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A PRODUÇÃO DE VÍDEO DE CURTA DURAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE FÍSICA

Gabriela Silva Pinto, Glauco S. F. Da Silva

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
Ensino E Aprendizagem Em Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## A PRODUÇÃO DE VÍDEO DE CURTA DURAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE FÍSICA

Gabriela Silva Pinto , Glauco S. F. da Silva 1 2

- 1 Núcleo de Pesquisa e Atividades em Ensino de Física (NAPEF)-CEFET/RJ - Campus Petrópolis, gabi263@gmail.com
- 2 Núcleo de Pesquisa e Atividades em Ensino de Física (NAPEF)-CEFET/RJ - Campus Petrópolis, glauco.silva@cefet-rj.br

## Resumo

Muito se tem discutido a respeito do uso de tecnologias em sala de aula e uma proposta que merece destaque é o trabalho com a produção de vídeo. O uso das novas tecnologias da informação e comunicação (TICs) pode ser inserido no ambiente escolar criando uma nova expectativa comparada ao modelo tradicional de ensino. O vídeo tem um potencial pedagógico que pode ser explorado pelo professor de maneira alternativa e com caráter inovador. Dessa forma, este artigo é parte do trabalho de conclusão de curso graduação da licenciatura em Física de uma universidade federal na cidade de Petrópolis, interior do estado do Rio de Janeiro. O nosso objetivo é apresentar as nossas considerações sobre uma experiência didática usando a produção de vídeos de alunos do Ensino Fundamental como recurso didático para o ensino e aprendizado de conceitos de eletricidade. A proposta da produção de vídeo foi feita em um colégio da Rede Particular de Petrópolis. O colégio oferece a disciplina Física nas séries do Ensino Fundamental segundo segmento. A disciplina Ciências é dividida em Química, Física e Biologia. A professora, que é uma das autoras deste trabalho, também era a pesquisadora, isto é, seu trabalho de conclusão de curso é relacionado com o uso dos vídeos. Os dados foram coletados durante as aulas de Física que ela ministra na escola. Foram produzidos seis vídeos com duração máxima de 15 minutos, tratando de forma diversificada o tema da eletricidade. Destacamos entre outros, o entusiasmo dos alunos, a organização da maioria do grupo e a criatividade para o desenvolvimento da atividade. Esse engajamento dos alunos para fazer tarefas mostra como a produção de vídeos pelos alunos pode proporcionar uma relação entre o aluno e o "dever de casa" diferente do que uma tarefa convencional de exercícios de Física.

Palavras-chave : Vídeo; Ensino de Física; TICs,

## Introdução

Pensar em educação requer uma reflexão crítica sobre ensinar e aprender. É importante que o professor esteja sempre se atualizando conforme o mundo moderno. A escola também não pode ficar distante das mudanças ocorridas por conta do avanço tecnológico. O ensino de Física, por exemplo, deveria estimular os alunos a curiosidade e a interpretação dos fenômenos físicos. Porém, muitas escolas trabalham esse conteúdo através de resolução de fórmulas, trazendo uma ênfase matemática ao conteúdo. Nessa perspectiva, elaborar uma proposta de ensino que se torne atrativa aos alunos, torna-se uma tarefa desafiadora para o trabalho docente.

- A tecnologia possibilita uma renovação no processo de ensino aprendizagem. As Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) permitem um amplo trabalho utilizando uma nova linguagem que faz parte do cotidiano dos

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23 a 27 de janeiro de 2017

alunos. Esse envolvimento com a vida dos alunos pode tornar as TIC produtoras de ação pedagógica. Segundo Martinho e Pombo (2009), "as TIC podem construir um elemento valorizador das práticas pedagógicas, já que acrescentam, em termos de acesso à informação, flexibilidade, diversidade de suportes no seu tratamento e apresentação" (p. 528).

- O uso das TIC, mais especificamente o audiovisual, pelo fato de não ser considerado um método 'convencional' de ensino, altera a rotina da aula, permitindo diversificar as atividades a serem realizadas, sendo utilizado como motivador da aprendizagem (ARROIO E GIORDAN, 2006). Em contra partida, deve-se ter o cuidado do uso do audiovisual não substituir a aula, apenas ser instrumento de apoio com o objetivo de integrar um novo recurso à aula.

Uma alternativa utilizada como proposta pedagógica associada às novas tecnologias é o uso dos vídeos como ferramenta auxiliadora no processo de ensino aprendizagem. O artigo de Moran (1995) defende a idéia de que o "uso de vídeos aproxima a sala de aula do cotidiano", ressaltando que a

linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes e perspectivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica " (p.1).

Moran (1995) ainda indica algumas formas do uso do: sensibilização, ilustração, simulação, como conteúdo de ensino, produção, avaliação, entre outras. Dessa forma, a produção de vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica e integra linguagens.

Especificamente, o uso de vídeos como instrumento de didático para o ensino e aprendizado de Física tem sido cada vez mais frequente. Nesse contexto, Pereira et al (2011) indicam dois pelo menos dois tipos o uso dos vídeos em sala de aula: como exibição e como produção. O primeiro tem como objetivo mais geral apresentação de um filme ou documentário para ilustração de algum fenômeno. O outro é quando os alunos produzem vídeos, em geral de curta duração, sobre algum tema do conteúdo abordado em sala de aula ou de laboratório.

Assim, o nosso artigo tem por objetivo apresentar a experiência de um trabalho realizado com alunos do ensino fundamental, utilizando os recursos audiovisuais como ferramenta auxiliadora. A proposta do trabalho consistiu na produção de vídeos caseiros realizados pelos próprios alunos como recurso didático no processo de ensino aprendizagem em física, mais especificadamente, em eletricidade.

## O uso dos vídeos

Mais recentemente, o uso de vídeos na perspectiva da produção dos alunos tem ganhado destaque no Ensino Ciências. O trabalho de Rezende e Bastos (2015) apresenta-se como um exemplo. Os autores realizaram em um estudo da produção e da recepção de um vídeo elaborado por alunos de Licenciatura em Biologia de uma universidade pública do Estado do Rio de Janeiro. Os licenciandos tinham como proposta desenvolver o tema 'Corpo humano e suas defesas: atitudes para uma vida saudável' com alunos do ensino médio para que produzissem vídeos como complemento ao ensino das aulas de biologia. Após todos os vídeos produzidos e exibidos, a turma escolheu um vídeo para participar do estudo de

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recepção. Foi sugerido aos alunos que escolhessem o vídeo que mais se adequava aos objetivos propostos. Os autores do vídeo selecionado foram entrevistados com o objetivo de averiguar como haviam pensado na estruturação do vídeo. Nota-se a defesa da ideia de que para entender que elementos afetam e condicionam o processo educacional mediado pelo audiovisual julga ser necessário saber mais sobre como o aluno é construído e se constrói como espectador de obras audiovisuais em sala de aula e como faz inferências sobre o que lhe é exibido, tendo por base a cultura e as experiências socioculturais em que está imerso.

O trabalho de Arroio e Giordan (2006) também merece destaque. Os autores defendem que o recurso audiovisual tem um potencial pedagógico e defendem que a força da linguagem audiovisual está no fato de que esta consegue dizer muito mais do que captamos e encontra dentro de nós uma repercussão em imagens básicas, centrais, simbólicas, arquetípicas, com as quais nos identificamos, ou que se relacionam conosco de alguma forma.

Marinovic (2012) defende a ideia da produção de vídeo pelos próprios alunos para melhorar o aprendizado dos conceitos trabalhados em sala de aula. Os alunos foram instruídos a elaborar um roteiro, making off e incentivados a desenvolver atividades investigativas para a produção de um vídeo. Trabalhar com a produção de vídeo possibilitou o engajamento dos alunos e uma avaliação do conhecimento de forma alternativa à de trabalhos escritos ou outros registros. Como avaliação, foi solicitado o depoimento espontâneo dos alunos. Os seus resultados foram positivos, pois motivou a pesquisa e o trabalho em grupo, ao mesmo tempo em que evidenciou a participação e o interesse de outros alunos.

## Metodologia

Na perspectiva do uso de vídeos como instrumentos didáticos, o nosso trabalho se aproxima dos trabalhos citados, já que o nosso objetivo é apresentar a produção de vídeos de curta duração sobre eletricidade produzida por alunos do Ensino Fundamental II, de uma escola particular da cidade de Petrópolis.

A proposta da elaboração da produção de vídeo foi feita em um colégio da rede particular de Petrópolis durante as aulas de Física para alunos das séries do segundo segmento do Ensino Fundamental (sexto ao nono ano). A disciplina de Física é parte do conteúdo de ciências junto com Química e Biologia. Dessa forma, a escola optou por oferecer as três disciplinas para todas as séries desse segmento do Ensino Fundamental.

A professora, que é uma das autoras deste trabalho, também era a pesquisadora, isto é, seu trabalho de conclusão de curso é relacionado com o uso dos vídeos como instrumento didático para o ensino e aprendizado da Física. Portanto, os dados foram coletados durante as próprias aulas de Física que ela ministra na escola.

Portanto, a pesquisa tem uma abordagem qualitativa, seguindo alguns princípios definidos por Lüdke e Andre (1986): o ambiente sociocultural é fonte direta dos dados e a pesquisadora instrumento principal; os dados têm uma característica mais descritiva; ênfase maior no processo do que no produto. Ressalta-se também outra característica importante deste trabalho, a professora como pesquisadora, uma vez que, de acordo como Moreira (1988), ela "esteja em melhor posição para coletar

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dados e investigar situações de ensino e aprendizagem em sala de aula" (p.44). O mesmo autor ainda afirma:

Cada dia, em cada aula, eventos de ensino, aprendizagem, avaliação,currículo e contexto¹ acontecem na frente do professor. Para pesquisar em ensino, o que ele precisa fazer é selecionar o tipo de evento a observar (naturalmente, esta seleção é influenciada por sua bagagem teórico-conceitual) e quais os mecanismos mais adequados e factíveis para registrar essas observações (ibid).

Por outro lado, Villani, Freitas e Rosa (2009), ao discutirem sobre a questão do professor pesquisador, apontam como uma situação favorável para este tipo de pesquisa a participação dos professores em cursos de pós-graduação. Entendemos que essa situação pode ser estendida aos trabalhos de conclusão de curso de graduação, dado que guardam algumas semelhanças com dissertações e teses. Assim, o nosso trabalho leva em consideração a perspectiva do professor pesquisador para construção do desenho de pesquisa. As etapas do processo são dividas como mostramos a seguir:

- 1. Apresentação da proposta
- 2. Divisão dos grupos
- 3. Acompanhamento dos grupos
- 4. Entrega dos vídeos e relatos dos alunos sobre o processo dos vídeos

## A apresentação da proposta

As turmas do ensino fundamental são compostas por poucos alunos, dessa forma o trabalho foi realizado com alunos de séries distintas. Em uma aula de cinqüenta minutos, a professora apresentou a proposta de um trabalho que faria parte da composição da avaliação dos alunos. Esse trabalho consistia na produção de um vídeo sobre o tema eletricidade. Durante a aula, a professora explicou que a produção do vídeo seria toda orientada por dois roteiros que seriam entregues em aulas posteriores.

## Divisão dos grupos

Os alunos foram divididos em grupos, totalizando 6 grupos. O critério para a divisão do trabalho foi devido a afinidades. É possível observar a organização dos grupos observando o quadro 01.

Quadro 01: Divisão dos alunos por grupo de trabalho

O terceiro bimestre havia se iniciado e a proposta curricular era Eletricidade. A proposta era que os alunos de 6º ano até o 9º ano produzissem um vídeo com algum vínculo ao tema eletricidade.

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Foram definidos alguns critérios para a elaboração do trabalho, como duração, organização e criatividade. Os critérios se encontravam em um roteiro que foi entregue previamente aos alunos. O vídeo poderia ter de 5 a 8 minutos e deveria ser produzido, editado. Essa proposta de trabalho faria parte da avaliação do bimestre.

Durante a aula que a professora apresentou a proposta, os alunos foram organizando seus grupos por afinidade. Os alunos já foram se posicionando dentro da sala com os grupos definidos. Depois da proposta apresentada, o tempo para a elaboração do trabalho foi de duas semanas.

## Acompanhamento dos grupos

Como parte do trabalho, em um segundo encontro, a professora entregou aos alunos na aula seguinte um roteiro, o qual servia de orientação quanto à produção. Esse roteiro apareceu com o objetivo de simplificar o trabalho, orientar e servir de consulta caso surgisse alguma dúvida durante a elaboração. São exemplos desses quesitos: edição do vídeo, qualidade do som, qualidade da imagem, cuidados com o local de filmagem, roteiro de pesquisa. A professora se colocou a disposição dos alunos para que se houvesse alguma dúvida, era só entrar em contato durante a semana na escola. Dessa forma possibilitou que muitos alunos fossem consultar a professora para esclarecer dúvidas quanto a produção do vídeo.

## Discussão sobre os vídeos recebidos

A elaboração dos vídeos foi proposta para que os alunos pudessem trabalhar de maneira mais estimulante e usassem a sua criatividade no processo de aprendizagem utilizando o audiovisual. A aula que foi destinada a receber os vídeos produzidos foi bastante interessante, porque os alunos entregaram os seus vídeos com bastante entusiasmo e ansiedade para que a professora os assistisse.

Abaixo segue um quadro que mostra um pouco dos vídeos recebidos.

Quadro 2: Relação de vídeos recebidos, duração e descrição.

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Dentre os trabalhos recebidos, vale destacar o do grupo 3. Formado por 4 meninas, é caracterizado por um programa jornalístico com entrevistas externas. O grupo teve toda a sua estruturação conciliada com os roteiros fornecidos. As alunas tiveram o cuidado de elaborar o vídeo semelhante à um programa jornalístico. As alunas usaram a criatividade ao incluir em seu vídeo as pausas para as propagandas comerciais.

Abaixo segue uma imagem que mostra algumas capturas de telas referentes ao vídeo produzido pelo grupo 3.

Figura 01: Apresentação cronológica do vídeo produzido.

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Percebe-se que houve uma interação entre as alunas de maneira interessante. O grupo se organizou seguindo o roteiro, o que acarretou na geração de um trabalho organizado.

Retomando a Figura 1 é possível ver que o vídeo se inicia com o nome Física News e em seguida aparece a apresentadora iniciando ao programa. Na sequência, figura2, a apresentadora relata algumas dúvidas conceituais sobre fenômenos do cotidiano, como a possibilidade de um raio cair duas vezes no mesmo lugar. Já na figura 3, aparece outra aluna fazendo uma tomada externa para fazer uma entrevista e saber o conhecimento prévio da população com relação aos

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raios. Após as entrevistas, figura 4, o programa retorna ao estúdio na qual a apresentadora convida uma cientista para explicar como que funciona esse fenômeno. O vídeo finaliza com um comercial e erros de gravação, figuras 5 e 6.

Através da organização do trabalho apresentado, percebe-se que houve um estudo e um cuidado na hora da seleção dos conteúdos abordados no vídeo.

## Considerações Finais

A forma como foi trabalhada a autonomia de elaboração do vídeo permitiu aos alunos selecionar os conteúdos da maneira como eles julgam mais atraente. Apesar de ter sido mostrado vários gêneros de programas de TV, a maioria dos grupos fez jornalístico e com um pouco de humor.

Os roteiros de execução do trabalho não só tinham orientações, mas também espaços para os alunos escreverem de forma crítica como foi o resultado do seu trabalho. Esse campo estimulou o pensamento crítico dos alunos. A maioria dos grupos respondeu com sinceridade, apontando falhas técnicas, problemas com a qualidade do som, imagens.

Vale destacar que as turmas vinham fazendo um estudo sobre eletricidade, mais especificamente, a parte experimental de circuitos elétricos e os trabalhos apresentados tiveram como tema outros aspectos da eletricidade. É possível entender então que os alunos buscaram conhecer outros assuntos em vez de seguir exatamente o conteúdo que estavam tendo em suas aulas. Percebe-se que houve uma expansão de suas idéias por outros assuntos que eles definiram como interessantes. Talvez fosse mais fácil fazer um trabalho dentro do que eles estavam estudando, mas os alunos fizeram questão de buscar outros temas, como os raios, relâmpagos, choque elétrico. Assim, pode-se apontar uma característica interessante que é a busca pelo novo.

Abaixo, segue a transcrição da fala de um aluno do sétimo ano quando perguntado sobre a sua opinião a respeito da proposta da atividade realizada:

Aluno AA: Vale a pena repetir porque ficou fácil e simples. Aprendi como me prevenir de raio e mostrar um circuito elétrico .

Outra aluna do sexto ano ainda disse:

Aluna IS: Dá para aprender, porque isto é um vídeo sobre a matéria que você está aprendendo na sala e poderá desenvolver mais com esse vídeo.

Esses resultados apontam que o uso de vídeos no ambiente escolar é uma atividade que coloca o aluno como o sujeito ativo no processo de construção do seu conhecimento.

## Referências

ARROIO, A.; GIORDAN, M. O vídeo educativo: aspectos da organização do ensino. Química Nova na Escola , n.24, p.8-11, 2006.

LÜDKE, M. E ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação : abordagens qualitativas. Temas básicos da educação e ensino. São Paulo-SP: EPU, 1986.

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MORAN, J. M., O vídeo na sala de aula. Revista Comunicação &amp; Educação . São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995. Disponível em: http://extensao.fecap.br/artigoteca/Art\_015.pdf Acesso: 18/10/2016

MARINOVIC, J. A. Produção de vídeos caseiros pelos próprios alunos como estratégia para melhorar a aprendizagem dos conceitos abordados nas aulas regulares de Física no Ensino Médio e com ênfase no registro das atividades propostas . 89f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências Exatas). UFSCar. 2012.

MARTINHO, T. e POMBO, L. Potencialidades das TIC no ensino de Ciências Naturais - um estudo de caso. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias , vol.8, n. 02, p.527-538, 2009.

MOREIRA, M. A. O professor-pesquisador como instrumento de melhoria do ensino de ciências. Em Aberto , v. 7, n. 40, p.43-54, 1988.

PEREIRA, M. V. et al. Demonstrações experimentais de Física em formato audiovisual produzidas por alunos do ensino médio. Cad. Bras. Ens. Fís , v.28, n.3, p. 676-692, 2011.

REZENDE, L. A. C e BASTOS, G. B.; Produção de vídeo Educativo por licenciandos: um estudo sobre recepção fílmica e modos de leitura. Revista Ensaio . v.17, n.1, p.39-58, 2015.

VILLANI, A. FREITAS, D. BRASILIS, R. Professor pesquisador: o caso Rosa. Ciência &amp; Educação , v. 15, n. 3, p. 479-496, 2009.

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