UMA METODOLOGIA PARA PRODUÇÃO DE VIDEOAULAS DE APOIO DIDÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM EM FÍSICA
Diogo Vaz Machado, Valéria Nunes Belmonte, Bernardo Mattos Tavares
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXII
- Ano
- 2017
- Data
- 26/01/2017
- Linha de pesquisa
- Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## UMA METODOLOGIA PARA PRODUÇÃO DE VIDEOAULAS DE APOIO DIDÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM EM FÍSICA
## Diogo Vaz Machado¹, Valéria Nunes Belmonte 2 , Bernardo Mattos Tavares 3
¹Universidade Federal do Rio de Janeiro, Campus Macaé, diogomachado.iff@gmail.com.
²Universidade Federal do Rio de Janeiro, Campus Macaé, batista.nunes@gmail.com.
³Universidade Federal do Rio de Janeiro, Campus Macaé, bernardotavares@macae.ufrj.br.
## Resumo
O uso de videoaulas teve início em meados dos anos 60 e se intensificou nos anos 90 abrindo as portas para que novas possibilidades pudessem ser exploradas na educação como um todo. O uso refinado das mais diversas técnicas das Tecnologias da Informação e Comunicação tem gerado mudanças nos agentes do ensino e da aprendizagem proporcionando assim novas formas de interação entre o sujeito aprendiz e o conteúdo. Nesta perspectiva este trabalho apresenta uma metodologia de produção de videoaulas para serem usadas como apoio didático para o ensino de Física. É apresentado inicialmente como se constrói sistematicamente uma videoaula à luz dos suportes teóricos da teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel, apoiados nas contribuições de Novak e Moreira. Em segundo momento são apresentados técnicas para roteirização e os principais cuidados que se deve ter ao iniciar essa empreitada. Estima-se com essa metodologia que videoaulas como materiais Potencialmente Significativos possam ser produzidas e disponibilizadas aos educandos, podendo gerar uma maior construção de conhecimentos em Física.
Palavras-chave: Videoaulas; Produção; Metodologia.
## Introdução
O uso de videoaulas em projetos de Educação a Distância (EAD) teve inicio em meados dos anos 60 e se intensificou nos anos 90 (BARRÉRE; SCORTEGAGNA; LÉLIS, 2011), abrindo, as portas para que novas possibilidades pudessem ser exploradas na educação. O uso refinado das mais diversas técnicas das Tecnologias da Informação e Comunicação têm gerado mudanças nos agentes do ensino e da aprendizagem proporcionando assim novas formas de interação entre o sujeito aprendiz e o conteúdo (DOTTA, et al. 2013), contexto onde se inserem as videoaulas como um dos grandes meios de interação, que facilitam o acesso ao conteúdo pelo aprendiz de maneira atemporal e com a intensidade que ele desejar.
Números realmente impressionantes são apresentados por Barreré (2014), para o sítio eletrônico youtube.com, que somente no ano de 2014 teve como base um armazenamento de mais de 2 milhões de videoaulas e mais de 100 milhões de tutoriais dos mais diversos, sendo acessado por um público de mais 40 milhões de espectadores somente no Brasil e ainda, segundo Machado, Belmonte e Mattos (2016) as videoaulas são apontadas como um dos mecanismos de estudo mais
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23 a 27 de janeiro de 2017
utilizados por alunos do Ensino Médio, chegando ultrapassar, em algumas instituições, outros mecanismos de estudo.
Embora as videoaulas venham se firmando como um importante material de apoio didático na educação, ainda existem poucas pesquisas relacionadas ao tema (DOTTA et al ., 2013). É preciso incentivar o uso dessa tecnologia propondo que se crie uma metodologia para produção de materiais com qualidade para facilitar cada vez mais sua difusão (MACHADO; BELMONTE e TAVARES, 2016). Nesta perspectiva este trabalho apresenta uma metodologia de produção de videoaulas de Física, desde sua pré-produção até a finalização.
## Metodologia de Produção de Videoaulas
Toda metodologia de produção de material didático deve ter uma teoria que oriente sua produção. No caso da produção das videoaulas apresentadas neste trabalho a teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel de 1963, com a concepção Crítica de Marco Antônio Moreira (MOREIRA, 2000) é que norteia. Além disso, ainda segundo Moreira (2011), o material deve ser potencialmente significativo, ou seja deve possibilitar relação com os conhecimentos organizados na estrutura cognitiva do educando e para isso as videoaulas não podem ser repetições das tradicionais aulas, antes devem fazer conexões com a realidade do próprio aluno. A seguir serão apresentadas como essa teoria e as técnicas se entrelaçam para que uma videoaula possa ser nessa perspectiva um material potencialmente significativo.
## A aprendizagem Significativa
A Aprendizagem Significativa acontece quando uma ideia expressa através de símbolos ou signos realiza uma conexão de maneira não-literal e não-arbitrária com um conhecimento pré-existente na estrutura cognitiva do educando (MOREIRA, 2011). Desta maneira, quanto maior for o conhecimento prévio de quem aprende, mais fácil ou mais significativa será a aprendizagem. Segundo Moreira (2000), na concepção Crítica da Aprendizagem Significativa, alguns aspectos são essenciais para que essa Aprendizagem aconteça de fato, e os princípios, listados por ele, são apresentados no quadro 1.
Quadro 1 -Princípios facilitadores da Aprendizagem Significativa Crítica.
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A produção das videoaulas devem seguir, ou ter como orientação, sempre que possível, esses princípios descritos por Moreira, pois assim deixam de ser meras reproduções das aulas corriqueiras das salas de aula nas escolas. As videoaulas devem ser investigativas e questionadoras, levando em consideração o conhecimento que o aluno possui.
## Os Tipos de Curso
Existem duas maneiras de se apresentar uma videoaula: I) Em que se segue um currículo pré-estabelecido e II) Em que a divulgação científica pode ser mais explorada. A primeira tem seus moldes numa sequência e por esse motivo se encaixa no formato escolar, a segunda não está submissa a uma sequência préestabelecida e sugere uma aula com quantos e quais conceitos ou leis o professor/diretor achar conveniente ou necessário. A partir desta escolha todas os passos que seguirão podem ser seguidos em ambas modalidades.
Este trabalho possui resultados da modalidade I, que serão apresentados em seções posteriores, e o currículo adotado foi o Currículo Mínimo do Estado do Rio de Janeiro , que gerou a seguinte guia de aula 1
Figura 1: Plano curricular para produção de videoaulas.
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Na Modalidade II as propostas de videoaulas não seguem necessariamente uma sequência, por exemplo pode-se utilizar um dos temas anteriores mas que se encontraria totalmente independente. Como proposta pode-se apresentar uma videoaula com o tema "O Movimento da Terra" em que se discutiria a relação de movimento e repouso sem uma necessidade de se falar anteriormente sobre Grandezas Físicas, poderia também fazer explicação qualitativa das leis de Kepler, sem a explicação no entanto da grandeza velocidade. Assim a explicação ou questionamentos podem ser discutidos qualitativamente, e não necessariamente quantitativamente.
## Os Mapas Conceituais na Construção Cognitiva de Roteiros
Os mapas conceituais (MC), introduzidos por Novak na década de 70 à teoria de Ausubel (MOREIRA et al , 2000) podem ser utilizados para hierarquizar os conceitos a serem trabalhados nas videoaulas de maneira a não deixar lacunas em seus conceitos, visto que as videoaulas não são apresentadas com conceitos independentes, mesmo que na modalidade de curso II, ainda assim a videoaula tem seus conceitos relacionados. Desta forma os MC organizam de maneira sistemática
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os conhecimentos que serão aprendidos como também os que são imprescindíveis para que o educando aprenda o novo conceito. Ou seja, os MC ajudam a construir a característica de potencialidade significativa que o material deve possuir. A seguir tem-se o exemplo do mapa conceitual construído pelos autores deste trabalho para a pré-produção do plano das videoaulas apresentado anteriormente.
Figura 2: Mapa conceitual de Cinemática
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## A Roteirização das Videoaulas
A roteirização é um mecanismo no qual as cenas e os conteúdos que serão apresentados nelas são definidos e divididos. É nessa parte da pré-produção que se deve refletir sobre inovações, pois é preciso ter como objetivo não reproduzir as aulas da escola, pensar em estratégias que não conseguem ser executadas no espaço escolar. Os roteiros devem contemplar o cotidiano natural da Física, pois como foi visto anteriormente o material deve ser potencialmente significativo. Assim, sempre que possível, deve-se priorizar a utilização de fenômenos que são comuns aos educandos de modo geral. Como este trabalho sugere a produção de videoaulas por professores que podem ser usadas pelos seus próprios alunos, o material pode se tornar mais potencialmente significativo ainda, pois o professor já conhece a realidade dos seus alunos, o que o possibilita encontrar fenômenos que sejam familiares a eles.
A primeira sugestão, que deixa a videoaula com esse caráter investigativo, é então iniciar com uma pergunta questionadora. A pergunta deve ser desafiadora, e ao mesmo tempo possível de ser respondida por alunos da determinada etapa de formação, que deve ser sempre retomada durante o vídeo e impreterivelmente respondida, ao final ou em algum momento da videoaula. Para a videoaula 1 a pergunta central na qual girou toda a construção do roteiro foi "Qual é a espessura de uma folha de papel?"; para a videoaula 2 a questão central foi sobre o estado de movimento de um barqueiro pilotando um barco na praia, com a imagem focada somente no barco e piloto, e em seguida com o foco mais abrangente; para a videoaula 3 a pergunta central foi "se é preferível permanecer num engarrafamento ou procurar caminhos alternativos?". Esses foram alguns exemplos de perguntas que podem nortear a produção de videoaulas.
Existem inúmeras ideias que podem ser utilizadas que fazem dessa parte da pré-produção uma parte dinâmica e quase não repetitiva entre videoaulas do mesmo
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tema, já que não são poucos fenômenos que exemplificam as leis da natureza. Como por exemplo, ao se falar de pressão, fazer um vídeo na cozinha de casa, questionando a preferência do uso de uma panela de pressão a uma panela convencional para se cozinhar feijão; e ao se falar de aceleração fazer filmagens em frente a um semáforo.
Uma imagem de parte do roteiro da videoaula 1 com algumas cenas, para que se possa ver como deve-se executar este passo pode ser observada na figura 3. Na primeira coluna estão as cenas em questão com as respectivas numerações, para que se possa enumerá-las. A segunda coluna é a que são descritos, de maneira sucinta e direta, os acontecimentos e o local em que a cena ocorre. Na terceira coluna indica-se a quantidade e quem são as personagens que participarão da cena. Por fim, na quarta coluna encontram-se os roteiros de cada cena, em que devem ser redigidos os textos com as falas das personagens, e as posições das câmeras. Nesta coluna é importante que se detalhe a maneira como os personagens caminharão, o tipo de foco da câmera e etc. É possível que ao construir seu roteiro posa encontrar lugar para mais colunas, como por exemplo uma coluna para marcar as cenas já filmadas, entre outras.
Figura 3: Roteiro parcial da videoaula 1; tema - Grandezas Físicas; Título - O que é Física.
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Figura 4: Videoaula 1; Cena no laboratório apresentando instrumentos de medidas.
## Vídeo Resposta e Videoaula Exercício
Esse passo está intrinsecamente ligado à modalidade I, pois exige uma sequência, no entanto também pode ser usado na modalidade II. A videoaula resposta é uma videoaula que tem como objetivo responder a uma pergunta que é feita no final da videoaula anterior. Ou seja, os vídeos respostas não se encontram no plano de videoaulas apresentado anteriormente, elas surgem a partir da roteirização e podem ser mais de um, caso no final de um vídeo a personagem deixe mais de uma pergunta a ser respondida pelos alunos.
As perguntas são pontos em que o aluno deve ser instigado a assistir a próxima videoaula. Na videoaula 1, por exemplo, que teve parte de seu roteiro apresentado na figura 3, as perguntas ao final do vídeo foram, "Qual é o volume aproximado de uma gota de água?" e "Qual é a distância entre a Terra e a Lua?". Essas perguntas deram origem a dois vídeos. Para resposta à primeira pergunta foi realizado um procedimento experimental e falado das medidas diretas e indiretas, da incerteza nas medidas e ainda da propagação do erro na realização de uma medida experimental (figura 4). Já para responder a segunda pergunta foi utilizado uma técnica de desenho acelerado contando um pouco da história do primeiro homem a
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conseguir medir a distância Terra-Lua. Era importante situar o aluno com um pouco da história de como Hiparco pensou em medir essa distância (figura 5).
Figura 5: Procedimento experimental do vídeo resposta à pergunta 1 da Videoaula 1.
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Algumas videoaulas disponíveis em canais como o youtube.com tem como única intenção apresentar resolução de problemas. Resolver questões de Física não é um problema, o problema é quando essas questões são deslocadas e sem conexão com nenhum fenômeno, sendo assim para um curso que propicie um apoio didático ao educando, resolver questões depois que se oferece uma boa oportunidade de se construir o conhecimento é extremamente válido. Então para a produção desse vídeo de resolução de questões, espera-se que as questões sejam o mais contextualizadas possível e que não sejam apenas resoluções com substituição de variáveis. Podem ser gravadas com um professor e um quadro ou simplesmente apresentando as mão de quem resolve com explicação passo a passo.
## Principais Cuidados
Toda gravação deve ser acompanhada de alguns cuidados. Nas videoaulas é importante que a aparência seja mantida: Corte de cabelo, barba e bigode no caso de homens, cor da maquiagem no caso de mulheres, figurino, entre outras coisas, não podem representar envelhecimento e até o clima do local de gravação deve ser observado, ainda que possíveis erros na gravação só sejam detectados no momento da edição e exigirem uma regravação da cena.
Alguns lugares, mesmo públicos, necessitam de autorização para filmagens. Locais como Escolas, Institutos, Rodoviárias, Universidades, Monumentos fechados entre outros, necessitam de uma autorização prévia para que seja permitida a filmagem no local. Portanto se organize quanto a calendário, procure as autoridades responsáveis e apresente um pedido de autorização contendo o teor de sua filmagem, o número de pessoas que participarão das filmagens e qual o tempo previsto para realizar a gravação.
O áudio é um dos maiores problemas em que se depara na produção de vídeos na rua, onde os ruídos não são controlados. Então procure locais ou horários em que tenha o menor número possível de pessoas, e que tenha o mínimo de vento possível. Para os vídeos produzidos neste trabalho foram utilizados fones de ouvidos com microfone embutido da marca Motorola como um microfone de lapela e
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Figura 6: Desenho para prender a atenção dos alunos no vídeo resposta à pergunta 2 da Videoaula 1.
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um aplicativo de gravação de áudio do próprio celular. Posteriormente o áudio pôde ser tratado separadamente das imagens com o software gratuito Audacity . 2
Algumas gravações não são realizadas em locais próximos à sua residência, ou seu local de trabalho, então é aconselhável que se construa um check list de maneira que ao se preparar para uma gravação não se esqueça nenhum item, pois a falta de algum deles podem causar alguns transtornos.
Nem sempre dispõe-se de operadores de câmeras, mas na medida do possível, seria interessante conseguir auxiliares que atuem como diretor e como câmera men . É claro que as videoaulas podem ser gravadas com os novos formatos da internet, com as atuais selfies, mas nada melhor que um auxílio na gravação.
Alguns erros de edição, costumam acontecer, e vão perdendo frequência a medida que se acostuma com o trabalho, assim não deixe de pedir a amigos, professores e não professores, para que deem suas opiniões, quanto aos conteúdos e possíveis erros no caso dos professores, e quanto a estética da aula no caso de amigos, assistindo previamente suas produções antes de publicá-las na internet.
## Considerações Finais
É importante que se estimule a produção de videoaulas, pois esse material passa a ser cada vez mais potencialmente significativo, já que se produzido por um professor que conhece seus educandos, pode produzir vídeos direcionados aos subsunçores que estes já possuem. A metodologia apresentada neste trabalho não é última, mas sim uma maneira de ver como se pode produzir vídeos educativos, sejam eles curriculares ligados aos conteúdos da escola ou para divulgação científica.
As videoaulas apresentadas neste trabalho serão disponibilizadas no canal Lapece Ufrj disponível no youtube.com, e como proposta do MNPEF as mesmas 3 serão aplicadas em classes de alunos para serem verificadas quanto a sua aplicabilidade.
## Agradecimentos
Agradecemos a CAPES pelo apoio financeiro que nos tem proporcionado e aos amigos que se mostraram disponíveis sempre que preciso.
## Referências
BARRERÉ, Eduardo. Videoaulas: aspectos técnicos, pedagógicos, aplicações e bricolagem. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, 3., 2014; JORNADA DE ATUALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, 3., 2014, Dourados , Anais Eletrônicos... Dourados, 2014. Disponível em: <http://www.brie.org/pub/index.php/pie/article/view/3154>. Acesso em: 07 mar. 2016.
\_\_\_\_\_\_ ; SCORTEGAGNA, Liamara; LÉLIS, Claudio Augusto Silveira. Produção de Videoaulas para o Serviço EDAD da RNP. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE
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INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, 22., 2011, Aracajú. Anais Eletrônicos Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, 22., 2011, Aracajú 2011 . Disponível em: <http://www.brie.org/pub/index.php/sbie/article/view/1596/1361>. Acesso em 04 ago. 2016.
DOTTA, Silvia C.; JORGE, Erica F. C.; PIMENTEL, Edison P.; BRAGA, Juliana C..Análise das Preferências dos Estudantes no uso de Videoaulas: Uma experiência na Educação a Distância. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, 2., 2013; WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA, 19., 2013, Campinas. Anais Eletrônicos Congresso Brasileiro de Informática na Educação, 2., 2013; Workshop de Informática na Escola, 19. Campinas, 2013. Disponível em: <http://www.br-ie.org/pub/index.php/wie/article/view/2603>. Acesso em: 04 ago. 2016.
MACHADO, Diogo Vaz; BELMONTE, Valéria Nunes; TAVARES, Bernardo Mattos. Estudo de métodos complementares no processo de ensino aprendizagem de física no ensino médio: um estudo de caso. In: Encontro de Pesquisa em Ensino de Física, 16., 2016, Natal. Disponível em: < http://www1.sbfisica.org.br/eventos/enf/2016/sys/resumos/T1983-1.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2016.
MOREIRA, Marco Antônio. Aprendizagem significativa crítica. In: ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA, 3., 2000, Peniche, Atas Encontro Internacional Sobre Aprendizagem Significativa, 3. Peniche, 2000. Disponível em: <http://www.univab.pt/cestudos/centros/cecme/Peniche%202000,%20Teoria%20da%20Aprendizage m%20Significativa,%20Contributos%20do%20III%20Encontro%20Internacional.pdf# page=48>. Acesso em: 07 mar. 2016.
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