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A TECNOLOGIA E A INTERNET COMO ALIADAS NA CONSTRUÇÃO DE UMA METODOLOGIA PARA O ENSINO DE FÍSICA

Julio Cezar De Oliveira, Paola Lorraine Gomes Da Conceição, Millena Bastos Mendonça, Roney Dias Narciso Gabriel, Ana Carla Lhamas Duarte

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
29/01/2015
Linha de pesquisa
Linguagem E Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## A TECNOLOGIA E A INTERNET COMO ALIADAS NA CONSTRUÇÃO DE UMA METODOLOGIA PARA O ENSINO DE FÍSICA

Julio Cezar de Oliveira , Paola Lorraine Gomes da Conceição , Millena Bastos 1 2 Mendonça 3 , Roney Dias Narciso Gabriel , Ana Carla Lhamas Duarte 4 5

- 1 Universidade Federal de Juiz de Fora/Departamento de Física/juliocezaroliveira@ice.ufjf.br
- 2 Universidade Federal de Juiz de Fora/Departamento de Física/lalolaps21@hotmail.com
- 3 Universidade Federal de Juiz de Fora/Departamento de Física/mmendonca20@gmail.com

## Resumo

Diante da necessidade de modernização no Ensino de Física, foi buscou-se aliar as mídias sócias de comunicação a favor do professor a fim de estreitar o relacionamento professor/aluno e de expandir a forma de ensino/aprendizagem usados nos dias de hoje. A estratégia adotada neste trabalho foi à utilização de formas alternativas para o ensino dos conteúdos de Física a fim de despertar mais interesse nos alunos além de verificar como eles lidam com a linguagem tecnológica. Mesmo em meio a um mundo dominado por essa nova forma de linguagem vê que ainda há uma despreparo quanto ao uso da internet no ambiente escolar por parte dos professores. Através de pesquisas e de observar o modo como os alunos utilizam a Internet a favor do seu interesse, buscamos trazer esta realidade para dentro das escolas. Nesse trabalho experimentos virtuais em laboratório de informática e vídeos de curta metragem sobre temas específicos de Física realizados pelos próprios alunos foi direcionado como uma nova forma de se pensar sobre o uso de tecnologia como forma de auxilio para o aprendizado. Com base em alguns aspectos do construtivismo foram adotadas estratégias de forma a desenvolver a construção do conhecimento utilizando a tecnologia como uma forma de linguagem de ensino.

Palavras-chave : Internet, Pesquisa, Tecnologia, Linguagem.

## Introdução

A educação, como se observa no momento atual, não tem dado a devida importância ao uso de tecnologias como uma nova linguagem para o ensino, da qual educadores não podem mais se distanciar.

'a desvalorização da tecnologia em educação tem a ver com experiências vividas nas décadas de 1950 e 1960 quando se procurou impor o uso de técnicas nas escolas, baseadas em teorias comportamentalistas, que, ao mesmo tempo em que defendiam a autoaprendizagem e o ritmo próprio de cada aluno nesse processo, impunham excessivo rigor e tecnicismo para se construir um plano de ensino (...)' (Masetto, M., p. 135, 2000).

O que poderia auxiliar educadores, como uma nova linguagem para o ensino, pode tornar-se um vilão pelo despreparo dos professores no uso da tecnologia em sala de aula.

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26 a 30 de janeiro de 2015

'Muitas formas de ensinar hoje não se justificam mais. Perdemos tempo demais, aprendemos muito pouco, nos desmotivamos continuamente. Tanto professores como os alunos tem a clara sensação de que muitas aulas convencionais estão ultrapassadas.' (Moran, p. 11, 2006).

Assim, é necessária uma investigação de como adequar o uso de tecnologias para a sala de aula, uma vez que essa já é altamente usada por professores e alunos fora dela. Novas práticas devem ser buscadas uma vez que aulas tradicionais se tornam cada vez mais desinteressantes para alunos e desmotivadoras para educadores que não percebem mais interesse em seus educandos. Uma educação continuada deve existir para que o professor além de se atualizar na teoria e na prática desenvolva um senso reflexivo.

'a interação entre sujeito e objeto se constitui de forma dialética, assim sendo, o ensinante é também o aprendente.' (RÖRIG, C. BACKES, L.).

Outro fator a ser analisado é o tempo que se gasta para esse novo aprendizado por parte do professor, tempo esse que muitas vezes ele não dispõe. Por isso é necessária uma ferramenta tecnológica que seja rápida, assim como tudo o que os jovens buscam atualmente, e que ao mesmo tempo tenha conteúdos de qualidade, assim como é necessário que seja acessíveis e interessante para os alunos. Então não é difícil pensar em qual ferramenta tecnológica pode ser usada dessa forma, como uma nova linguagem no ensino.

## O Uso da internet como ferramenta de ensino

Atualmente uma das tecnologias mais utilizadas no mundo é a internet. Ela já se tornou um dos principais meios onde pessoas se comunicam, buscam entretenimento e informação.

'A Internet está explodindo como a mídia mais promissora desde a implantação da televisão.' (Moran, 1997).

Muitas escolas têm montado laboratórios de informática com acesso a internet, no intuito de modernizar o ensino usando essa nova tecnologia. Também é cada vez mais comum o uso de smartphones por parte dos alunos e professores. Assim deve haver uma incorporação dessa nova linguagem ao ensino já existente.

'paradigmas educacionais estão se transformando e sendo reconstruídos numa nova visão, num novo ambiente cognitivo que está se estruturando.' (Rorig, C. Backes, L.).

Mas será que os alunos utilizam a internet como uma aliada na hora dos estudos? Pensando nisso toda uma pesquisa, sobre como utilizar essa nova linguagem em sala de aula, foi realizada para um posterior trabalho com os alunos.

A principal dúvida é sobre qual o papel do professor nesse novo quadro utilizando a internet como uma nova linguagem. O professor se preparou durante anos para conhecer o conteúdo a ser lecionado, e isso garante a ele uma vantagem ao utilizar a internet, uma vez que por conhecer melhor o conteúdo saberá filtrar melhor as informações. Ela possui uma imensa quantidade de conteúdos bons, mas também uma gigantesca quantidade de informações que não são adequadas no ensino de determinados assuntos .

'Criam-se todos os dias mais de 140 mil novas páginas de informações e serviços na rede. Há informações demais e conhecimento de menos no uso da Internet na educação.' (Moran, 1997).

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Sem um intermediador para direcionar essa filtragem pedagógica, o uso da internet como ferramenta para aprendizagem e ensino pode se tornar prejudicial. O professor pode desempenhar um papel fundamental nesse processo fazendo com que dentro e fora de sala de aula o aluno saiba realizar uma boa pesquisa para seus trabalhos.

Um exemplo são as pesquisas realizadas para os projetos de Feiras de Ciências que devem ser bem orientados pelos professores e onde a internet serve tanto como ferramenta de comunicação professor/aluno durante este processo, como ferramenta de pesquisa. Os projetos se forem bem estruturados provocam inúmeras mudanças para todos os envolvidos nele.

'A realização de Feiras de Ciências em uma escola ou comunidade traz benefícios para alunos e professores e mudanças positivas no trabalho em ciências.' (Hartman, A. Zimmermann, E).

É cada vez mais comum que alunos utilizem de vídeos prontos, encontrados na internet, como ferramenta para montagem de experimentos, devido muitas vezes, a falta de orientação dos professores nos projetos realizados pelos alunos. Com uma boa orientação de pesquisa e envolvimento no projeto pode ocorrer inúmeras mudanças.

Mancuso (2000) e Lima (2008) destacam: 'o crescimento pessoal e a ampliação dos conhecimentos; ampliação da capacidade comunicativa; mudanças de hábitos e atitudes; desenvolvimento da criticidade; maior envolvimento e interesse; o exercício da criatividade conduz à apresentação de inovações; maior politização dos participantes'.

Daí a importância do professor estar preparado para orientar os alunos sobre onde pesquisar, o que pesquisar e como extrair daquela pesquisa o melhor para seu trabalho.

## O uso da internet em aulas de eletromagnetismo

- O seguinte trabalho foi desenvolvido em uma escola da rede pública estadual da cidade de Juiz de Fora - MG. Durante um ano, as atividades foram realizadas com quatro turmas do 3º ano do Ensino Médio em um encontro semanal por turma. O professor de física dessas turmas cedeu uma de suas aulas para a realização do trabalho. Foi acordado que a aula cedida seria um auxílio prático para as aulas teóricas.

Como o computador é utilizado cada vez mais cedo na vida das pessoas, buscou-se explorar a intimidade que a maioria dos alunos possui com a máquina para promover o desenvolvimento cognitivo nos mesmos. Enquanto o professor ministrava aulas de Eletrostática para os alunos, nos encontros semanais, os alunos eram levados para a sala de informática onde eram divididos em duplas ou grupos de acordo com o grau de trabalho exigido pela atividade. Nessas aulas cada grupo realizava pesquisas, utilizando a internet, para montar uma argumentação sobre algumas situações do cotidiano envolvendo eletrostática que haviam sido mostradas a eles através de pequenos vídeos, reportagens e textos.

Um exemplo de trabalho seguido nesses moldes foi uma aula em que mostramos uma reportagem exibida num canal de notícias. O vídeo mostrava um caminhão em uma rodovia num dia chuvoso onde esse caminhão foi atingido por um raio. Enquanto as imagens eram mostradas, o repórter narrava o ocorrido da seguinte maneira: '(...) O céu estava escuro quando de repente um raio atinge em

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cheio o caminhão que vinha na pista contrária (...) a cena é impressionante, o motorista não sofreu nada. A borracha do pneu neutralizou o choque'. Depois que o vídeo foi mostrado perguntamos aos alunos sobre suas impressões com relação à fala do repórter e o fato ocorrido. Foram obtidas muitas respostas, tais como: 'Pra mim o cara do caminhão morreu'. 'Por isso que dizem que o carro é o lugar mais seguro de se ficar em uma tempestade'. 'Eu acho que os pneus não fizeram diferença na vida do motorista'. 'O motorista não morreu, pois os pneus estavam isolando o caminhão, assim como o repórter falou'. Então foi passado outro vídeo onde um avião foi atingido por um raio e o mesmo manteve seu voo sem nenhum problema. Nesse momento, os alunos foram indagados sobre como foi possível os passageiros não terem sofrido nenhum dano, uma vez que o trem de pouso já estava recolhido e não havia nenhum material de borracha no exterior para isolar. A partir daí os grupos começaram a pesquisar sobre os dois episódios e montaram argumentações sobre a explicação cientifica dada em ambos os casos. O objetivo desta atividade foi fazer com que os alunos entendessem melhor os fenômenos físicos envolvendo a eletrostática que está presente em seus cotidianos.

Outra atividade desenvolvida foi a utilização de simuladores Phet Interactive Simulations(http://phet.colorado.edu/pt\_BR/simulations/category/physics) durante as aulas de Eletromagnetismo, para uma melhor compreensão desses fenômenos. As animações e simulações são consideradas, por muitos, a solução dos vários problemas que os professores enfrentam ao tentar explicar para seus alunos fenômenos demasiado abstratos para serem 'visualizados' através de uma descrição em palavras, e demasiado complicada para serem representados através de uma única figura.

Figura 3: linhas de campo elétrico

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## Vídeos de curta metragem produzidos por alunos como uma alternativa para as feiras de ciências

A escola onde o trabalho foi desenvolvido realiza anualmente uma feira de ciências envolvendo todas as séries. Os alunos das quatro turmas do terceiro ano do Ensino Médio foram divididos em grupos. Cada grupo deveria escolher um tema da Física e realizar, ao longo de seis meses, uma pesquisa sobre a teoria cientifica, suas aplicações e como se deu seu desenvolvimento. O objetivo dessa pesquisa foi para que cada grupo produzisse um vídeo de curta metragem.

Durante a produção dos vídeos os alunos realizavam suas pesquisas sempre com nossa orientação; de forma a aumentar o contato com os grupos foi feito uma tentativa de comunicação além da sala de aula, através de e-mails para envio de textos, vídeos e artigos sobre o assunto. No entanto essa tentativa não funcionou, uma vez que os alunos demoravam muito para visualizar a mensagem ou nem visualizavam. Como o trabalho era desenvolvido na escola com apenas uma aula semanal e o encontro fora do horário escolar era inviável, foi necessário pensar em outra forma de comunicação que funcionasse, uma vez que as aulas eram utilizadas para o desenvolvimento das atividades descritas no tópico anterior. Quando os alunos foram questionados sobre o motivo na demora em ler as mensagens com os materiais de orientação ou o fato de nem lerem, uma resposta dada por grande parte deles foi que só possuíam o e-mail para acessar as redes sociais. Pensando nisso foi criado no Facebook uma página/grupo para cada uma das quatro turmas por onde os contatos eram realizados. Essa nova estratégia funcionou de imediato, já que os alunos visualizavam com muita rapidez as mensagens encaminhadas. E aos poucos eles mesmos começaram a enviar perguntas sobre os conteúdos que estavam pesquisando. Isso possibilitou um avanço significativo na comunicação, que era imprescindível para a produção dos vídeos.

Com o intuito de manter um padrão entre os grupos foram criadas as seguintes regras para a produção dos vídeos: roteiro de caráter livre, podendo ser uma vídeo-aula, um teatro, um clipe entre outros; número máximo de participantes por grupo, de 5 a 7 alunos; o tempo de cada vídeo deveria respeitar o mínimo de 7 e máximo de 10 minutos; foi estipulada uma data, onde cada grupo entregaria o vídeo em uma mídia. Cada aluno deveria manter um 'diário de bordo' no qual estaria a descrição de todas as atividades realizadas por eles durante a produção; cada grupo deveria entregar um relatório quinzenal contendo o andamento do trabalho realizado. A avaliação dos vídeos foi realizada em parceria pelos autores do presente trabalho e o professor de física das turmas do terceiro ano. Além disso, em cada turma foram exibidos os vídeos onde houve distribuição de cédulas para que os alunos pudessem votar no vídeo que mais gostavam claro, eles não poderiam votar no próprio vídeo. Após todas essas avaliações foi escolhido um vencedor de cada turma. Então, os quatro vídeos foram exibidos em uma reunião na UFJF(Universidade Federal de Juiz de Fora) para alunos do curso de Licenciatura em Física e para professores a fim de escolher o vídeo a ser premiado na Mostra de vídeos realizada na Feira de ciências da escola.

As figuras a seguir mostram alguns quadros dos vídeos que tiveram temas variados relacionados com a física.

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## Considerações Finais

Em relação às observações nas aulas no laboratório de informática, a intervenção causou nos estudantes maior vontade de participar e buscar entender os fenômenos físicos notados em seu dia a dia. Além disso, através das atividades propostas os alunos foram incentivados a pesquisarem e utilizarem a tecnologia a favor de seus estudos. O resultado foi significativo, uma vez que a participação dos alunos foi muito maior que em aulas tradicionais feitas em sala. Uma observação feita pelo professor de física das turmas envolvidas no trabalho foi uma melhoria significativa no rendimento dos alunos em suas aulas. O aspecto mais desafiador na execução destas atividades foi correlacionar os temas estudados com o cotidiano dos alunos utilizando ferramentas acessíveis a eles como a internet. Alguns resultados observados, através de uma pesquisa realizada com eles mostraram que além de se divertirem, eles tiveram uma aprendizagem melhor contextualizada e aulas mais descontraídas resultando em um maior interesse pela ciência.

Quanto à produção dos vídeos um dos aspectos a se destacar foi a criatividade dos alunos. Tiveram vídeos como animações, telejornais, teatros, dentre outros. Mas o mais importante foi perceber como eles utilizaram essa criatividade e conseguiram contextualizar os temas e correlacionar com o cotidiano.

Devemos destacar que o sucesso alcançado nesse trabalho só foi possível devido a estrutura oferecida pela escola como sala de informática com

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computadores em boas condições e com acesso a internet além de uma sala de vídeos com ótimos equipamentos.

Durante a realização do trabalho constatou-se que a tecnologia notar e o uso da internet podem ser aliados na construção de uma metodologia a ser trabalhada e as atividades podem ser muito bem sucedidas. Mas para que o sucesso nessa forma de trabalhar seja alcançado é preciso que ocorra uma constante atualização do professor a fim de entender melhor as novas formas de linguagens, como a internet, utilizadas pelos alunos. É preciso também que o professor seja um intermediador e que ajude o aluno a pesquisar e a aprender a filtrar os inúmeros conteúdos disponíveis na rede. Atividades devem ser pensadas de forma que os alunos não simplesmente copiem conteúdos da internet e sim que eles sejam capazes de comparar, estudar, contextualizar e conseguir usar essa ferramenta tecnológica a favor de sua aprendizagem.

## Referências

MORAN, José Manuel. Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias. Informática na Educação: teoria &amp; prática , v. 3, n. 1, 2000.

RAMAL, Andrea Cecilia. Internet e educação. Revista Guia da Internet. BR , n. 5, 1996.

MASETTO, Marcos T. Mediação pedagógica e o uso da tecnologia. Novas tecnologias e mediação pedagógica , v. 7, p. 133-173, 2000.

RORING, Cristina; BACKES, Luciana . O professor e a tecnologia digital na sua pratica educativa . Disponível em: http://61ped.blogspot.com.br/

MORTIMER, Eduardo Fleury. Construtivismo, mudança conceitual e ensino de ciências: para onde vamos. Investigações em ensino de ciências , v. 1, n. 1, p. 20-39, 1996.

HARTMANN, Ângela Maria; ZIMMERMANN, Erika. Feira de Ciências: a interdisciplinaridade e a contextualização em produções de estudantes de ensino médio. VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências , 2009.

LIMA, MEC. Feiras de ciências: o prazer de produzir e comunicar. PAVÃO, AC; FREITAS, D. Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos: EduFSCar , p. 207-215, 2008.

MANCUSO, R. Feira de ciências: produção estudantil, avaliação, consequências. Contexto Educativo. Revista digital de Educacion y Nuevas Tecnologias, n. 6. Abril, 2000.

HECKLER, Valmir; SARAIVA, Maria de Fatima Oliveira; FILHO, Kepler de Souza Oliveira. Uso de simuladores, imagens e animações como ferramentas auxiliares no ensino/aprendizagem de ótica . Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 29, n. 2, p. 267-273, (2007)

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.