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FEIRA CIÊNCIA VIVA: UMA BREVE APRESENTAÇÃO DA FEIRA DE CIÊNCIAS DE UBERLÂNDIA

Silvana Mota, Silvia Martins

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
29/01/2015
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Educação Não Formal
Tipo
Pôster

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Texto completo

## FEIRA CIÊNCIA VIVA: UMA BREVE APRESENTAÇÃO DA FEIRA DE CIÊNCIAS DE UBERLÂNDIA

## Silvana Mota¹, Silvia Martins 2

1 Prefeitura Municipal de Uberlândia/Secretaria Municipal de Educação e Universidade Federal de Uberlândia/Programa de Pós Graduação de Ensino de Ciências e Matemática; silvanagmota@hotmail.com

2 Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Física Museu Dica; smartins@ufu.br / /

## Resumo

As feiras de ciências são espaços privilegiados em que estudantes da educação básica podem apresentar os resultados de seus trabalhos de pesquisa e desenvolvimento, favorecendo a interação entre eles e estimulando a criatividade e o interesse pela ciência. Em Uberlândia - MG, a Feira Ciência Viva que nasceu de uma parceria entre Universidade Federal de Uberlândia, Prefeitura Municipal de Uberlândia e pela Associação Comercial de Uberlândia, reúne trabalhos de estudantes de ensino fundamental e médio desde 1997. Nesse contexto, esse trabalho é parte de uma pesquisa sobre a história da feira e seu impacto na formação dos estudantes da educação básica em Uberlândia, e constitui-se em uma breve apresentação do formato e características da Feira Ciência Viva na cidade de Uberlândia-MG do seu início 1997 até sua edição mais recente em 2013, constituindo uma visão geral da feira, em relação à proposta temática, local de realização e projetos inscritos, com o intuito de compreender como o formato da feira interfere no interesse do público e, com isto, estabelecer propostas para a organização das futuras edições.

Palavras-chave : Feira de ciências, educação básica.

## Introdução

Diante da crescente importância que tem adquirido a ciência e a tecnologia para o desenvolvimento das sociedades contemporâneas, tornou-se essencial a promoção de uma cultura científica que propicie melhores condições para a busca do conhecimento. Assim, a realização de feiras de ciências nas escolas e em outros espaços, constituem-se ricos recursos para a difusão dessa cultura científica.

No âmbito internacional, conforme o documento desenvolvido pelo Ministério de Educação (BRASIL, 2006), a primeira feira de ciências aconteceu no século passado e foi realizada nos Estados Unidos da América sendo que, a propagação e a relevância das feiras de ciências nesse país sucederam somente após a II Guerra Mundial.

Aqui no Brasil, as primeiras feiras de ciências começaram durante a década de 60 e foram realizadas na cidade de São Paulo e, logo em seguida, nas diversas cidades do interior desse Estado.

Durante as décadas de 80 e 90, as feiras de ciências obtiveram notoriedade e continuaram a serem realizadas tanto no Brasil como em outros países da América Latina. Ainda no mesmo documento (BRASIL, 2006), é possível verificar nesse período, uma diversidade de eventos ligados à divulgação científica no formato de feiras e em diferentes Estados e países da América Latina.

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26 a 30 de janeiro de 2015

Nos dias de hoje, as feiras de ciências estão bastante populares e disseminadas por todo o Brasil e em vários países da América Latina e do mundo e, a todo tempo busca-se através desse evento desmistificar o conceito de ciência como conhecimento estagnado e inerte, para assim, como relatado no documento (BRASIL, 2006) 'atingir uma amplitude bem maior, de ciência como processo, ciência como modo de pensar, ciência como solução de problemas' (BRASIL, 2006, p. 16).

Desse modo, as feiras de ciências são eventos que possibilitam oportunidades para estudantes apresentarem suas produções científicas escolares que tomaram horas de estudo e investigação, no intuito de reunir dados e informações, afim de, esboçarem acerca de um determinado assunto, ou até mesmo na construção de um produto tecnológico visando assim, apresentá-los a um público diverso daquele que compõe o ambiente de suas salas de aula (HARTMANN e ZIMMERMANN, 2009).

Faz-se necessário ressaltar, que há várias definições para feiras de ciências na qual, destaca-se a de Mancuso (2006) que conforme expressado no documento (BRASIL, 2006) nos traz:

'Feiras de ciências são eventos sociais, científicos e culturais realizados nas escolas ou na comunidade com a intenção de, durante a apresentação dos estudantes, oportunizar um diálogo com os visitantes, constituindo-se na oportunidade de discussão sobre os conhecimentos, metodologias de pesquisa e criatividade dos alunos em todos os aspectos referentes à exibição de trabalhos' (MANCUSO, 2006 apud BRASIL, 2006, p. 20).

A exibição de trabalhos, conforme nos relata Mancuso (2000 apud HARTMANN e ZIMMERMANN, 2009), pode ser resumida em três tipos: 1) trabalhos de montagem , em que os estudantes apresentam artefatos a partir do qual explicam um tema estudado em ciências; 2) trabalhos informativos em que os estudantes demonstram conhecimentos acadêmicos ou fazem alertas e/ou denúncias; e 3) trabalhos de investigação , projetos que evidenciam uma construção de conhecimentos por parte dos alunos e de uma consciência crítica sobre fatos do cotidiano.

Nesse sentido, a realização de Feiras de Ciências pode trazer benefícios para alunos e professores e mudanças positivas no trabalho em ciências e demais áreas afins, como descritos por HARTMANN e ZIMMERMANN (2009), tais como: o crescimento pessoal e a ampliação dos conhecimentos; a ampliação da capacidade comunicativa; mudanças de hábitos e atitudes; o desenvolvimento da criticidade; maior envolvimento e interesse; o exercício da criatividade conduz à apresentação de inovações e a maior politização dos participantes.

Nessa perspectiva, as feiras de ciências com exibição de trabalhos diversos são organizadas dentro de espaços escolares ou em espaços não formais de educação, que objetivam prioritariamente, motivar o aprendizado do aluno e divulgar temas científicos, atuais ou não, para a comunidade escolar. Tais ações contribuem para o desenvolvimento do processo de alfabetização científica.

Diante disso, percebe-se que as feiras de ciências têm levado as instituições de ensino a enviar os trabalhos vencedores para que sejam apresentados em outros segmentos da comunidade, o que é muito importante, já que acabam sendo

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formados outros polos que objetivam trabalhar com projetos científicos voltados para a comunidade local, motivando e incentivando um maior número de pessoas a se tornar ativo no processo de aprendizagem.

Nesse contexto, esse trabalho apresenta um levantamento de algumas características da Feira Ciência Viva, que é realizada em Uberlândia desde 1997 por meio de uma parceria entre a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Prefeitura Municipal de Uberlândia (PMU) e Associação Comercial de Uberlândia (Aciub).

## A Feira Ciência Viva.

A Ciência Viva é um evento anual realizado desde 1995, aberta ao público, em que estudantes da educação básica das instituições de ensino público e privado do município de Uberlândia-MG e região do Triângulo Mineiro, nas modalidades de ensino regular (ensino fundamental e médio), educação profissional técnica de nível médio e educação de jovens e adultos (EJA), compartilham suas experiências e apresentam trabalhos científicos.

Esse trabalho apresenta um levantamento de algumas características da Feira Ciência Viva de Uberlândia-MG, como abordagem temática e número de projetos inscritos, com o intuito de compreender como o formato da feira interfere no interesse do público e, com isto, estabelecer propostas para a organização das futuras edições. Além disso, resgata o contexto do nascimento da feira e a motivação inicial dos organizadores, buscando uma melhor compreensão da identidade desse evento e apresenta o formato atual de apresentação dos trabalhos e as propostas de revitalização dos projetos.

A coleta de dados da presente pesquisa constituiu-se de entrevistas com o representante da Universidade que coordenou a feira de 1997 até 2010 e acompanhou o nascimento do projeto e a equipe responsável pelo Museu Diversão com Ciência e Arte (Dica), do Instituto de Física da UFU que assumiu a organização da feira a partir de 2011. Além disso, foram consultados relatórios e tabelas disponíveis nos arquivos da feira.

## O Nascimento

A história da feira Ciência Viva em Uberlândia começa no ano de 1994 com a criação do projeto Tecnópolis, modelo francês, cujo objetivo era fomentar o desenvolvimento tecnológico na cidade de Uberlândia, com a implantação da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (IEBT), propiciando a formação de um ambiente de inovação, contando assim, com a parceria de entidades locais, Prefeitura Municipal de Uberlândia, Associação Comercial de Uberlândia -ACIUB e Universidade Federal de Uberlândia - UFU, que desenvolvia pesquisas através de projetos mediados por professores de diversas áreas, como, economia e engenharia mecânica, elétrica e química, que estavam em sintonia com a proposta do projeto Tecnópolis (OLIVEIRA E PAULA, 2004).

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No que se refere à definição do projeto Tecnópolis, de acordo com Oliveira, (ANPROTEC, 2002, apud OLIVEIRA; RODRIGUES; LACERDA, 2009, p. 4) que expõe que um

'sistema articulado que integra agentes locais e externos para o desenvolvimento tecnológico regional, baseado numa estratégia de desenvolvimento sustentável' ou, ainda, uma ' cidade planejada para o desenvolvimento tecnológico e ambiental'.

Desse modo, como uma das ações desenvolvidas para efetivação do projeto Tecnópolis em Uberlândia, foi feita uma visita técnica à Paris por representantes da Universidade Federal de Uberlândia - UFU, da ACIUB e da Prefeitura Municipal de Uberlândia, com o intuito de conhecer o projeto francês nomeado Tecnópole voltado à Inovação, Tecnologia e o desenvolvimento das cidades através da pesquisa científica.

Assim, como parte desse projeto, surge a ideia de buscar e gerar talentos na cidade através da criação de um espaço, fora da escola, onde os alunos fossem estimulados a apresentar seus trabalhos desenvolvidos no decorrer do ano escolar.

Nesse cenário, em 1995 aconteceu a 1ª Ciência Viva, uma feira de ciências voltada para os alunos dos ensinos fundamental, médio e profissionalizante das redes pública e privada, da cidade de Uberlândia e região. A feira aconteceu no pavilhão da ACIUB, um espaço com infraestrutura adequada para a realização do evento, que teve como slogan a frase de Fernando Pessoa, 'tudo vale a pena quando a alma não é pequena'.

Entretanto, algumas ações levaram ao encerramento do projeto, como a distância física da Universidade Federal de Uberlândia - UFU e a ACIUB - sede do projeto Tecnópolis, impedindo a frequência dos pesquisadores frente aos trabalhos realizados, aponta-se também causas de natureza política, ou seja, diferenças partidárias dos envolvidos, UFU e ACIUB, desse modo, a oposição de interesses provocou a descontinuidade do projeto Tecnópolis (OLIVEIRA; RODRIGUES; LACERDA, 2009).

Diante disso, em 2007 o projeto tecnópolis acaba, mas a feira ciência viva continua buscando motivar jovens e crianças para a busca do conhecimento, despertando a curiosidade e incentivando a criatividade e o interesse pela pesquisa.

## O Formato

A equipe organizadora das primeiras feiras constituía-se de professores de engenharia da UFU e representantes da associação comercial e da secretaria de educação que apoiavam com recursos financeiros e realizavam o trabalho de aproximação com as escolas, sendo a coordenação e seleção dos trabalhos responsabilidade da universidade e a organização estrutural e contato com as escolas realizadas pela prefeitura e pela Aciub.

Nos primeiros dois anos do evento, os trabalhos eram apresentados de forma livre, sem especificidades e com diferentes temas, escolhidos pelos

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participantes. Caracterizava-se pelo convite às escolas, que levavam seus melhores trabalhos desenvolvidos no ano em suas próprias feiras de ciências ou trabalhos escolares em todas as áreas do conhecimento.

Algumas mudanças aconteceram, buscando organizar as estratégias de avaliação e organização do evento. Dentre eles, a questão da temática central do evento, que tinha o intuito de direcionar os projetos criando um foco para as apresentações. Além disso, os projetos passaram a ser divididos de acordo com nível de ensino e natureza do trabalho.

Assim, foram definidas as categorias da feira como sendo: a) Estudantes do 1º ao 5º ano; b) Estudantes do 6º ao 9º ano e; c) Estudantes do Ensino Médio e Técnico. No que diz respeito as modalidades dos projetos, a primeira subdivisão foi feita entre trabalhos científicos e culturais.

Essa estrutura se manteve até 2009 quando a equipe passou a selecionar apenas trabalhos de natureza científica

Os temas, livres ou direcionados, foram oscilando ao longo desse período. Até 2005 foram feitos poucos registros e, em entrevista com o coordenador nesse período, não foi possível identificar todos os temas, sabemos apenas que em 2000 foi proposto pela primeira vez o tema único para a feira, 'Planeta Terra', e assim as projetos desenvolvidos estabeleciam diferentes maneiras de abordagem do tema. Nos anos seguintes não foram encontrados os temas propostos e tão pouco, a quantidade de escolas e projetos participantes.

Essa proposta de temas anuais para a Ciência Viva continua até os dias de hoje, com uma exceção ocorrida em 2006, ano esse que o tema foi livre, assim, nos anos seguintes os temas foram abordados: 1995 a 1999 - tema livre; 2000 'Planeta Terra'; 2001-2005 - faltam dados para que possamos identificar os temas nesse período; 2006 - tema livre; 2007 - 'Planeta Terra- em busca de um futuro melhor'; 2008 - 'Planeta Terra- Tecnologia e Sustentabilidade'; 2009 - 'Tecnologia e Inovação'; 2010 - 'Tecnologia e Inovação'; 2011 - 'Vida e Radiação'; 2012 'Energia na Vida e na Sociedade'; 2013 - 'Água, molécula da vida'.

Em 2009, a equipe organizadora da feira foi convidada a integrar a comissão local da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, coordenada pela equipe do Museu Dica da UFU, em parceria com a Prefeitura Municipal e com o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) e, assim, a Feira Ciência Viva passou a integrar essas ações.

Com o fim do projeto Tecnópolis a feira continuou pela compreensão da equipe de que constituía-se um ambiente educacional importante. No entanto, a equipe organizadora do evento não conseguiu manter a mesma motivação e alguns responsáveis se desligaram do projeto, gerando alguma instabilidade. A representação da Aciub, caminhou de organização para apoio e o representante da Universidade, professor de Engenharia, também sentiu-se desmotivado em continuar embora acreditasse na importância da feira.

Assim, em 2011, a equipe do Museu Dica assumiu a coordenação da Feira e, desde então, vem desenvolvendo estratégias para a motivar os estudantes, ampliar

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a relação entre os professores das escolas, potenciais orientadores de projetos, buscando a melhoria da qualidade dos trabalhos e a aproximação de professores e alunos com os objetivos da feira. Vale ressaltar, nesse período, uma mudança na organização das temáticas do evento, com a inclusão de uma nova modalidade: O Desafio.

Figura 1. Projetos apresentados na Feira Ciência Viva 2013.

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A partir de então, a feira passou a organizar-se em duas modalidades (Feira e Desafio), mantendo as mesmas categorias (fundamental 1, Fundamental 2, médio e técnico). A modalidade Feira mantém o formato anterior, com projetos orientados pela linha temática central e a modalidade Desafio constitui-se na proposta de solução de um problema, vinculado ao tema central, proposto pela comissão organizadora. , voltado para estudantes do ensino fundamental II, médio e técnico.

Apesar dessa proposta motivar os estudantes para a solução de problemas práticos, a implementação do desafio teve um impacto menor do que o esperado pela equipe e os projetos apresentados foram muito parecidos com os projetos da feira regular. Assim, consideramos que o desafio das próximas edições é repensar a presença da modalidade 'desafio'.

## Considerações Finais

De acordo com os dados coletados sobre a feira Ciência Viva, percebemos que há uma participação expressiva das escolas e apresentação de projetos nos anos de 2007 e 2008, respectivamente, levando-nos a indagar os motivos pelos quais nos anos seguintes os números apresentados tiveram uma queda considerável, como pode ser observado no gráfico 1.

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Desse modo, é necessário expor alguns motivos coletados acerca dessa queda de participação, durante a realização da pesquisa, são eles: período de realização do evento coincidindo com a semana de recesso da rede estadual de ensino, semana essa conhecida como 'semana do saco cheio', desânimo e resistência de alguns professores frente a esta ferramenta de ensino, falta de apoio dentro das unidades escolares, por parte da direção e até dos próprios colegas de trabalho e a sobrecarga de trabalhos desenvolvidos pelos professores e a dupla jornada de turnos trabalhados pelos professores.

Contudo, há ainda, professores engajados em fazer diferença, quanto aos métodos de ensino-aprendizagem, assim, na busca de alternativas de métodos, veem na participação em feiras de Ciências, um espaço que proporcione aos alunos meios de incentivo na busca de novos conhecimentos e também o estímulo para desenvolver um espírito científico nos estudantes.

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GRÁFICO 1 - Participação das escolas e quantidade dos projetos apresentados.

Nesse contexto, depois de três anos à frente da feira, e com a oportunidade de conhecer um pouco sobre as edições anteriores a 2011, a equipe do Museu Dica está reestruturando o formato da feira, com o intuito de ampliar a participação dos estudantes. Em 2013 a feira foi organizada dentro da Universidade (anteriormente foram realizadas em centros de convenções particulares da cidade) o que mostrouse um fator motivacional importante para os estudantes.

Em 2014, a feira continuará acontecendo dentro da Universidade e foi mantida a ideia de tema central, considerando o tema proposto pelo MCTI para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 'Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social' , mas buscando motivar a participação dos estudantes foram propostos subtemas, organizando esse tema e estimulando a participação das diversas áreas do conhecimento.

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## REFERÊNCIAS

BRASIL - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de Apoio às Feiras de Ciências da Educação Básica :

Fenaceb. 88p. 2006. Brasília: MEC/SEB, 2006.

HARTMANN, A.M., ZIMMERMANN, E. Feira de Ciências: a interdisciplinaridade e a contextualização em produções de estudantes de ensino médio. Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciência - VII ENPEC ANAIS , 12p. 2009.

OLIVEIRA, J. B. e DE PAULA, G. M. Obstáculos à criação de incubadoras de empresas: a experiência de Uberlândia (MG). Enanpad, 2004

OLIVEIRA, J.B; Rodrigues, H. G; Lacerda, L. P. As tentativas de institucionalização de um sistema local de inovação: o histórico de UberlândiaMG. XII Semead - Área Temática: Empreendedorismo e Inovação. Universidade Federal de Uberlândia. 2009

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