ATIVIDADES TEÓRICO/PRÁTICAS EM ENSINO DE FÍSICA III: CONSTITUINDO PESQUISA-FORMAÇÃO EM UMA COMUNIDADE DE INDAGAÇÃO
Willian Rubira, Valmir Heckler
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXII
- Ano
- 2017
- Data
- 25/01/2017
- Linha de pesquisa
- Formação De Professores E Prática Docente
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## ATIVIDADES TEÓRICO/PRÁTICAS EM ENSINO DE FÍSICA III: CONSTITUINDO PESQUISA-FORMAÇÃO EM UMA COMUNIDADE DE INDAGAÇÃO
## Willian Rubira da Silva , Valmir Heckler 1 2
- 1 Universidade Federal do Rio Grande - FURG, willianrus@gmail.com
## Resumo
O relato apresenta experiências vividas ao longo da disciplina de Atividades de Ensino de Física III, na licenciatura em Física da Universidade Federal do Rio Grande FURG. Essa escrita surge da proposta da pesquisa-formação desta disciplina de 90 horas aula do quadro curricular obrigatório na formação inicial docente, bem como a carga horária de 40 horas interligadas a prática de estágio curricular do curso que está associado a ela, como campo empírico que implica os pesquisadores na sua constituição e análise. Esse campo encontra-se registrado em anotações pessoais dos pesquisadores e em diferentes registros desenvolvidos nas interfaces do grupo fechado na rede social facebook. O objetivo central desta escrita é registrar uma metodologia de pesquisa e formação de professores como proposta inclusa na disciplina obrigatória do curso de Física - Licenciatura assim como compartilhar essas experiências constituídas em coletivo na sala de aula da universidade e da escola pública. Ressaltamos no relato distintos eventos externos, tais como mudanças nas diretrizes nacionais, a greve dos professores e estudantes da rede pública estadual e o surgimento de parceiros que inicialmente não haviam sido previstos e que estão fora dos limites de planejamento formado pela comunidade. Esses eventos marcam de forma singular a disciplina, tornando ela única e especial, a sua maneira, para seus membros.
Palavras-chave : Pesquisa-Formação, Indagação Dialógica, Atividades de Ensino de Física III.
## Introdução
A disciplina de atividades de ensino de Física III, ofertada durante o primeiro semestre de 2016 apresenta um esforço por parte da organização do curso de licenciatura em Física da Universidade Federal do Rio Grande - FURG de se ajustar aos parâmetros definidos na RESOLUÇÃO N°2 DE 1° DE JULHO DE 2015 (BRASIL, 2015). A resolução em questão define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Nesse aspecto, esse ajuste as diretrizes acontece ao incluir 40 horas de atividades práticas no contexto escolar, como estágio supervisionado à disciplina, definindo este último a partir do CNE/PC n°28/2001(BRASIL, 2002) como uma relação pedagógica entre alguém que já é um profissional reconhecido em um ambiente institucional de trabalho e um aluno estagiário.
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A disciplina em questão tradicionalmente é vista como um espaço de prática como componente curricular, ou seja, uma prática que produz algo no âmbito do ensino, de apoio ao processo formativo, visando abordar múltiplos modos de ser da atividade acadêmico-científica (BRASIL, 2002). Assim, ela busca aproximar os conteúdos de eletricidade e eletromagnetismo, abordados na disciplina de Física III, com práticas didático-pedagógicas relacionadas ao ensino de Física. Citamos como exemplo análise e produção de materiais instrucionais, relações das teorias de aprendizagem e das visões contemporâneas de ciência com a prática pedagógica, o papel da experimentação e da história das ciências entre outras (HECKLER, 2016). Para tanto, a disciplina objetivou desenvolver uma visão crítica sobre as diversas áreas de conhecimento relacionadas com o ensino de Física bem como mostrar a importância da apropriação acadêmica e profissional em torno das temáticas a serem desenvolvidas no contexto da sala de aula.
Destacamos como ponto importante para a ontogênese dessa disciplina o fato de ela ter sido escolhida pelo autor principal desta escrita, mestrando do Programa de Pós-Graduação de Ensino de Ciências (PPGEC) da FURG, como espaço para realizar o Estágio Docência, obrigatório no âmbito do programa de Pósgraduação. Dessa maneira, a disciplina contou com dois professores da Universidade, dos estudantes da licenciatura - assumidos como colegas professores - e dos professores da rede pública, colaborando de forma horizontal na proposição, execução e avaliação da mesma.
## A pesquisa-formação no ensino de eletricidade e eletromagnetismo
Assumimos a pesquisa-formação central na proposição da disciplina. Em uma aproximação inicial, assumimos esta como '[...] como epistemologia de pesquisa e da prática' (HECKLER, 2014, p. 124). Nesse sentido, compreendemos epistemologia como a reflexão ou estudo em torno das Ciências assim como do conhecimento humano como um todo; a pesquisa-formação busca significar como a pesquisa e a prática são construtoras de novos conhecimentos, promovendo a transformação social dos sujeitos envolvidos. Para isso, ela assume que o pesquisador não pode se desvincular do seu campo empírico, em que toda prática é perpassada por uma teoria e ambos dentro de um processo investigativo se transformam conjuntamente. Assim, assumimos de antemão esta disciplina como objeto de pesquisa que viria a ser construído no coletivo de professores em formação. Dessa maneira, objeto de estudo e pesquisadores estão imbricados com a metodologia de construção e análise do campo empírico.
O campo empírico em questão foi constituído de maneira colaborativa pelos membros da comunidade de indagação online constituída em grupo fechado do facebook, assumido como Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da disciplina (MATOS; FEREIRA, 2014). Neste, podemos encontrar diversos dispositivos de pesquisa que nos auxiliam a estruturar esse relato assim como em trabalhos futuros possibilitarão a construção de análises mais profundas sobre os mesmos. Dentre os dispositivos de pesquisa constituídos no coletivo e disponíveis no AVA registramos:
- · Chat da disciplina
- · Plano de atividades da disciplina com a ementa
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- · Links de artigos, textos sugeridos pelos membros
- · Notícias relacionadas ao tema
- · Imagens, figuras e vídeos com fins didáticos
- · Proposições de atividades
- · Disponibilização dos materiais construídos individualmente e no coletivo
- · Escritas reflexivas (em arquivos) da disciplina acompanhadas de contribuições.
Junto com a centralidade na pesquisa-formação, os dois professores buscaram constituir junto com os professores em formação uma comunidade de indagação online caracterizada por Heckler (2014) como uma comunidade de indagação dialógica (WELLS, 2001) apoiadas em recursos e interfaces dos dispositivos como computadores, notebook, tablet, smartphones via/na internet. Essa comunidade teve como objetivo compreender os aspectos teórico-práticos do ensino de eletricidade e eletromagnetismo na educação básica. Compreendemos que o enfoque central da proposta estava na forma de envolvimento de cada participante na comunidade, pois cada sujeito envolvido ativamente na construção coletiva de um objeto aperfeiçoável assume "[...] uma postura frente às experiências e ideias, uma predisposição de se interessar pelas coisas e tentar levantar perguntas, na busca de entender ao colaborar com os outros, na tentativa de encontrar as respostas" (WELLS, 2001, p. 136, grifo nosso). O objeto aperfeiçoável, neste coletivo, era a proposição/implantação de materiais das aulas, desenvolvidas por todos os participantes, os quais foram aperfeiçoados em coletivo.
Esta comunidade de indagação online conta com os encontros presenciais, geralmente duas vezes por semana de 2 horas e meia de duração, e com atividades não-presenciais registradas no AVA da disciplina. O grupo foi criado com o objetivo de ampliar as discussões de forma assíncrona e não presencial, possibilitar a construção coletiva de uma biblioteca composta de artigos e outros materiais didáticos, compartilhar e comentar os materiais produzidos individual e coletivamente pelo grupo, divulgação de informações pertinentes à disciplina entre outros.
Com relação à avaliação da disciplina, foi discutido no coletivo a necessidade de 40 horas de prática relacionadas ao estágio curricular. Para isso, o primeiro mês de encontros foi voltado à discussão de assuntos que atendessem a ementa da disciplina (HECKLER, 2016). Os alunos, então, buscariam escolas públicas em que pudessem realizar suas observações do ambiente escolar e praticar o estágio supervisionado. Como trabalho final cada aluno ficaria responsável por uma escrita, em forma de relato de experiência, que buscasse descrever e/ou narrar sobre o que lhe havia acontecido ao longo da disciplina, em especial relacionado ao estágio.
## Registros dos primeiros encontros
A disciplina foi planejada para ter dois momentos distintos: O início do semestre foi reservado para abordar conteúdos específicos do ensino de Física III. A medida que os alunos visitassem as escolas no intuito de organizar as diversas
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questões envolvendo o estágio curricular, iniciaria-se um segundo momento que reservaria menos tempo para encontros presenciais.
- O primeiro momento então inicia com a apresentação do plano de aula (HECKLER, 2016) para os alunos e a criação de um grupo secreto no facebook, assumido como AVA da disciplina. O grupo definiu em conjunto que a disciplina se daria simultânea e interconexa nos encontros presenciais e online , sendo liberado o acesso tanto ao AVA quanto a web em geral durante os encontros presenciais. Ao longo da primeira semana, no AVA, se inicia as discussões sobre o ensino dos conceitos básicos do eletromagnetismo através do texto de Lara et al. (2014). Neste período aconteceu também o Fórum das licenciaturas da FURG, evento esse que visava justamente debater questões práticas da resolução nº 2 (BRASIL, 2015) e que os estudantes foram liberados do encontro presencial para poder comparecerem ao mesmo.
Ao longo deste primeiro momento, variados temas foram trabalhados em conjunto com os estudantes. Dentre eles destacamos:
- · Conceitos básicos das teorias de aprendizagem
- · Experimentação através de imagens, vídeos e simuladores
- · Planejamento de aula a partir de artigos encontrados em periódicos de ensino de física e de livros didáticos
- · Utilização da vídeo-aula nas propostas de ensino
- · Conceitos de sequência investigativa para estudo de circuitos elétricos (TORNA, 2015)
- · Questões envolvendo a adivinhação e a previsão na experimentação.
Grifamos que todos os temas listados foram trabalhados de maneira teóricoprática dentro da comunidade. Os estudantes e professores planejaram e apresentaram diversas propostas para o grupo no intuito de que o objeto (a aula) fosse aperfeiçoado por todos, sendo não só os professores fazendo perguntas e sugestões, mas todos envolvidos como o processo de propor melhorias teóricas/práticas nas atividades dos demais colegas.
## Iniciando as atividades de estágio
Paralelamente com o primeiro momento, descrito acima, os estudante foram desafiados a encontrarem uma escola para realizar o estágio da disciplina. Não prevíamos que algumas escolas não estavam dispostas a aceitar estagiários no último ano do ensino médio, período normalmente reservado para o estudo da eletricidade e do eletromagnetismo, por alegarem preocupação quanto a preparação dos estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Esse fato, somado com a dificuldades de horários livres, em função da grade curricular de alguns estudantes da turma, atrasaram a ida de alguns dos participantes da disciplina para a escola.
Na busca de tentar resolver o problema, sugerimos que o estágio poderia ser realizado em duplas. Assim os estudantes poderiam ir juntos para a sala de aula
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ou se revezarem na turma, desde que de acordo com o professor supervisor na escola e que cada aluno alcançasse a carga horária mínima necessária.
Devido a situação particular de cada uma dos estudantes, alguns conduziram suas observações em sala de aula e iniciaram seu protagonismo como professores antes que outros. Esses alunos que já estavam realizando seu estágio supervisionados apresentavam sua proposta de aula primeiro para os colegas da disciplina de maneira que indagações, tanto sobre os conceitos físicos quanto à metodologia de ensino, e sugestões pudessem contribuir com a versão final do plano de aula - um objeto aperfeiçoável, então enviado para o professor supervisor.
Infelizmente, as atividades realizadas na escola terminaram precocemente devido à greve dos professores, motivada principalmente pelo constante parcelamento dos salários, mesmo não havendo um consenso entre todos os professores e o sindicato, e dos estudantes, cujo os motivos principais eram os projetos de lei n° 103\\2015 (RIO GRANDE DO SUL, 2015) e nº 44/2016 (RIO GRANDE DO SUL, 2016) que tramitavam na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul no sentido de iniciar uma privatização do ensino. Essa greve que surgiu foi diferente das demais em um aspecto chave: as escolas foram ocupadas pelos estudantes em apoio aos professores e também por suas próprias causas.
## O repensar do planejamento da disciplina
A greve dos professores e ocupação dos alunos impossibilitou que seguíssemos o planejamento original da disciplina. Assim, a comunidade precisou repensar a disciplina no intuito de cumprir o contato necessário com a sala de aula. Muitas opções foram levantadas pelos estudantes e professores, dentre elas o planejamento e filmagem de vídeo-aulas, a escrita de um blog pelos alunos, construção de material didático para ser aplicado em forma de oficina no projeto Novos Talentos da Física , atividades nas escolas ocupadas entre outras. 1
De maneira democrática, a comunidade optou por planejar e executar alguma atividade em parceria com os estudantes que ocupavam a Escola Estadual de Ensino Médio Silva Gama. Essa escola foi escolhida porque dois dos estudantes estavam realizando suas atividades nela e alguns alunos dos referidos estudantes compunham a liderança do grupo organizado que ocupava a escola.
Assim, assumimos de ajudar nesse movimento. Um dos estudantes do grupo, representando o coletivo, foi ao encontro dos estudantes da escola em busca de entender suas pautas e necessidades, de modo que pudéssemos pensar em como poderíamos contribuir. Ao observarmos que o grupo de estudantes estava envolvido em se preparar para o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), acertamos de produzir uma oficina, em forma de roda de debate, que teria sido inspirada em questões do ENEM de anos anteriores, focada na experimentação, nas dúvidas e nas contribuições da turma de presentes. Professores e estudantes cocriaram três distintas oficinas com os temas: Matriz energética no estado do rio grande do sul; Atividade experimental com o uso de fusíveis; Geração de energia apoiada no debate eco-sustentável.
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No entanto, por empasses sofridos pelo movimento na cobrança de seus direitos perante as autoridades estaduais em prédios públicos da capital, a oficina presencial acabou não acontecendo e tivemos que tomar o plano B do grupo, onde não foi imposta pelo professor, nem obtida por votação, mas sim individualmente, em que cada aluno decidiu qual maneira gostaria de realizar a última atividade. Apesar de livre, e por diferentes motivos, os estudantes optaram por produzir vídeoaulas baseadas nos temas definidos no movimento anterior. As vídeo-aulas foram produzidas em duplas e socializadas de maneira livre no youtube . A disciplina então 2 teve sua conclusão com a entrega individual do relato de experiência que, como já comentado, buscasse descrever e/ou narrar sobre o que lhe havia acontecido ao longo da disciplina, em especial relacionado ao estágio. Os relatos, além de poderoso recurso epistêmico e uma ferramenta de avaliação, proporcionam registros da perspectiva dos alunos sobre o planejamento e fatos ocorridos durante a disciplina.
## Considerações Finais
Enquanto professores responsáveis pela disciplina, compreendemos que a mesma representou um passo importante no curso de licenciatura em Física da FURG. Entre os motivos grifamos a adequação da disciplina para atender a demanda de estágio supervisionado na sala de aula, a constituição de um espaço de pesquisa-formação já no terceiro semestre da disciplina e a formação de uma comunidade de indagação online .
Através dessa disciplina notamos a dificuldade dos estudantes de encontrarem espaço para estágio no último ano do ensino médio, o que vai refletir na disciplina atividades de ensino de Física IV que possui objetivo semelhante à da disciplina aqui apresentada pautada nos temas da óptica e Física moderna. Por outro lado, tornou-se muito produtivo a discussão de teoria e prática no mesmo espaço; as experiências em aula eram planejadas a partir das mais diversas teorias e estudos do mesmo jeito que fomentavam um aprofundamento teórico para avançar nos temas, tanto conceituais na área da Física quanto didáticos e metodológicos.
Por último, conduzir a disciplina na forma de uma comunidade de indagação online se mostrou uma possibilidade interessante por diversos motivos como:
- · Possibilidade de se trabalhar teoria e prática de maneira horizontal entre estudantes e professores
- · Ampliação das interações entre estudantes-estudantes e estudantesprofessores, que aconteciam de maneira assíncrona e geograficamente distantes
- · Formação de um pequeno repositório com diferentes materiais didáticos para suporte ao ensino de eletricidade e eletromagnetismo formado por todos os membros
- · Constituição de registros das interações que possibilitam uma base para a pesquisa-formação.
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Observamos que as interações, escritas, materiais produzidos e disponibilizados no AVA do Facebook, constituem registros passíveis de futuras análises. Neste intuito, propomos a partir desta relato de experiência, desenvolver o aprofundamento do tema com auxílio da Análise Textual Discursiva (ATD) (MORAIS; GALIAZZI, 2007) com o propósito de compreender o que é isso que se mostra da pesquisa-formação de professores de Física em uma comunidade de indagação online no facebook.
## Referências
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Resolução n. 2, de 1º de julho de 2015. Diário Oficial da União, Brasília, 2 jul. de 2015. Seção 1, p. 8-12.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO - NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO. Do parecer Dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. PARECER CNE/CP 28/2001 8 de maio de 2001. Diário Oficial da União, Brasília, 18 de jan. de 2002. Seção 1, p. 31. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/028.pdf
BRASIL. Ministério da Educação / Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (MEC/ SASE). Planejando a Próxima Década Conhecendo as 20 Metas do Plano Nacional de Educação . 2014. Disponível em: http://pne.mec.gov.br/images/pdf/pne\_conhecendo\_20\_metas.pdf. Acesso em: agosto de 2016.
HECKLER, Valmir. EXPERIMENTAÇÃO EM CIÊNCIAS NA EAD: indagação online com os professores em AVA . 2014. 242 p. Tese (Doutorado em Educação em Ciências) - Programa de Pós Graduação em Educação em Ciências- Química da Vida e Saúde, Universidade Federal do Rio Grande - FURG, Rio Grande. 2014.
HECKLER, Valmir. Plano de Ensino: Disciplina de Atividades de Ensino De Física III. 2016. Disponível em:
https://lookaside.fbsbx.com/file/Plano\_Atividades\_Ensino\_F%C3%ADsicaIII.pdf?tok en=AWz1vb1VbTWADMqEdAca5zLAWSkQ6w53sL1GUcxfUFAJsI-7iRcZDxaNdTOXbAjQt27GjTB2UEpRrbzQNMqkKA447UXkDQM\_Z9NyfDttYocdo6 bSsc55LqnXqxQTwtygWItAugo7bcEzmg\_CShKM9r9u
LARA, Adroaldo Carpes de; ARAUJO, Ives Solano; SILVEIRA, Fernando Lang da. Ensino de conceitos básicos de eletricidade através da análise do consumo de energia elétrica na escola. Porto Alegre: UFRGS, Instituto de Física, 2014.
MATOS, Elizete Lúcia Moreira; FERREIRA, Jacques de Lima. A utilização da rede social Facebook no processo de ensino e aprendizagem na
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<http://proweb.procergs.com.br/temp/PL\_103\_2015\_15082016231100\_int.pdf?15/0 8/2016%2023:11:01>. Acesso em: 15 ago. 2016. Texto Original.
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MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria do Carmo. Análise textual discursiva . Ijuí: Unijuí, 2011.
TORMA, E. S. Sequência Investigativa em Circuitos Elétricos no Ensino Médio . Dissertação (mestrado em ensino de física) - Programa de Pós-Graduação Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física (MNPEF), Instituto de Matemática, Estatística e Física (IMEF), Fundação Universidade do Rio Grande (FURG), Rio Grande, 2016.
WELLS, Gordon. Indagación Dialógica : hacia una teoría y una práctica socioculturales de la educación. Buenos Aires: Paidós, 2001.
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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.