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ENSINO DE FÍSICA COM HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: O ASTRONAUTA EM MAGNETAR

Gustavo Ferraz De Barros, Eugenio Maria De França Ramos, João Eduardo Fernandes Ramos

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
26/01/2017
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## ENSINO DE FÍSICA COM HISTÓRIAS EM QUADRINHOS: O ASTRONAUTA EM MAGNETAR

## Gustavo Ferraz de Barros , Eugenio Maria de França Ramos , João Eduardo 1 2 Fernandes Ramos 3

- 1 Licenciado em Física - UNESP - Rio Claro - SP, gustavo.fbarros94@gmail.com

## Resumo

Este trabalho tem como tema inspirador o uso de Histórias em Quadrinhos (HQ) no Ensino de Física. Os Quadrinhos são objetos que fazem parte do nosso cotidiano atual, em jornais, revistas, gibis e meios eletrônicos, e proporcionam entretenimento aos leitores. Além dessa característica, a natureza lúdica e linguística tornam tal material interessante quando aplicadas a Educação. O nosso objetivo foi o de pesquisar e analisar uma História em Quadrinhos que pudesse ser utilizada em aulas de Física. O material escolhido foi Astronauta Magnetar de Danilo Beyruth, com o qual aprofundamos uma forma de análise a decupagem didática - que nos permitiu estudar possibilidades de diferentes conteúdos. Com esta HQ, construímos uma atividade extraclasse (minicurso) dirigida a alunos das três séries do Ensino Médio de uma escola pública no município de Rio Claro (SP), trabalhando os temas Astrofísica e Eletromagnetismo, centrais para a discussão das características de estrelas do tipo Magnetar. A partir dos resultados deste minicurso, discutimos alguns aspectos sobre o potencial didático e o papel das Histórias em Quadrinhos dentro de uma sala de aula, como um instrumento adicional para o Ensino de Física.

Palavras-chave : Ensino de Física, Histórias em Quadrinhos, Ensino de Astrofísica, Ensino de Astronomia.

## 1 Introdução .

As Histórias em Quadrinhos (HQ) fazem parte nosso cotidiano atual, sendo um tipo de material que estamos em constante contato, seja em jornais, revistas gibis e meios eletrônicos.

Podemos classificar as Histórias em Quadrinhos em diferentes gêneros narrativos, como: a) uma charge, apenas como um desenho que representa uma situação ou fato específico, b) uma tirinha, que forma uma ação com um desenrolar breve ou c) as Graphic Novels , que são histórias mais longas de conteúdo complexo.

Os Quadrinhos possuem outras características que os tornam interessantes quando aplicados a Educação, em particular para o Ensino de Física, pois, além de propiciar o entretenimento aos seus leitores, ele possui uma natureza lúdica e linguística, associando texto e imagem, como Testoni e Abib discutem:

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O fato de estarmos tratando de um instrumento de caráter cotidiano, de cunho popular e fácil interpretação, aliado com as demais características relacionadas ao aspecto lúdico, linguístico e psicológico dos desenhos e da narrativa, leva-nos a considerar os Quadrinhos como uma estratégia potencial para o ensino de física. (TESTONI; ABIB, 2005, p.1)

O foco e a inspiração deste estudo foram o de pesquisar e analisar uma História em Quadrinhos que pudesse ser utilizada em aulas de Física. Para isso, elaboramos um minicurso, cuja aplicação nos permitiu discutir o papel das Histórias em Quadrinhos dentro de uma sala de aula, como um instrumento adicional para o Ensino de Física, em ações conjuntas com o PIBID Física Rio Claro, em atividades desenvolvidas com uma de nossas escolas parceiras.

## 2. Histórias em Quadrinhos como um Instrumento no Ensino de Física

Os Quadrinhos são classificados com um sistema narrativo formado por dois códigos que se complementam: a imagem e a linguagem presente nos balões. A imagem busca a representação de objetos físicos, seus movimentos e sucessões. Já os elementos linguísticos, indicam aquilo que a imagem não mostra, acrescentando elementos temporais e espaciais. Devido a esses dois códigos, as HQ estabelecem em sua utilização uma série de ações cognitivas que podem ser exploradas no Ensino de Física na Educação Básica. A identificação e relação dinâmica do leitor estudante com o enredo proposto pelo quadrinho torna uma das estratégias fundamentais deste instrumento, que pode ser utilizado se o Quadrinho for um desencadeador de um conflito cognitivo, que seria o disparador de um processo de revisão de ideias (TESTONI; ABIB, 2005).

As características lúdicas das HQ as tornam semelhantes em grande parte aos jogos. De certa forma, a própria linguagem das Histórias em Quadrinhos e seus códigos, constituem elementos lúdicos a serem explorados pelo leitor, interagindo todo momento com os desenhos e os personagens, de modo que a brincar com a personagem.

Não existe uma linha divisória entre as características linguísticas e lúdicas, e sim um complemento de ambas as partes.

Assim, as HQ possuem regras para sua leitura, a partir de seus sistemas linguísticos próprios. Ao lermos um Quadrinho, subjaz uma sensação semelhante a quando estamos jogando, descobrindo uma charada ou resolvendo um problema. Como no jogo, pode ocorrer de não termos consciência de um processo de aprendizagem ou do exercício de estruturas cognitivas (RAMOS, 1991). Esse prazer que sentimos se dá por uma característica que ambos possuem, que é a catarse (TESTONI; ABIB, 2005).

Podemos simbolizar por meio da figura 1, a relação interativa do lúdico, com o lazer e o prazer que uma História em Quadrinhos pode nos proporcionar. Nosso desafio é entender como essa relação tríade poderia nos auxiliar em atividades de Ensino de Física.

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Figura 1. Esquema que procura representar a relação tríade entre lúdico, lazer e prazer que consideramos na interação do leitor com as HQs.

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## 3. A HQ e a nossa pesquisa

Nossa pesquisa caracterizou-se como qualitativa e exploratória com base em estudos de materiais bibliográficos os quais poderíamos utilizar-se para o Ensino de Física, bem como o desenvolvimento de uma sequência de ensino que pudesse ser utilizada com estudantes do Ensino Médio.

Após uma pesquisa bibliográfica com HQs diversas, optamos por escolher a obra Astronauta Magnetar (figura 2) , de autoria de Danilo Beyruth (BEYRUTH, 2014).

Figura 2. Reprodução da capa Astronauta Magnetar (BEYRUTH, 2014).

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O Quadrinho Magnetar foi publicado originalmente em 2012 pela Editora Panini Brasil Ltda, sendo a primeira do selo Graphic MSP . Esta Graphic Novel foi publicada em dois formatos deluxe (sendo um em capa dura e outra capa cartão), utilizando-se em ambas papel LWC ao longo de suas 82 páginas, com desenhos coloridos, com dimensões de 17 por 26 centímetros.

A escolha desta Graphic Novel se deu pelo fato de seu enredo ser rico em conceitos de Física, que poderiam ser explorados quando nos tratamos de Ensino de Física, isto é, em uma atividade escolar sua utilização implica na abertura e estudo de conceitos, que ampliam as possibilidades curriculares no Ensino de Física na Educação Básica.

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A obra apresenta alguns cuidados no uso de conceitos científicos. Em uma nota ao final da obra, o autor do Quadrinho (Beyruth) relata que para ter precisão sobre os conceitos físicos, fez pesquisas em Astrofísica e consultou pesquisadores da área (do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo). Além disso, ao final da HQ, Beyruth inseriu um glossário de termos científicos, para auxiliar os leitores a compreenderem alguns dos termos físicos presentes na obra.

Além da preocupação com a precisão conceitual, existem ainda três outros aspectos que contribuíram para a escolha desta obra para o trabalho didático. O primeiro deles é o fator plástico, com desenhos chamativos e complexos, como ilustra uma representação do espaço feita pelo autor (reproduzido na figura 3). O segundo fator é a linguagem, que é de fácil compreensão, assim como as onomatopeias. Por último, e talvez um dos fatores principais, o fato do personagem Astronauta já ser conhecido do público brasileiro, fazendo parte da infância de várias gerações. O Astronauta é um personagem originalmente concebido pelo desenhista Maurício de Souza.

Astronauta Magnetar, é narrativa de uma das viagens espaciais do personagem Astronauta, dessa vez em direção a um Magnetar, uma estrela de nêutrons com elevado campo magnético. Durante a missão, o personagem passa por diversas dificuldades, culminando em uma situação dramática, a de passar 148 dias preso dentro de sua nave em meio ao espaço sideral. Durante esse período, reflexões são feitas por ele sobre sua vida, sua família e seu grande amor, que ele abandonara para viver o sonho da profissão.

Figura 3. Representação do Astronauta perdido em meio ao espaço (BEYRUTH, 2014, p.68 e 69).

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Para conseguir priorizar alguns conceitos, procedemos a uma análise da obra utilizando como ferramenta uma decupagem didática . Os resultados desse 1 processo de decupagem nos permitiram construir um quadro, com todos os

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conceitos físicos verbais e não verbais abordados na HQ, levando em consideração as grandes áreas da Física.

Quadro 1. Trecho da decupagem didática feita por nós

- O Quadrinho Astronauta Magnetar é muito abrangente em conceitos físicos a serem discutidos, porém nosso enfoque foi o de trabalhar com o assunto foco do mesmo (estrelas do tipo Magnetar) e com dois temas vinculados a ele, a Astrofísica e o Eletromagnetismo.

## 4. O Magnetar

- O Magnetar é um tipo de Estrela de Nêutrons, que apresenta como característica Física peculiar possuir um campo magnético muito elevado e ser também fonte dos chamados repetidores de raio gama (CARROL; OSTLIE, 1996).
- O primeiro indício da existência dos Magnetares ocorreu no dia 05 de Março de 1979, num evento denominado de ' 1979 gamma-ray burst event ' (evento de explosão de raios gama de 1979). Neste dia, houve uma emissão de raios gamas tão intensos, que os detectores dos satélites superaram o limite de suas escalas (ou como se diz rotineiramente, estouraram suas escalas). O mistério chegou ao seu fim em 1992, quando o Dr. Robert Duncan da University of Texas e Dr. Chris Thompson da University of North Carolina formularam a teoria sobre o Magnetar. Em 1996, se obteve a confirmação experimental da existência dos Magnetares.
- O astrônomo e o astrofísico Walter Baade e Fritz Zwicky, propuseram a existência das estrelas de nêutrons. Eles propuseram o termo 'supernova', e sugeriram que a supernova representava a transição ordinária de uma estrela em uma estrela de nêutrons (CARROL; OSTLIE,1996). As estrelas de nêutrons são estrelas mortas, que evoluíram para tal estágio após queimar todo o seu combustível nuclear.
- O primeiro modelo quantitativo de uma estrela nêutrons foi proposto por J. Robert Oppenheimer e G.M. Volkoff em Berkeley no ano de 1939. Os Magnetares apresentam algumas características físicas interessantes, que podem ser observadas no quadro 2.

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Quadro 2. Dimensões Física de um Magnetar de 1,4 MSol.

## 5. Desenvolvimento de um trabalho didático

Nossa proposta de ensino teve como objetivo utilizar uma História em Quadrinhos no ambiente escolar, caracterizando o modo que como este material poderia ser um elemento facilitador da aprendizagem.

Podemos dividir em dois momentos nossa pesquisa: num primeiro momento fizemos um estudo do material, e dos temas que poderíamos abordar. Na segunda etapa, fizemos uma intervenção didática no ambiente escolar, na forma de um minicurso , intitulado de 'Aprendendo Física com Histórias em Quadrinhos'. 2

Para a realização do minicurso, organizamos o trabalho em quatro etapas, trabalhando a HQ na forma de um Estudo de Texto.

Figura 4. Etapas para a realização do Estudo de Texto.

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Na 1º etapa, o professor motivará o aluno despertando nele o interesse pelo texto a ser estudado. Para isso, podemos partir de experiências reveladas pelo leitor a desencadear uma série de atividades, como observação, discussão, relato, debate

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sobre filmes e pesquisa bibliográfica, que irão enriquecer o interesse pelas etapas anteriores.

Na 2º etapa, ocorre a leitura do material a ser estudado. A leitura pode acontecer de dois modos: individual-silenciosa ou oral.

Na 3º etapa, ocorre o real Estudo de Texto, onde a compreensão do texto deixa de ser superficial, à medida que o aluno levanta hipóteses, para testá-las, confirmá-las ou refutá-las. Podemos então trabalhar o texto em dois níveis: verbal e o não-verbal. No verbal, trabalharemos o valor das palavras e das expressões. No não-verbal, trabalharemos com a observação dos desenhos e imagens contidas no texto ou na capa. Azambuja e Souza (1996) resumem que 'Estudar um texto é perceber não só o que está explícito, mas também o que se apresenta de modo mais sutil'.

Na 4º etapa, temos o Estudo de Texto como gerador de outro texto. Nela, o aluno irá produzir diferentes leituras, adquirindo novos conhecimentos, na produção e criação de novos textos, sendo estes a nível verbal ou não verbal.

Umas das vantagens dessa abordagem é o fato dela envolver o estudante, proporcionando situações para ele desenvolver sua capacidade de interpretação, seja com assistência mais direta do professor ou apenas com orientação do mesmo, para que o aluno possa caminhar sozinho.

Segundo Azambuja e Souza (1996), atividades envolvendo Estudo de Texto não são adequadas uma vez que a atividade de leitura é encarada de maneira superficial, privilegiando uma atitude passiva no estudante, o que provoca grande desinteresse pela mesma. Durante tais atividades, pouco se desenvolve as habilidades intelectuais tais como compreensão, interpretação, analise, síntese e, até mesmo, recriação em novos textos.

Durante o Estudo da HQ, relacionávamos os elementos presentes nela com conceitos físicos já estudados pelos alunos anteriormente. Quando tratávamos da relação das estrelas com suas temperaturas, os alunos conseguiram relacionar os novos conceitos aprendidos com a termodinâmica já conhecida deles, em especifico, o fato de um metal conforme aquecido a altas temperaturas, ir mudando sua tonalidade.

O uso de HQs no Ensino de Física, pode levar os alunos a fazerem diversas perguntas e reflexões a respeito da Física e do mundo que conhecemos, proporcionando discussões e os levando a pensar, como exemplo, em aspectos relacionados ao cosmos, como a dimensão das estrelas quando comparadas a Terra e a todo o universo.

## 6. Considerações Finais

Um dos desafios deste projeto de ensino foi o de como utilizar a HQ em uma aula de Física. Apesar dos Quadrinhos fazerem parte do nosso cotidiano, não são todas as pessoas que possuem o costume de lê-las. Deste modo, tivemos que pensar em um projeto que fosse viável para alunos leitores e não leitores das Histórias em Quadrinhos, onde todos participassem e se envolvessem. Isso se passou desde a escolha da HQ até à abordagem e os temas o qual abordaríamos.

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Astronauta Magnetar se mostrou um Quadrinho rico em conceitos físicos a serem explorados, além de tratar sobre assuntos interessantes e atuais, como a busca do Homem em chegar a lugares jamais explorados. Aliado ao fator científico, temos as características plásticas e linguísticas bem exploradas pelo autor. Interessante salientar as ricas discussões que surgiram entre os alunos durante todo o processo, partindo de temas e conceitos físicos pouco ou jamais vistos por eles, como a Astrofísica mesmo.

Resultados animadores para o Ensino de Física podem ser constatados a partir do envolvimento dos alunos na leitura do Quadrinho, nas discussões teóricas e na elaboração dos materiais. Salientamos que assuntos tratados são compatíveis com as propostas curriculares para o Ensino Médio, mas apresentam conteúdos não usuais nem mesmo na graduação em Física, como a discussão sobre os Magnetares.

A História em Quadrinhos Astronauta Magnetar figura-se como um material que pode ser aplicada em turmas do Ensino Médio, como sendo um importante instrumento para instigar os alunos a buscarem compreender um pouco mais a Física.

## 7. Referências

AZAMBUJA, J. Q. de; SOUZA, M. L. R. de. O Estudo de Texto como técnica de Ensino. In: VEIGA, Ilma Passos Alencastro et al (Org.). Técnicas de Ensino: Por que não? Campinas: Cornacchia Livraria e Editora Ltda, 1996. p. 49-65.

BEYRUTH, D. Astronauta Magnetar. Barueri: Panini Books, 2014. 82 p.

CARROL, B. W.; OSTLIE, D. A. An in to introduction to Modern Astrophysics. Ogden: Addison-wesley Publishing Company, Inc., 1996. 1325 p.

OLIVEIRA FILHO, K. de S.; SARAIVA, M. de F. O. Astronomia e Astrofísica. Rio Grande do Sul: UFRGS, 2014. p. 792.

PEREIRA, J.; PRADO, T. A Decupagem de Direção: Gênese e Limitações Artísticas. In: XII CONGRESSO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO SUL, 12., 2011, Londrina. Anais... . Londrina: Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, 2011. p. 1 - 14.

RAMOS, E. M. de F. Brinquedos e jogos no ensino de Física. Dissertação de mestrado. USP (Instituto de Física e Faculdade de Educação). São Paulo. 1990.

SANTOS, R. E. dos; VERGUEIRO, W. C. S. Histórias em quadrinhos no processo de aprendizado: da teoria à prática. Eccos Revista Científica (Impresso), v. 27, p. 8195, 2012 .

TESTONI, L. A. Um corpo que cai: As Histórias em Quadrinhos no Ensino de Física. 2004. 157 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.

TESTONI, L. A.; ABIB, M. L. V. dos S. A utilização de Histórias em Quadrinhos no Ensino de Física. Enseñanza de las Ciencias , v. extra, p. 1-5, 2005.

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