LEI DE HOOKE: UMA ABORDAGEM PARA A INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS VISUAIS
Priscila Cruz De Assis, Alexandre Lopes De Oliveira, Alcina Maria Testa Braz Da Silva
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXII
- Ano
- 2017
- Data
- 26/01/2017
- Linha de pesquisa
- Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## LEI DE HOOKE: UMA PROPOSTA DE AÇÃO PEDAGÓGICA PARA A INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS VISUAIS
Priscila Cruz de Assis , Alexandre Lopes de Oliveira , Alcina Maria Testa Braz 1 ² da Silva 3
- 1 Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro/prisciladeassis@hotmail.com
- 2 Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro/alexandre.oliveira@ifrj.edu.br
## Resumo
A inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais foi motivada por um conjunto de fatores, como a promulgação da Constituição de 1988, a declaração de Salamanca, e a implementação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96. Tais documentos garantem a educação e a inclusão do aluno em classe regular de ensino considerando suas necessidades e características. Tomando por base este pressuposto, iniciamos o levantamento dos materiais didático-pedagógicos, os chamados produtos educacionais, dos mestrados profissionais da área de ensino das instituições de ensino superior do Estado do Rio de Janeiro entre os anos de 2009 e 2015. Observamos poucos produtos na área relacionados a inclusão educacional. Desses, nenhum dos trabalhos encontrados propõem atividades experimentais em que os alunos com necessidades educacionais especiais visuais pudessem realizar medidas experimentais de forma independente ou em grupo com outros alunos de sua turma. Pensando nessa realidade e levando em consideração a necessidade de diversificar a dinâmica nas aulas de Física, preparamos um dinamômetro adaptado e uma proposta de ação pedagógica. A ideia é que o aluno com e sem necessidades educacionais especiais visuais tenha a possibilidade de realizar medidas e estudar a Lei de Hooke de forma efetiva, colaborando ativamente com uma atividade que pode e deve ser realizada com todos os alunos da turma sem distinção, tornando a aula mais atrativa e contextualizada com o cotidiano do aluno além de colaborar com a inclusão social do aluno com necessidades educacionais especiais visuais, visto que a proposta de ação pedagógica também incentiva o trabalho em grupo.
Palavras-chave : Educação Inclusiva, Ensino de Física, Lei de Hooke
## Introdução
De acordo com Camargo (2008), os hábitos dos videntes influenciam na acessibilidade, pois tornam normais estruturas e atitudes inadequadas para que a pessoa com deficiência participe do cotidiano da sociedade. Ou seja, nós videntes excluímos da sociedade pessoas que não fazem parte de um 'padrão', pessoas que não são consideradas 'normais', tirando delas o direito de ir e vir.
No censo realizado em 2010, 23,9% da população do país declara ter alguma deficiência. Entre os entrevistados, a deficiência que mais apareceu foi a Visual, correspondendo a aproximadamente 18,6% da população (BRASIL, 2012). O Brasil define a cegueira no artigo 4 do decreto Nº 3298 de 1999 (BRASIL, 2004):
'Cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os
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casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60 ; ou a ocorrência simultânea de quaisquer o das condições anteriores; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004)'
A partir de 1990 ocorreram alguns encontros internacionais como a Conferência Mundial de Educação para Todos e a Conferência Mundial de Educação Especial que formularam documentos importantes, dentre eles a Declaração Mundial sobre Educação para Todos e a Declaração de Salamanca, que tem como objetivo promover a inclusão educacional de alunos com necessidades educacionais especiais garantindo que a educação seja para todos.
No artigo 3 da Declaração Mundial sobre Educação para Todos (UNESCO 1990), é defendida a universalização do acesso à educação e promoção da igualdade, e para isso todas as crianças, jovens e adultos, devem ter acesso à educação básica de qualidade eliminando preconceitos e estereótipos de qualquer natureza. No parágrafo 5 são enfatizadas as medidas que garantam a igualdade de acesso à educação e que consideram os alunos como parte integrante do sistema educativo.
Em junho de 1994, na cidade de Salamanca, foi realizada a Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais que teve como resultado a Declaração de Salamanca. Nessa declaração consta que todas as crianças, com ou sem necessidades educacionais especiais (NEE), devem ter a possibilidade de aprender juntas. Outro ponto defendido na Declaração de Salamanca é que a escolarização em escolas especiais ou em classes especiais deve ser um fator excepcional.
A inclusão de pessoas com NEE mostra-se crescente e de grande mobilização por parte dos pesquisadores. Tal fato veio a ser motivado, principalmente, pela implementação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) 9394/96, cujo artigo 58 estabelece que a educação especial deve ser oferecida, preferencialmente, pela rede regular de ensino e nos parágrafos seguintes faz referência à serviços de apoio especializado na escola regular, para atender aos alunos com NEE (BRASIL, 1996).
Contudo, como afirmou Camargo (2010), a questão não é unilateral e não deve ser analisada como tal, pois para que o aluno com ou sem NEE, tenha melhor acesso ao aprendizado, é necessário investir na formação do docente, na acessibilidade e em tantos outros fatores necessários para a formação do ser humano, não apenas no âmbito educacional como também no social.
Um outro fator que deve ser levado em consideração, é a importância de diversificar as aulas de Física, seja para mostrar as infinitas correlações com o cotidiano ou para atrair a atenção dos alunos (VILAÇA 2012). Com esse intuito, e também com a intenção de colaborar para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais visuais (NEEV), montamos um dinamômetro adaptado para as necessidades desses alunos, possibilitando sua participação na realização da atividade de forma colaborativa, visto que o trabalho pode e deve ser realizado em conjunto com os colegas de turma, sendo eles videntes ou não.
Este trabalho faz parte do projeto de pesquisa do Programa Observatório da Educação (OBEDUC/CAPES nº 17683/49-2012), em rede com a Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Instituto Federal de Educação
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Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu objetivo avaliar o impacto dos mestrados profissionais em ensino na qualidade da educação científica.
- O objetivo deste trabalho é discutir a inclusão educacional de alunos com necessidades especiais educacionais, visando propor uma ação pedagógica experimental, com material de fácil aquisição e potencial para incluir alunos com NEEV.
Para a construção do dinamômetro, contamos com a colaboração do Laboratório Interdisciplinar Educação em Ciências (LIEC) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), com o qual temos elaborado algumas propostas de ação pedagógica em diversas áreas de ensino como interdisciplinaridade e inclusão educacional.
## O que é inclusão
A inclusão educacional no Brasil passou por um período de exclusão total, quando o aluno com NEE não chega à escola; atendimento segregado , no qual o aluno é atendido em instituições especiais; integração , momento em que o aluno com NEE é aceito na escola regular, porém ainda não está devidamente incluído; e por fim a efetivação da inclusão (GOLLIN, 2004).
Mantoan (2006) diz que a integração inclui indivíduos que foram excluídos, enquanto a inclusão tem como objetivo não permitir que indivíduo fique fora do ensino regular, desde o início da vida escolar.
Portanto, para que a inclusão ocorra, é necessário observar três aspectos principais: aceitação do aluno com NEE na escola, adaptação do ambiente escolar de acordo com as características e necessidades de cada indivíduo, além da adequação dos mesmos ao ambiente educacional (SILVA, 2010). Para Sassaki (1999) a inclusão ocorre através de um processo bilateral, ou seja, as instituições de ensino devem se adaptar para incluir os alunos, assim como os alunos devem se preparar para assumirem seus papéis dentro da instituição, sendo assim, alunos com NEE e a instituição trabalham em conjunto na busca de soluções.
## Metodologia
Inicialmente, pesquisamos no site da CAPES quais as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas ou privadas, oferecem Mestrados Profissionais na área de Ensino ou Educação no Estado do Rio de Janeiro de acordo com a avaliação da última trienal (2014). Tais instituições estão dispostas no quadro a seguir:
Quadro 1: Mestrados Profissionais na área de Ensino no estado do Rio de Janeiro.
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Após esse levantamento, buscamos por dissertações e produtos educacionais (PE) com o tema inclusão educacional, nos sites das IES e seus respectivos programas de pós-graduação (PPG) que foram defendidas entre os anos de 2009 e 2015. Para este levantamento buscamos as palavras educação inclusiva, inclusão educacional, necessidades educacionais especiais, no título, no resumo e/ou nas palavras-chave. Esta busca resultou na tabela abaixo
Tabela 1: Quantidade de dissertações e PE em Inclusão Educacional.
Devido a pouco tempo de implantação o PPG da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, o mesmo foi subtraído da tabela 1. Além desse, outros PPG não foram considerados na pesquisa ou por não disponibilizar o texto da dissertação e produto educacional ou por algum erro do site institucional. Dentre esses, estão o MP em Práticas de educação básica do Colégio Pedro II e os dois MPs da Universidade Federal Fluminense além do MP em Ensino em Educação Básica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Tomando por base os produtos educacionais dos mestrados profissionais, estão sendo construídas, pensadas e elaboradas algumas estratégias pedagógicas e possíveis adaptações para a inclusão de alunos com NEEV. Uma dessas propostas é a construção de um dinamômetro adaptado para que o aluno com e sem NEEV possa realizar medidas e estudar a Lei de Hooke.
## Construindo o Dinamômetro
Para construção do Dinamômetro priorizamos o uso de materiais de fácil acesso. Ele é constituído basicamente de MDF com 1cm de espessura, com uma placa medindo 44cm de altura por 24,5cm de largura e outra medindo 24,5cm por 11,5cm, além de materiais como parafusos, cortiça, duas cantoneiras de ferro para
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prateleira com aproximadamente 18cm, dois suportes de prateleira, quatro ganchos e chumbos de pesca de tamanhos e formatos variados.
Figura 1 detalhes da montagem do Dinamômetro adaptado. (a) e (b) mostram o encaixe da base do Dinamômetro e (c) mostra a fixação da cantoneira metálica.
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Figura 2 Dinamômetro montado.
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Na Figura 1 podemos ver que a cantoneira de ferro foi fixada com parafusos na placa maior de MDF, Figura1(a) e (b), de forma que o suporte de prateleira encaixe entre a cantoneira e o MDF, Figura 1(c). A placa menor de MDF, foi fixada na parte superior da placa maior pelo meio, deixando aproximadamente 5cm na parte da frente do Dinamômetro. Fixamos a cortiça e os ganchos conforme apresentado na figura 2.
Fizemos marcas com cola 3D colorida a cada centímetro do papel milimetrado para que o aluno com NEEV possa sentir as marcações através do tato e assim poder realizar suas medidas. Na lateral do papel fizemos a escala em Braile também com cola 3D, porém com cor diferente, como podemos ver na Figura 3.
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Figura 3 Papel milimetrado com as marcas em relevo e com a escala em Braile na lateral
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Como massa, usamos chumbos de pesca de formatos diferentes. Esses, foram agrupados de forma que cada grupo tivesse a massa aproximada de 50g, variando em 0,1g para mais ou para menos.
## Proposta de aplicação
O ensino de Física vem deixando de ser uma simples memorização de fórmulas ou repetição de procedimentos, em situações extremamente artificiais e/ou abstratas, ficando claro de que é necessário dar significado ao ensino de Física deixando explicito seu sentido no momento do aprendizado, ou seja, deixando clara as conexões dos conteúdos com o cotidiano do aluno.
Na aplicação desta proposta de ação pedagógica experimental, a ideia é partir dos conhecimentos prévios dos alunos, sendo ele portador de NEEV ou não, e assim construir um novo conhecimento.
Segundo Moreira (2012), essa interação entre conhecimento prévio e conhecimento novo caracteriza a aprendizagem significativa em que os conhecimentos prévios passam a ter novos significados ou ganham mais estabilidade.
No início da atividade, para causar uma certa curiosidade, para identificar algum conhecimento prévio e para fazer uma ponte entre o conteúdo de Lei de Hooke e o dia a dia dos alunos, devemos lançar algumas questões de partida a respeito da importância da mola no nosso dia a dia e de sua utilidade. Será que são importantes? Onde podemos encontra-las? Para que servem?
A partir da discussão gerada pelas questões de partida, devemos iniciar o experimento. Primeiro os alunos verificam o ponto onde a extremidade livre da mola se encontra, esse será o nosso ponto inicial. Depois verificamos o deslocamento da mola com as massas 50g, 100g e 150g respectivamente. Uma questão importante é que o aluno com NEEV poderá fazer essas medidas utilizando as marcações em relevo no papel milimetrado que foi fixado por trás da mola.
Após a realização das medidas, podemos e devemos discutir com os alunos a relação entre o deslocamento da mola e massa dos chumbos de pesca. O intuito é que os próprios alunos com auxílio do professor, cheguem à relação da Força, no
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caso a força peso, com a força elástica. O passo seguinte é calcular a constante elástica (K) da mola através da fórmula que deve ter sido deduzida pelos alunos com orientação do professor no passo anterior.
## Considerações Finais
Durante a pesquisa, nos deparamos com vários documentos internacionais e nacionais que defendem, não apenas uma educação de qualidade para todos, como também o acesso à cultura, saúde entre outros fatores necessários para a formação do ser humano no âmbito educacional e social.
Na década de 90 ocorreram alguns encontros internacionais como a Conferência Mundial de Educação para Todos e a Conferência Mundial de Educação Especial que formularam documentos importantes, como a Declaração Mundial sobre Educação para Todos e a Declaração de Salamanca, que tem como objetivo promover a inclusão educacional de alunos com NEE. E mesmo com todo esse incentivo, a inclusão ainda se mostra como um sonho a ser alcançado. Isso fica nítido diante dos poucos produtos educacionais encontrados durante a pesquisa.
Um outro fator observado não só nos produtos como também nas publicações da área, é que pouco ou nenhum material didático é elaborado para que o aluno com ou sem NEEV possa trabalhar em conjunto com outros alunos da turma e realizar medidas com a finalidade de estudar determinado fenômeno.
## Referências
BRASIL, Decreto nº 5.296, de 02/12/2004, Brasília 2004. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm
BRASIL, Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília 1996, nº 248, 23/12/1996. Disponível em http://portal.mec.gov.br
CAMARGO, E. P. Ensino de Física e deficiência visual: dez anos de investigações no Brasil. São Paulo: Plêiade, 2008.
CAMARGO, E. P. A comunicação como barreira à inclusão de alunos com deficiência visual em aulas de mecânica. Ciênc. educ. (Bauru) . 2010, vol.16, n.1, pp.258-275. ISSN 1516-7313.
CONFERÊNCIA Mundial de Educação Especial. Declaração de Salamanca. Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais. Salamanca, Espanha: UNESCO 1994.
CONFERÊNCIA Mundial de Educação para Todos. Declaração Mundial de Educação para Todos. Plano de Ação para Satisfazer as Necessidades Básicas de Aprendizagem. Brasília, DF: UNIFEC, 1990.
GOLLIN, A. F.e BASTOS, L. C. Por uma educação inclusiva para portadores de deficiência visual: um novo olhar. Revista do Centro de Educação, n.24, 2004
IBGE, Censo Demográfico 2010, Brasília 2012. Disponível em http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br
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MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar- O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Editora Moderna, 2006.
MOREIRA, M.A. ¿Al final, que és aprendizaje significativo?. Revista Qurriculum, La Laguna, v. 25, p. 29-56, 2012.
SASSAKI, R. K.. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 3. ed. Rio de Janeiro: WVA, 1999
SILVA, L. F. e CAVALARI, N. Deficiência visual: processo de ensino aprendizagem em Física. Caderno Multidisciplinar de Pós-Graduação da UCP, v.1, n.1, p. 206-216, 2010.
VILAÇA, Frederico Nogueira, REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: A Experimentação no Ensino de Física. São João del Rei - MG, 28 de fevereiro de 2012
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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.