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RECURSOS DE FÍSICA: UM SITE VOLTADO PARA PROFESSORES DE FÍSICA

Ricardo Francisco Pereira

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
26/01/2017
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## RECURSOS DE FÍSICA: UM SITE VOLTADO PARA PROFESSORES DE FÍSICA

## Ricardo Francisco Pereira 1

## Resumo

Na atualidade, dentre os vários problemas com o ensino de Física já indicados por diversas pesquisas ao longo do tempo, uma das mais problemáticas, pelo menos em nossa opinião, é a forma como o ensino da Física é realizado nas escolas de nível médio. Há uma excessiva matematização que acaba transformando a Física em uma das disciplinas mais chatas e provavelmente a grande vilã na escola pela quantidade de notas baixas dos alunos. Um dos problemas que leva o ensino de Física a essa situação é a atuação dos professores que, por vários motivos não utilizam diferentes recursos de ensino, focando suas aulas em transmissão expositiva dos conteúdos. O professor precisa conhecer e saber usar também várias metodologias e recursos de ensino (experimentos, tecnologia, vídeos, simulações, animações, jogos, textos, tirinhas, sites, fotografias etc.), diversificando suas aulas e o modo de ensinar. Com isso, ele maximiza as chances de uma aprendizagem efetiva para o grande número de alunos em sala de aula, entretanto, com a grande carga de trabalho dos professores, pesquisar e/ou produzir recursos para usar em sala de aula é um trabalho muito penoso, não só pelo tempo gasto para tal tarefa, mas porque esses recursos estão pulverizados pela internet ou em livros, dificultando o acesso a esses materiais. Partindo dessa problemática, criamos o site Recursos de Física (http://www.recursosdefisica.com.br/) com o objetivo de disponibilizar vários recursos de ensino para professores de Física, desde jogos, tirinhas, sequências didáticas, atividades com simuladores, experimentos, vídeos dentre muitos outros. Ao disponibilizar esses recursos em um único lugar, acreditamos que facilitará a utilização e divulgação deles por parte dos professores, tornando o próprio site um recurso de ensino.

Palavras-chave : Formação de professores; Recursos de Ensino; Estágio Supervisionado; Ensino de Física

## Introdução

Pesquisas sobre a formação inicial de professores de Física (ABIB, 2002; CAMARGO & NARDI, 2009; LEODORO & TEDESCHI, 2009; RAMOS & BENETTI, 2009; CORTELA & NARDI, 2009; ALVES, 2010), mostram algumas dificuldades enfrentadas por esses profissionais em seu campo de trabalho, destacando a desarticulação entre a teoria e a prática, refletindo seriamente na construção do perfil do futuro professor.

No ambiente escolar, prioritariamente na escola pública, enfrentam-se antigos problemas, dentre os principais, destacamos: o ensino formal desconectado da realidade do cotidiano do aprendiz; falta de interesse dos alunos pela Física; e, principalmente, a falta de professor formado na área.

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No discurso das políticas públicas sobre a educação, é possível perceber a ideia de que a educação serviria de veículo para uma transformação social e econômica (McLaren, 1999). Neste sentido, entendemos que a melhoria da qualidade do ensino de Física passa também pela definição de uma nova postura didático-pedagógica do professor.

Os alunos reivindicam e, acima de tudo, necessitam de novas metodologias e de recursos de ensino que despertem o interesse e também a curiosidade como condição para um melhor desempenho na Física (Klajn, 2002). O papel do professor é conseguir esse objetivo, estimulando a participação efetiva dos alunos em sala de aula.

Na atualidade, há a necessidade da formação de um profissional reflexivo que encontre em sua formação a oportunidade de buscar novas formas de conhecimento que contribua no sentido de exercer a docência e interagir com seus alunos de forma mais condizente com a evolução presente na ciência. Isso pode ser alcançado com uma formação que gere um professor com um perfil que consiga interagir e gerar interesse e participação dos alunos, ou seja, mais dinâmico, interativo e que consiga trabalhar com recursos de ensino variados em sua prática docente.

Partindo dessa premissa, esse trabalho é uma continuação de nossa tese de doutorado (Pereira, 2013) e resultado parcial de um projeto de pesquisa em andamento intitulado: 'Pesquisa e produção de recursos de ensino voltados para o ensino de Física no Ensino Médio' onde realizamos uma pesquisa por meio de um questionário com professores da rede pública de ensino sobre a relação deles com recursos de ensino na sala de aula. Após a análise dos questionários o passo seguinte foi construir um site (Recursos de Física: http://recursosdefisica.com.br/) que disponibilizasse recursos de ensino variados para professores de Física, já que sabemos por experiência, como formador e pesquisador, que uma das grandes dificuldades dos professores é encontrar material na internet para usar em sala de aula. Há muita dispersão, e poucos lugares que disponibilizam vários recursos em um só lugar.

O passo atual do projeto de pesquisa é produzir mais recursos de ensino para disponibilizar no site e que sejam mais adaptados à realidade da sala de aula das escolas públicas.

## Reflexões sobre a prática docente de Física

Os professores devem repensar o processo de ensino e de aprendizagem para possibilitar a construção de uma concepção de ciência mais significativa. Para isso, é necessário considerar que esse ensino deve ser apresentado de forma menos fragmentada e mais sistêmica, pautando uma aprendizagem científica por valores éticos e humanitários, permitindo, assim, ir além da simples aprendizagem de fatos, de leis e de teorias científicas.

Ao discutirem a ruptura das visões simplistas sobre o ensino de Ciências GilPérez & Carvalho (1998, p. 14-18) ' observam a dificuldade dos professores em responder à pergunta: 'o que nós, professores de Ciências, deveríamos conhecer e, em sentido mais amplo, saber e saber fazer?', para podermos desempenhar nossa

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tarefa e abordar de forma satisfatória os problemas que ela nos propõe. Os autores apontam que essa dificuldade tem origem na pouca familiaridade dos professores com as contribuições da pesquisa e da inovação didática e com a expressão de uma imagem espontânea do ensino, concebido como algo essencialmente simples, para o qual basta um bom conhecimento da matéria a ser ensinada.

Os autores alertam também para o fato de que a transformação dessas concepções e dessas práticas docentes espontâneas não vai acontecer como uma rejeição voluntariosa. Os professores necessitam de um conhecimento claro e preciso de suas deficiências e da elaboração de um modelo alternativo igualmente coerente e de maior eficácia geral. A técnica, a criatividade e o comprometimento com a educação como prática social são alvos perseguidos.

Diante de todos os problemas, o ensino de Física está tornando-se cada vez mais 'matematizado', ou seja, os professores estão priorizando os cálculos matemáticos dos problemas em Física em detrimento do enfoque conceitual e fenomenológico. Esse ponto gera um grande desinteresse dos conteúdos por parte dos alunos, quando percebem que as aulas de Física se parecem muito com a matemática, criando uma 'barreira' psicológica entre eles e a disciplina, e, consequentemente, também entre eles e o professor (Klajn, 2002).

Um professor mais dinâmico e que realiza práticas didáticas variadas em sala de aula tem uma chance muito maior de conseguir que seus alunos se interessem pelos conteúdos ensinados e que professores que praticam um ensino de Física altamente matematizado faz que seus alunos se desinteressem pelos conteúdos. Conhecemos razoavelmente bem os efeitos positivos das boas ações de um professor em sala de aula, mas não tínhamos um conhecimento razoável dos efeitos negativos de más ações dos professores.

Uma pesquisa muito interessante foi publicada em 2011, no Caderno Brasileiro de Ensino de Física, com o título 'Algumas origens da rejeição pela carreira profissional no magistério em Física', de Cátia Brock e João Bernardes da Rocha Filho, ambos do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática, da PUC de Porto Alegre. Eles realizaram uma pesquisa por meio de questionários com alunos de 16 escolas do município de Porto Alegre, totalizando cerca de 200 alunos pesquisados. O principal objetivo deles era investigar, diretamente com os alunos do Ensino Médio, os principais motivos que os levam a não se interessarem pela carreira do magistério em Física. Para Brock e Rocha Filho (2011),

Das respostas dos estudantes foi possível concluir que, embora a situação sócio-econômica do magistério público estadual seja, por si, um fator que aparece como uma das fontes da rejeição pela licenciatura em física, mesmo daqueles alunos que não estudam em escolas públicas e apenas ouvem notícias e comentários sobre o tema, a fonte de maior influência negativa é, dominantemente, a atitude dos próprios professores de física. Isso parece vinculado ao fato de que os professores apresentam formalmente a física aos estudantes do nível médio, e comunicam a eles, mais ou menos diretamente, as possibilidades da profissão, muitas vezes de forma negativa (p.358, grifo nosso).

É altamente preocupante que as ações e as atitudes dos próprios professores têm a maior influência negativa com relação a uma possível carreira de

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professor de Física. Significa que o desempenho com relação ao ensino de Física, e principalmente com relação à docência, é muito ruim, a tal ponto que desestimula os jovens a seguirem carreira nessa área. O resultado dessa pesquisa é um duro golpe, em um momento em que já estamos com uma grande falta de professores de Física, pois os resultados mostram que os próprios professores estão atuando de forma a piorar ainda mais o problema da carência de professores de Física.

Um ambiente escolar construtivo deve preocupar-se em seduzir o estudante, procurando despertar o seu interesse, abordando temas que, de alguma forma, relacionem-se com seu dia a dia. Essa é uma das funções do professor, principalmente aqueles ligados as áreas de Ciências. O ambiente escolar não pode ser apenas uma reprodução do espaço social em que o aluno está inserido. Ele deve ser um espaço de democratização dos acessos aos códigos desta sociedade e de transmissão da bagagem científico-cultural construída e acumulada pela humanidade.

Para um ensino de qualidade, que busca formar alunos capazes de interagir na realidade para transformá-la, devemos pensar primeiro na formação e no aperfeiçoamento de professores, trabalhando o desenvolvimento de habilidades que possibilitem a eles adaptações às complexas interações sociais, culturais e tecnológicas de nossa sociedade.

Para que isso ocorra, os professores devem ser capazes de levar essas temáticas à discussão, utilizando e analisando criticamente seus reflexos na vida social, política, cultural e tecnológica. Para isso, é necessária uma revisão geral dos cursos de formação, inicial e continuada, visando a melhorar a formação, buscando desenvolver características que permitam que os professores se tornem críticos, reflexivos, lúdicos, dinâmicos e interativos. Para Libâneo (2001, p.9), ' Não há reforma educacional, não há proposta pedagógica sem professores, já que são os profissionais mais diretamente envolvidos com os processos e resultados da aprendizagem escolar '. Para melhorar a educação na sua totalidade, o ponto de partida são os professores.

## Projeto: 'Pesquisa e produção de recursos de ensino voltados para o ensino de Física no Ensino Médio'

Os métodos atuais de ensino e a estrutura escolar não despertam mais no aluno o interesse pelo estudo, principalmente das disciplinas científicas, como a Física. É preciso que os professores tenham condições de ministrar uma boa aula e manter o interesse dos alunos pela aula e pela própria Física.

Para isso acontecer, é necessário mudar o estilo das aulas, de expositivas para participativas e interativas, com os professores utilizando recursos de ensino variados que vão desde experimentais, tecnológicos, históricos, lúdicos, visuais ou de leitura.

- O caminho principal para se alcançar isso é a formação de professores, tanto inicial quanto continuada, mas também é necessário que sejam produzidos e disponibilizados mais recursos de ensino adaptados para a realidade escolar. Atualmente, há muitos desses recursos disponíveis na internet, mas estão

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pulverizados na rede, havendo muito poucos sites ou portais que agregam esses recursos facilitando sua disseminação e utilização por parte dos professores.

A partir dessa constatação, propomos pesquisar com professores de Física o uso e produção de recursos de ensino com o objetivo de fornecer parâmetros para que sejam desenvolvidos recursos de ensino mais adaptados à realidade das aulas de Física e a realidade dos professores.

Os objetivos do projeto foram:

- · Estudar a questão da produção e do uso de recursos de ensino por professores de Física na literatura da área;
- · Investigar com professores da rede pública de ensino de Maringá e região quais e como eles utilizam os recursos de ensino nas aulas de Física e também que tipos de recursos eles gostariam de utilizar se tivessem a disposição;
- · Construção de um site para disponibilização e socialização desses recursos produzidos;
- · Produção de recursos de ensino (textos, vídeos, jogos, experimentos, sequências didáticas etc) voltados para o ensino de Física;

Até a presente data já construímos o site intitulado 'Recursos de Física' e estamos produzindo mais recursos a serem disponibilizados, sempre acumulando mais recursos e aperfeiçoando o site.

O site foi construído nessa etapa, antes da produção de recursos porque já possuímos uma grande quantidade de material pronto para ser disponibilizado para professores, parte produzida por nós ao longo do tempo e parte produzida por alunos das disciplinas de Estágio Supervisionado em Física que ministramos na graduação em Licenciatura em Física, por orientados e por professores de programas como o PDE (Programa de Desenvolvimento Educacional), PARFOR e participantes de cursos de extensão.

## Análise dos questionários

Do questionário obtivemos informações importantes que nos guiará na produção de recursos mais adaptados aos professores e as salas de aula. O questionário foi respondido por 18 professores de Maringá e das regiões norte, nordeste e oeste do Paraná, compondo uma variedade interessante de professores por serem de várias cidades diferentes. Os principais resultados que obtivemos foram:

- · De um modo geral, os professores utilizam recursos de ensino com razoável regularidade, entretanto, sem grande variedade. São regularmente usados recursos audiovisuais (vídeos) ou algum experimento ou equipamento, mas poucos professores tentam utilizar alguns recursos tecnológicos mais avançados, como softwares e simuladores apesar de todas as dificuldades;

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- · O recurso de ensino que os professores mais gostam de utilizar em suas aulas são os vídeos, pela facilidade de uso. Eles também indicam que recursos diferenciados costumam chamar muito a atenção dos alunos.
- · O grande problema que os professores indicam é que a maioria dos recursos que eles utilizam em sala de aula não são adaptados para a sala de aula e que eles não têm condições de adaptar esses recursos, principalmente por falta de tempo ou por conhecimento para tal;
- · Gostariam muito de aprender a trabalhar com recursos tecnológicos, como softwares, simulações e edição de vídeos. Também foi indicado por professores a vontade de poder trabalhar nas aulas usando o computador e o data show, preparando as aulas em powerpoint;
- · Reconhecem que tem grande dificuldade em procurar a fundo na internet outros recursos de ensino, tanto por falta de tempo quanto por falta de conhecimento.

Os resultados mostram que os professores utilizam recursos de ensino de forma precária porque eles não são adaptados as realidades das salas de aulas e eles não conseguem desenvolver esses recursos, adaptando-os para as suas respectivas realidades ou até mesmo criarem seus próprios recursos, apesar de desejarem aprender a fazer isso. É clara a necessidade de ensinar os professores a adaptar ou criar seus próprios recursos de ensino, isso os deixariam com muito mais autonomia para com as suas atividades desenvolvidas em sala de aula.

## Recursos de Física

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Imagem 1: visual da página inicial do site Recursos de Física (autoria própria).

O site tem 21 subpáginas até o momento e cada uma delas pode ter outras subpáginas. Basicamente, tirando as subpáginas 'Página inicial', 'Novidades' e 'Livro de visitas', todas as outras são de recursos disponibilizados que foram produzidas por nós, por alunos ou outros professores ou de recomendações de recursos em áreas como História da Física, Física Moderna e Astronomia. Passe o mouse por uma das subpáginas no menu principal e ele mudará de cor para destacá-lo. Se ele ainda possuir outras subpáginas, aparecerá um submenu, também de outra cor com os links para as áreas relativas aquele assunto.

Muitos recursos, materiais, artigos e livros estão disponíveis no site, tais como textos relacionando a Física com o cotidiano, propostas de atividades envolvendo tirinhas e simuladores virtuais, sequências didáticas, jogos, vídeos, livros e resenhas de livros, análise de livros didáticos, mapas conceituais, dentre outros recursos.

## Considerações finais

- O site Recursos de Física foi criado para ajudar os professores concentrando vários tipos diferentes recursos em um único lugar, entretanto, como os resultados do questionário mostrou, é importante que além dos recursos de ensino, possamos disponibilizar orientações sobre como utilizar esses recursos e também recursos de orientação pedagógica específica para os professores, como por exemplo, ensiná-los a baixar um vídeo do Youtube, converter arquivos de vídeos para outros formatos ou como acessar certos recursos na internet.

Essa investigação por meio de questionário respondido por professores foi relevante para entender melhor as nuances envolvidas na relação entre professores e recursos de ensino. A partir do que investigamos, entendemos as necessidades que os professores têm com relação a utilização de recursos e assim temos melhores condições de produzir recursos mais adaptados à realidade da sala de aula, assim como produzir material que também capacite professores a fazerem suas próprias adaptações e produzir seus próprios recursos.

Nossa intenção é continuar a produzir mais recursos e desenvolvendo o site porque agora ele próprio já se tornou um recurso de ensino para professores.

## Referências

ABIB, M. L. dos S. A contribuição da prática de ensino na formação inicial de professores de Física . In: ROSA, D. E. G.; SOUZA, V. C. de. (orgs). Didática e práticas de ensino: interfaces com diferentes saberes e lugares formativos. Editora DP&amp;A, Rio de Janeiro, 2002.

ALVES, J. A. P. A formação inicial de professores de física e a construção de uma identidade . Tese de doutorado. Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência. Unesp, Campus universitário de Bauru, 2010.

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BROCK, C; ROCHA FILHO, J. B. da. Algumas origens da rejeição pela carreira profissional no magistério em Física . Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 28, n. 2, p. 356-372, 2011.

CAMARGO, S.; NARDI, R. Analisando o discurso de físicos, professores de física e licenciandos sobre o processo de reestruturação curricular de um curso de Licenciatura em Física . XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física, Vitória, Espírito Santo, 2009.

CORTELA, B. S. C.; NARDI, R. Estudos preliminares sobre a implantação de uma nova estrutura curricular para a Licenciatura em Física . XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física - XVIII SNEF, Vitória, Espírito Santo, 2009.

GIL-PEREZ, D; CARVALHO, A. M. P. Formação de professores de ciências . 3ª. edição. São Paulo: Cortez, 1998.

KLAJN, S. Física: a vilã da escola . Passo Fundo: UPF, 2002.

LIBÂNEO, J. C. Adeus professor, adeus professora . 13º Edição. São Paulo: Cortez, 2011.

LEODORO, M. P.; TEDESCHI, W. Rupturas na concepção tradicional sobre formação de professores: em busca de novas diretrizes . XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física, Vitória, Espírito Santo, 2009.

MCLAREN, P. Utopias Provisórias . Petrópolis: Vozes, 1999.

PEREIRA, R. F. Formação inicial de professores: o percurso de alunos de estágio supervisionado em Física da UEM, envolvendo a proposta da prática reflexiva, o Lúdico e o uso de tecnologias, 179 f. Tese (Doutorado). Mestrado em Educação para a Ciência e o Ensino de Matemática, Universidade Estadual de Maringá, 2013.

RAMOS, E. M. de F.; BENETTI, B. Estágio Supervisionado de prática de ensino - espaço pedagógico para conhecimentos tácitos e explícitos . XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física, Vitória, Espírito Santo, 2009.

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