O ENSINO DE CONCEITOS DE CINEMATICA COM O USO DO SOFTWARE MODELLUS NA MODALIDADE EJA
Daniel Melo Dos Santos, Sergio Boss
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXII
- Ano
- 2017
- Data
- 24/01/2017
- Linha de pesquisa
- Ensino E Aprendizagem Em Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## O ENSINO DE CONCEITOS DE CINEMÁTICA COM O USO DO SOFTWARE MODELLUS NA MODALIDADE EJA
*Daniel Melo dos Santos , Sergio Luiz Bragatto Boss2 1 2
1 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/PPG-ECFP/Colégio Pedro Calmon, danielmelo84@hotmail.com
2 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia / Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia / PPG-ECFP serginhoboss@gmail.com
Resumo
Este trabalho apresenta os resultados preliminares da pesquisa desenvolvida junto a uma turma do Ensino Médio, na modalidade de Ensino de Jovens e Adultos - EJA, durante os meses de abril a junho de 2016, em um Colégio Público Estadual da cidade de Amargosa, no interior da Bahia. Nosso referencial teórico é a Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel. Esta pesquisa tem caráter qualitativo, sendo que na etapa a qual este trabalho se refere nós aplicamos um questionário para fazer um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos: i. sobre o uso do computador e, ii. sobre os conceitos básicos de Cinemática. O questionário inicial evidenciou a falta de familiaridade que a maioria os discentes tinham com o computador e com conceitos de cinemática. A partir destes resultados modificamos a sequência didática, anteriormente construída, para que pudéssemos possibilitar aos participantes um primeiro contato com a máquina e, consequentemente, inseri-los em nossa proposta de ensino. O trabalho foi desenvolvido em duas partes. Na primeira parte, utilizamos os Programas Word e Excel, com o objetivo de estabelecer subsunçores para utilizar o software Modellus. Na segunda parte, utilizamos o software Modellus com atividades realizadas em conjunto e individualmente pelos alunos, visando, sobretudo, a aprendizagem de conceitos de Cinemática. Estas atividades evidenciaram, ainda, que os alunos que disseram, inicialmente, ter tido contato com o computador apresentaram grande dificuldade durante a sequência didática. De modo geral, o trabalho permitiu concluir sobre a importância da utilização de recursos tecnológicos no ensino de física para melhorar a aprendizagem de conceitos físicos.
Palavras-chave : Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC); Software Modellus; EJA; Ensino de Física; Cinemática.
## Introdução
O uso de computador no ensino de física se mostra como uma ferramenta de auxílio para novas estratégias de aprendizagem. 'A necessidade de diversificar métodos para combater o insucesso escolar, que é particularmente nítido nas ciências exatas, conduziu ao uso crescente e diversificado do computador no ensino da Física'. (FIOLHAIS, 2003, p. 259). Diante deste cenário, nosso trabalho de pesquisa tem como objetivo geral ensinar conceitos básicos de Cinemática utilizando o software Modellus como recurso didático, para alunos de EJA de um Colégio Público Estadual da cidade de Amargosa/BA. Neste artigo apresentaremos uma análise parcial dos nossos dados e resultados, assim, discutiremos o questionário inicial de avaliação de conhecimentos prévios e duas questões aplicadas ao final do processo para avaliar o trabalho realizado.
Para dar início a nossa pesquisa, uma vez já selecionada a turma com a qual trabalharíamos, aplicamos um questionário inicial para avaliar alguns conhecimentos prévios, mais gerais, sobre a temática que seria trabalhada. Dentre estes conhecimentos, questionamos os alunos sobre alguns conceitos de
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23 a 27 de janeiro de 2017
Cinemática e qual a familiaridade que tinham com o computador e com o uso de qualquer software. Para a nossa surpresa, a maior parte dos alunos não tinha familiaridade com o computador. A partir desses resultados modificamos a sequência didática, anteriormente construída, para que pudéssemos possibilitar aos participantes um primeiro contato com a máquina e, consequentemente, criando condições para inseri-los em nossa proposta de ensino.
Diante da falta de familiaridade dos discentes com elementos básicos de informática, buscamos proporcionar, primeiramente, atividades que possibilitassem a construção dos subsunçores necessários para a utilização do software Modellus. Pois, este seria utilizado como recurso didático no processo de ensinoaprendizagem que tínhamos planejado, e a utilização do mesmo exigia que os participantes da pesquisa dominassem minimamente o uso o computador.
Cabe pontuar, brevemente, que a 'utilização do software enquanto recurso educacional está diretamente relacionado à capacidade de percepção do professor em relacionar a tecnologia a sua proposta educacional' (TAJRA, 2007, p. 75). E foi buscando promover um processo de ensino-aprendizagem profícuo, que não se resuma apenas a produzir belas apresentações com uso do computador, que nos debruçamos sobre esta pesquisa. É importante ressaltar que os principais conceitos da Cinemática necessários para tratar deste conteúdo no Ensino Médio são segundo Antônio Máximo e Beatriz Alvarenga (2011): Distância, Movimento, Posição, Tempo, Deslocamento, Trajetória, Referencial.
## Referencial Teórico
## A Educação de Jovens Adultos - EJA
A Educação de Jovens e Adultos é destinada àqueles que não tiveram acesso ao Ensino Fundamental e Médio na idade própria. Em sua maioria, são trabalhadores e trabalhadoras, jovens e adultos. Nossa experiência em atuar nesta modalidade de ensino mostra que esses alunos são moradores de localidades populares, operários (as) assalariados da construção civil e também são trabalhadores de atividades informais, vinculados ao comércio e ao setor doméstico.
Deveremos compreender a EJA enquanto processo de formação humana plena, que, embora instalado no contexto escolar, deverá levar em conta as formas de vida, trabalho e sobrevivência dos jovens e adultos que se colocam como principais destinatários dessa modalidade de educação. De acordo com o Artigo 37 da LDB: a 'Educação de Jovens e Adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no Ensino Fundamental e Médio na idade própria'. A lei ainda diz, no Artigo 38, que os 'sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e adultos, oportunidades educacionais apropriadas'.
Consequentemente, a EJA orienta-se pelos ideários da Educação Popular: formação técnica, política e social. Para Freire (2001, p. 15), 'o conceito de Educação de Adultos vai se movendo na direção da Educação Popular, na medida em que a realidade vai fazendo exigências à sensibilidade e à competência científica dos educadores e educadoras'.
## Teoria da Aprendizagem Significativa: Construção de Subsunçores
Neste trabalho, usamos como base a Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel. Ressaltamos que devido aos limites do presente texto pontuar-se-
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á apenas aspectos essências desta Teoria, necessários para analisar e discutir os dados apresentados aqui. A Aprendizagem Significativa envolve a aquisição de novos significados e esses novos significados são produtos da Aprendizagem Significativa. 'Esta aprendizagem ocorre à medida que informações novas e potencialmente significativas ancoram-se, mais frequentemente, a ideias relevantes mais gerais e inclusivas na estrutura cognitiva do aprendiz' (AUSUBEL, 2000, p. 93). Portanto, torna-se indispensável uma análise prévia daquilo que se vai ensinar, buscando a melhor maneira de relacionar, explicitamente, os aspectos mais importantes do conteúdo / matéria de ensino aos aspectos especificamente relevantes da estrutura cognitiva do aprendiz.
Os conhecimentos relevantes da estrutura cognitiva, que servem de ancoradouro para a nova informação, são denominados por Ausubel de subsunçores. O subsunçor é uma estrutura específica à qual uma nova informação pode se integrar à estrutura cognitiva do aprendiz. Quando não existirem os subsunçores, deveremos construí-los, seja através de aula expositiva, um vídeo, uma música etc. Para tanto, Ausubel 'recomenda o uso de organizadores prévios que sirvam de ancora para a nova aprendizagem e levem ao desenvolvimento de conceitos subsunçores' (AUSUBEL, 2000, p. 11).
Para nortear a maneira e a sequência dos conceitos a serem trabalhados em sala de aula, Ausubel propõe dois processos: diferenciação progressiva e reconciliação integrativa. Diferenciação Progressiva: o conteúdo a ser apresentado aos alunos deve ser programado de maneira que os conceitos mais gerais da disciplina sejam apresentados em primeiro lugar, e, pouco a pouco, introduzidos os conceitos mais específicos. Reconciliação Integrativa: a programação do material a ser apresentado ao aluno deve ser feita de maneira que haja exploração de relações entre ideais, apontando semelhança e diferenças entre conceitos relacionados. 'No trabalho pedagógico ela deve acontecer em dois contextos: na preparação do material instrucional, e no relacionamento das ideias nele contidas com a estrutura cognitiva do aluno'. (MOREIRA; MASINI, 1982, p. 21-2).
## Metodologia da Pesquisa
A metodologia segue os parâmetros da abordagem qualitativa. Esta pressupõe o contato direto e prolongado do pesquisador com o ambiente e a situação que está sendo investigada para a obtenção de dados descritivos. Dá ênfase muito mais no processo e na retratação da perspectiva dos participantes (LUDKE, 1986; BOGDAN; BIKLEN, 1994). A técnica de pesquisa foi a observação participante. Para coleta de dados, neste primeiro momento, foi elaborado um questionário, cujo objetivo era levantar os conhecimentos prévios dos alunos sobre conceitos de Cinemática e a respeito do uso do computador. Os participantes da pesquisa são formados por dez alunos de um Colégio Público Estadual da cidade de Amargosa/BA, da zona urbana e rural, na modalidade EJA do EIXO-7, da Turma C, que estudam no noturno e que foram convidados a participar desta pesquisa.
## Dados e Resultados - Proposta de Intervenção
## Primeira parte - sequência de aulas sobre uso do computador
Após a tabulação e análise destes primeiros dados decidimos mudar o rumo da pesquisa e iniciar uma sequência didática com ênfase no uso do computador. Isto porque o uso do software Modellus exige que os discentes tenham um domínio sobre o computador. Esta mudança em nossa proposta de ensino se dá com base
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na Teoria de David Ausubel, a qual afirma que a aprendizagem significativa ocorre a partir da existência de subsunçores na estrutura cognitiva do aprendiz. Vale salientar que por motivo dos limites de espaço deste artigo apresentaremos apenas uma breve introdução das primeiras aulas que ocorreram no mês de abril de 2016.
Gráfico 01 : Resposta ao questionário sobre aspectos gerais dos participantes da pesquisa.
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Podemos observar no gráfico 01, que os alunos que participaram do projeto têm idade acima de 25 anos, a maioria dos estudantes mora na zona rural da cidade e o grupo é formado em quantidade igual entre homens e mulheres. Destaque para o fato de que apenas duas pessoas utilizaram o computador na escola, sendo esta uma informação fundamental para a nossa pesquisa.
De início, optamos por trabalhar com os programas Word e Excel. Inicialmente, utilizamos um texto sobre a vida do educador Paulo Freire (o objetivo era mostrar em um breve texto a biografia deste educador e sua importância para a Educação de Jovens e Adultos). Foi solicitado que cada aluno fizesse a leitura de um parágrafo para socializar as informações. Após a leitura, solicitamos aos alunos que abrissem o programa Word e digitassem o texto, copiando-o ipsis litteris . Neste momento, um dos pesquisadores ficou andando pela sala e auxiliando os alunos que ainda não tinham tido contato com o computador. No início, os discentes se sentiram acanhados. Então, deixamos que se organizassem da forma que fosse mais interessante e confortável para eles. Ficaram em duas duplas utilizando o mesmo computador, portanto quatro alunos, justamente os alunos que nunca tinham tido contato com a máquina. Desta forma, pudemos dar um maior suporte e fazer algumas intervenções a partir das suas dúvidas. Também buscamos observar como os outros alunos estavam trabalhando com a digitação do texto.
A partir disso, visualizamos que os alunos que responderam ao questionário dizendo já terem tido contato com o computador, não tinham tanta familiaridade quanto imaginavam ter, para concluir esta tarefa os alunos precisaram de quatro aulas de 40 minutos. Mostraremos abaixo, algumas indagações desses estudantes durante a sequência:
Aluno C2: 'Professor já usei o computador, porém faz muito tempo que não mexo na máquina, daria para o senhor dizer como faço para passar para a outra linha?'.
Aluno C8: 'Professor como faço para colocar o acento na palavra geracoes (grifo do autor)'.
Aluno C10: 'Professor não consegui ligar o computador, o que devo fazer?'.
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No segundo momento utilizamos o Programa Excel, em que os alunos puderam conhecer e trabalhar com a planilha de cálculo. A partir disso, os discentes puderam estudar/revisar, por meio de exercícios de fixação, as quatro operações básicas de matemática (adição, subtração, multiplicação e divisão). Logo após, fizeram um estudo sobre as aplicações da equação de primeiro grau usando a planilha do Excel. Cabe ressaltar que naquele momento nosso objetivo era trabalhar o uso do computador e alguns conceitos de matemática, pois no questionário inicial ficou evidente a dificuldade que os discentes tinham para com tais conceitos.
Após análise desta parte da sequência didática, pensamos estar no caminho certo, na trilha da possível construção de subsunçores pelos alunos. Primeiro conhecendo o computador para depois utilizarem o software Modellus no ensino de conceitos físicos.
## Segunda parte - avaliação final sobre a sequência didática aplicada
Antes de programar a sequência didática, aplicamos um questionário para levantar os conhecimentos prévios dos alunos em relação aos conceitos básicos sobre Cinemática, tais quais, velocidade, distância, deslocamento, espaço percorrido, trajetória. Abaixo apresentamos alguns desses dados.
Conforme as respostas dos alunos, ao questionário, entendemos que a maioria dos alunos não tem familiaridade com o uso do computador e, que os
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conhecimentos de Cinemática não estão consolidados nas suas estruturas cognitivas.
A seguir apresentaremos um quadro resumo da sequência didática. Também por limites de espaço não faremos uma apresentação mais detalhada. Quadro 01: Resumo da Sequência Didática
## Fonte: Autores.
Figura 01: Ilustração do exercício realizado pelo aluno C10 com o software Modellus. Inserir no Modellus um ponto referencial em relação a um carro em movimento.
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Figura 02: Ilustração do exercício realizado pela aluna C3 com o software Modellus. Calcular a velocidade de um móvel que percorre uma distância de 1500m em 50 segundos?
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- A partir da utilização do software pelos alunos, e por meio de um questionário contendo questões abertas e fechadas, fizemos duas questões com o objetivo de verificar os principais aspectos apontados, pelos mesmos, sobre a assimilação dos conteúdos estudados com base na utilização do Modellus:
- 1ª Pergunta . Você acha que o uso do computador facilita o aprendizado em Física? Não facilita ( ) Nem facilita nem complica ( ) Facilita pouco ( ) Facilita ( ) Facilita muito ( )
- 2ª Pergunta . Você achou que a simulação com o software Modellus melhorou o seu conhecimento em Física, mas especificamente em Cinemática?
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Não respondeu ( )
Tabela 01: Resumo das duas respostas de caráter fechado conforme questionário.
## Discussões
Na primeira parte do trabalho desenvolvemos uma sequência didática em que os alunos puderam ter um maior contato com o computador. Acreditamos que esta ação foi importante para possibilitar aos alunos um melhor acesso ao uso do Modellus, pois visava a aquisição de subsunçores necessários ao uso do software.
Na medida em que 'saber utilizar minimamente um computador' era um conhecimento prévio relevante e necessário para a nossa intervenção com o uso do Modellus, o questionário inicial foi de fundamental importância em nossa pesquisa. Pois, nos deu um maior entendimento sobre nossos alunos e, assim, nos possibilitou reestruturar o início da sequência didática que seria aplicada, dando atenção também para o ensino do uso do computador e alguns softwares mais básicos. O nosso objetivo com isto é marcar a fundamental necessidade de se considerar como conhecimentos prévios relevantes necessários para o aprendizado de conceitos científicos outros conhecimentos que não são necessariamente científicos, muitas vezes relacionados ao uso dos recursos didáticos.
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Sobre a primeira questão do questionário, seis alunos (60% do grupo) responderam que o computador facilitava e muito o aprendizado em Física, enquanto que, na segunda pergunta, a qual tinha o objetivo de verificar se o Modellus havia proporcionado um melhor aprendizado em Cinemática, oito alunos (80% do grupo) responderam que a simulação com o uso do Modellus melhorou o seu conhecimento em Física.
## Considerações finais
Na realização das atividades sobre os conceitos de Cinemática, a partir do software Modellus, as expectativas em relação ao aprendizado desses conceitos pelos alunos da EJA, superaram o esperado. Acreditamos que a primeira parte do trabalho de pesquisa foi fundamental para que os alunos pudessem trabalhar com o Modellus, pois, foi por meio dessa sequência didática que a maioria dos discentes puderam se familiarizar com os aspectos gerais da máquina, ou seja, tiveram a possibilidade de utilizar o computador para atividades voltadas para o seu próprio aprendizado.
Diante das respostas apresentadas pelos alunos, em relação às questões de caráter fechado no questionário, nos permite inferir que o uso do Modellus proporcionou aos alunos um interesse pela tecnologia ao trabalhar com a simulação.
De modo geral, o trabalho nos permitiu concluir sobre a importância da utilização dos recursos tecnológicos para melhorar a aprendizagem dos alunos sobre conceitos físicos, principalmente dos estudantes da EJA.
## Referências
AUSUBEL, D. P. Aquisição e Retenção de Conhecimentos: Uma Perspectiva Cognitiva . Lisboa: Paralelo, 2000.
BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos . Porto, Porto Editora, 1994. p. 47- 51.
BRASIL. Lei n. 9.394/96: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Brasília. MEC, 1996. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf>. Acesso em: 10 abril 2016.
FIOLHAIS, C.; TRINDADE, J. Física no Computador: o Computador como uma Ferramenta no Ensino e na Aprendizagem das Ciências Físicas. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 25, n.3, p.259-272, 2003.
FREIRE, P. Educação de adultos: Algumas reflexões. In: GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José (Org.) . Educação de Jovens e Adultos: Teoria, prática e proposta. Vol 5. São Paulo: Cortês: Instituto Paulo Freire, 2001.
LÜDKE, M. André, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas . São Paulo: EPU, 1986.
MOREIRA, M. A.; MASINI, E. F. S. Aprendizagem Significativa - a teoria de David Ausubel. São Paulo, Moraes, 1982.
MÁXIMO, A.; ALVARENGA, B. Física Volume Único. São Paulo: Scipione, 2011.
TAJRA, S. F. Informática na Educação: novas ferramentas para o professor na atualidade. 7ª Ed. São Paulo: Érica, 2007.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda., 1998 .
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