Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

A NECESSIDADE DE METODOLOGIAS INCLUSIVAS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DE FÍSICA AOS DISCENTES COM DEFICIÊNCIA VISUAL

Willdson Robson Silva Do Nascimento¹, , Thelma Helena Costa Chahini², , Antônio Pinto Neto³

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
Ensino E Aprendizagem Em Física
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2017

Texto completo

## A NECESSIDADE DE METODOLOGIAS INCLUSIVAS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DE FÍSICA AOS DISCENTES COM DEFICIÊNCIA VISUAL

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Willdson Robson Silva do Nascimento¹; Thelma Helena Costa Chahini²; Antônio Pinto Neto³

Mestrando em Educação para a Ciência; Pós-Doutora em Educação Especial; Dr em Física

- ¹ Universidade Federal do Maranhão,willdsonrobson@hotmail.com ;
- ² Universidade Federal do Maranhão,thelmachahini@hotmail.com;
- ³ Universidade Federal do Maranhão, apintoneto13@gmail.com

## Resumo

A inclusão em sala de aula tem-se configurado como um desafio constante. Os casos de inclusão aumentam a cada dia e com isso, os conceitos de inclusão, em leis e documentos públicos vêm procurando garantir o acesso e permanência dos alunos nas instituições de ensino. Nesse contexto, este estudo teve por objetivo geral investigar o processo ensino- aprendizagem de alunos com deficiência visual em relação aos conceitos básicos de Mecânica associados aos temas: Repouso, Movimento e Trajetória. Realizou-se uma pesquisa exploratória, descritiva em 03 escolas públicas de São Luís/MA, com 07 discentes com deficiência visual (05 cegos e 02 com baixa visão). Os dados foram coletados por meio de aplicação de uma verificação de aprendizagem, contendo 19 questões. Os resultados demonstram que devido às aulas de Física privilegiarem bastante o aspecto visual, bem como as metodologias adotadas pelos docentes não contemplarem as necessidades educacionais específicas dos alunos com deficiência visual, o aprendizado desses encontra- se abaixo do esperado em comparação com os dos alunos sem deficiência visual. Enfatiza- se a necessidade de mudança do ensino exclusivamente visual para um ensino multissensorial que explore outras percepções, principalmente, aquelas decorrentes das sensações táteis e auditivas.

Palavras-chave: Ensino-aprendizagem de Física. Deficiência visual. Inclusão

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Trabalho derivado de Pesquisa de Graduação em Licenciatura em Física pela UFMA .

23 a 27 de janeiro de 2017

## 1 Introdução

A Mecânica é a parte que dá início ao estudo da Física nos ensinos fundamental e médio. O seu estudo possibilita a compreensão dos movimentos, as causas dos movimentos, a interação dos corpos, bem como entender conceitos como o de pressão, trabalho de uma força, movimento de corpos celestes, etc., conhecimentos, esses, primordiais para os anos subsequentes.

O estudo do movimento possibilita aos alunos com ou sem deficiência visual perceberem o espaço em que vivem e atuam diariamente. Compreender o movimento por meio dos conceitos físicos é desenvolver a orientação e mobilidade da pessoa com deficiência visual dando-lhes condições de usufruir e exercer o direito de ir e vir com independência.

De acordo com Sassaki (1999), a inclusão educacional é um processo por meio do qual as instituições de ensino se adequam para poderem incluir, em seus espaços, pessoas com deficiências e, paralelo a isto, essas se preparam para reconhecer seus direitos e deveres nestes ambientes.

Nesse contexto, Carvalho e Monte (1995) em relação à ponderação apresentada, enfatizam que para incluir alunos com deficiência no ambiente social da sala de aula, as práticas educacionais devem ser alteradas no sentido da valorização da heterogeneidade humana, o que acarreta no acolhimento individual de todos os alunos de acordo com suas condições específicas.

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (BRASIL, 2015), no capítulo IV, Art. 28 - V, assegura a adoção de medidas individualizadas e coletivas em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social dos estudantes com deficiência, favorecendo o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem em instituições de ensino.

Em outras palavras, uma inclusão escolar responsável e preocupada com os estudantes, implica na aceitação de todos os alunos, independentemente de condições sensoriais, cognitivas, físicas, e requer, principalmente, sistemas educacionais organizados que ofereçam respostas adequadas às diversas características e necessidades dos alunos (CARVALHO, 1994). A esse respeito, Omote (2006) pontua que a grande dificuldade reside na transformação dessa intenção em realidade.

Ainda de acordo com o assunto abordado por Omote (2006) o professor precisa estar preparado para aprender a lidar com essa diversidade mediante o uso criativo de diferentes estratégias de ensino para conseguir os mesmos objetivos com todos os alunos. Tomando consciência de que a partir de eventuais dificuldades que possam surgir nessa situação, precisam ser construídas alternativas de solução pedagógica. Para ele não há nenhuma sombra de dúvida de que os alunos precisam receber ensino de qualidade em contextos de ensino comum. Sendo primordial para que isso aconteça, toda a equipe escolar precisa estar qualificada (OMOTE, 2006).

Diante do contexto, questiona-se: como vem ocorrendo o processo ensinoaprendizagem de Física aos alunos com deficiência visual em relação aos conceitos básicos de Mecânica associados aos temas: Repouso, Movimento e Trajetória?

Para dar conta de responder ao problema levantado, elencou-se como objetivo geral investigar como vem ocorrendo o processo ensino-aprendizagem de

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Física aos alunos com deficiência visual em relação aos conceitos básicos de Mecânica associados aos temas: Repouso, Movimento e Trajetória.

## 2 Método

Desenvolveu-se uma pesquisa exploratória, descritiva, pois de acordo com Gil (2008) esse tipo de pesquisa é apropriado nos casos pouco conhecidos e/ou pouco explorados, bem como possibilita descrever o fenômeno pesquisado.

No total foram 07 alunos com deficiência visual (05 cegos e 02 com baixavisão). Sendo 03 alunos do sexo masculino e 04 do sexo feminino. Dentre esses, 01 cursava o 9º ano do Ensino Fundamental, 03 cursavam o 1º ano do Ensino Médio e 03 alunos cursavam o 3º ano do Ensino Médio. Faixas etárias 16 a 34 anos. Desta forma foram impressos questionários em braile para os alunos com deficiência visual e fonte aumentada em letra 21 para os alunos com baixa visão. O questionário foi elaborado e apresentado aos técnicos do Núcleo de Acessibilidade da Universidade Federal do Maranhão para que fosse avaliada a adequação da linguagem utilizada e, posteriormente, sua transcrição para o Braille.

Os dados foram coletados em três escolas públicas municipais de São Luís (MA), por meio de aplicação de uma verificação de aprendizagem, contendo 19 questões a serem respondidas em relação aos conhecimentos teórico-práticos sobre Repouso, Movimento Horizontal, Queda Livre e Trajetória, assuntos esses, abordados durante o processo ensino-aprendizagem de Física.

## 3 Resultados e Discussão

A seguir, apresentam-se os resultados das 19 questões, entregues em Braille aos alunos cegos e ampliadas para fonte 22, aos alunos com baixa visão.

Nas três questões envolvendo conhecimentos teórico-práticos sobre Repouso , 95% dos participantes não deram respostas corretas. Conforme verificase na Figura 1:

Figura 1: Desempenho dos alunos com deficiência visual sobre repouso

<!-- image -->

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Nesse contexto, por exemplo quando questionados sobre o que faz com , que um livro permaneça em repouso sobre a mesa, temos como respostas dos alunos:

Aluno G: 'Por conta do peso do livro, volume'.

Aluno B

: 'Colocando em cima'.

Aluno F: ' O referencial'.

Nas 06 questões sobre Movimento Horizontal , 26% dos participantes obtiveram êxito, 33% deram respostas parcialmente corretas e 41% não acertaram as questões. Conforme apresenta-se na Figura 2.

Figura 2: Desempenho dos alunos com deficiência visual sobre o movimento horizontal

<!-- image -->

Sobre o tema, os alunos foram questionados a respeito da seguinte situação: Com as mãos, aplica-se ao objeto sobre a mesa, uma força paralela ao plano da mesa: o que acontece quando não há mais contato entre a mão e o objeto?

Nos trechos abaixo, tem-se exemplos de descrições feitas pelos alunos:

Aluno A : 'Uma coisa fica livre da outra'.

Aluno G: 'Permanece parado'.

Aluno B : 'A pessoa não está tendo mais o contato com o objeto quando a mão solta o objeto'.

Dentre as 06 questões sobre Queda Livre , 29% dos participantes deram respostas corretas, 43% deram respostas parcialmente corretas e 28% não acertaram as questões. A Figura 3 exemplifica os resultados:

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Figura 3:Desempenho dos alunos com deficiência visual sobre Queda dos Corpos

<!-- image -->

Diante do tema abordado, fez-se a seguinte pergunta: Você tem em suas mãos um objeto. O que acontecerá se você soltá-lo? Por quê? E se você jogá-lo para cima?

Trechos retirados dos questionários:

Aluno F: 'Vai cair. Por causa da gravidade. Ele vai para cima e cai de

novo'.

Aluno A: 'Cairá. Por conta da gravidade que puxa. Vai cair'.

Aluno G: 'Cair. Por conta da força da gravidade. Ele também vai cair, porque ele vem mais rápido, ele desce mais por conta do peso'.

Nas questões sobre Trajetória , 21% acertaram em suas respostas, 14% deram respostas parcialmente certas e 65% erraram em suas respostas. Conforme a Figura 4 a seguir:

Figura 4:Desempenho dos alunos com deficiência visual sobre Trajetória

<!-- image -->

Abordando esse tema, fez-se a seguinte pergunta: Considere um cano d'água reto colocado sobre uma mesa horizontal. Coloca-se dentro do tubo uma bolinha de gude, de modo que a mesma possa se mover livremente. Você empurra a bolinha. Qual será o caminho percorrido por ela após abandonar o tubo?

Trechos retirados dos questionários:

Aluno F: 'A trajetória continuara a mesma'.

Aluno G: 'Vai parar. Torto, vai dobrar um pouco'.

Aluno A: 'Percorrerá até cair no chão'.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

No geral, houve 23% de acertos, 31% acertaram parcialmente e 46% erraram em suas respostas.

Os dados apontam que a maioria dos alunos com deficiência visual está tendo dificuldade no aprendizado de Física, o que se pode questionar se o fato não decorre do processo de ensino, isto é, se os saberes e/ou práticas docentes, na maioria das vezes, encontra-se inacessível aos alunos com necessidades educacionais específicas.

De acordo com a análise dos dados, no grupo dos alunos com deficiência visual constatou-se que das 133 respostas obtidas (7 alunos x 19 questões) tem-se: Certas: 23%;Parcialmente Certas: 31%; Erradas/Não sei: 46% já no grupo dos alunos sem deficiência visual constatou-se que das 361 respostas obtidas (19 alunos x 19 questões) tem-se: Certas: 53%;Parcialmente Certas: 29%;Erradas / Não sei: 18%

Diante dos fatos, cita-se Camargo (2012) ao enfatizar que a busca por uma didática inclusiva deve visar a superação de modelos pedagógicos tradicionais, bem como uma educação de boa qualidade a todos os discentes, com e sem deficiência. Ainda de acordo com o autor, incluir alunos com deficiência visual nas aulas de Física, implica reconhecer suas necessidades educacionais específicas e buscar contemplá-las com práticas pedagógicas inclusivas.

Para Rodrigues apud Camargo (2012), na perspectiva da inclusão não deve existir exclusão educacional devido as diferenças individuais. E novas abordagens pedagógicas devem permitir a participação efetiva de todos os alunos no processo ensino-aprendizagem.

No contexto, Camargo alerta para o fato de, na maioria das vezes, as aulas serem unicamente expositivas, pois quando os códigos auditivos encontram-se apenas associados aos visuais, esses são desprovidos de significados aos alunos com deficiência visual, principalmente, aos cegos. Tornando-os na condição de estrangeiro, pois segundo o autor isso ocorre quando 'a presença de discente com deficiência visual em sala de aula onde a veiculação de informações se dá por meio de linguagens de estrutura empírica audiovisual interdependente' (CAMARGO, 2012, p. 259).

Sendo assim, Camargo sinaliza que o processo ensino-aprendizagem de Física representa para os discentes cegos e aos com baixa visão uma grande barreira a ser superada. E a maioria dos docentes não sabe como lidar com essa situação.

## 4 Conclusão

Como verificado, os resultados sinalizam que, em virtude das aulas, na maioria das vezes, privilegiarem apenas os aspectos visuais das informações, a maioria dos alunos com deficiência visual têm apresentado baixo rendimento no aprendizado de Física, ao ser comparado com os índices apresentados pelos alunos sem deficiência visual. Uma das possíveis alternativas para reverter esse quadro será aprofundar mudanças metodológicas no ensino, tornando-a mais inclusiva. Experimentos que utilizem os outros sentidos, que não o visual, devem ser trabalhados. Portanto, é preciso reconhecer que a natureza se mostra ao homem de maneira multissensorial (visão, audição, tato etc.) , assim, a participação de todas as

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

percepções ou sentidos no ensino e aprendizagem de física é o reconhecimento da ontologia das características pertencentes aos fenômenos naturais .

A distorção idade-série evidencia as dificuldades enfrentadas por esses alunos em relação aos conhecimentos socializados nas instituições de ensino. Com base na pesquisa realizada, confirma-se que dos 5 alunos cegos entrevistados, apenas dois estavam com idade e série correta, dos dois alunos com baixa visão, apenas um estava na série coerente com sua idade. Esse resultado mostra que mais de 50% dos alunos com deficiência visual encontravam-se em atraso escolar. Nesse sentido, Desta forma, políticas públicas voltadas ao incentivo da inserção nas escolas de crianças com deficiência na idade correta, devem ser incluídas no Pacto Nacionais pela Alfabetização na Idade Certa.

As escolas pesquisadas não dispõem de estrutura pedagógica adequada ao atendimento educacional especializado de alunos com deficiência visual, bem como seus docentes não se encontram qualificados para o processo ensino-aprendizagem de Física de alunos com deficiência visual.

Finaliza-se enfatizado a urgência de uma formação continuada, eficaz, em relação aos princípios da inclusão, visando a superação de práticas pedagógicas excludentes e/ou negligentes quanto aos direitos de cidadãos das pessoas com deficiência visual à uma educação de boa qualidade.

## Referências

BRASIL. Estatuto da pessoa com deficiência. Lei Brasileira de Inclusão . Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015. Brasília DF, 2015.

CAMARGO, Eder Pires. Saberes docentes para a inclusão do aluno com deficiência visual em aulas de Física . São Paulo: editora UNESP, 2012.

CARVALHO, E. N. S. Escola Integradora : uma alternativa para a integração escolar do aluno com necessidades educativas especiais. In: SORIANO, E. M. L. A. Tendências e desafios da educação especial. Brasília: MEC, 1994.

CARVALHO, E. N. S.; MONTE, F. R. F. A educação inclusiva de pessoas com deficiência em escolas públicas do DF . Temas em Educação Especial III. São Paulo. Universidade de São Carlos, 1995.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social . São Paulo: Atlas, 2008.

OMOTE, Sadão. Inclusão e a questão das diferenças na educação. Perspectiva , v.24, n. Especial, p. 251-272, 2006.

SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos, WVA editora,5. ed., Rio de Janeiro, 1999.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.