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A ELABORAÇÃO DE UM APLICATIVO A PARTIR DAS NECESSIDADES DOS PROFESSORES PARTICIPANTES DA FEIRA CIÊNCIA VIVA

Silvana Aparecida Gonçalves Da Mota, Silvia Martins, Silvia Martins

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
Tecnologia Da Informação E Comunicação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## A ELABORAÇÃO DE UM APLICATIVO A PARTIR DAS NECESSIDADES DOS PROFESSORES PARTICIPANTES DA FEIRA CIÊNCIA VIVA

Silvana Aparecida Gonçalves da Mota , Silvia Martins 1 2

1 Universidade Federal de Uberlândia/Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências e Matemática - Mestrado Profissional; silvanagmota@hotmail.com

2 Universidade Federal de Uberlândia/Instituto de Física/Museu Dica; smartins@ufu.br

## Resumo

A realização e a divulgação das feiras de ciências que acontecem nas unidades escolares e em outros espaços permitem aos envolvidos uma discussão sobre o conhecimento e contribuem para a formação inventiva e criativa dos alunos. Assim, a feira ciência viva que é um evento anual e municipal ligada a educação básica, que acontece na cidade de Uberlândia e que está em sua 21ª edição, promove a visibilidade dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos sob a orientação de professores das escolas públicas e privadas da cidade e região. Nesse contexto, apresentamos parte dos resultados da pesquisa acerca das dificuldades enfrentadas pelos professores ao participarem da feira Ciência viva. . A coleta de dados ocorreu por meio de entrevistas com professores participantes da feira ciência e a análise desses dados foi pautada no referencial análise de conteúdo (BARDIN, 1979). A partir dos resultados da pesquisa, elaboramos e disponibilizamos um aplicativo para celular com informações relevantes sobre a feira, bem como a maneira de participação na mesma. Acreditamos que o aplicativo da feira possa ser um instrumento de apoio ao professor na mediação dos trabalhos que serão apresentados na feira ciência Viva, uma vez que o aluno pode baixá-lo gratuitamente, por meio de downloads, e assim, ter acesso a todas as informações da feira e, ainda que o mesmo servirá como meio de divulgação da Ciência existente no evento.

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Palavras-chave : Feira de Ciências, Feira Ciência Viva, Educação básica, Divulgação da Ciência, Aplicativo.

## Introdução

A diversidade e o volume de informações que chegam até nós, atreladas à velocidade com que são descobertas, nos faz refletir acerca das mudanças e avanços no campo da Ciência que temos vivenciado em todos os setores da sociedade.

Diante desse cenário de avanços e transformações, a escola possui um importante papel, o de promover oportunidades para que a Ciência seja conhecida e propagada.

Desse modo, acreditamos que a realização de Feiras de Ciências se torna uma das possibilidades de despertarmos o interesse em nossos alunos pela Ciência, tão logo, um espaço à iniciação científica (PAVÃO, 2006: GONÇALVES, 2011) e, também, para promoção da divulgação e a popularização da Ciência (TOLENTINO; STRIEDER, 2013).

Ainda nessa perspectiva, os resultados da pesquisa de FARIAS (2006), indicam que:

Feiras de Ciências podem contribuir para a socialização e troca de experiências de ensino-aprendizagem-conhecimentos com a comunidade, possibilitando uma ampliação da visão de mundo dos participantes, expositores e visitantes da Feira, permitindo a divulgação dos resultados das pesquisas, troca de experiências entre os pares, como forma de validação do conhecimento [...] (FARIAS, 2006, p. 80).

Assim, com registros desde a década de 60, populares nos anos 80 e ainda atualmente sendo realizadas, as Feiras de Ciências possibilitam oportunidades para os estudantes apresentarem suas produções científicas, através da exibição dos trabalhos escolares, que lhes tomaram horas de estudo e investigação, desenvolverem um espírito criativo e discutirem sobre problemas sociais e, ainda, de dialogar com público visitante (MANCUSO, 2006: PAVÃO, 2006: HARTMANN; ZIMMERMANN, 2009).

No que diz respeito à exibição dos trabalhos nas Feiras de Ciências, recorremos ao trabalho de Mancuso (2000 apud HARTMANN e ZIMMERMANN, 2009), no qual as autoras citam, de maneira resumida, três tipos: 1) trabalhos de montagem , em que os estudantes apresentam artefatos a partir do qual explicam um tema estudado em ciências; 2) trabalhos informativos em que os estudantes demonstram conhecimentos acadêmicos ou fazem alertas e/ou denúncias; e 3) trabalhos de investigação , projetos que evidenciam uma construção de conhecimentos por parte dos alunos e de uma consciência crítica sobre fatos do cotidiano.

Quanto aos trabalhos de investigação, foco de algumas feiras de expressão espalhadas pelo país, como FEBRACE, Mostratec, dentre outras, esses, necessitam que os professores estabeleçam um trabalho junto aos alunos, baseado na pesquisa e na descoberta, na experimentação e discussão, oportunizando assim, o desenvolvimento de habilidades envolvidas nas atividades científicas (PAVÃO, 2011).

Portanto, entendemos que o estímulo às pesquisas dentro das salas de aulas, pelos professores junto aos temas das Feiras de Ciências, se faz necessário, a fim de suscitar novas ideias, o interesse dos alunos e a construção do conhecimento.

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O papel do professor como mediador no desenvolvimento dos trabalhos executados pelos alunos é fundamental e necessária, pois, o mesmo, segundo Lima (2011) deve construir uma 'parceria' com seus alunos, a fim de que '[...] os auxiliem a ter novas compreensões sobre realidades com as quais, de um modo ou de outro, têm convivência [...]' (LIMA, 2011, p. 203).

Dentro desse contexto de oportunizar pesquisas e divulgar e popularizar a Ciência apresentamos a Feira Ciência Viva, uma mostra anual e municipal que reúne trabalhos apresentados nas feiras de ciências realizadas nas escolas, bem como trabalhos independentes, que buscam contribuir para o desenvolvimento do espírito científico em estudantes e professores da educação básica em Uberlândia e região.

Ainda, buscamos nesse artigo elencar as dificuldades enfrentadas pelos professores da educação básica participantes da Feira Ciência Viva e também, apresentarmos o aplicativo para celular da feira, um aporte para os participantes do evento.

Vale ressaltar, que não há como desvencilharmos nosso objeto de estudo a feira Ciência Viva - da realização das feiras de ciências nas escolas, pois para que o evento Ciência Viva aconteça é necessário que as escolas inscrevam seus trabalhos/projetos que foram desenvolvidos e apresentados na feira de ciências da escola.

## A Feira Ciência Viva

A Ciência Viva é um evento municipal e anual realizado desde 1995, aberta ao público, em que estudantes da educação básica das instituições de ensino público e privado do município de Uberlândia-MG e região do Triângulo Mineiro, nas modalidades de ensino regular (ensino fundamental e médio), educação profissional técnica de nível médio e educação de jovens e adultos (EJA), compartilham suas experiências e apresentam trabalhos científicos.

A feira, que já está estabelecida e que está em sua 21ª (vigésima primeira) edição, passou por várias modificações ao longo de sua trajetória, desde o seu formato à comissão organizadora.

Nos dias atuais, a coordenação da feira assumida pela equipe do Museu Dica, busca desenvolver ações que visam estreitar a relação dos professores e alunos com a coordenação do evento, com o intuito de melhorar a qualidade dos trabalhos apresentados na feira.

Nesse cenário, a Ciência Viva surge a partir das ideias de inovação de um grupo, representado por professores da UFU e por representantes da Prefeitura Municipal de Uberlândia e da Associação Comercial de Uberlândia - Aciub, cujo objetivo era buscar e gerar talentos na cidade através da criação de um espaço fora da escola, no qual, os alunos fossem estimulados a apresentar seus trabalhos desenvolvidos no decorrer do ano escolar.

Nesse cenário, acontece em 1995 no pavilhão da Aciub, a 1ª Feira Ciência Viva, um evento voltado aos alunos dos ensinos fundamental, médio e profissionalizante das redes pública e privada, da cidade de Uberlândia e região.

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Por mais de uma década a estrutura inicial da feira se manteve, no que se refere à comissão organizadora e parceiros, quanto ao formato, algumas oscilações ocorreram em relação aos temas e natureza dos trabalhos.

A participação das escolas na feira se manteve em bons números, todavia, a partir de algumas reformulações e transformações, o número de trabalhos e escolas participantes sofreu uma queda, desmotivando também parte da comissão organizadora.

Assim, a partir de 2009 a Feira Ciência Viva passou a ser um evento integrado à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e, no ano de 2011 a equipe do Museu Dica assumiu a coordenação da Feira e, desde então, vem desenvolvendo estratégias para motivar um número maior de participantes no evento.

Destacamos que uma dessas estratégias foi inserida a partir de 2014, com a afiliação das feiras escolares, vinculando os projetos desenvolvidos nas escolas aos interesses e realização da Feira Ciência Viva.

Percebemos que a partir dessa afiliação, houve um aumento do número de trabalhos inscritos e apresentados na feira e também na visibilidade do evento.

## Resultados e Discussões

Realizamos a coleta de dados por meio de entrevistas, com questões norteadoras, junto aos professores que já participaram das edições anteriores da Feira Ciência Viva, com o objetivo de conhecermos as dificuldades desses profissionais ao participarem do evento. Destacamos ao analisarmos as entrevistas que as mesmas estão diretamente relacionadas à prática e a orientação de seus alunos, ou seja, são dificuldades específicas enfrentadas por eles.

Assim, como resultado das análises, elencamos as unidades de análise relacionadas às dificuldades, são elas: 1) elaboração e escrita dos projetos, 2) Construção e desenvolvimento do diário de bordo, 3) Orientação e elaboração do banner, 4) Informações incompletas dentro do site do evento, 5) Pouca divulgação da Feira Ciência Viva nas unidades escolares pela comissão organizadora.

Assim, no se refere à elaboração e escrita dos projetos, encontramos um número expressivo de professores que citaram essa dificuldade, como podemos identificar nas falas abaixo:

- '... tive muita dificuldade em escrever o projeto... na minha época não tinha esse negócio de projeto...' (prof. 3).
- '... acho difícil escrever... a gente sai da faculdade e, para de pesquisar... a visão de quem tá lá na UFU é de pesquisa... nós, não' (prof. 4).
- '... nunca escrevi um projeto... precisei da ajuda da supervisora da escola... ela ajudou muito quando fomos fazer o nosso' (prof. 8).

Diante das falas dos professores, percebemos o quanto esse item, necessário para submissão dos trabalhos, causa incômodo e até mesmo desânimo para alguns, pois, entrevistando outro professor, que possui habilidade em elaborar projetos, o mesmo nos contou que em sua escola, há professores que gostariam de

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participar, mas, quando se deparam com essa questão, desanimam e não participam.

- '... alguns professores não inscrevem trabalhos, porque estão longe da academia e não sabem escrever um projeto, e... pra levar os trabalhos, precisa desse projeto... acho que esses professores podiam contribuir para o evento, se participassem... (prof. 6).

Logo em seguida, na Construção e desenvolvimento do diário de bordo, os professores disseram que não conheciam o diário de bordo e, também, que não atentaram quanto à indicação do mesmo para avaliação dos trabalhos na Feira Ciência Viva, como vemos abaixo:

- '... eu nunca fiz um diário de bordo... não sabia o que tinha que colocar...' (prof. 4).
- '... não vi esse item lá no site... vi só lá na feira... também em alguns trabalhos... só, nosso trabalho foi sem esse diário... acho que perdemos uns pontos...' (prof. 9 ).
- Os comentários acerca dessa unidade de análise, nova, para alguns professores, não os impediu de participarem do evento. O desenvolvimento e apresentação do diário de bordo faz parte do processo de avaliação dos trabalhos apresentados na Feira Ciência Viva.

Na unidade que se refere à Orientação e elaboração do banner, poucos professores encontraram dificuldades em sua execução, portanto, a citação do mesmo, foi pequena, somente dois professores citaram como dificuldade esse quesito, como explicitado abaixo:

- '... o que precisa ter no banner?... não sabia o que colocar... a minha pedagoga nos ajudou muito... o método... ela sentou com a gente... o nosso portfólio ficou direitinho'. (prof. 5)

Assim, percebemos que não há grandes dificuldades nesse item, para a maioria dos professores que participaram, haja vista e comentado, que a prática em elaborar banners, é comum entre eles. Todavia, é necessário que haja um direcionamento para aqueles que desconhecem esse material, que serve de apoio nas apresentações no evento.

Durante a entrevista, vários professores nos disseram que encontraram dificuldades, em relação a algumas informações sobre a Feira Ciência Viva, que não encontraram no site do evento, como destacamos na unidade, Informações incompletas dentro do site do evento, e que percebemos nas falas abaixo:

- ' ... liguei várias vezes, fui bem atendida, mas não tive muitas informações..., no site vi as informações, vi o regulamento, que me ajudou... mas achei que precisa de direcionar mais essas informações, direto com o professor que esta participando da feira'( prof.1).
- ' Alguma informação... lugar... que eu pudesse entrar... e colocar nossas dúvidas como resolver...' (prof. 5).

Notamos, aqui, através das falas dos professores, que um canal direto, através de um link, no próprio site do evento ou em outro meio de comunicação, facilitaria o contato com os professores participantes da Feira Ciência Viva.

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Por fim, na unidade apresentada como Pouca divulgação da Feira Ciência Viva nas unidades escolares pela comissão organizadora, verificamos que, para alguns professores, no caso, quatro, é importante a presença de ao menos um representante da comissão organizadora do evento, nas unidades escolares, a fim de divulgarem a Feira Ciência Viva e sua importância, como podemos perceber nas entrevistas:

- '... eu não tenho conhecimento dessa comissão... nunca foram na minha escola...'.
- '... e, eu acho sim, que essa comissão precisa ir lá na minha escola e...nos dá suporte...Suporte teórico...Suporte... de como a gente caminhar com esse trabalho....porque não tem acontecido isso não...' (prof. 5)
- '... infiltrar a Ciência Viva dentro da escola como meio de atrair mais professores para o evento' (prof. 7).

Vemos que a ida à escola, por algum representante do evento, reforça a sua importância junto aos professores e demais integrantes da escola. Percebemos durante as falas de alguns participantes, que o evento se tornou distante, e por isso, muitas vezes, a ausência de algumas unidades escolares na Feira Ciência Viva.

Diante desse cenário, percebemos que a maior parte das dificuldades elencadas pelos professores, através das entrevistas, podem ser contempladas a partir da elaboração de um material instrucional - um tutorial, direcionado a esses professores e, aos demais professores que queiram participar da Feira Ciência Viva.

Diante disso, elaboramos um aplicativo específico para o evento, contendo informações sobre o mesmo, com intuito de apoiarmos e atendermos os professores participantes.

## O Aplicativo para Celular

No sentido de atendermos às dificuldades apresentadas, através das entrevistas, pensamos na estruturação de um aplicativo voltado a atender às necessidades dos professores participantes da feira e outros possíveis participantes.

- O download do aplicativo é gratuito e pode ser baixado através do google play , entretanto, somente está disponível para Android . Assim, apresentamos logo abaixo, as imagens do aplicativo da feira Ciência Viva.

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## Fonte: http://dica.ufu.br/cienciaviva2015/ Acesso em 06 set. de 2016

Nesse sentido, é necessário buscarmos a familiarização das tecnologias a serviço dos professores, a fim de que se apropriem delas, incorporando-as às práticas de ensino, auxiliando assim, na formação de alunos participantes dentro e fora do contexto escolar.

Desse modo, vemos a elaboração e a disponibilização do aplicativo para celular, como uma ferramenta tecnológica em favor do professor e do seu aluno, no intuito de facilitar a participação dos mesmos na Feira Ciência Viva. O aplicativo permite aos seus usuários que conheçam e entendam a estrutura da feira, seu regulamento e, também todas as condições necessárias para a apresentação dos trabalhos no evento.

## Considerações Finais

Nesse trabalho relatamos o resultado obtido por meio das entrevistas realizadas com professores participantes da feira Ciência Viva, nas quais analisamos as dificuldades enfrentadas pelos mesmos e a partir delas, elaboramos um tutorial em formato de aplicativo para celular, a fim de que o mesmo seja um apoio aos professores e também aos alunos que queiram participar do evento.

Acreditamos também, que o aplicativo possa ser uma ferramenta tecnológica em favor do professor, no intuito de facilitar sua participação na Feira Ciência Viva, bem como na estruturação, no desenvolvimento e na apresentação dos trabalhos no evento.

Ressaltamos ainda, que a partir da utilização do aplicativo por meio dos downloads, a visibilidade do evento aumenta, permitindo assim que o mesmo possa servir como instrumento informativo do evento, de forma rápida e positiva, pois entendemos que a tecnologia possa ser uma aliada à educação.

## Referências

BARDIN, L. Análise de conteúdo . Lisboa: Edições 70, 1979.

FARIAS, L. N. Feiras de Ciências como oportunidades de (re)construção do conhecimento pela pesquisa . 2006. 89f. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Matemáticas) - Núcleo Pedagógico de Apoio ao Desenvolvimento Científico, Universidade Federal do Pará, Belém, 2006.

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GONÇALVES, T.V.O. Feiras de Ciências e formação de professores. In: PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. Quanta ciência há no ensino de ciências. 1. ed. 1. reimpressão. São Carlos: EdUFSCar, 2011. p. 207-215.

HARTMANN, A.M., ZIMMERMANN, E. Feira de Ciências: a interdisciplinaridade e a contextualização em produções de estudantes de ensino médio. Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - VII ENPEC ANAIS , 12p. 2009.

LIMA, M.E.C. Feiras de Ciências: o prazer de produzir e comunicar. In: PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. Quanta ciência há no ensino de ciências. 1. ed. 1. reimpressão. São Paulo: EdUFSCar, 2011. p. 195-205.

TOLENTINO, G. B., STRIEDER, M. D. O espaço das feiras de Ciências na escola e na formação da cultura científica. In: MALACARNE, V.; STRIEDER, D.M. Olhares sobre o ensino de Ciências e Matemática. 1. ed. Curitiba, PR: CRV, 2013. p. 161171.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.