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PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA A ABORDAGEM DE CONTEÚDOS DE FÍSICA NO ENSINO DE CIÊNCIAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

José Hilton Pereira Da Silva, Maria Cristina De Senzi Zancul

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
26/01/2017
Linha de pesquisa
Seleção, Organização Do Conhecimento E Currículo
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA A ABORDAGEM DE CONTEÚDOS DE FÍSICA NO ENSINO DE CIÊNCIAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

José Hilton Pereira da Silva , Maria Cristina de Senzi Zancul 1 2

- 1 Unesp/FCLAr/Pós-Graduação em Educação Escolar, prof.hilton.silva@gmail.com

## Resumo

Este trabalho tem como objetivo trazer algumas considerações sobre o currículo modelado pelos professores, com relação aos conteúdos de Física, no contexto do ensino de Ciências para os anos iniciais do ensino fundamental. Com uso de procedimentos de análise documental foram estudados os planos de ensino de nove docentes do quinto ano, da cidade de Jataí, Goiás, referentes ao primeiro bimestre de 2014. A porcentagem de conteúdos de Física para o quinto ano do ensino fundamental corresponde a 14% dos conteúdos de Ciências para o mesmo período, de acordo com o documento municipal, que prescreve quais conteúdos devem ser trabalhados pelos professores. No primeiro bimestre, eles correspondem apenas a 3,71% dos conteúdos de Ciências. Nesta oportunidade, focalizamos os procedimentos metodológicos diretamente relacionados ao conteúdo 'Sistema Solar', que foi o mais citado nos planos. Nossa análise revelou que houve 22 ações pensadas pelos professores para a execução do conteúdo. As mais utilizadas nos planejamentos foram: fazer explicações e pedir que os alunos façam as atividades. A maior parte está de acordo com as prescrições presentes nos documentos elaborados pelo município e também com as orientações nacionais para o ensino de Ciências nos anos iniciais.

Palavras-chave : Currículo Modelado; Procedimentos Metodológicos; Anos Iniciais; Ensino Fundamental; Ensino de Ciências.

## Introdução

Este trabalho é um recorte de uma pesquisa de mestrado realizada entre 1 2013 e 2015, por meio da qual observamos o currículo de Ciências do quinto ano do ensino fundamental - de escolas públicas da cidade de Jataí-GO - desde as prescrições oficiais até sua modelação feita pelos professores.

- O foco do trabalho nos anos iniciais do Ensino Fundamental tem como justificativa a concepção de que a formação integral do sujeito começa desde seus primeiros anos. Autores como Bizzo (1998), Zancul (2007; 2011), Silva e Gastal (2011) defendem o ensino de conhecimentos científicos desde o início da escolarização, pois
- [...] o objetivo do ensino de Ciências não é apenas o aprendizado dos resultados científicos, embora esse aprendizado seja valioso, mas também

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o aprendizado de como o conhecimento científico é produzido. O ensino de Ciências no Ensino Básico é importante elemento formador de cidadania. Ele apresenta aos estudantes uma prática de grande valor social - a prática científica - que resulta em consequências inevitáveis no dia-a-dia do cidadão. [...] Uma posição crítica em relação ao fazer científico e seus produtos habilita o aluno ao pleno exercício de sua cidadania. O foco não está centrado na formação de futuros cientistas. Estamos falando sobre a formação de cidadãos. (SILVA; GASTAL, 2011, p. 36).

Diante dessa importância, alguns pesquisadores têm procurado entender como se configura este ensino nos anos iniciais. Paiva (2008) acompanhou uma professora da quarta série com o objetivo de entender como se estabelecia o 2 currículo de Ciências em ação. Uma das observações do autor é de que houve insegurança da docente ao abordar conteúdos científicos, como os que envolvem Física e Química.

Em outro estudo, Rosa et al. (2007) demonstraram que os professores consideraram que o ensino de Ciências nos anos iniciais do ensino fundamental deve conter apenas conteúdos de Ciências Biológicas, pois, conteúdos de Física além de não serem importantes - são complexos para esta etapa de ensino.

Por outro lado, o estudo de Braga (2005) revelou que os professores tomam, como fonte de conhecimento científico para preparação de suas aulas de Ciências nos anos iniciais, livros didáticos, revistas de divulgação científica, jornais e websites, pois consideram que sua formação inicial, ou mesmo o ensino médio que cursaram, foram insuficientes para lhes fornecerem subsídios. Também nesta pesquisa os professores demonstraram ter receio em ministrar conteúdos específicos.

Contudo, Lima e Maués (2006) apontam outra perspectiva, dizendo que é possível aos professores generalistas dos anos iniciais trabalhar os conteúdos conceituais de Ciências, pois há outras dimensões que devem ser abordadas, como os conteúdos procedimentais e atitudinais, pois,

Há que se considerar que o ensino nas séries iniciais é marcado pela complexidade, pela dificuldade de integrar vários tipos de saberes. O profissional desse segmento necessita conhecer o suficiente sobre diversas áreas do conhecimento, da Psicologia ao Português, da Matemática às Artes, das Ciências à Educação Física. Entretanto, ao contrário do que muitos acreditam, ele não precisa ser um especialista em cada um desses ramos do conhecimento. O pleno domínio do conteúdo conceitual na verdade, não é acessível a ninguém e nem é necessário ao ensino nas séries iniciais. (LIMA; MAUÉS, 2006, p. 172).

Aqui vale a pena fazer uma observação, pois toda vez que um tipo de ensino não cumpre seu objetivo, há uma crítica incisiva ao trabalho dos docentes, atribuindo-lhes a maior parte dos fracassos. Às vezes não fica claro que existem vários elementos que antecedem e outros que sucedem à tomada de decisão do professor. E são eles que geralmente regulam a prática docente. Por isso, entender as etapas de objetivação de um currículo, como um processo, exatamente como propõe Gimeno Sacristán (2000), pode nos ajudar a compreender como opera um determinado sistema escolar, seus sucessos e seus fracassos, pois para este autor,

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'[...] a importância da análise do currículo, tanto de seus conteúdos como de suas formas, é básica para entender a missão da instituição escolar em seus diferentes níveis e modalidades' ( ibidem , p. 16).

Sendo assim, neste trabalho voltamos nossa atenção para os conteúdos da área de Física inseridos no programa para o ensino de ciências do 5º ano do Ensino Fundamental, com o objetivo de apresentar algumas considerações sobre o currículo modelado pelos professores, com relação a tais conteúdos. Destacamos, mais especificamente, os procedimentos metodológicos definidos para o tratamento dos conteúdos de Física.

## Fundamentação Teórica

Gimeno Sacristán (2000, p. 34) define o currículo como o 'projeto seletivo de cultura, cultural, social, política e administrativamente condicionado, que preenche a atividade escolar e que se torna realidade dentro das condições da escola tal como se acha configurada'. A educação escolar se organiza por meio do currículo, e dele fazem parte os conteúdos científicos, componentes da cultura. Ele propõe uma interpretação de currículo em níveis de objetivação, de acordo com seu desenvolvimento, assim definidos:

- - O primeiro nível é o currículo prescrito, relacionado às prescrições e orientações apresentadas pelos órgãos que regulam o sistema escolar. Geralmente, tais prescrições são apresentadas em forma de leis e diretrizes curriculares;
- - O segundo nível, o currículo apresentado aos professores, é representado pelos meios que fazem a tradução do currículo prescrito aos docentes. Usualmente, esses meios são os livros e sequências didáticas, ou até mesmo qualquer material de orientação didático-pedagógica que oferece a tradução das determinações oficiais;
- -O terceiro nível é o currículo moldado pelos professores, caracterizado pela interpretação feita pelo professor durante a elaboração de seus planejamentos;
- - O quarto nível, o currículo em ação, é representado pela prática pedagógica em si;
- - O quinto nível é o currículo realizado, em que podem ser observados efeitos gerados pelo desenvolvimento curricular em professores e alunos;
- - O currículo avaliado é aquele com foco nas aprendizagens escolares.

Neste trabalho nos debruçamos sobre o terceiro nível de objetivação do currículo, qual seja, o currículo modelado pelos professores.

Se o professor trabalha ensinando conteúdos, e estes, são seleções culturais, logo, o professor é o mediador entre essa seleção de cultura e o aluno. Nesse sentido, todos os aspectos culturais envolvidos no processo educacional passam pelo filtro do professor, gerando novos significados e reinterpretações das ideias. Mas, como ele não escolhe o ambiente em que executa as suas ações, a autonomia e as competências docentes interagem com as condições reais de trabalho. Com isto, pode-se considerar que o âmbito de suas decisões é limitado (MARRERO ACOSTA, 2013, p. 191).

Gimeno Sacristán (2000) entende que 'se a distribuição do conhecimento na sociedade e no sistema educativo está relacionada com as pautas de controle e a distribuição do poder na sociedade, a mediação do professor nessa relação tem consequências importantes' ( ibidem , p. 178), principalmente na educação pública de

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regiões marginalizadas. É também por esse motivo que a análise das modelações docentes são relevantes, pois elas são uma tentativa de entendimento do processo educacional.

## Desenvolvimento do trabalho

Em nossa pesquisa, de cunho qualitativo, foram utilizados procedimentos de a análise documental, conforme proposta por Lüdke e André (1986).

Os documentos examinados foram coletados no município de Jataí, estado de Goiás. Eles foram produzidos por nove professores, que atuavam em salas do quinto ano do ensino fundamental em escolas da rede pública municipal e são referentes ao primeiro bimestre letivo do ano de 2014. Os nove docentes aceitaram participar do estudo, assinando um termo de consentimento livre e esclarecido, permitindo que seus planos de aula fossem fotocopiados e analisados.

Após a seleção dos materiais, a análise foi iniciada por meio de anotações no próprio material, com uso de esquemas, diagramas e outra forma de síntese. Na sequência, foram realizadas novas leituras e os dados foram examinados na busca de temas mais frequentes, que permitissem construir as categorias de análise. (LÜDKE; ANDRÉ, 1986).

O material foi analisado a partir de cinco categorias, constituídas com base nos próprios documentos e em consonância com as prescrições: objetivos, conteúdos, procedimentos metodológicos, materiais didáticos e avaliações.

Os docentes foram identificados a partir de uma numeração de dois dígitos (Ex.: Docente 00).

Tomamos como referência, para a análise dos conteúdos, o documento Direitos de Aprendizagem, 5º ano (JATAÍ, 2014), produzido pela Secretaria Municipal de Educação de Jataí (SME) para orientação de sua rede municipal de ensino. Este material foi o que mais influenciou a modelação dos professores na confecção dos planos de ensino (SILVA; ZANCUL, 2015).

Para os anos iniciais, o trabalho com Ciências inclui diferentes áreas de conhecimento como Química, Geociências, Ciências Biológicas e Física. Na Figura 01 são apresentadas as porcentagens de cada um desses campos de conhecimento em relação ao número total de conteúdos de Ciências previstos para todo o ano letivo, de acordo com o documento Direitos de Aprendizagem - 5º ano (JATAÍ, 2014).

Observamos que a porcentagem de conteúdos de Física corresponde a apenas 14% dos conteúdos de Ciências previstos para esta etapa de ensino (Figura 01).

Figura 01 : Porcentagem de Conteúdos Conceituais - 5º ano Ciências

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Os conteúdos de Ciências do primeiro bimestre, objeto de nossa análise, estão dispostos no Quadro 01 (JATAÍ, 2014). Foi a partir dessa relação que professores planejaram suas atividades no ano letivo de 2014.

Quadro 01: Conteúdos Prescritos - Ciências 5º ano - 1º bimestre

Também com base no documento Direitos de Aprendizagem - 5º ano (JATAÍ, 2014), o Quadro 02 apresenta os procedimentos orientados pela SME para os mesmos conteúdos previstos no Quadro 01.

Quadro 02: Procedimentos Prescritos - Ciências 5º ano - 1º bimestre

Os conteúdos referentes à Física no primeiro bimestre, conforme o que consta no Quadro 01, são: o 'Sistema Solar', 'Corpos Celestes' e 'Movimentos da Terra'. Eles correspondem apenas a 3,71% dos conteúdos de Ciências previstos para o período e as análises que apresentamos, a partir do planejamentos dos professores.

## Resultados

Como anunciamos anteriormente, o documento prescritivo (JATAÍ, 2014) já sugere os conteúdos e os procedimentos a serem adotados pelos professores.

Observando os planejamentos dos docentes, relativos ao primeiro bimestre de 2014, encontramos a seguinte distribuição dos conteúdos de Física (Figura 02).

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Figura 02 : Conteúdos de Física presentes nos planejamentos

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Como podemos perceber, um número maior de professores (8) planejou trabalhar com o conteúdo 'Sistema Solar'. Quatro (4) propuseram o conteúdo 'Movimentos da Terra'. Apenas um (1) mencionou o conteúdo 'Corpos Celestes'.

Visto que o conteúdo 'Sistema Solar' foi o tema mais citado, analisamos os procedimentos metodológicos referentes a ele. No Quadro 03 estão as ações previstas pelos professores conforme registrado em seus planejamentos de Ciências.

Quadro 03: Procedimentos Previstos pelos Professores - Sistema Solar

O Docente 02 e o Docente 04 apresentaram o conteúdo 'Sistema Solar' nos seus planos, porém, não relataram nenhum procedimento metodológico para sua abordagem. Por isso, constam no gráfico da Figura 02, mas não no Quadro 03.

Os professores pensaram em 22 ações diferentes para ministrar o conteúdo 'Sistema Solar'. As mencionadas por maior número de docentes foram: 'fazer explicações' e 'pedir que os alunos façam as atividades', com quatro (4) indicações cada uma. Os procedimentos: 'apresentar um vídeo', 'escrever no quadro', 'fazer leitura', 'observação e análise de imagens' e 'realizar debates e rodas de conversa',

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foram citadas por três (3) professores, sendo o segundo grupo de ações mais referidas.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências (PCN-Ciências) para o ensino fundamental, sugerem que as crianças utilizem diversas formas de comunicação e registro, como narrativas, descrições orais, desenhos, pequenos textos e tabelas. Nas orientações didáticas, o documento recomenda a utilização de problematizações, experimentações, leitura de textos informativos, trabalho com projetos, contatos diretos e indiretos com materiais (ilustrações, fotografias, filmes etc.) e demonstrações (Zancul, 2007, p. 140). Vimos que algumas dessas ações foram registradas pelos professores nos planos, com relação ao conteúdo 'Sistema Solar', o que demonstra consonância com a orientação nacional.

Ao compararmos os procedimentos prescritos no documento Direitos de Aprendizagem (Quadro 02), com os procedimentos registrados nos planos, para o conteúdo 'Sistema Solar', não identificamos propostas de utilização de pesquisas via internet ou de realização de aulas em laboratórios de informática.

Algumas ações revelam a criatividade do professor, como a que o Docente 08 propôs, ao utilizar a música 'Lindo Balão Azul', do grupo Balão Mágico, para estimular as crianças a se envolverem com o conteúdo do 'Sistema Solar' de forma lúdica. O Docente 09 planejou construir o modelo do Sistema Solar por meio de bolas de isopor, pintando com tinha guache os astros e utilizando fios de nylon para fixação no teto da sala. Essa atividade deveria ser realizada em conjunto com a disciplina de Artes.

## Algumas Considerações

Vale a pena destacar que a complexidade do ambiente da sala de aula e da escola exigem que o docente leve em consideração diversos fatores quando pensa a prática. A escolha do professor por abordar determinados conteúdos e usar determinadas estratégias passa por suas concepções pedagógicas, pela sua segurança e domínio frente ao conteúdo, pelas necessidades dos alunos, pelas orientações que recebe da escola e dos sistemas públicos de gestão. Assim, não é possível, por meio dos planejamentos docentes, avaliar os motivos de suas escolhas e a qualidade dos procedimentos que propõem. As opções feitas pelos docentes buscam resolver aquilo que Gimeno Sacristán (2000, p. 178) chama de 'os dilemas práticos' do professor, e que, segundo Marrero Acosta (2013, p. 192), são decisivos para as tomadas de atitude do professor.

Os docentes que participaram da pesquisa registravam os seus planejamentos em cadernos ou pastas, muitas vezes à mão, materiais que são fiscalizados semanalmente pelos coordenadores pedagógicos. Estes, além de verificarem o cumprimento do planejamento geral, também fazem sugestões sobre a organização e distribuição das disciplinas e conteúdos. Em um único dia, os professores chegam a ministrar conteúdos de até cinco disciplinas diferentes. Às vezes são feitas críticas a estes profissionais em função de alguns componentes curriculares, sem que se considere suas condições de formação e de trabalho. A nossa análise permitiu demonstrar que há uma diversidade e multiplicidade de ações pensadas pelos docentes com relação ao trabalho com conteúdos de Ciências, o que parece atender, em certa medida, aquilo que é recomendado para o ensino dessa disciplina. Porém, para que as ações previstas se efetivem, é preciso garantir subsídios para que os professores possam superar suas inseguranças, contribuindo

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para melhoria do ensino de Ciências, e também de Física, na formação das nossas crianças.

## Referências

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BRAGA, A. Os saberes de professoras que ensinam ciências nas séries iniciais . 2005. 146f. Dissertação (Mestrado em Educação). Centro de Educação e Ciências Humanas - Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, São Carlos-SP.

GIMENO SACRISTÁN, J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Tradução de Ernani F. da F. Rosa. 3ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

JATAÍ (Município). Secretaria Municipal de Educação (SME). Direitos de Aprendizagem : 5.º ano - Ciências. SME, 2014.

LIMA, M. E. C. C.; MAUÉS, E. Uma releitura do papel da professora das séries iniciais do desenvolvimento e aprendizagem de Ciências das crianças. Revista Ensaio , Belo Horizonte, v. 8, n. 2, 2006. UFMG/FaE/CECIMIG.

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