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ESTRATÉGIAS PARA ABORDAR A MEDIDA DE TEMPO EM UM MUSEU DE CIENCIAS

Taysa Bassallo, Flávia Requeijo, Maria Esther Valente

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
29/01/2015
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Educação Não Formal
Tipo
Pôster

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Texto completo

## ESTRATÉGIAS PARA ABORDAR A MEDIDA DE TEMPO EM UM MUSEU DE CIENCIAS

## Taysa Bassallo 1 , Maria Esther Valente , Flávia Requeijo 2 3

1 MAST/taysasilva@mast.br

2 MAST/esther@mast.br

3 MAST/flaviarequeijo@mast.br

## Resumo

O presente estudo foi realizado no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), onde se encontra um significativo acervo contendo instrumentos de medida de tempo, que foram utilizados para a marcação da hora legal brasileira. O tema Tempo torna-se relevante por tratar-se de um conceito multidisciplinar e por estar próximo do cotidiano das pessoas. O estudo busca explorar num âmbito não formal a ciência da medida do tempo, utilizando a nova exposição temporária do MAST intitulada FAZ TEMPO. A exposição contempla o Tempo em uma perspectiva interdisciplinar, criando um ambiente onde a abordagem da sua medida fique contextualizada com o seu conceito e a sua percepção. Em especial ao abordar a medida do tempo, percebe-se que muitos aspectos geram dúvidas aos visitantes. A intenção é buscar na exposição os aspectos referentes ao tema que possam gerar dúvidas mais freqüentes ao público, estudar as possíveis causas da falta de compreendimento e elaborar estratégias que visem uma melhor compreensão.

Palavras-chave : Tempo, medida de tempo, educação não formal

## Introdução

A preocupação com o nível de conhecimento sobre ciência da população tem se intensificado bastante em todo o mundo. Entre a maior parte dos professores e pesquisadores da área há um consenso que o principal objetivo da educação em ciências é formar um cidadão alfabetizado cientificamente, que adquira um nível de competências que o insiram no debate das questões da ciência e tecnologia.

É nesse sentido, que a educação não formal transforma-se em um meio importante nessa alfabetização. Junto à educação que já é trabalhada nas escolas, os ambientes não formais são grandes aliados para se trabalhar a construção do conhecimento científico.

Para Krasilchik e Marandino (2007) é necessário provocar nos estudantes, e na população em geral, a curiosidade, fazendo com que eles se deem conta do papel da ciência nas suas vidas. Isso exige um trabalho em classe, na escola e fora dela, incluindo conversas entre amigos, centros de cultura científica, museus e centros de ciência.

Como é afirmado na obra A construção social do caráter educativo dos museus de ciência (CAZELLI; MARANDINO; STUDART, 2003), na direção dessa demanda, os museus de ciência, enquanto espaços de educação não formal, pelo trabalho que vem desenvolvendo, adquirem papel inquestionável na ampliação e no refinamento do alfabetismo científico dos indivíduos.

A respeito disso Wagensberg (2005) afirma que museu de ciências não tem como prioridade ensinar, instruir; pois há outras fontes de conhecimento que são

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26 a 30 de janeiro de 2015

mais eficazes. O museu de ciências é um local estimulante, de onde saímos com mais perguntas do que entramos. Ainda segundo Wagensberg (2005), o Museu é um lugar onde se deve incentivar a opinião pública sobre ciência.

## A RELEVÂNCIA DO TEMA: O TEMPO

O tempo é um conceito de alta relevância na Ciência, tendo passado por transformações desde a importância que lhe foi dada por Newton até o tempo relativístico de Einstein. Além disso, está em profunda ligação com a história do Observatório Nacional (ON) e do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST). O primeiro mantém essa ligação até os dias de hoje, tendo em vista que é no campus do ON que é gerada, calibrada e transmitida a hora oficial do país. E o segundo, no papel de museu que preserva instrumentos antes utilizados pelo ON, mantém em seu acervo relógios que fizeram parte a determinação da hora oficial.

Tendo em vista que o acervo do MAST possui instrumentos que fizeram parte da história da Hora Oficial Brasileira, abre-se a possibilidade de abordar essa grandeza física tão importante no contexto da educação em ciências.

Esse serviço de determinação da hora oficial do país é responsabilidade do ON desde 1913 e é realizado pela Divisão do Serviço da Hora (DSHO), que se encontra no mesmo campus do MAST, desde a fundação deste último em 1985.

Além da ligação histórica, que envolve diretamente a medição do tempo, percebe-se que sendo o Tempo uma grandeza fundamental para a física, e tão presente no dia a dia das pessoas, é imprescindível a sua abordagem em um museu de ciências, levando-se em consideração ainda que o conceito de Tempo é um relevante conceito abordado em pesquisas de caráter científico e implica em uma grande interdisciplinaridade de áreas de conhecimento.

Sobre a necessidade de se explorar a medida de tempo e os instrumentos para sua medição, o estudo realizado por Martins e Pacca (2004) chama atenção para o próprio conceito de relógio, que não é a mesmo para todos. Enquanto para alguns, o relógio comum é uma espécie de 'objeto privilegiado' para a medida do tempo, para outros, relógio é 'tudo aquilo que é capaz de marcar o tempo'. Isto indica, segundo os autores, que um maior entendimento das similaridades existentes entre as diversas formas de marcação do tempo levaria a uma generalização do conceito deste objeto. Sendo assim, se faz necessário compreender as similaridades e diferenças entre os relógios, para que se possa entender o seu significado como um todo.

## DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA

A fim de dar conta de explorar o funcionamento dos instrumentos de medida de tempo do acervo histórico do MAST, foram realizadas entrevistas com o público do museu. O objetivo foi, com base nas dificuldades do público, elaborar estratégias que facilitem a compreensão do tema 'Tempo'.

A pesquisa foi serviu como base para a elaboração de estratégias utilizadas na nova exposição temporária do MAST, intitulada 'Faz Tempo'. Na exposição o visitante poderá encontrar temas referentes ao Tempo de um modo em geral. É trabalhado o tempo social, tempo geológico, tempo cosmológico e astronômico,

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além do tempo enquanto conceito físico como visto no capítulo anterior. Além disso, o visitante também poderá obter uma base para entender o funcionamento dos instrumentos de medida de tempo, que estarão contextualizados com a sua história e aplicação do seu dia a dia, alguns deles representados por modelos interativos.

Como forma de aproximação do dia a dia do público, mas sem se distanciar da história, foram destacados instrumentos, em especial relógios, que foram utilizados para a determinação da hora legal ao longo desse um século e meio de vigência do serviço de determinação da hora do ON. Esses relógios são o relógio de pêndulo, relógio de quartzo e o relógio atômico.

- O roteiro possui 14 perguntas e foi elaborado para investigar as principais dúvidas dos visitantes acerca do funcionamento dos relógios citados acima. As questões se encontram no quadro que segue:

## Quadro 1 Roteiro de entrevista

- 1 - Quais são os tipos de relógios que você conhece?
- 2 - O processo de medida do tempo, feito pelos relógios se dá da mesma forma para todos? Ou se dá de forma diferente?
- 3 - Qual o relógio mais antigo que você conhece?
- 4 - Você sabe qual o relógio mais preciso que existe? Por que?
- 5 - Você conhece um relógio de pêndulo? Sabe como ele funciona?
- 6 - Qual a função do pêndulo nesse tipo de relógio?
- 7 - Você acha que o tamanho da haste vai influenciar no movimento do pêndulo? um pêndulo de haste maior vai se mover diferente de um com haste menor?'
- 8 - E se eu mudar a massa? Vai fazer diferença no movimento do pêndulo?
- 9 - Nos dias de hoje o relógio de pêndulo ainda é muito usado? Por que?
- 10 - Você sabe como funcionam os relógios que você tem em casa? Que elementos ele usa no lugar do pêndulo?
- 11 - Você sabia que em muitos dos relógios portáteis (como os de pulso, de cozinha...) existe um cristal? Você tem idéia de como pode se usar um cristal para marcar a hora? Já viu a inscrição quartz nos relógios?
- 12 - Você acha que a precisão que usamos em sistemas de GPS, internet, transações bancárias é a mesma dos relógios usados no cotidiano? Por que?
- 13 - Você tem idéia de qual elemento é usado para conferir essa precisão?
- 14 - Cada país possui a sua Hora Oficial. No Brasil, essa hora é determinada pela Divisão do Serviço da Hora - DSHO. Você sabe onde fica a sede dessa divisão?

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## A realização das entrevistas

Tendo em vista que o objetivo da pesquisa foi contribuir na elaboração de estratégias para se explorar o tema 'Tempo' na nova exposição do Museu de Astronomia e Ciências Afins, as entrevistas foram realizadas com um público de visitação espontânea do museu que estava envolvido em atividades de divulgação.

## Metodologia para a análise do produto das entrevistas

Para melhor explorar os resultados, a análise dos dados foi realizada baseada nas referencias do método do Discurso do Sujeito Coletivo - DSC, usado por Lefèvre (2005).

A escolha dessa forma de análise se deu pelo fato de que é mais interessante levantar as opiniões, dúvidas, pensamentos e percepções do tipo de público que supostamente será usuário dos futuros recursos expositivos. Com isso dá-se enfoque à fala discursiva dos visitantes.

## RESULTADOS

## A análise das questões

A entrevista realizada com os visitantes apresentava questões objetivas e outras de caráter mais discursivo. Sendo assim, as mais objetivas foram analisadas de forma quantitativa e as discursivas foram analisadas de forma qualitativa de acordo com nosso referencial metodológico do Discurso do Sujeito Coletivo - DSC.

Neste trabalho serão destacadas as principais dúvidas referentes aos instrumentos de medida de tempo presentes na exposição. Portanto o enfoque será dado à duas questões e destas serão apresentados os discursos que foram mais relevantes para a análise.

Quadro 2: Resultados da questão 2: 'O processo de medida do tempo, feito pelos relógios se dá da mesma forma para todos? Ou se dá de forma diferente?'

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2.8 Os relógios do cotidiano seguem o mesmo padrão de hora, diferentemente do atômico.

## DSC 2.1 - O funcionamento é diferente, mas o produto final (hora) é o mesmo

'O processo é diferente, mas o resultado final seria o mesmo. Todos eles dão a mesma hora... pode até ser diferente o procedimento para se dar a hora mas o produto final é o mesmo. A constituição dos instrumentos é que pode ser diferente. Você pode fazer essa medição através de recursos naturais, ou através de recursos mecânicos, como aqueles relógios que a gente tem em casa de ponteiros, ou através de recursos eletrônicos. Cada um vai funcionar do seu jeito, só marcam a hora igual, pois a marcação tem que bater, senão não adianta.'

## DSC 2.2 - O funcionamento dos relógios analógicos é diferente dos digitais

'É diferente. O digital e o analógico devem ser diferentes. O analógico parece que é mecânico, tem aquelas pecinhas que vão girando. Essas rodinhas vão girando e dando a mudança do tempo. Agora quem faz a conta eu não sei. Não sei quantas voltinhas ele vai ter que dar para marcar cada hora. Essas rodinhas no analógico seriam as engrenagens, mas no digital eu não sei como ele faz para passar os segundos. Não sei como seriam engrenagens digitais, só sei que o funcionamento do digital é por corrente elétrica.'

Analisando as respostas, é notório que a maioria dos entrevistados tem a noção de que o processo de medida de tempo pode ser diferente de um relógio para outro. Isso porque muitos interpretaram o processo de medida de tempo como o funcionamento dos relógios e responderam que se tem funcionamento diferente o processo de medida também será diferente.

Dentro desta parcela que respondeu que o processo seria diferente, alguns abordaram a questão de que embora o funcionamento não seja igual, o resultado final será o mesmo, refletindo a importância do produto 'Hora'.

Pensando ainda sobre o mostrador, muitos entrevistados diferenciaram o funcionamento do relógio analógico do digital. Estes, mais uma vez, não levaram em consideração que o funcionamento do relógio em si independe do mostrador, podendo existir, por exemplo, relógios eletrônicos que são analógicos.

Estratégia: por consequência dessa questão um dos painéis da exposição foi montado contendo diversos relógios com mostradores diferentes e com a mesma base de tempo (todos com base de quartzo) e a ideia é é fazer o visitante refletir sobre o fato de que não é o tipo de mostrador que determina o funcionamento interno do relógio.

Quadro 3: Resultados da questão 4: 'Você sabe qual o relógio mais preciso que existe? Por que?'

## IDEIAS CENTRAIS PRESENTES NAS EXPRESSÕES-CHAVE

4.1 São os relógios digitais que usamos no cotidiano.

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## DSC 4.1 - São os relógios digitais que usamos no cotidiano.

- 'O digital... O analógico desregula às vezes. Seriam digitais de pulso ou de parede, em todos eles a hora é baseada universalmente, ou melhor é baseada no tempo de cada lugar. Não que seja assim certinho, certinho, mas e o que mais se aproxima de ser o mais preciso, pois ele mostra exatamente horas, segundos e décimos de segundo.'

Com relação ao relógio digital, é importante ressaltar que muitas pessoas o citaram pelo fato de poder marcar unidades menores do que segundos, como citado no discurso acima. Porém muitos desconhecem o seu funcionamento, em especial sobre o relógio atômico.

Estratégia: no painel citado acima é explicado didaticamente o funcionamento de um relógio digital. Quanto ao relógio atômico, foi elaborado um multimídia que introduz ao visitante a ideia de átomo e ilustra de forma didática o funcionamento do relógio.

## DSC 4.8 - É o relógio de Sol, pois ele depende diretamente do Sol, e não vai atrasar ou adiantar

'Relógio de Sol. Acredito que é ele pois usa a posição do Sol ao longo do período de rotação da Terra e essa posição é certa. Os outros são ajustados de acordo com o ser humano e esse só iria atrasar e adiantar de acordo com a incidência da luz do Sol. Assim, os outros relógios tem como atrasar ou adiantar os ponteiros mas o solar não tem como, só se você fizer a marcação errada.'

Outro aspecto relevante foi o relógio se Sol. Ele foi citado como o mais preciso devido ao fato de não depender de fontes de energia influenciáveis pelo homem. Segundo os visitantes o relógio de Sol só vai depender da regularidade do próprio Sol.

Esse fato deixa claro que o grupo de visitantes desconhece a questão de que

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o movimento aparente do Sol não é tão regular e o relógio só vai marcar a hora certa, sem ajustes, apenas dois dias em todo o ano. Todos estes aspectos estarão mais detalhados na exposição e, entendendo o aparato interativo sobre o movimento aparente do Sol, é provável que muitas pessoas deixem de pensar dessa forma ou se interroguem sobre o assunto.

## Considerações finais

Com base nos resultados obtidos e analisados, constata-se que a maioria dos entrevistados nessa pesquisa possui muitas dúvidas quanto ao funcionamento dos relógios, e consequentemente quanto à medida do tempo. Em diversos discursos, foram encontradas expressões que refletiram a ideia de que a medição do tempo é o que encontramos nos mostradores dos relógios. Poucos compreendem como se dá o processo de medida de tempo em cada instrumento, importando-se predominantemente com o produto final: a hora.

De fato a marcação da hora é a forma como o tempo se apresenta mais objetivamente na vida das pessoas. É recorrendo a essa divisão do tempo que as pessoas organizam seus dias, planejam suas tarefas e marcam compromissos. Possivelmente é por esta questão que a sociedade se vê tão dependente dos relógios, embora não dominem o seu funcionamento.

Porém, embora a maior parte dos entrevistados tenha demonstrado um desconhecimento sobre o assunto, apontaram também certa curiosidade a respeito de como se dá o funcionamento dos relógios.

- O alto índice de curiosidade a respeito do assunto reforçou a necessidade de trabalhá-lo de uma forma mais didática e acessível a todos os visitantes. Por conta disso a exposição conta com diversos aparatos e painéis interativos que buscam aproximar o assunto dos visitantes.

Para tal, incluir estratégias de mediação com perguntas que estimulem a curiosidade no decorrer da visita pode ser de grande valia para um melhor aproveitamento do conteúdo.

Como 'fazer o tempo' é algo que vai muito além de se produzir relógios, é importante que a exposição aborde também toda a parte conceitual e as diferentes percepções do tempo. Isso será essencial para os visitantes que se interessaram em saber mais sobre os relógios, pois assim poderão pensar sobre o tempo visto de diversas perspectivas.

## Referências

CARVALHO, L. Os limites e as potencialidades dos Museus de Ciências na promoção de discussões do conceito de tempo . 2011. 70f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Física) - Instituto de Física Armando Dias Tavares, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011.

CAZELLI, Sibele; MARANDINO, Martha; STUDART, Denise. Educação e Comunicação em Museus de Ciência: aspectos históricos, pesquisa e prática. In:

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LEAL, M. Cristina (Org). Educação e Museu : a construção social do caráter educativo dos museus de ciência. Rio de Janeiro: Access, 2003.

KRASILCHIK, Myriam; MARANDINO, Martha. Ensino de ciências e cidadania . São Paulo: Moderna, 2007.

LEFÈVRE, Fernando. Discurso do sujeito coletivo : um novo enfoque em pesquisas qualitativas (desdobramentos). Caxias do Sul: Educs, 2005.

MARTINS, André Ferrer Pinto. Concepções de estudantes acerca do conceito de tempo : uma análise à luz da epistemologia de Gaston Bachelard 2004. . Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.

MARTINS, André Ferrer P.; PACCA, Jesuína L. de A. Criando um instrumento teórico para análise de concepções acerca do tempo, partir da epistemologia de Gaston Bachelard. In: ENCONTRO DE PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA, 9., 2004, Jacoticatubas (MG). Anais ... Jacoticatubas (MG), 2004.

VALENTE, Maria Esther. Relatório preliminar de desenvolvimento da proposta de execução do projeto o tempo em exibição : montagem da exposição temporária 'Faz Tempo'. Rio de Janeiro, 2012.

WAGENSBERG, Jorge. O museu 'total', uma ferramenta para mudança social. História, Ciências, Saúde: Manguinhos . Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, v.12 (suplemento), p. 309-321, 2005.

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