Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

A HISTÓRIA DA FÍSICA NOS LIVROS DIDÁTICOS: uma análise do PNLD 2015

Tairine Karliene Rodrigues De Almeida, Maria Inês Martins

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
Formação De Professores E Prática Docente
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2017

Texto completo

## A HISTÓRIA DA FÍSICA NOS LIVROS DIDÁTICOS: uma análise do PNLD 2015

## Tairine Karliene Rodrigues de Almeida , Maria Inês Martins 1 2

1 Licenciada em Física/PUC MG, tairinefisica@hotmail.com

2 Programa de Mestrado em Ensino de Ciencias e Matemática/PUC MG, ines@pucminas.br

## Resumo

Trata-se da análise da História da Ciência (HC) abordada em Livros Didáticos (LD) de Física recomendados pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD 2015), objetivando identificar características do que é apresentado, particularmente sobre a História da Física (HF) nos LD. Foram considerados na análise o Guia do PNLD 2015 (BRASIL, 2014), os LD selecionados e um estudo de Leite (2002) que propõe características a serem observadas sobre a HC em LD. Foram selecionadas 6 coleções de Física, em função de considerações do Guia sobre o emprego da História da Física (HF) e optou-se por investigar o último volume de cada coleção, o qual geralmente trata da temática Eletromagnetismo, cuja evolução consubstancia-se em múltiplas contribuições, experimentações e demonstrações históricas. A análise realizou-se através de uma adaptação das dimensões para análise de HC em LD proposta por Leite (2002), focalizando o que consta nos LD sobre a HF. A varredura nos LD pautou-se na análise de conteúdo de Bardin (2011) e o resultado foi consolidado em tabelas e gráficos. Percebe-se o intento dos autores de integrar a HF ao longo do texto, ainda que o façam de modo distinto. Há coleções que discorrem sobre o processo de construção do conhecimento, enquanto que outras coleções focalizam informações básicas como nomes e datas.

Palavras-chave : Livro didático; História da Física; PNLD; Ensino de Física

## 1. INTRODUÇÃO

A História da Ciência (HC) é defendida como ferramenta para melhoria no ensino de ciências. As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, DCNEM (BRASIL, 2012, p.2) apontam que 'A ciência é conceituada como o conjunto de conhecimentos sistematizados, produzidos socialmente ao longo da história, na busca da compreensão e transformação da natureza e da sociedade.'. A HC consolidou-se como uma ferramenta auxiliar na superação de dificuldades no aprendizado, tanto da Física quanto de outras áreas da ciência. As Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais, PCN+ (BRASIL, 2002, p. 67) propõem a implementação do conteúdo histórico no ensino médio para mostrar a 'ciência e a tecnologia como resultados de uma construção humana, inseridos em um processo histórico e social'.

Guerra, Reis e Braga (1998, 2002, 2004) discutem a importância de mostrar aos alunos o conhecimento como uma construção humana intimamente ligada ao mundo circundante: 'Através da história, podemos conhecer o processo pelo qual a ciência e a tecnologia foram construídas, percebendo-as como uma produção cultural, inseridas em um tempo e em um espaço específicos.' (2004, p.225) Entretanto os autores reconhecem limites no uso da História da Ciência. 'Transformar um curso de Ciências em aulas de História da Ciência seria empobrecedor para o aluno. ' (2002, p.8). A alternativa seria a seleção de momentos da História da Física que possam ter maior potencial de instigar o aluno sem,

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

23 a 27 de janeiro de 2017

contudo, transformar as aulas de Física em cursos de História da Física, o que condiz com os PCNEM:

O vasto conhecimento de Física, acumulado ao longo da história da humanidade, não pode estar todo presente na escola média. Será necessário sempre fazer escolhas em relação ao que é mais importante ou fundamental, estabelecendo para isso referências apropriadas. (BRASIL, 2002, p. 61).

Silva e Martins (2002), por outro lado, consideram como um dos aspectos interessantes do uso da história da ciência no ensino esclarecer conceitos ensinados em sala de aula que nem sempre são óbvios e diretos como os livros texto insistem em nos fazer crer. Outro aspecto apontado por Martins (2006), condizente com a proposta dos PCN, diz respeito à construção da História da Física associada às lendas como no caso da maça de Newton.

Uma consequência dessa mensagem é que a ciência seria construída através de uma série de descobertas que podem ser associadas a datas precisas e a autores precisos. A história da ciência seria, essencialmente, um calendário repleto de descobertas e seus descobridores. (MARTINS, 2006, p.186)

Apesar dessas considerações, vários autores (BERNARDES e SANTOS, 2009; FERNANDES e PORTO, 2012; GUISASOLA, MONTEIRO e FERNANDEZ, 2008; SILVA e MARTINS, 2009; GARCIA, 2013) defendem utilizar a História da Ciência como ferramenta de inovação e mudanças em sala de aula.

Nessa perspectiva, esta investigação focaliza a abordagem histórica contida dos LD de Física recomendados pelo PNLD 2015. O Guia (BRASIL, 2014, p.25) apresenta como um dos critérios específicos do componente curricular de Física a utilização de 'abordagens do processo de construção das teorias físicas, sinalizando modelos de evolução dessas teorias em consonância com vertentes epistemológicas contemporâneas' e dentre as características a serem observadas encontram-se: i) a articulação dos assuntos abordados com a História da Ciência, 'evitando reduzi-la a cronologias, biografias de cientistas ou a descobertas isoladas;' e a ii) contextualização de conteúdos e atividades considerando a dimensão histórica da produção do conhecimento.

## 2. DESENVOLVIMENTO

Focalizou-se na análise da HF no Guia dos LD do PNLD 2015 e nas coleções de Física recomendadas pelo PNLD 2015. O Guia contém resenhas das 14 coleções recomendadas, das quais extraímos as informações históricas para fins de seleção dos livros para análise. O quadro 1 mostra as coleções recomendadas pelo PNLD 2015 e as 6 (seis) coleções escolhidas para análise, em função das características da HF, apresentadas no Guia.

Quadro 1 Características apresentadas no Guia sobre HF nas Coleções

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Fonte: Elaborado pelos autores

Optou-se pela análise do volume 3 das 6 coleções selecionadas, indicadas de [1] a [6], no Quadro 1, pois, de modo geral, o último volume trata do Eletromagnetismo, cuja evolução propicia o resgate histórico de múltiplas contribuições, experimentações e demonstrações. A análise realizou-se através de uma adaptação das dimensões para avaliação de HC em LD propostos por Leite (2002). O autor propõe 8 critérios (dimensões) de análise, a saber: Tipo e organização da informação histórica; Materiais utilizados para apresentar a informação histórica; Contextos em que a informação histórica está relacionada; Estado do conteúdo histórico; A consistência interna do livro; Bibliografia sobre a história da ciência; Exatidão e precisão da informação histórica; Aprender atividades relacionadas com a história da ciência. Como se objetiva avaliar o que é apresentado nos livros foram considerados os dois seguintes critérios: 1) Tipo e organização da informação histórica, que engloba as informações sobre a vida e a carreira cientifica dos cientistas analisados e 2) Materiais usados para apresentar a informação histórica, que abrange toda uma gama de informações ditas complementares ao texto principal. Tais critérios subdividem-se em dimensões e subdimensões, explicitadas no Quadro 2.

Quadro 2 Critérios, dimensões e subdimensões

Fonte: Elaborado pelos autores, adaptado de Leite (2002, p.344 )

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Cada LD foi investigado por varredura por capítulo considerado como unidade de referência na perspectiva da análise de conteúdo de Bardin (2011). No Quadro 3 exemplificamos a classificação feita, a qual perpassou ao menos por dois árbitros, os dois autores que o fizeram em separado e submeteram a um terceiro árbitro em caso de discrepância, retornando ao discordante até a obtenção de consenso na classificação.

Quadro 3 Exemplificação da classificação por subdimensão

Fonte: Elaborado pelos autores, com dados da pesquisa

As classificações exemplificadas foram extraídas de todos os LD analisados, embora as coleções focalizem distintamente a HF. Entre as subdimensões previstas no Quadro 2 não foram detectadas nos LD analisados três delas, a saber: 'características pessoais', 'períodos ou descobertas não relacionadas' e 'evolução real'. As demais subdimensões foram contabilizadas por capítulo, sendo recorrente a presença de várias subdimensões num mesmo capítulo. Por fim, o percentil da presença de cada subdimensão foi computado em relação ao número total de capítulos.

Na Tabela 1 apresentamos os dados consolidados por LD analisado. Apresenta-se a consolidação dos dados em percentis para cada uma das subdimensões observadas, bem como o total de capítulos dos LD analisados. Embora as subdimensões não observadas tenham sido excluídas da tabela, a sua ausência é considerada e retomada tanto na análise da tabela quanto nas considerações finais.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Tabela 1 percentis das subdimensões nos capítulos nos LD analisadas

Fonte: Elaborado pela autora

Observa-se na tabela que várias subdimensões (dados bibliográficos, episódios/histórias, menção a uma descoberta, descrição de uma descoberta, cientistas individuais, grupo de cientistas, imagens de cientistas e imagens de objetos) estão presentes em todos os LD analisados, ainda que, em sua maioria, encontrem-se heterogeneamente distribuídos. De fato, somente as dimensões 'dados bibliográficos' e 'cientistas individuais' apresentam maior homogeneidade de distribuição, o que também pode ser verificado através dos gráficos 1 e 5, apresentado na próxima página.

A subdimensão 'ordinárias' aparece apenas no LD [6] , enquanto que a subdimensão 'documentos originais' se fez presente em todos os LD, exceto [3] . Reitera-se ainda a ausência das subdimensões 'Características pessoais'; 'Períodos ou descobertas não relacionadas' e 'Evolução real'. Além disso, é possível explorar a tabela 1, a partir dos LD analisados e as respectivas distribuições das subdimensoes. Há LD que contempla praticamente todas as subdimensões como [4] enquanto que [3] deixa de contemplar várias das subdimensões observadas

A seguir apresentam-se gráficos de 1 a 8 contemplando as subdimensões observadas em todos os LD analisados. Exceptuando-se os gráficos 1 e 5, as demais subdimensões retratadas nos gráficos 2, 3, 4, 6, 7 e 8, materializam a heterogeneidade dos LD ao contemplar as dimensões analisadas.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

Fonte: Elaborado pelos autores

<!-- image -->

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

## 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Guia do PNLD 2015 (BRASIL, 2014) em relação à HF informa que algumas coleções se prendem apenas a informações básicas como nomes e datas, enquanto que outras tentam integrar, ainda que timidamente em alguns casos, a HF ao texto do conteúdo correspondente. Esse apontamento do Guia respaldou a escolha de 6 (seis) coleções para a análise, das quais focalizamos o último volume.

Os LD analisados apresentam nomes de cientistas e datas de nascimento e morte dos mesmos, datas de descobertas e imagens dos cientistas. Além disso, os Livros exibem de algum modo, o processo de construção do conhecimento em tela, mostrando que tal descoberta demandou dos envolvidos trabalho, estudo e tempo. Segundo Martins (2006) a abordagem do processo como um todo pode evitar equívocos que apresentam a ciência como 'fruto do acaso'.

Entre as subdimensões analisadas, mas não localizadas nos livros encontram-se as características pessoais dos cientistas. Entende-se como pesarosa essa ausência, pois tais características tendem a humanizar os cientistas e são capazes de evidenciar esforço, empenho, incorporação de pesquisas anteriores e práticas de trabalho colaborativo, evitando o equívoco apontado por Martins (2006) de que '... todas as pessoas que existiram antes dos 'grandes gênios' seriam estúpidas.'.

A ausência da subdimensão 'períodos ou descobertas não relacionadas' é alentadora, pois essa característica representa descobertas 'soltas' em meio ao conteúdo e sem relação com o mundo ao redor. Entende-se, portanto, tal ausência como uma evolução na apresentação do conteúdo de História da Física nos LD.

A outra característica não localizada nos LD estudados 'evolução real' é preocupante, pois tal subdimensão potencializa uma abordagem real dos fatos ao mostrar o processo como um todo, reconhecendo suas falhas e erros técnicos e conceituais, além de empecilhos advindos, inclusive de outras esferas da sociedade como a política e a religiosa. A ausência desta subdimensão pode reforçar equivocadamente a apresentação de fatos históricos sem falhas e/ou reviravoltas, tão comuns no processo de construção da ciência.

Por fim, percebe-se, diante das orientações legais sobre a incorporação da HC no ensino de Física, materializadas nos editais do PNLD, um empenho dos autores na inserção da História da Ciência no ensino de Física, assumida por tantos pesquisadores como uma ferramenta relevante do ensino desta disciplina escolar.

## Referências Bibliográficas

BARDIN, L. Análise de conteúdo . Lisboa: Edições 70, 2011.

BERNARDES, A. O; SANTOS, A. R. dos. História da ciência no ensino fundamental e médio: de Galileu às células-tronco. Revista a Física na Escola , v. 10, n. 2, p. 1117, out. 2009.

BRASIL, MEC/SEB. PCN+ do Ensino Médio : orientações educacionais complementares aos PCN. Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC; SEMTEC, 2002.

BRASIL, MEC/SEB. Guia de livros didáticos : PNLD 2015. Física ensino médio. Brasília: MEC; SEB, 2014.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

FERNANDES, M. A. M.; PORTO, P. A. Investigando a presença da história da ciência em livros didáticos de química geral para o ensino superior. Química Nova , v.35, n.2, p.420-429, 2012.

GARCIA, E. G. Experimentação e ensino das ciências: um caso histórico em eletricidade estática. In: ENCONTRO DE PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA, 9, 2013, Águas de Lindoia. Anais... São Paulo: SBF, 2013.

GUERRA, A.; FREITAS, J.; REIS, J. C. BRAGA, M. A interdisciplinaridade no ensino das ciências a partir de uma perspectiva histórico-filosófica. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 15, n. 1, p. 32-46, abr. 1998.

GUERRA, A.; REIS, J. C.; BRAGA, M. Um julgamento no Ensino Médio uma estratégia para trabalhar a ciência sob enfoque histórico-filosófico. Revista a Física na Escola , v. 3, n. 1, p. 8-11, maio 2002.

GUERRA, A.; REIS, J. C.; BRAGA, M. Uma abordagem histórico-filosófica para o eletromagnetismo do Ensino Médio. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 21, n. 2, p. 224-248, ago. 2004.

GUISASOLA, J.; MONTEIRO, A.; FERNÁNDEZ, M. La historia del concepto de fuerza electromotriz en circuitos eléctricos y la elección de indicadores de aprendizaje comprensivo. Revista Brasileira de Ensino de Física , v.30, n.1, p.1604-1-1604-8, mar. 2008.

LEITE, L. History of Science in Science Education: Development and Validation of a Checklist for Analysing the Historical Content of Science Textbooks. Science &amp; Education . Netherlands, v. 11, p. 333-359, 2002.

MARTINS, R. A. A maçã de Newton: história, lendas e tolices. In: SILVA, Cibelle Celestino (Org.). Estudos de história e filosofia das ciências : subsídios para aplicação no ensino. São Paulo: Livraria da Física, 2006. p.167-189

SILVA, B. V. C; MARTINS, A. F. P. Júri simulado: um uso da história e filosofia da ciência no ensino da óptica. Revista a Física na Escola , v. 10, n. 1, p. 17-20, maio 2009.

SILVA, C. C; MARTINS, R. de A. A história da ciência ajudando a desvendar algumas dificuldades conceituais no ensino do produto vetorial. In: ENCONTRO DE PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA, 8, 2002, São Paulo. Anais... São Paulo: SBF, 2002.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.