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MOSTRAS CIENTÍFICAS ITINERANTES: PRINCÍPIOS E PRÁTICAS

Andréia Spessatto De Maman, Sônia Elisa Marchi Gonzatti, Jane Herber, Adriana Magedanz, Adriana Belmonte Bergmann

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
24/01/2017
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Educação Não Formal
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## MOSTRAS CIENTÍFICAS ITINERANTES: PRINCÍPIOS E PRÁTICAS

## Andréia Spessatto De Maman 1 , Sônia Elisa Marchi Gonzatti , Jane Herber³, 2 Adriana Magedanz 4 , Adriana Belmonte Bergmann 5

1 Centro Universitário UNIVATES/CETEC/andreiah2o@univates.br

2 Centro Universitário UNIVATES/CETEC/soniag@univates.br

3 Centro Universitário UNIVATES/CETEC/jane.herber@univates.br

- 4 Centro Universitário UNIVATES/CETEC/magedanza@univates.br

5 Centro Universitário UNIVATES/CETEC/aberg@univates.br

## Resumo

O presente trabalho discorre sobre as Mostras Científicas Itinerantes, uma das ações desenvolvidas no projeto de extensão Redes Interdisciplinares: Desvendando as Ciências Exatas e Tecnológicas do Centro Universitário UNIVATES/RS. Esta ação consiste em desenvolver uma seleção de atividades que envolvem diferentes campos de conhecimento das Ciências Exatas. O objetivo da Mostra é divulgar e difundir o conhecimento científico em Ciências Exatas, apoiados nos princípios da alfabetização e da divulgação científica e da educação não formal. O público-alvo são escolas de Educação Básica. As atividades são de caráter interdisciplinar e dão ênfase à exploração e à curiosidade dos estudantes, desafiando-os em uma ciência presente em seu cotidiano. Na visão das escolas, essa atividade em parceria com a universidade é um momento de possibilitar aos estudantes novas formas de acesso ao conhecimento, uma forma diferenciada de vincular o conhecimento teórico ao prático, além de favorecer o atendimento a um número maior de estudantes e de incentivar a pesquisa para o desenvolvimento de projetos escolares. Ao final da Mostra, os estudantes respondem a um questionário de satisfação e a escola recebe um questionário para ser preenchido pelos seus professores, como forma de avaliar a ação. Até agosto de 2016, foram realizadas quatro Mostras em municípios distintos, atendendo a 819 estudantes desde os anos iniciais até o ensino médio. Os resultados, embora que parciais, indicam que as Mostras oportunizam a vivência de temas trabalhados dentro e fora da sala de aula, além de estimular e despertar o gosto pela ciência. Por último, as Mostras Itinerantes cumprem um importante papel na disseminação do conhecimento científico, bem como corroboram o caráter da extensão como princípio de aprendizagem e como espaço vital para a potencialização dos diálogos entre comunidade e universidade.

Palavras-chave : Mostra Científica Itinerante, divulgação científica, educação não formal.

## Contextualização: princípios da extensão universitária e a divulgação científica

Inicialmente, é preciso assinalar que o trabalho aqui relatado ocorre no âmbito de um projeto de extensão universitária. O projeto 'Redes Interdisciplinares desvendando as ciências exatas e tecnológicas' é concebido e implantado no Centro Universitário Univates, em 2016, integrado a um processo de discussão da nova política de extensão institucional. Tal movimento, local, ocorre imbricado ao contexto nacional de debates, reflexões e movimentos políticos que visam a destacar e consolidar a extensão universitária como um dos eixos estratégicos da atuação das universidades. Assim, a política de extensão da UNIVATES está em

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consonância com as diretrizes em nível nacional, bem como se articula aos objetivos, metas e missão da universidade que estão delineados em seu Plano de Desenvolvimento Institucional.

Atualmente, a extensão universitária brasileira visa à transformação e ao desenvolvimento social por meio da interação entre comunidades e universidades. Nesse sentido, a Política Nacional de Extensão (2012), assinala:

A extensão universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre Universidade e outros setores da sociedade (FORPROEXT, 2012).

Neste cenário, é preciso entender a Mostra Científica Itinerante como uma das ações estratégicas que ocorre no escopo de ações do projeto já referido, ao passo que este se articula tanto às demandas advindas da comunidade na qual se insere, quanto às diretrizes da política institucional de extensão. Esta, por sua vez, está concatenada às diretrizes da Política Nacional de Extensão. A figura 01 procura expressar estes enredamentos que culminam em ações de educação não formal e de divulgação científica, foco deste trabalho.

Figura 01: Níveis contextuais da Mostra Itinerante (Fonte: Das autoras)

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Dentre os princípios que pautam tanto o projeto Redes quanto as Mostras Itinerantes, destacam-se a interdisciplinaridade, a relação dialógica entre universidade e comunidade e o compartilhamento de saberes em que todos os atores envolvidos aprendem e se transformam (SÍVERES, 2008). Neste cenário, o projeto Redes surge a partir da integração de outros projetos de extensão já existentes, que tinham objetivos comuns, como a alfabetização e divulgação científicas junto a escolas da educação básica e comunidade em geral na região do Vale do Taquari, RS.

A alfabetização científica e tecnológica, nesse contexto, é um dos princípios teórico-metodológicos que sustentam a atuação do projeto Redes. Ao entender que a alfabetização está atrelada a ação de ensinar e aprender a ler e a escrever, nos remete às variações da utilização da palavra alfabetização nas distintas áreas do conhecimento, podendo considerar que a alfabetização inicia nos primeiros contatos

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que a criança tem com o mundo e esse processo vai se aperfeiçoando à medida que se desenvolve cultural e intelectualmente. Fala-se na alfabetização da linguagem materna, da alfabetização matemática e da alfabetização científica entendendo a necessidade de decodificar códigos e representações utilizadas tanto na linguagem, quanto na matemática e na ciência. E ao mencionar a alfabetização em ciências, entendida aqui como alfabetização científica, remete-se a Chassot (1993, p.37) '[...] a Ciência é uma linguagem para facilitar a nossa leitura do mundo'. O autor afirma também que para melhorar a qualidade de vida no mundo, enquanto educador, se tem a responsabilidade de ensinar Ciência objetivando que nossos alunos e alunas possam ser agentes de transformação tornando-se homens e mulheres mais críticos que possam intervir na comunidade a fim de melhorar as condições de vida (CHASSOT, 2016).

Já Carvalho e Sasseron (2011, p.17), após uma revisão bibliográfica nacional e internacional sobre a utilização do termo alfabetização científica concluem que existem habilidades a serem desenvolvidas quando se fala em alfabetização científica, entendendo que existem diversas convergências entre as diversas classificações da expressão. As autoras organizam três blocos que englobam as habilidades listadas pelos autores estudados. Denominaram de Eixos Estruturantes da Alfabetização Científica. São eles: compreensão básica de termos, conhecimentos e conceitos científicos fundamentais os quais devem fornecer a base necessária para a elaboração e planejamento de propostas de aulas de ciências que visem a Alfabetização Científica. As autoras acreditam que a partir dos três eixos estruturantes é possível desenvolver atividades voltadas para a resolução de problemas que envolvam a sociedade e o ambiente, que esses possam ser discutidos concomitantemente com fenômenos do mundo natural atrelados a construção do entendimento sobre os fenômenos estudados bem como os empreendimentos gerados a partir desse conhecimento (CARVALHO e SASSERON, 2011).

No que tange a divulgação científica, entre os autores não há um consenso relativo à definição dos termos ensinar, divulgar ou difundir. Ao mesmo tempo em que se encontram afirmações sobre a função social de ambas as práticas que as aproximam atribuindo tanto à escola quanto às mídias o papel de ensino, sendo inclusive complementares, é possível identificar posições que fazem questão de diferenciá-las, atribuindo à divulgação o papel motivador como instrumento pedagógico sem substituir o aprendizado sistemático. Neste caso, como defendem Barros (1987) e Bragança Gil &amp; Lourenço (1999), cabe à divulgação trabalhar a dimensão cultural da ciência, e é nessa perspectiva de divulgação que são desenvolvidas as ações do projeto Redes, aproximando a educação formal a não formal e sem preocupação de se estar formando especialistas sobre os temas que são trabalhados.

## As Mostras Científicas Itinerantes

Segundo Menezes (2005), há um descompasso entre a crescente repercussão da ciência na vida social e a insuficiência no acesso à cultura científica. Portanto, faz-se necessário problematizar o ensino de Ciências e propor ações que despertem o interesse das crianças pela ciência e a tecnologia. Com este propósito, uma das ações desenvolvidas pelo projeto Redes interdisciplinares consiste em realizar Mostras Científicas Itinerantes (MCI), as quais são constituídas por um

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conjunto de atividades que envolvem as diferentes áreas do conhecimento em ciências exatas. Seu objetivo é divulgar e difundir o conhecimento científico em Ciências Exatas, tendo como aportes teóricos a alfabetização e a educação científica (CHASSOT, 2003; CACHAPUZ, 2012) e a educação não formal (LANGHI e NARDI, 2009; VILAÇA, LANGHI e NARDI, 2013).

A universidade vai até a escola num contexto que pode ser considerado como uma educação não formal, que segundo Marandino (2008) é qualquer atividade fora dos padrões da educação formal, com sujeitos específicos de aprendizagem. O trabalho de Gohn (2006) sinaliza que a educação não formal se encontra presente em diversos momentos da vida de cada sujeito, capacitando-o a participar crítica e construtivamente em diversos meios sociais. Dessa maneira entende-se que uma das metas da educação não formal é a troca de informações e a formação política e sociocultural em ambientes com alguma estruturação e com certa intencionalidade. Note-se que essa característica diferencia a educação não formal daquela informal, que pode ocorrer em qualquer tipo de espaço e de maneira muito espontânea.

As MCI acontecem em espaços físicos da escola, com duração de um a dois dias. As escolas interessadas em receber a Mostra se inscreveram em um determinado período no início do ano letivo. Das 18 instituições interessadas, oito serão atendidas ao longo de 2016, considerando que esta é apenas uma das ações dentro do projeto. A escolha por estas escolas aconteceu pela análise de alguns critérios pré-estabelecidos, como: a Mostra nunca ter ocorrido no município solicitante; a articulação da escola com outras instituições, atendendo desta forma um número maior de pessoas; apresentar uma justificativa pelo interesse em sediar uma MCI; priorizar escolas mais carentes e em contextos de vulnerabilidade social.

Nas MCI são organizadas diferentes oficinas: algumas com o uso de experimentação, outras exploram aplicativos computacionais e tablets , enquanto outra modalidade, ainda, trabalha com questões multidisciplinares e questões da Olimpíada Matemática que visam a estimular o raciocínio lógico. Também são oferecidas sessões de observação do céu em um planetário móvel. Nessas atividades, são abordados e discutidos conceitos que envolvem as áreas de ciências exatas, segundo uma perspectiva teórico-metodológica que explora a experimentação, a interatividade e a argumentação. As atividades ocorrem simultaneamente, havendo um rodízio dos estudantes, de modo a participarem do maior número possível de atividades para aquele turno.

Nas oficinas de lógica e raciocínio, os estudantes são organizados em pequenos grupos para resolverem desafios por meio da utilização de material concreto. Os desafios são compatíveis aos níveis de ensino de cada turma. Nas oficinas experimentais, os estudantes também são organizados em pequenos grupos, realizam os experimentos com materiais alternativos e de baixo custo. Procura-se realizar experimentos que evidenciam conceitos que já foram trabalhados em sala de aula, possibilitando que o estudante relacione a teoria com a prática. São desenvolvidas atividades que envolvem conteúdos como magnetismo, física térmica, separação de misturas, densidade, entre outros, visando aproximar conceitos de Física, Química e Matemática.

As oficinas de aplicativos ocorrem no laboratório de informática da escola, quando a mesma possui, utilizando diferentes aplicativos no qual os estudantes podem perceber a utilização desta ferramenta como um auxílio para sua

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aprendizagem. Em alguns casos utiliza-se um projetor para explanar as atividades e os estudantes trabalharem em equipes. Durante essas situações são realizadas pequenas gincanas com o intuito de que todos participem, ou porque não há computadores suficientes para todos os estudantes. Ainda há a possibilidade de trabalhar com uso de tablets , que são levados pela equipe da Mostra. A Figura 02 ilustra algumas das atividades que fazem parte da Mostra.

A sessão no planetário é uma atividade que gera curiosidade e encantamento por parte dos estudantes, pois além de estarem em um espaço diferenciado é possível vislumbrar um céu escuro e totalmente estrelado em plena luz do dia. Deixar a imaginação rolar e viajar pelo espaço interplanetário conhecendo planetas e outros astros do Sistema Solar. Um espaço diferenciado, dinâmico e inovador comparado aos meios geralmente disponíveis nas escolas para o ensino da Astronomia.

Figura 02: Atividades nas MCI (Fonte:Das autoras)

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Por não haver limitação quanto a idade para participar das oficinas propostas, necessita-se de flexibilidade quanto à linguagem e à dinâmica por parte dos bolsistas, pois são eles os responsáveis por organizarem e ministrarem as oficinas, sempre acompanhados de seus professores orientadores. Também cabe destacar que os bolsistas, ao organizarem e planejarem as oficinas, revisitam conhecimentos vistos na graduação e são desafiados a buscarem complementações para o êxito na realização das mesmas.

## Expectativa da comunidade: diálogos e desafios

Foram realizadas quatro Mostras até agosto de 2016 em cidades distintas, todas em escolas, tendo como projeção para este ano realizar oito MCI. No quadro 01 são apresentados os números de atendimentos por oficinas e sessões do planetário e por níveis de ensino. Salienta-se que das quatro escolas atendidas,

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apenas em uma delas havia o nível médio, as demais possuíam turmas até o nível fundamental séries finais. No total já foram atendidos 819 estudantes nas Mostras já realizadas.

Quadro 01: Número de atendimentos até agosto de 2016.

(Fonte: Das autoras)

Pela Mostras que já ocorreram é possível realizarmos uma análise parcial dos resultados desta ação. Percebe-se uma satisfação tanto dos professores como dos estudantes quando a Mostra chega à escola, mesmo antes dela acontecer efetivamente. O fato da universidade estar se aproximando, diminui o distanciamento entre a pesquisa e o ensino. É possível problematizar, junto aos professores e estudantes, que para modificar o contexto na sala de aula não necessitamos de aparelhos modernos e tecnologia avançada, pois todas nossas atividades podem ser realizadas com materiais que se tem na escola. Além disso, tais atividades podem proporcionar um aprendizado mais significativo, interessante e divertido para os estudantes.

Este envolvimento por parte dos estudantes nos foi narrado em diferentes momentos por diferentes professores da escola. Ao acompanharem suas turmas, percebiam que alguns estudantes que para eles 'nunca faziam nada' em suas aulas, naquele momento das oficinas estavam totalmente envolvidos pela atividade, deixando-as a pensar e quem sabe refletir sobre suas próprias metodologias.

Ao final da MCI cada participante, estudantes e professores, respondem a um questionário de avaliação sobre as atividades que foram desenvolvidas e podem sugerir melhorias. No que se refere às respostas dos estudantes, a análise dos questionários já aplicados permite perceber que, em sua maioria, manifestam satisfação quanto ao que está sendo desenvolvido e como sugestão apontam que gostariam que retornássemos à escola com mais atividades e também por mais tempo.

Quanto aos professores, estes relatam que a MCI atendeu as suas expectativas, pois foram possibilitadas novas formas de acesso ao conhecimento de maneira diferenciada e vinculada ao conhecimento teórico e prático, além de atender a um número maior de estudantes, fator dificultador para escolas públicas quando se propõe a uma visita externa que envolve custos. Também, esse tipo de iniciativa ajuda a inspirar para a pesquisa e o desenvolvimento de projetos escolares, como feiras de ciências, por exemplo.

## Considerações Finais

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Já passaram pela MCI 839 participantes, sendo 387 do ensino fundamental séries inicias, 403 do ensino fundamental séries finais e 49 do ensino médio, além de professores e gestores das escolas.

- O papel da extensão para aproximar escola e universidade está consolidado. Ainda, é fundamental para a promoção da alfabetização e divulgação científicas. Neste contexto, as Mostras Científicas Itinerantes têm um papel relevante no que diz respeito a questionar e tensionar as práticas de sala de aula predominantemente transmissivas e a ênfase conteudista do ensino de ciências. Esse é um desafio permanente de professores e pesquisadores que trabalham tanto com extensão universitária quanto com divulgação científica ou mesmo formação de professores.

Tanto as sessões no planetário quanto as oficinas - que são as principais atividades da Mostra -são experiências de aprendizagem que incluem experimentações e estimulam a interatividade, a capacidade argumentativa e o espírito investigativo. Portanto, reúnem aspectos que precisam ser incorporados às aulas de ciências nas escolas segundo uma abordagem da ciência como produto cultural e propulsora da transformação social.

- A expectativa é que as experiências vivenciadas por estudantes e professores em espaços não formais de ensino contribuam para problematizar as práticas de ensino e incentivar mudanças no processo de construção do conhecimento. A título de conclusão, é possível afirmar que as Mostras Científicas Itinerantes estão realizando um importante papel na disseminação do conhecimento científico e despertando nos estudantes maior interesse pela ciência.

## Referências

BARROS, Henrique Gomes de Paiva Lins. Quatro Cantos de Origem. In Perspicillum. Museu de Astronomia e Ciências Afins. Vol. 6, N° 1, novembro, 1992.

BRAGANÇA GIL, Fernando&amp; LOURENÇO, Marta Catarino. Que Cultura para o Século XXI? O Papel Essencial dos Museus de Ciência e Técnica. VI Reunião da Red-Pop, Museu de Astronomia e Ciências Afins/UNESCO, Rio de Janeiro, junho, 1999.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Plano Nacional de Extensão Universitária. Fórum dos Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas. Brasília, MEC, 2012. Disponível em:

https://www.ufmg.br/proex/renex/documentos/2012-07-13-Politica-Nacional-deExtensao.pdf.

CACHAPUZ, António Francisco. Do Ensino das Ciências: seis ideias que aprendi. In:

CARVALHO, Anna Maria Pessoa de; CACHAPUZ, António Francisco; GIL-PÉREZ, Daniel (Org.). O ensino das ciências como compromisso científico e social. 1ª ed. São Paulo: Cortez Editora, 2012, v. 1, p. 179-195.

CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. SASSERON, Lúcia Helena. Alfabetização científica: uma revisão bibliográfica. Revista Investigações em Ensino de Ciências - V16(1), pp. 59-77, 2011 59.

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CHASSOT, Áttico. Alfabetização científica: uma possibilidade para inclusão social. Revista Brasileira de Educação n.23, 2003. Disponível emhttp://www.scielo.br/pdf/rbedu/n22/n22a09. Acesso em mar/2015.

CHASSOT, Áttico. Alfabetização científica: questões e desafios para educação. 7.ed. -Ijuí: Ed. Uijuí, 2016. 344p.

GOHN, Maria da Glória, Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas coligadas nas escolas. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação . Rio de Janeiro, v. 14, nº 50, p. 27-38, jan/mar 2006.

LANGHI, Rodolfo; NARDI, Roberto. Ensino da Astronomia no Brasil: educação formal, informal, não formal e divulgação científica. RBEF , v.31, n.4, 2009, 4402.

MARANDINO, Martha. Educação em museus: a mediação em foco. Organização Martha Marandino - São Paulo, SP: Geenf / FEUSP, 2008.

MENEZES, Luís Carlos de. A Matéria: uma aventura do espírito - fronteiras do conhecimento físico. São Paulo: Ed. Livraria da Física, 2005.

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SÍVERES, Luís. A extensão como um princípio de aprendizagem. RevistaDiálogos Universidade do Século XXI: a contribuição da extensão na buscada aprendizagem. Brasília, vol. 10, p. 8-17, 2008. Disponível em:&lt;http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RDL/article/viewFile/1946/1266&gt;.Acesso em 30/03/2013.

VILAÇA, Janer; LANGHI, Rodolfo; NARDI, Roberto. Planetários enquanto espaços formais/não formais de ensino, pesquisa e formação de professores . IX Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências . Águas de Lindóia, SP, 2013.

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