-aprendizagem. Embora a compreensão do ser criança seja complexa, discutida e conceitualizada a partir de diferentes referenciais na antropologia, na sociologia e na pedagogia, segundo o Estatuto da Criança e do

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Adolescente (lei 8069/1990), 'Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.' (BRASIL, 1990).

Segundo Sarmento (2003), as crianças constroem modos de significação do mundo que são distintos daqueles dos adultos, mas são próprios do mundo infantil, tomando como base sua forma de experimentar e viver este mundo, em interações com outras crianças e com os adultos. Infância é, portanto, a experiência de ser criança, experiência que varia para cada criança, segundo a etnia, o gênero, a classe social, o contexto histórico, etc. (SOUZA; FAGIONATO-RUFFINO; PIERSON, 2013, p.3).

Para Kolling, a infância está diretamente relacionada com a vivência de ser criança e de aprender na e com a brincadeira. (KOLLING, 2011 p.135). Segundo Souza e Fagionato-Ruffino (2013), a ideia de infância não foi sempre a mesma, sofrendo variações em decorrência de tempos históricos, culturas, classe econômica, raça/etnia e até mesmo gênero. Segundo as autoras, basta analisarmos como vivem/brincam/estudam crianças de grupos sociais diferentes que vamos perceber que não nos é possível pensar em uma categoria única de infância, pois existem muitas formas diferentes de vive-la. Dessa forma podemos dizer que toda criança tem infância, mas cada criança vive uma experiência de infância.

Essa ideia nos faz refletir, que experiência de infância as instituições educativas e seus profissionais vem propondo as crianças? Como a Ciência, com seus elementos, conceitos, classificações e procedimentos, podem auxiliar na construção de experiências ricas e significativas para a criança, que é sujeito social hoje e não só um futuro adulto, com potencial para aprender ciências.

Desde que a educação infantil passou a ser reconhecida pela legislação, como um direito para toda criança e parte da educação básica, esta etapa de educação vêm ganhando espaço nas discussões acadêmicas e interesse das diversas áreas do conhecimento, como mais um local para seus estudos e propostas de ação, incluindo aí a ciência.

Souza (2008) coloca que a educação infantil, agora parte da educação básica, passa por mudanças de concepções, posturas e formatos frente ao cenário escolar. A autora menciona que a discussão entre o cuidar e educar, e consequentemente, a questão curricular para esse espaço vem trazendo consequências e novos olhares para a educação da criança.

Esse cenário não é diferente com o ensino de ciências. É comum encontrarmos propostas didáticas e projetos de pesquisa que visam ensinar ciências às crianças, na maioria das vezes focando a ciência e suas discussões curriculares e metodológicas e pouco na criança, como essa aprende, o que se interessa e como se dá seu processo de desenvolvimento e assimilação do mundo.

A autora também menciona que 'A sociedade contemporânea, por sua vez, tem exigido cada vez mais e mais cedo, a formação de indivíduos capacitados para serem inseridos num mercado de trabalho e trazerem para a educação a função de desenvolver habilidades científicas. ' (SOUZA, 2008, p.11).

Dessa forma, podemos afirmar que a importância de se alfabetizar cientificamente com o intuito de melhorar a participação no mundo, se faz muito presente no Ensino Fundamental e Médio e agora, mais recentemente na também na Educação Infantil. ( SOUZA; FAGIONATO-RUFFINO, 2013)

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Diante do apresentado, esse trabalho objetiva analisar como trabalhos de pesquisa publicados em eventos científicos na área de ensino de física, nesse caso nos SNEFs - Simpósio Nacional de Ensino de Física tem pensando a criança e a infância e as suas relações com a ciência. Qual o espaço para esse diálogo e como ele tem ocorrido?

## Metodologia de pesquisa

Para o desenvolvimento dessa pesquisa, foi realizado o levantamento dos resumos de trabalhos publicados nos Simpósios Nacionais de Ensino de Física (SNEF), de 1970 até o momento. A escolha desse evento se deu por ser um dos maiores da área de ensino de Física e por envolver não só os pesquisadores, mas também professores e graduandos da área.

- O levantamento dos trabalhos foi feito por meio de pesquisa na base de dados desse evento. 1

A priori a pesquisa seria feita por busca das palavras chaves: crianças, infância, educação infantil, séries iniciais e ensino fundamental. Porém, na tentativa de fazer essa busca com esse filtro não encontramos muitos trabalhos, pois foram poucos eventos que as pesquisas estavam separadas por palavras chaves e tinham busca no site. Dessa maneira, a busca foi realizada pelas atas dos eventos, em que os trabalhos foram lidos e separados pelo seu título e resumo.

A partir do levantamento dos dados, foi possível analisar a quantidade de publicações por ano, o tipo de publicação desses trabalhos no evento, quais estados e instituições os autores desses trabalhos se identificam. Ao analisar os resumos, esses foram agrupados em categorias visando enquadrar seus focos de discussão, que foram: Materiais e Métodos; Conteúdos e Conceitos; Currículo; Material Didático; Formação de Professores; Estado da Arte; Aspectos Sociais; Espaço Não Formal e A Criança, afim de averiguar de qual maneira categoria criança é tratada nos trabalhos apresentados no evento, possibilitando um diagnóstico de como a área tem desenhado suas pesquisas que almejam desenvolvem/pesquisar aspectos do ensino de física para crianças.

Podemos dizer que a dificuldade de encontrar trabalhos pelos sites de cada edição do evento SNEF aconteceu desde o começo pois, alguns eventos não tinham site, alguns não disponibilizavam as atas do evento e tínhamos também os que disponibilizavam cópias escaneadas de atas datilografas, assim, a busca foi feita lendo o resumo de todos os trabalhos.

## O SNEF e a temática Criança no Simpósio Nacional de Ensino de Física

O SNEF, Simpósio Nacional de Ensino de Física, é um evento promovido pela SBF, Sociedade Brasileira de Física. Teve seu início no ano de 1970 e suas edições acontecem em várias cidades brasileiras, em sua maioria, até o momento nos

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estados de São Paulo e Minas Gerais. Participam do evento estudantes e professores de diferentes níveis de ensino, onde seus participantes podem trocar vivências e experiências através de conferências, mesas redondas, cursos e oficinas, encontros, painéis, mostras e sessões de comunicação oral.

No quadro 1, é apresentado a relação de trabalhos apresentados nas 21 edições do evento, já realizados até o momento e o número de trabalhos relacionados a discussão da temática criança e a Ciência/Física.

Quadro 1 As publicações nas edições do SNEF no seu total e em relação à temática criança.

- * Não foi possível analisar os Cursos e Oficinas oferecidos durante esses eventos

Podemos observar que existe um crescimento significativo, de mais de 1000%, na quantidade de publicações de trabalhos no evento desde a sua origem. A porcentagem de trabalhos com a temática criança, também teve um crescimento desde as primeiras edições, mas em relação ao evento o crescimento não foi tão acentuado. As publicações com a temática criança no ano de 1987 e 1993

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representaram quase 6% das publicações totais do evento, porém no total de trabalhos apresentados, os 5967, apenas 174 estavam dentro da temática, o que representa menos de 3% do total.

Pelas atas e programação disponível nos sites dos eventos, foi possível analisar a forma com que os trabalhos da temática criança foram apresentados. Encontramos que em sua grande maioria os artigos foram apresentados em forma de Painel e Comunicação Oral, porém esses espaços não possuem tanta notoriedade nos eventos como as mesas redondas e palestras.

Quadro 2 - Tipos de publicação com a temática criança

Quadro 3 - Estados e quantidade de publicações sobre ensino de ciências na esfera infantil.

Pode-se notar uma grande quantidade de publicações nos estados do Sul e Sudeste do Brasil. As instituições que mais publicaram trabalhos no estado de São Paulo foram a USP Universidade de São Paulo e a Universidade Estadual Paulista;

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no Rio de Janeiro a Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Estadual do Rio de Janeiro e Universidade Federal Fluminense; no Rio Grande do Sul a Universidade Federal do Rio Grande do Sul; no Paraná a Universidade Estadual de Londrina e em Minas Gerais a Universidade Federal de Minas Gerais.

Ao analisar os resumos e trabalhos, agrupamos as pesquisas de acordo com as seguintes categorias: Materiais e Métodos, Formação de Professores, Material Didático, Conteúdos e Conceitos, Aspectos Sociais, Currículo, Espaço não formal, Estado da Arte e A Criança.

A categoria Materiais e Métodos, reuniu os trabalhos que discutiam atividades e resultados obtidos de pesquisa relacionados com elaboração e desenvolvimento de atividades e materiais didáticos com foco nas abordagens metodológicas.

Em conteúdos e conceitos, foram agrupados artigos que discutiam as dificuldades, possibilidades de discussão, introdução e desenvolvimento de algum conteúdo ou conceito em científico.

- Os trabalhos que entraram na categoria de Aspectos Sociais, possuem ressonância com discussões referentes as questões sociais, econômicas e políticas dos alunos ou das escolas.

Em Formação de Professores encontram-se trabalhos que focam a discussão teórica e prática na formação inicial e continuada de professores. Reflexões sobre o exercício da profissão, atividades realizadas em sala de aula, discussão sobre a estrutura de cursos de pedagogia, desenvolvimento de atividades por alunos da licenciaturas e etc.

- A categoria Material didático, reuniu os trabalhos com discussões sobre concepção de ciência nos livros didáticos e análise sobre alguns conjuntos de materiais.
- Os trabalhos sobre Estado da Arte apresentam um levantamento da quantidade de publicações sobre um determinado tema em um período de tempo.

Foram classificados na categoria Currículo os trabalhos que discutiam o currículo de ciências ou a inserção de algum outro tema no currículo da educação infantil ou ensino fundamental I.

Na categoria A Criança foram classificados os trabalhos que falavam sobre a criança em si, como ela aprende, como são suas relações com o mundo e como a Ciência dialoga com esse sujeito.

Por fim a categoria espaço não formal reuniram os trabalhos que apresentavam atividades e espaços de ensino fora da instituição escolar, como museus, parques de ciências e assim por diante.

- Ao categorizar os trabalhos, pode-se notar que alguns trabalhos se enquadravam em mais de um tipo, assim o trabalho foi registrado em todas as categorias localizadas. A explicação se faz necessária uma vez que o número total de trabalhos apresentados a seguir é maior que o contabilizados nos quadros 1 e 2. O mesmo aconteceu na quadro 3, uma vez que em um mesmo artigo tinham autores de diferentes estados.
- O total de publicações na categorias apresentadas acima foram: Materiais e Métodos (77), Formação de Professor (66), Conteúdos e Conceitos (34), Material Didático (9), Espaço não formal (8), Currículo (5), Aspectos Sociais (5), Estado da Arte (3) e A Criança (2).

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## Considerações Finais

A partir da análise dos dados e quantidade de trabalhos que foram encontrados, é possível notar que houve um crescimento no número de trabalhos envolvendo o tema criança, porém pouco significativo se comparado ao crescimento do evento e número de trabalhos apresentados em cada ano. No quadro 1, é possível verificar um aumento significativo na estrutura do evento e no número de publicações, sendo esse último superior a 1000%.

A partir da separação dos trabalhos, encontramos que a maioria dos mesmos foram apresentados em forma de Comunicação Oral e Painel, enquanto Mostras, Encontros, Mesas Redondas, Palestras e Grupos de Trabalho foram os que menos apareceram. Entretanto, podemos destacar que os espaços de maior notoriedade nos eventos são as mesas redondas, palestras e conferências.

Foi possível verificar também que as maiores produções de trabalhos com o tema 'criança' ocorreram no Sudeste e Sul do país, o estado do Rio Grande do Norte também tem uma produção significativa comparado aos outros estados do Nordeste, Norte e Centro Oeste do Brasil. Olhando mais atentamente para as instituições que cada pesquisador se identificou, podemos ver que a maioria estão na USP 5 , UNESP 6 , UFRJ , para as universidades do Nordeste, a UFRN tem a 7 8 maior produção dos trabalhos.

Sobre a categorização dos trabalhos, a grande maioria se enquadram na categoria Materiais e Métodos, que podem ser implementados durante a idade escolar e Formação do Professor, com foco na educação infantil e séries iniciais e o como ensinar alguns conteúdos e conceitos da disciplina Ciências nessa faixa etária.

Foi possível perceber que poucos trabalhos se apresentam como o objetivo de discutir a criança, quem são elas, como aprendem e o que os documentos oficiais sobre essa etapa escolar estabelece. Em um total de 174 trabalhos, apenas 2 citam a criança em si, como ela se relaciona com o mundo e quais podem ser os aprendizados dela a partir dessa relação. Assim, conseguimos notar que pouco se é debatido sobre o sujeito que irá aprender a ciência, no caso a criança, enquanto a ciência, maneiras de ensiná-la e o que ensinar, aparecem como foco desses trabalhos.

Reconhecemos que, em um Simpósio Nacional de Ensino de Física, o foco dos trabalhos, em sua maioria, pode estar na discussão sobre o conteúdo científico, as metodologias e as pesquisas no campo da ciência. Entretanto, ao se falar sobre ensino de ciências na educação infantil e séries iniciais, um recorte é feito no campo e conforme apresentado nas referências teóricas desse trabalho, refletir sobre quem é a criança que irá dialogar com a ciência e que espaço é esse que queremos introduzir essa ciência, que sem sombra de dúvida é singular e específico da criança, se faz necessário.

Foucault (1977) se pergunta se infância não constituiria justamente a liberdade de não ser adulto, de não depender da lei e de poder estabelecer relações polimorfas com as coisas, com as pessoas e com os corpos. Dessa forma podemos

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pensar, se a área de ensino de física está preparada para pensar o diálogo desse sujeito com a ciência física.

## Bibliografia

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei no. 9394/06, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei no. 8069, Art. 2º, de 13 de Julho de 1990.

DINIZ, M.C.P; SCHALL,V; O conceito de ciência e cientistas - Análise do discurso e escolha profissional de alunos de um programa de vocação científica no âmbito de uma instituição de pesquisa na área de saúde. 2003.

FOUCALT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. 3. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1977.

SARMENTO, Manoel Jacinto. Imaginário e culturas da infância. Cadernos de Educação, Pelotas, v. 12, n. 21, p.51,69, 2003.

SOUZA, C. R. A Ciência na educação Infantil - Uma análise a partir dos projetos e reflexões desenvolvidos por educadores infantis. 2008. 152p. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2008.

SOUZA, C.R. RUFFINO, S.F. Os Estudos da infância e a sua relação com o ensino fundamental. Material Pedagógico curso LEGOZOOM, 2013.

SNEF. Sociedade Brasileira de Física. Disponível em:

http://www.sbfisica.org.br/v1/index.php?option=com\_content&view=article&id=270:sn ef&catid=91&Itemid=294 . Acesso em 13/06/2016.

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