ANÁLISE PRELIMINAR DOS PRODUTOS EDUCACIONAIS SOBRE HISTÓRIA DA CIÊNCIA E ARTE DOS MESTRADOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Paula Rocha Pessanha, Glória Regina Pessôa Campello Queiroz
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 29/01/2015
- Linha de pesquisa
- Pesquisa Em Educação Em Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## ANÁLISE PRELIMINAR DOS PRODUTOS EDUCACIONAIS SOBRE HISTÓRIA DA CIÊNCIA E ARTE DOS MESTRADOS PROFISSIONAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Paula Rocha Pessanha 1 , Glória Regina Pessôa Campello Queiroz 2
- 1 Instituto de Educação Carmela Dutra / SEEDUC-IECD, pessanha.paular@gmail.com
- 2 Universidade do Estado do Rio de Janeiro/Instituto de Física - IF, queiroz@uerj.br
## Resumo
Desde a criação e desenvolvimento da pós-graduação profissional, acompanha-se ano após ano um relevante crescimento da oferta de cursos na modalidade Mestrado. De acordo com dados da CAPES (2014), observa-se uma concentração de 50,35% na região sudeste dos cursos oferecidos em território nacional, seguindo esta modalidade de ensino. As produções acadêmicas dos Mestrados profissionais - cujo objetivo é fazer imergir profissionais, inseridos na educação básica, com valores para suas atividades - quando inseridas no campo da História da Ciência e Arte, entre outros temas, visam a contribuir para a diminuição da evasão de alunos e professores das salas de aula, além da diminuição do analfabetismo científico. Com o objetivo de desenvolver uma análise dos produtos educacionais, expectativas e perspectivas de alunos-professores, foi desenvolvida no grupo do projeto 'Impactos dos mestrados profissionais em ensino de ciências na qualidade da Educação em Ciências', do programa OBEDUC/CAPES, 2012, uma ficha categorial e exploratória construída com a colaboração de participantes dos 3 núcleos do projeto desenvolvido em rede por seis instituições de ensino superior. Este instrumento de análise foi aplicado nos cursos localizados nos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. A partir dos resultados obtidos no Rio de Janeiro, pode-se observar que apenas 4% dos produtos educacionais dos Mestrados profissionais utilizaram a relação ciência-arte como subsídio para o desenvolvimento e implementação de sua proposta.
Palavras-chave : Mestrados Profissionais; Ensino de Física; História da Ciência e Arte.
## Introdução
Os Mestrados Profissionais (MP) foram criados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) com o intuito de habilitar profissionais, nas diversas áreas do conhecimento a partir de técnicas, processos ou temáticas que atendam alguma demanda no mercado de trabalho (BRASIL, 2009).
Em 2001, no mesmo ano em que a CAPES torna público a necessidade de desenvolvimento da pós-graduação profissional, observa-se o crescimento da demanda de novos cursos de mestrado profissional. Com isso, são estabelecidos os perfis e instrumentos de avaliação para esta modalidade de pós-graduação, além da criação de um dos primeiros cursos de mestrado profissional em ensino de Física do país, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, voltado a professores inseridos na educação básica e a professores de ensino superior que atuam nas licenciaturas ou em disciplinas básicas de outros cursos de graduação (OSTERMANN e REZENDE, 2009).
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Segundo dados da CAPES, no ano de 2014, existem em todo o território nacional, 572 programas e cursos de pós-graduação, na modalidade Mestrado Profissional. Dentre estes, um total de 288 situam-se na região sudeste, representando cerca de 50,35%, sendo claramente diferenciados dos Mestrados acadêmicos.
Enquanto que nos Mestrados Acadêmicos (MA) o principal objetivo é a formação de um pesquisador, nos MPs, apesar de ocorrer uma imersão do profissional na pesquisa, a intenção é formar profissionais que saibam localizar, identificar e, sobretudo, utilizar a pesquisa de modo a agregar valores a suas atividades.
- O objetivo deste trabalho consiste em desenvolver uma análise dos produtos educacionais, expectativas e perspectivas dos alunos-professores dos cursos de mestrado profissional de ensino, localizados no Estado do Rio de Janeiro.
## As produções acadêmicas e produtos dos MPs
Os trabalhos de conclusão de curso desenvolvidos nos MP em ensino devem estar relacionados a projetos desenvolvidos nessa área. Este tipo de trabalho pode ser uma pesquisa aplicada, visando à melhoria do ensino em uma área específica, constituindo um material que possa ser aplicado por outros profissionais.
Sendo assim, o produto final deve ser um trabalho de investigação, uma proposta de ação e/ou intervenção, voltado para um tema aplicado ou uma solução de problema. Nesta modalidade de Mestrado, podemos pensar na formulação de questões-foco e não em questões de pesquisa, como é usual em projetos de investigação. Uma questão-foco deve estar relacionada a formas de conceber, implementar e avaliar inovações didáticas.
## A história da Ciência e o ensino de Física
Diversos autores, como MATTHEWS (1995), já relataram como o ensino de ciências desenvolveu-se completamente dissociado da história e filosofia da ciência. Desde a década de 90 uma reaproximação significativa entre esses campos foi sendo estimulada. a partir da evidência da riqueza pedagógica que as práticas de ensino de ciências adquirem ao serem enriquecidas por informações colhidas à luz da história e filosofia da ciência.
A evasão de alunos e professores das salas de aula, bem como os altos índices de analfabetismo científicos, cede a este ramo do conhecimento a árdua missão de humanizar as ciências e aproximá-las dos interesses pessoais, éticos culturais e políticos da comunidade, já que situações e equações padronizadas não traduzem o que definimos como realidade. Isso já foi observado por NEVES (1998) e KHUN (2012):
Alijar a ciência de seu processo histórico, de suas contingências, e de suas representações, é condená-la a um destino que se assemelha mais à religião, ligando paradigmas a dogmas, e sociedades científicas a seitas (NEVES, 1998, p. 75).
As coleções de 'textos originais' jogam um papel limitado na educação científica. Igualmente o estudante de ciência não é encorajado a ler os clássicos da história de seu campo. [...] Uma ciência que hesita em esquecer os seus fundadores está perdida. (KHUN, 2012, p. 26)
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Ao tornar as aulas de ciências mais desafiadoras e críticas, a história da ciência contribui para o desenvolvimento de um pensamento crítico, além de melhorar a formação do professor, auxiliando no desenvolvimento de uma epistemologia da ciência mais rica e autêntica (GUERRA e QUINTAL, 2009).
Estes parâmetros levam a uma reformulação das diretrizes educacionais, onde pode ser observado o estabelecimento de algumas diretrizes a serem consideradas, como o desenvolvimento de competências e habilidades, a ênfase no cotidiano e na interdisciplinaridade, como proposto em GUERRA e QUINTAL (2009, p.22):
A utilização da história da ciência no ensino e a psicologia da aprendizagem também possuem uma estreita relação. A primeira pode, não só, auxiliar no aprendizado dos conteúdos científicos, como também no próprio processo de desenvolvimento cognitivo individual do educando.
## Ciência e Arte
Durante o século XX a Ciência e a Arte foram consideradas 'faculdades inimigas'. O que cada um desses domínios representava era usado para excluir o outro. A ciência requeria o raciocínio estrito; era a fonte dos avanços técnicos e sustentava uma atitude otimista em relação à sociedade existente, enquanto os artistas conferiam um valor superior ao sentimento e à individualidade e eram mais críticos das convicções sobre o progresso (MACHADO et al ., 2004).
Contudo, as concepções artísticas e científicas mostram-se coerentes, levando, na maioria das vezes, a interpretações semelhantes, já que artistas e cientistas percebem o mundo da mesma forma, apenas representando-o através de linguagens distintas (REIS et al. , 2006).
Durante a revolução científica do século XVII, por exemplo, podemos perceber que a arte ajudou a ciência a trilhar novos caminhos a medida em que estas duas faculdades começam a estreitar suas relações. Os desenhos que Galileu fez da lua, a partir de suas observações, quando comparados aos desenhos feitos pelo astrônomo Thomas Harriot, nos levam a percepção de que os dois não 'viram' a mesma coisa. Harriot não possuía o treinamento artístico que teve Galileu. Foi o conhecimento de desenho, do claro-escuro adquirido por Galileu em Florença que o possibilitou compreender e perceber as irregularidades da superfície lunar. (REIS et al. , 2006).
Durante o movimento modernista a arte passa a expressar também as transformações do mundo e de suas profundas mudanças culturais, tecnológicas, políticas e sociais. Neste contexto, podemos destacar as obras de Cândido Portinari, que retrata fenômenos, e de onde se pode transpor alguns conceitos e valores para a sala de aula. Conceitos de física clássica como equilíbrio, força, óptica, entre outros, podem ser facilmente visualizados. Nos quadros Guerra e Paz, por exemplo, podem ainda ser ressaltados todo o contexto em foram pintados e a partir dessa premissa buscar uma reflexão entre a relação ciência e arte (PESSANHA et al , 2013).
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## Metodologia
Para identificar e avaliar os produtos educacionais dos MP em ensino de ciências em relação à História da Ciência e Arte, públicos e privados, localizados no estado do Rio de Janeiro, foi utilizada uma ficha categorial e exploratória aplicada ao cursos no período de 2008 a 2014.. Para este trabalho foram elencados um total de sete cursos, sendo três destes pertencentes a instituições particulares e quatro a instituições públicas (quadro 1).
Quadro 1 : Cursos elencados para análise.
A ficha categorial e exploratória utilizada para elaborar esta análise é composta por 16 itens:
- 1. Identificadores Gerais;
- 2. Natureza do produto;
- 3. Justificativa da produção;
- 4. Público alvo;
- 5. Disciplinas presentes;
- 6. Conteúdos presentes;
- 7. Referencial teórico;
- 8. Referencial Epistemológico;
- 9. Metodologia de ensino;
- 10. Implementação do produto;
- 11. Quantitativo de turmas;
- 12. Ano, série aplicada;
- 13. Modalidade da instituição onde foi aplicada;
- 14. Metodologia da proposta;
- 15. Resultado da avaliação;
- 16. Referências bibliográficas.
Alguns itens são compostos de subitens, como é o caso do item 1, onde são descritos o nome da tese, instituição a que pertence, nome do autor e orientador, ano de defesa e aplicação.
A identificação dos dados correspondentes a cada item foi possível a partir da leitura e análise das dissertações selecionadas.
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## Resultados e Discussões
A partir da análise dos dados obtidos, verificou-se que três dos cursos apresentam dissertações sobre história e filosofia da ciência, sendo estas defendidas em sua grande maioria dentre os anos de 2009 - 2012, como mostra o quadro 2.
Quadro 2: Dissertações sobre história da ciência dos cursos MPs.
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Todas as dissertações analisadas possuíram como público alvo o ensino médio, sendo que apenas uma destas apresentou um produto voltado para a modalidade EJA (Ensino de Jovens e Adultos).
Analisando o quadro 2, verificamos que apenas duas dissertações se enquadram no tema História da Ciência e Arte. Este número representa apenas 4% do total de dissertações defendidas no período analisado. Pode-se considerar que as contribuições acerca do tema, continuam escassas, como já foi constatado por CACHAPUZ (2007).
A dissertação 11 apresenta a Física não apenas como uma ciência exata e cheia de cálculos e teorias, mas também como um processo de conhecimento. O uso das artes aparece aqui como uma forma de mostrar a relevância da Física na cultura.
Após o período de aproximação que ocorreu entre os alunos e os tópicos que relacionam a Ciência, a Arte e a Filosofia, foi percebido que estes já estavam muito menos relutantes em aceitar as controvérsias entre várias teorias sobre a natureza da luz. Também deixaram de ficar relutantes e perceberam que as áreas aparentemente distantes podem estar direta ou indiretamente relacionadas [...]
Nessa dissertação, obras de Salvador Dalí e uma fábula de La Fontaine aparecem como subsidio para introduzir os estudantes no estudo da luz. O desafio de classificar a natureza da luz é colocado aos alunos como uma discussão aprimorada ao longo dos anos por cientistas, que se mostrou inspiradora para poetas e filósofos. Técnicas e a utilização de instrumentos ópticos por pintores holandeses, como a câmara escura, também é apresentada aos estudantes, dandolhes a visão contextualizada de práticas e instrumentos precursores aos equipamentos utilizados atualmente, como a máquina fotográfica.
Na dissertação 19, o uso das artes para o ensino de ciências é apresentado da seguinte forma:
Uma nova construção pedagógica faz-se urgente para atender as pressões sociais impostas por um processo que demanda múltiplas soluções, complexidade, incertezas e diversidades. Desse modo a sala de aula deve-se adequar às novas exigências, estimulando o aluno a desenvolver seu espírito crítico, investigativo, ativo na construção do saber.
O teatro, neste caso, é proposto como elemento metodológico capaz de aliar as ciências humanas e científicas, além de motivar o aluno, sem relegar a segundo plano a construção do conhecimento, a partir do momento que este se mostra mais receptivo ao conteúdo apresentado. Nesses casos, é explicito o uso desses dois saberes. As duas dissertações (números 11 e 19, quadro 2) utilizam uma abordagem científica pela arte, como é notório nos casos de 'pinturas científicas', onde objetos da ciência são representados pela arte, e onde uma análise crítica com os alunos mostra-se mais proveitosa do que a utilização e leitura de muitos livrostexto, como já profetizado por Leonardo da Vinci:
Para [ter] uma mente completa, estude a arte da ciência, estude a ciência da arte, aprenda a enxergar, perceba que tudo se conecta a tudo. (Leonardo da Vinci, segundo REIS et al., 2006 ).
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Nas demais dissertações, o uso da História da Ciência não faz qualquer alusão às Artes, sequer como um elemento motivador para a implementação dos produtos.
A História da Ciência é apresentada nessas dissertações como parte de uma estratégia didática de ensino-aprendizagem, procurando resultados que mostrem maior motivação em relação ao ensino de ciências por parte dos discentes. Segundo os autores, introduzindo novas abordagens de conteúdo, as aulas tornam-se mais prazerosas e a dificuldade apresentada pelos alunos durante a construção de novos conhecimentos decresce:
Pensamos que a pouca motivação aumenta a dificuldade dos alunos e já que ninguém gosta de colecionar insucessos, acreditamos que daí vem a aversão e o estigma da matemática como o "bicho papão" dos currículos escolares. [...] Assim, não poderíamos escapar ao estudo propositivo, na perspectiva de dirimir preocupações ou incômodos com os quais se insere nesse cenário. Este foi, pois, o contexto mobilizador do empreendimento ora sinalizado, a questão então orientadora do estudo é: será que o uso da Historia da Matemática no processo do ensino da trigonometria, nas funções seno e cosseno, pode levar o aluno a ter uma aprendizagem mais significativa? (Dissertação n . 1) o
A História da Ciência pode oferecer ricas contribuições ao ensino de Ciências, pois possibilita conhecer a respeito da vida dos físicos, da Física e do fazer Ciência. Além disso, traz como complementos os aspectos humanos, sociais, culturais e as características técnicas do conhecimento, resgata a evolução de conceitos e instituições, informa a respeito da vida dos cientistas e, mais recentemente, traz as concepções alternativas hoje em dia, mas que foram dominantes em determinadas épocas. (Dissertação n . 20.) o
Os produtos educacionais das dissertações apresentam-se como textos didáticos, projetos de ensino, metodologias/práticas de ensino, propostas de minicurso ou produção de livro. No entanto, os produtos educacionais das dissertações 11 e 20, mostram-se capazes de melhorar a motivação e interesse dos alunos em relação à disciplina de Física, na medida em que, ao inserir a arte junto à história da ciência, essa disciplina consegue atender aos interesses de todo o alunado.
## Considerações Finais
A utilização da história da ciência no ensino e a psicologia da aprendizagem possuem uma estreita relação. A primeira pode, não só, auxiliar no aprendizado dos conteúdos científicos, como também no próprio processo de desenvolvimento cognitivo individual do educando (NEVES, 1998).
Casos históricos ilustram relações entre as artes plásticas e a física, em particular, sobre o estudo do movimento de projéteis, estabelecendo implicações para a educação em ciência. A arte e a ciência refletem o homem como detentor de conhecimento e capaz de se expressar utilizando diversos signos, sejam uma obra prima ou uma equação de mecânica quântica (CACHAPUZ, 2007).
A introdução de novas abordagens - como mostram as dissertações 11 e 19 mostrou-se eficiente ao integrar a contextualização de conteúdos, os quais os alunos não conseguem conectar com o seu cotidiano e/ou com a construção dos diversos saberes.
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A arte pode fazer parte de um ponto de partida para discutir o papel da observação em ciências, além de desenvolver no aluno, de modo harmonioso e natural uma relação estratégica com o conhecimento.
Ao fazer uso da relação entre história da ciência e arte, os produtos educacionais conseguiram ensinar novos conteúdos, trabalhando a motivação dos alunos e dificuldade de aprendizagem.
## Referências
BRASIL. Portaria Normativa nº 17, de 28 de dezembro de 2009. Diário Oficial da União , Brasília, DF. n. 248, 23 dez. 2009. Seção 1, p. 20-21. Disponível em: http://www.capes.gov.br/images/stories/download/avaliacao/avaliacao-n/PortMEC-17-2009-mestrado-profissional.pdf, acessado em 01 de julho de 2014.
CACHAPUZ, António Francisco. Arte y Ciencia: ¿Que papel juegan em la educación em ciencias? Revista Eureka sobre Enseñanza y Divulgación de las Ciencias . Vol. 4, No. 2: pp. 287-294, 2007.
CAPES, Mestrados/Doutorados reconhecidos . 2014. Disponível em: http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?aca o=pesquisarRegiao, acessado em 01 de julho de 2014
GUERRA, Andréia; QUINTAL, João Ricardo. A história da Ciência no processo de ensino-aprendizagem. Física na Escola . Vol. 10, No. 1: pp 21-25, 2009.
KHUN, Thomas. A função do dogma na investigação científica . Curitiba. UFPR: SCHLA, 2012.
MACHADO, Jane; SOHN, Lídio; RUIZ, Carlos. Unir Arte e Ciência. In: ARAÚJOJORGE, Tânia C. de (Org.). Ciência e Arte: Encontros e Sintonias. Rio de Janeiro: Editora Senac Rio, 2004.
MATTHEWS, Michel. R. História, Filosofia e Ensino de Ciências: A tendência atual de reaproximação. Caderno Catarinense de Ensino de Física . Vol. 12, No. 3: pp. 164-214, 1995.
NEVES, Marcos César Danhoni. A História da Ciência no Ensino de Física. Revista Ciência e Educação . Vol. 5, No. 1: pp. 73-81, 1998.
OSTERMANN, Fernanda; REZENDE, Flavia. Projetos de Desenvolvimento e de pesquisa na área de ensino de ciências e matemática: uma reflexão sobre os mestrados profissionais. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , Vol. 26, No. 1: pp 66-80, 2009.
PESSANHA, Paula Rocha; RODRIGUES, Laís; QUEIROZ, Glória Regina Pessoa Campello; SILVA, Rafael Hugo Mendes da; SOUZA, Anna Carolina Carvalho de; RAMALHO, Luana. Portinari no Ensino de Física: Uma abordagem CTS-Arte no Ensino Médio. In: XX Simpósio Nacional de Ensino de Física. Anais. São Paulo, 2013.
REIS, José Claudio; GUERRA, Andréia; BRAGA, Marco. Ciência e Arte: relações improváveis? História, Ciência e Saúde . Vol. 13 (Suplemento): pp 71-87, 2006.
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