AS PESQUISAS SOBRE O ENSINO DE FÍSICA DE PARTÍCULAS: UM ESTUDO BASEADO EM PERIÓDICOS CIENTÍFICOS
Giovana Mosinahti, Leandro Londero
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXII
- Ano
- 2017
- Data
- 25/01/2017
- Linha de pesquisa
- Ensino E Aprendizagem Em Física
- Tipo
- Comunicação
Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2017
Texto completo
## AS PESQUISAS SOBRE O ENSINO DE FÍSICA DE PARTÍCULAS: UM ESTUDO BASEADO EM PERIÓDICOS CIENTÍFICOS
## Giovana Letícia Mosinahti , Leandro Londero 1 1
1 Programa de Pós-graduação em Ensino e Processos Formativos, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho' (UNESP), gihmosinahti@hotmail.com (Bolsista CAPES/DS), llondero@ibilce.unesp.br
## Resumo
Considerando a importância dos trabalhos de Revisão de Literatura e suas contribuições para a área de Ensino de Ciências, buscamos conhecer o panorama brasileiro das pesquisas sobre o Ensino de Física de Partículas Elementares divulgadas em periódicos científicos. Apresentamos os resultados de uma pesquisa do tipo 'Estado do Conhecimento', levando em consideração aspectos quantitativos e qualitativos referentes a produção acadêmica sobre o tópico curricular em questão. Para tanto, realizamos a revisão de um conjunto de 15 periódicos da área de Educação em Ciências. Analisamos a frequência de produções, e elaboramos categorias para classificarmos os trabalhos de forma a possibilitar a análise qualitativa buscando identificar os focos dominantes e as lacunas existentes. Pontuamos os resultados mais significativos e as sugestões para mudanças e inovações da prática pedagógica. Como resultado de nossa análise quantitativa, identificamos 12 estudos, sendo que, conjunto mais significativo de produções é aquele referente à elaboração e/ou implementação de propostas didáticas. Quantitativamente, observamos que as pesquisas que se dedicam ao Ensino da Física de Partículas Elementares são escassas e somos favoráveis a futuras investigações abordarem essa temática, sobretudo em outros níveis de ensino, como nos cursos de graduação e na Educação de Jovens e Adultos.
Palavras-chave : física de partículas elementares, estado do conhecimento, periódicos científicos.
## Introdução
A importância da Revisão de Literatura tem sido assunto alvo de diversas publicações. Alguns autores a consideram parte fundamental de qualquer trabalho, outros discorrem da relevância dessa constituir um trabalho completo. Assim sendo, podemos encontrar, na área de Pesquisa em Ensino de Física, um número significativo de investigações que se dedicam à Revisão de Literatura, principalmente no que diz respeito ao ensino de tópicos de Física Moderna e Contemporânea.
Na tentativa de definir os trabalhos do tipo 'Revisão de Literatura', em seu estudo, Moreira (2004) além de discorrer sobre a necessidade de se realizar a revisão de literatura em qualquer tipo de trabalho acadêmico ou científico, argumenta sobre a falta de pesquisas de alto nível sobre o assunto e a importância de a revisão constituir um trabalho completo, devido a sua utilidade e status em relação à pesquisa. A Revisão de Literatura, de acordo com o autor, é considerada como um tipo de texto que 'reúne e discute informações produzidas na área de estudo' e têm a utilidade de 'posicionar o leitor do trabalho e o próprio pesquisador acerca dos avanços, retrocessos ou áreas envoltas em penumbra'. Além disso, textos desse tipo, têm o caráter de apontar e discutir possíveis soluções para
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
23 a 27 de janeiro de 2017
problemas similares, bem como oferecer alternativas de metodologias que têm sido utilizadas para a solução do problema (MOREIRA, 2004).
Tratando-se do Ensino da Física de Partículas Elementares (EFPE), Mosinahti e Londero (2015) e Londero e Mosinahti (2015), em suas pesquisas, se dedicaram à investigação de trabalhos que abordassem essa temática nas teses e dissertações e, também nas atas dos principais congressos científicos nacionais. Em ambas mapearam um significativo conjunto de produções e através de categorias por eles escolhidas, classificaram os estudos mapeados.
No mapeamento das teses e dissertações, os autores localizaram 16 estudos centrados no EFPE e, constataram que, a maior parte deles tratavam de elaboração e/ou implementação de propostas didáticas. Já na revisão das atas de congressos científicos foram mapeados 51 trabalhos referentes a EFPE, sendo a maior parte deles classificados na categoria 'Elaboração e/ou implementação de propostas didáticas'.
Consideraremos os trabalhos de Mosinahti e Londero, acima citados, e, as constatações de Romanowski e Ens (2006) acerca dos trabalhos de Revisão de Literatura que, discorrem que esse tipo de trabalho deve se dedicar aos estudos das teses e dissertações, atas de eventos e periódicos da área em questão.
Assim sendo, no trabalho aqui relatado, apresentaremos os resultados do estudo, com foco nos periódicos científicos da área de Ensino de Física e Educação em Ciências, para o mapeamento das investigações a respeito do EFPE.
- O Ensino da Física de Partículas Elementares (EFPE) não tem sido alvo de abordagem na escola básica e/ou nos cursos de graduação, fato que compromete o conhecimento desse tópico pela população de maneira geral. Dessa forma, buscamos contribuir com a pesquisa em Educação em Ciências e, mais especificamente, com a subárea de Ensino de Física e com a sistematização do conhecimento produzido por esta subárea.
## Objetivos, problema, questões de pesquisa e justificativas.
Nossa investigação teve por objetivo realizar uma revisão bibliográfica analisando aspectos quantitativos e qualitativos referentes à produção acadêmica sobre o Ensino de Física de Partículas Elementares, tomando como fonte de informações os trabalhos publicados em periódicos científicos da área de Educação em Ciências/Ensino de Física. Buscamos sintetizar os avanços obtidos, as ideias convergentes e procuramos sinalizar perspectivas, com o intuito de contribuirmos para um avanço e defesa dos trabalhos futuros que se dedicarem ao ensino daquele tópico curricular. Assim, procuramos responder o seguinte problema:
## Qual é o panorama brasileiro da pesquisa sobre o ensino da Física de Partículas Elementares tomando por base as publicações em periódicos da área de Educação em Ciências/Ensino de Física?
Algumas questões que parecem relevantes permearam este estudo, são elas: Qual a frequência de produções identificadas? Quais são os focos de pesquisa dominantes e as lacunas existentes?
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
## Desenvolvimento do Estudo
A fim de realizarmos o levantamento das produções a respeito do EFPE nos periódicos científicos brasileiros, selecionamos inicialmente os periódicos a serem mapeados. Para tanto, adotamos o critério da representatividade dentro da área de Ensino de Física e Educação em Ciências, no cenário brasileiro e/ou a presença no Qualis CAPES, independente da avaliação obtida, considerada esta para a área de Ensino. Assim sendo, os periódicos selecionados para a revisão são os apresentados no quadro 1.
Quadro 01: Periódicos revisados e períodos
A etapa de revisão dos periódicos foi realizada em suas respectivas páginas na internet. Os artigos identificados foram registrados em tabelas nas quais constam o nome do periódico, o título do artigo, o(s) autor(es), o ano de publicação, o volume e número no qual foi publicado e o número da página na qual é encontrado.
Após a conclusão da etapa de identificação dos estudos desenvolvidos, realizamos a leitura cuidadosa de cada uma das publicações, integralmente, a fim de categorizar cada produção mapeada. Para tanto, dividimos as produções mapeadas em categorias de análise relativas ao tipo de estudo, de acordo com Soares (2000, p. 04), que considera necessário num estado da arte 'categorias que identifiquem, em cada texto, e no conjunto deles as facetas sobre as quais o fenômeno vem sendo analisado'.
Por fim, analisamos o conteúdo das produções e registramos os dados obtidos em quadros e tabelas, construídas especificamente para este estudo, nas quais sintetizamos as frequências, os temas, os objetivos, as problemáticas, abordagens, quadros teóricos, metodologias, focos dominantes, resultados, conclusões, lacunas existentes, sugestões e proposições apresentadas e
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
contribuições para mudanças e inovações da prática pedagógica, com o objetivo de respondermos nossas questões de estudo.
## Análise quantitativa
A revisão dos periódicos em questão nos permitiu o mapeamento de 12 estudos, como pode ser observado mediante a leitura do quadro 02.
Quadro 02: Produções identificadas por periódico
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Como podemos observar, a quantidade de publicações mapeadas, com foco na temática EFPE, é relativamente baixa, já que o número de periódicos e seus respectivos volumes revisados apresentam uma quantidade considerável de artigos publicados. Além disso, a partir da leitura do quadro 2, podemos inferir que a frequência maior de publicações deu-se na última década, totalizando 08 trabalhos e, nos períodos de 1989 à 1999 e, de 2001 à 2009, nenhum trabalho a respeito da temática EFPE foi publicado.
Considerando os periódicos revisados, observamos uma maior quantidade de publicações na Revista Brasileira de Ensino de Física, 05 trabalhos. Em segundo lugar temos A Física na Escola e a Experiências em Ensino de Ciências, com 02 trabalhos em cada uma, por fim, temos o Caderno Brasileiro de Ensino de Física, a Investigações em Ensino de Ciências e a Ciência em Tela, com 01 trabalho publicado em cada. Nos demais periódicos revisados nenhuma investigação acerca da EFPE foi mapeada. Podemos justificar as frequências encontradas pela idade de existência dos periódicos, uma vez que a Revista Brasileira de Ensino de Física é a mais antiga entre as analisadas.
## Focos dominantes e lacunas existentes
Para respondermos quais são os focos dominantes, classificamos os estudos identificados nas seguintes categorias: Elaboração/Aplicação de Propostas de Ensino e Recursos Didáticos, Formação de Professores (Inicial e Continuada), Concepção de Professores e/ou estudantes, Análise de Livro Didático, Formação de Conceitos/Avaliação de Aprendizagem e Divulgação Científica/Espaços não formais.
Elaboração/Aplicação de Propostas de Ensino e Recursos Didáticos : enquadram-se nessa categoria os estudos que desenvolveram e implementaram propostas para o ensino de partículas em nível médio. Nesta categoria encontram-se os estudos dirigidos por: Ostermann e Cavalcanti (2001); Ostermann e Cavalcanti (1999); Pinheiro (2009); Moreira (1989); Nóbrega e Mackedanz (2013); Calheiro e Garcia (2014).
Formação de Professores (Inicial e Continuada) : estudos que abordam a questão da formação docente, seja ela inicial ou continuada. São eles: Moreira e Massoni (2009) e Ostermann (1999).
Concepção de Professores e/ou estudantes : trabalhos dedicados a explicitar e examinar múltiplos aspectos envolvendo os professores e alunos, com destaque para o estudo de suas concepções, crenças e representações. Nessa categoria nenhum estudo foi encontrado.
Análise de Materiais impressos ou digitais : são estudos que se preocupam com o modo como a Física de Partículas é apresentada em matérias impressos (livros didáticos, apostilas, etc...) ou digitais, tanto destinados para o ensino médio, ensino superior ou para a divulgação científica. Nessa categoria também não foi possível encontrar nenhum estudo.
Divulgação Científica/Espaços não formais : estudos que propõem o ensino de partículas utilizando espaços não formais ou fazendo referência a eles. Além, disso, enquadram-se os estudos que analisam os espação de divulgação/não formais como meio para ensinar partículas elementares, bem como as concepções de seus agentes (funcionários/monitores) e visitantes sobre estes espaços. Nessa categoria encontram-se os estudos dirigidos por: Watanabe, Gurgel e Munhoz (2014); Watanabe e Gurgel (2011); Vidal e Manzano (2010).
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Formação de Conceitos/Avaliação de Aprendizagem : são trabalhos que preocupam-se com o conteúdo das ideias e modelos explicativos dos educandos e professores sobre a Física de Partículas. A aprendizagem dos alunos e, consequentemente, as propostas de ensino foram avaliadas, na maioria dos casos, por meio de pré e/ou pós-testes. Esta constatação também pode ser justificada pelos referenciais teóricos adotados pelos grupos de pesquisa nos quais os estudos foram desenvolvidos. Além dos pré e pós-testes, foram utilizados como instrumentos de avaliação e/ou de coleta de dados os mapas conceituais, questionários, entrevistas, provas e demais produções textuais dos alunos. Nessa categoria nenhum estudo foi encontrado.
Análise curricular : estudos que dedicaram-se a analisar o currículo do Ensino Médio ou dos cursos de física, no que se refere a inserção da Física de Partículas. Nessa categoria encontram-se o estudo dirigido por: Kneubil (2013).
## Considerações finais
Nosso mapeamento, nos periódicos científicos brasileiros, resultou em um total de 12 publicações abordando o EFPE. Considerando que realizamos a revisão em uma quantidade significativa de periódicos e seus respectivos volumes, a qual nos permite obter o panorama nacional, o resultado encontrado mostra uma escassez das publicações centradas na temática em questão. Assim sendo, defendemos futuras investigações abordando o Ensino de Física de Partículas Elementares.
Vimos que, na última década, houve maior frequência de publicações, o que pode ser justificado pela maior quantidade de notícias e pesquisas a respeito das Partículas Elementares também ter ocorrido neste período, além de sua inserção nos documentos oficias e currículos escolares dos estados. Já ao tratarmos dos periódicos, aquele com maior número de artigos mapeados, justifica-se por ter maior quantidade de volumes divulgados.
Das categorias por nós definidas, identificamos um expressivo número de estudos dedicados à elaboração e/ou aplicação de propostas de ensino, o que ressalta a necessidade de investimentos para a efetivação do EFPE. Outra categoria que apresenta um número significativo de estudos é a intitulada divulgação científica/espaços não-formais, evidenciando a importância das visitas a esses espaços para o enriquecimento da cultura científica, da formação pessoal e pedagógica.
Os resultados que encontramos na revisão dos periódicos se assemelham aqueles que encontramos na revisão das atas de congressos e das teses e dissertações. Argumentamos a favor de pesquisas futuras que se dediquem ao EFPE em outros níveis de ensino como, por exemplo, no ensino superior, investigando como se realiza o ensino deste tópico em cursos de graduação, seja na Licenciatura ou no Bacharelado, com o objetivo de propor mudanças nas práticas dos professores de física deste nível. Além disso, poderíamos pensar no desenvolvimento de pesquisas em modalidades específicas de ensino como na Educação de Jovens e Adultos. Advogamos, também, em favor de futuros trabalhos que tenham com foco as concepções de professores sobre o EFPE e as dificuldades que encontram para efetivá-lo.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
## Agradecimento
Agradecemos a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
## Referências
CALHEIRO, L. B.; GARCIA, I. K. Proposta de inserção de tópicos de física de partículas integradas ao conceito de carga elétrica por meio de unidade de ensino potencialmente significativa. Investigações em Ensino de Ciências , v. 19, n. 1, p. 117-192, 2014.
KNEUBIL, F. B. Explorando o CERN na física do Ensino Médio. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 35, n. 2, p. 2401- 2401-10. 2013.
LONDERO, L.; MOSINAHTI, G. As Pesquisas sobre o Ensino de Física de Partículas: um estudo baseado em Teses e Dissertações. X ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS , 2015, Águas de Lindóia. Anais do X Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 2015. v. 1. p. 1-8.
MOREIRA, M. A. Um mapa conceitual sobre partículas elementares. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 11 , p. 114 - 129. 1989.
MOREIRA, W. Revisão de literatura e desenvolvimento científico: conceitos e estratégias para confecção. Janus , Lorena, v. 1, n. 1, p. 19-30, 2004.
MOREIRA, M. A.; MASSONI, N. T. Física de Partículas y Visiones Epistemológicas Contemporáneas en la Formación Postgraduada de Profesores de Física. Experiências em Ensino de Ciências , v. 4, n. 1, p. 57-64, 2009.
MOSINAHTI, G.; LONDERO, L. As Pesquisas sobre o Ensino de Física de Partículas: um estudo baseado em atas de congressos científicos. X ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS , 2015, Águas de Lindóia. Anais do X Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 2015. v. 1. p. 1-8.
NÓBREGA, F. K.; MACKEDANZ, L. F. O LHC (Large Hadron Collider) e a nossa física de cada dia. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 35, n. 1, p. 1301-1301-11. 2013.
OSTERMANN, F. Um texto para professores do ensino médio sobre partículas elementares. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 21, n. 3, p. 415 - 436. 1999.
OSTERMANN, F; CAVALCANTI, C. J. H. Um pôster para ensinar física de partículas na escola. A física na Escola , v. 2, n.1, p. 13-18, 2001.
OSTERMANN, F.; CAVALCANTI, C. J. H. Física Moderna e Contemporânea no Ensino Médio: elaboração de Material Didático, em forma de pôster, sobre Partículas Elementares e Interações Fundamentais. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 16, n. 3, p. 267-286, 1999.
PINHEIRO, L. A.; COSTA, S. C. Relato sobre a implementação de uma unidade de aprendizagem sobre Partículas Elementares e Interações Fundamentais no Ensino Médio. Experiências em Ensino de Ciências , v. 4, n. 3, p. 101-116, 2009.
ROMANOWSKI, J. P.; ENS, R. T. As pesquisas denominadas do tipo 'estado da arte' em educação. Diálogo Educacional , v. 6, n.19, 2006, p. 37-50.
SOARES, M. B., MACIEL, F. Alfabetização . Brasília: MEC/INEP/COMPED, 2000.
VIDAL, X. C.; MANZANO, R. C. O LHC ajudando a entender conceitos de eletrostática. A física na Escola , v.11, n.2, p. 16-21, 2010.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
WATANABE, G.; GURGEL, I.; MUNHOZ, M. G. O que se pode aprender com o evento Masterclasses - CERN na perspectiva do ensino de física de partículas. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 36, n. 1, p. 1503 - 1503 - 10, 2014.
WATANABE, G.; GURGEL, I. Redescobrindo a ciência nacional através de uma visita ao Laboratório de Pesquisa Pelletron. Ciência em Tela , v. 4, n. 1, p. 01-09, 2011.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.