Adaptação do Projeto Universe in a box para a realidade brasileira
Marcia Regina Santana Pereira, Timóteo Ricardo Campos De Farias
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 28/01/2015
- Linha de pesquisa
- Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## Adaptação do Projeto 'Universe in a box' para a realidade brasileira
## Marcia Regina Santana Pereira , Timóteo Ricardo Campos de Farias 1 2
## Resumo
Embora tenha ganhado espaço nas prescrições curriculares a nível nacional e nos currículos estaduais, a Astronomia ainda é uma disciplina pouco explorada. Um dos motivos principais é a formação inicial dos docentes, que não acompanhou o ritmo destas mudanças. Neste contexto o principal objetivo da iniciativa descrita neste trabalho é auxiliar professores que atuam na educação básica, principalmente nas séries iniciais, fornecendo material pensado para alcançar crianças na faixa etária entre 04 e 10 anos. O texto descreve o processo de adaptação do Projeto 'Universe in a box'. Esta iniciativa foi idealizada para o continente europeu, assim foi preciso adequá-la à realidade da cultura e das especificidades geográficas brasileiras. A proposta original foi desenvolvida pela UNAWE (Universe Awareness), uma organização ligada a União Européia que trabalha na divulgação de astronomia para crianças. O Kit 'Universo em uma Caixa', contém todo o material necessário para a execução de 40 atividades relacionadas a diferentes temas em Astronomia, além do guia para auxiliar o professor.
Palavras-chave : Ensino de Astronomia, Kit Didático e Formação de Professores
## Introdução
Embora o clima no Brasil, com o céu frequentemente limpo, favoreçam a observação astronômica, este é um potencial pouco aproveitado pelos nossos professores. O céu é como um grande laboratório sempre a alcance de todos, seja nas cidades ou na zona rural e que dispensa a necessidade de grandes investimentos. Mesmo sem qualquer equipamento, é possível desenvolver atividades que estimulem o espírito de investigação. Observar sistematicamente a Lua, por exemplo, dá à criança a oportunidade de coletar e analisar dados levando-a a percepção da regularidade dos fenômenos da natureza.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1999) recomendam o ensino de Astronomia no terceiro e quarto ciclo do ensino fundamental. O conteúdo é parte do eixo temático ' Terra e Universo '. Este documento também sugere que o professor privilegie a observação dos fenômenos e trabalhe atividades práticas com seus alunos, além da construção de instrumentos simples como relógios de Sol, gnômons, etc.
Seguindo estas prescrições o Currículo Básico da Escola Estadual do estado do Espírito Santo (2009) preconiza a abordagem de conteúdos em astronomia dentro do eixo temático ' Identidade e Cultura' . De acordo com este documento nas segunda e quarta séries do ensino fundamental o professor deverá abordar: Explicações e teorias sobre a origem do universo e sobre os astros; Via láctea;
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Sistema Solar; Movimentos da Terra; Eclipses; Fases da Lua; Marés; Noções de coordenadas; etc.
Alguns autores (GAMA e HENRIQUE, 2010) enfatizam a potencialidade da Astronomia não apenas como um corpo de conhecimento isolado, que deva ser abordado com rigor teórico, mas como uma maneira de cativar o estudante oferecendo a ele o prazer do conhecimento:
Para que serve estudar corpos tão distantes, como os planetas e estrelas, que aparentemente não têm influência alguma sobre a vida cotidiana? Mas pensemos um pouco: o que nos leva a apreciar uma boa música, a frequentar uma festa, a ler um romance ou a assistir a uma partida de futebol? Haverá, por trás destes destaques que nos chamam a atenção, alguma motivação de cunho puramente objetivo?
Não é necessário estender muito a argumentação para que se possa perceber a ideia de que somos levados por prazeres, curiosidades e necessidades de sondar o desconhecido. É o que nos leva, podemos supor, a conquistar o espaço além da atmosfera e a elaborar mitos sobre a origem do universo (GAMA e HENRIQUE, p. 9).
Segundo Morett e Souza (2010) a inclusão da Física nas séries iniciais do Ensino Fundamental pode ser realizada pelo estudo da Astronomia. Sabemos que nosso alunos apresentam uma certa resistência à Física, considerando-a como uma matéria difícil. É um desafio para os professores aproximá-la do cotidiano dos alunos e apresentar seus conteúdos sem excesso de formalização matemática. Então por que ainda estamos tão distantes de explorar todo o potencial da Astronomia?
Um dos principais motivos apontados pelos pesquisadores para a ausência da astronomia nas salas de aula é a falta de capacitação dos professores:
Um professor de ciências no ensino fundamental, por exemplo, ver-se-á confrontado com o momento de trabalhar com conteúdos de astronomia. No entanto, o docente dos anos iniciais do ensino fundamental geralmente é graduado em pedagogia, e o de 5a a 8a, geralmente em ciências biológicas, sendo que conceitos fundamentais de astronomia não costumam ser estudados nestes cursos de formação, levando muitos professores a simplesmente desconsiderar conteúdos deste tema em seu trabalho docente [15], ou apresentam sérias dificuldades ao ensinar conceitos básicos de fenômenos relacionados à astronomia [8, 16]. Analisando as prováveis razões do desaparecimento da astronomia como disciplina curricular, Tignanelli propõe a falta de metodologias de ensino que enfatizem a experiência direta e a formação dos docentes, na qual os conteúdos de astronomia são quase inexistentes [17]. Este autor observa ainda que, atualmente, os temas de astronomia aparecem diluídos em outros conteúdos de interesse dos programas e das estruturas curriculares da educação formal (LANGHI e NARDI, p. 4402-2, 2009).
Estes autores apresentam dados que demonstram que mesmo nos cursos de licenciatura em Física a presença da Astronomia é insuficiente, sendo que nos cursos de Pedagogia e Licenciatura em Ciências Biológicas é inexistente. Nesta perspectiva vemos que existe uma grande carência de iniciativas de formação continuada e produção de materiais didáticos adequados para o ensino de Astronomia.
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## O Projeto
A Universe Awareness (UNAWE) é um programa que atua em mais de 54 1 países e é formado por astrônomos, professores e educadores. Seu objetivo é usar a beleza e a grandeza do Universo para incentivar as crianças, particularmente aquelas de comunidades carentes, a desenvolver o interesse pela ciência e tecnologia e promover o sentido de cidadania global desde a infância. Entre as ações da UNAWE está o Projeto ' Universe in a box' que disponibiliza kits didáticos para professores. Estes kits são literalmente caixas, que contém todo o material necessário para a execução de 40 atividades abordando Conceitos fundamentais de Astronomia a serem trabalhados com crianças de 4 a 10 anos de idade. Esta iniciativa foi idealizada com os seguintes objetivos educacionais:
- · Dar suporte ao currículo do ensino fundamental como uma ferramenta didática para professores, para ajudá-los a superar o obstáculo da preparação inicial em uma aula de astronomia, selecionando áreas de foco apropriadas e fornecendo conteúdos e materiais de aprendizagem adequados;
- · Incentivar a aprendizagem baseada na investigação entre as crianças, envolvendo-as a discutir, tirar conclusões e apresentá-las. Baseado em seu próprio 'horizonte' (a Terra), as crianças descobrem os fenômenos celestes passo a passo e são capazes, através de sua própria observação, de adaptar sua visão de mundo à verdadeira natureza das coisas (por exemplo, a esfericidade da Terra);
- · Ligar temas astronômicos a outras disciplinas como a matemática, a arte, a religião etc, para apoiar a aprendizagem interdisciplinar e apresentar uma visão mais holística do nosso universo;
- · Aumentar a conscientização das crianças sobre o respeito à diferentes culturas, o milagre da vida e da proteção da Terra, através da compreensão de que somos todos habitantes de um mesmo pequeno planeta azul. (
- O material foi originalmente produzido no Projeto MINT Boox, idealizado para crianças alemãs que vivem no hemisfério norte. Assim foram necessárias adaptações às especificidades culturais e geográficas do Brasil. Constelações como a Ursa maior ou a Cassiopéia, cujos exemplos são utilizados na versão original, são dificilmente visíveis ou mesmo nunca vistas nos céus de nosso país. Por outro lado, constelações como o Cruzeiro do Sul e as 'Três Marias', que na verdade são estrelas da constelação de Órion, são bastante visíveis fazendo parte de nosso imaginário popular.
Outro aspecto incorporado a esta versão, são as lendas e constelações de diferentes etnias indígenas brasileiras (Guaranís, Ticunas, Tembés, Suruís, etc.). A ênfase a na questão da multi-culturalidade do nosso planeta já é uma temática do material. A adaptação procura reforçar a contribuição de elementos formadores da nossa cultura, incorporando resultados da pesquisa em etnoastronomia, que já vem sendo desenvolvida por pesquisadores brasileiros (FAULHABER, 2004 e AFONSO, 1999 e 2006).
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## Os Temas e Atividades Propostas
Os conteúdos abordados são de caráter básico para facilitar a assimilação pelas crianças. Estão divididos em cinco módulos que podem ser trabalhados independentemente. Embora esta sequencia tenha sido pensada para introduzir primeiro os conceitos que as crianças assimilassem com mais facilidade. Como por exemplo, abordar a questão da esfericidade dos corpos celestes inicialmente através da Lua para que fosse mais natural compreender a esfericidade da Terra.
Quadro 01. Os Temas abordados e as atividades propostas.
- O Quadro acima mostra as atividades, divididas pelos temas. Devido à limitação do tamanho do texto, faremos uma descrição sucinta de seus objetivos e eventuais modificações sofridas. A maioria das atividades foi idealizada para ser
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desenvolvida em um curto intervalo de tempo, na própria sala de aula. As atividades 1.2 e 4.2 têm como objetivo a construção e manipulação de modelos em escala, para que as crianças percebam as relações de tamanho ou distância entre os objetos celestes. Algumas são demonstrativas, como as atividades 1.5, 2.6, 2.7 e 5.5. Elas simulam aspectos de diferentes fenômenos para facilitar seu entendimento. Na atividade 5.5, por exemplo, as crianças poderão observar que o desenho principal de uma constelação é apenas um arranjo aparente de estrelas. Colocando estrelas de papel em diferentes posições e observando-as de um ponto determinado. Algumas atividades são em forma de jogos, como a 1.8 e a 4.1, na primeira a criança deve ordenar fotos mostrando as diferentes fases da Lua. A segunda atividade é um jogo de perguntas e respostas sobre os planetas do sistema solar.
A atividade 1.1 tinha originalmente o objetivo de elaborar um Banco de Dados, porém este objetivo foi ampliado para a construção de um Mural que mostre os dados coletados à toda a comunidade escolar, incentivando a socialização das informações. De maneira análoga a atividade 2.3 também foi modificada para empreender a construção de um Mural, com informações sobre diferentes ecossistemas, etnias e culturas da Terra.
Os Mini Projetos de Pesquisa são atividades mais elaboradas. Na atividade 1.11 a criança deverá, com a ajuda de um diário de observação, acompanhar um ciclo completo da Lua. Observando a projeção da imagem do Sol as crianças poderão acompanhar sua rotação, durante a execução da atividade 3.7. A construção do relógio de Sol, atividade 3.5, e do Mini Planetário (5.4) também exigem mais tempo e deverão ser desenvolvidas ao longo de alguns dias.
Algumas adaptações foram necessárias, tanto na introdução teórica, quanto nas atividades. Em todas as atividades relacionadas à Lua, por exemplo, as imagens foram reposicionadas, já que a Lua se mostra para nós, aqui no hemisfério sul, em uma posição invertida em relação ao hemisfério norte. A concavidade da sombra também é invertida, assim o método mnemônico de associar a Lua às letras a e b só é válido para o hemisfério norte.
As atividades que mais sofreram modificações foram aquelas relacionadas à contação de histórias, 1.10 e 5.6, já que estão fortemente ligadas à questões culturais. Foram incorporadas histórias que estão associadas à nossa perspectiva cultural, além de considerar o aspecto geográfico. Serão contadas histórias sobre as constelações indígenas brasileiras, ao invés das histórias das constelações de Perseu e Cassiopéia, pouco visíveis na nossa latitude. Optamos por manter a história sobre a Ursa maior, embora ela seja inacessível à observação do hemisfério sul, esta constelação nos dará a oportunidade de explicar porque vemos algumas constelações e outras não.
Algumas atividades foram substituídas por apresentarem desafios práticos, como a dificuldade de aquisição dos materiais necessários ou dificuldades de execução na escola. Uma das atividades originais envolvia a utilização de uma fonte de calor, e foi retirada por uma questão de segurança. A atividade 3.7 foi modificada para dispensar a utilização do Solarscópio, e utilizar apenas material facilmente disponível aos professores.
Procurou-se incluir atividades que incorporassem materiais já produzidos e testados para nossa realidade. Entre as atividades incluídas está a construção do
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Mini-planetário. Ela foi idealizada e construída por um pesquisador brasileiro (LEÃO, 2009) que autorizou sua inclusão na Caixa .
Todo o material necessário para o desenvolvimento das atividades será disponibilizado nas Caixas . Sabemos que as condições materiais em muitas de nossas escolas são precárias, e a falta de recurso poderia dificultar a implementação do projeto. O Guia de Atividades foi totalmente traduzido. Para cada atividade há indicações de faixa etária alvo, grau de dificuldade, necessidade de supervisão por adultos e dicas. Entretanto sabemos que para que o professor utilize efetivamente o material ele deve se sentir seguro com o conteúdo a ser abordado.
## O Curso de Formação
A versão brasileira deste material foi desenvolvida com o financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq (Edital 90/2013). Estão sendo produzidas 40 Caixas, das quais 20 serão entregues a cada um dos participantes do curso de formação que será oferecido à professores da rede pública da região e outras 20 que serão utilizadas em outros projetos ligados ao Laboratório de Produção de Mídias-LABMID, como o Projeto PIBID-Física local e os Curso de Extensão de 'Introdução a Astronomia'.
Parte do projeto inclui um curso de formação para professores da rede pública dos municípios da região. Nesta iniciativa, nosso público alvo principal, são os professores das séries iniciais, com formação em pedagogia, em sua maioria. O que destaca a necessidade e importância de cursos de formação continuada dessa natureza. Este curso pretende abordar conteúdos através de aulas expositivas dialogadas e oficinas práticas para discutir as atividades da Caixa além de atividades complementares como a observação do céu.
Assim, é importante que futuras elaborações de programas de formação continuada para professores, que contemplem a área de astronomia, norteiem-se em resultados de pesquisas na área de educação em astronomia, do ensino de ciências e da formação de professores, o que poderá proporcionar, além de processos formativos docentes adequados ás suas reais necessidades, fontes seguras de informações a partir dos estabelecimentos categorizados neste trabalho, para que os professores possam ter acesso, não apenas a temas e conteúdos específicos de astronomia, mas também, a metodologias e técnicas adequadas para o ensino de astronomia, bem como á produção da pesquisa em ensino de astronomia. (LANGHI e NARDI, 2010, P. 4402-2-3)
## Considerações Finais
O projeto encontra-se em fase de finalização da tradução e produção do material das caixas. Os protótipos serão testados em um grupo de crianças, como parte do trabalho de conclusão de curso de um estudante de licenciatura em Física. Nos próximos meses esperamos finalizar a produção das caixas. O curso de formação ocorrerá no mês de outubro, como parte das atividades da Semana Estadual e Nacional de Ciência e Tecnologia.
Os estudos teóricos para a elaboração do Curso de Formação para a utilização da Caixa também já foram iniciados. Novamente, a idéia é aproveitar a experiência de vários pesquisadores (KANTOR, 2012; LANGHI, 2009; LEITE, 2007;
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MORAES e POFFO, 2011; MACHADO e SANTOS, 2011) utilizando suas pesquisas para contribuir com a formação de professores em astronomia.
## Referências
AFONSO, G. B. Mitos e estações no céu Tupi-Guarani . Scientific American Brasil. Ed. Especial: Etnoastronomia, p. 46-55, 2006.
AFONSO, G. B. As constelações indígenas brasileiras . Programa Educacional Telescópios na Escola. Observatórios Virtuais, VITAE, 1999. Disponível em:<http://www.telescopiosnaescola.pro.br/indigenas.pdf>. Acesso em: 20 nov. 2013.
BRASIL, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias . Brasília, 1999.
ESPÍRITO SANTO, Secretaria da Educação. Currículo Básico Escola Estadual . Vitória, 2009.
FAULHABER, Priscila. Astronomia e cosmovisão Ticuna . Rio de Janeiro: Museu de Astronomia e Ciências Afins, 2004 .
GAMA, Leandro Daros; HENRIQUE Alexandre Bagdonas Astronomia na sala de aula: por quê? Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia - RELEA , n.9, p. 7-15, 2010.
KANTOR, Carlos Aparecido. Educação em astronomia sob uma perspectiva humanístico-científica: a compreensão do céu como espelho da evolução cultural . 2012. 141 f. Tese de Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, São Paulo 2012.
LANGHI, Rodolfo. Astronomia nos anos iniciais do ensino fundamental: repensando a formação de professores . Bauru: UNESP, 2009. 370 f. Tese de Doutorado. Educação para a Ciência, Faculdade de Ciências/Universidade estadual de São Paulo, Bauru, 2009.
LANGHI, Rodolfo; NARDI Roberto. Ensino da astronomia no Brasil: educação formal, informal, não formal e divulgação científica. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 31, n. 4, 4402, 2009.
LEÃO, Demétrius dos Santos. Mini-planetário: um projetor portátil de baixo custo. Física na Escola , v.12, n. 2, 42-47, 2011.
LEITE, Cristina; HOSOUME, Yassuco. Os professores de ciência e suas formas de pensar astronomia. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia - RELEA , n.4, 47-68, 2007.
MACHADO, Daniel Iria; SANTOS, Carlos dos. O entendimento de conceitos de astronomia por alunos da educação básica: o caso de uma escola pública brasileira. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia - RELEA , n.11, 7-29, 2011.
MORAES E POFFO, Roberta Isabella de. Análise de estratégias de ensino e aprendizagem sobre conceitos relacionados à astronomia no ensino
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fundamental II . 2011. 75 f. Dissertação de Mestrado, Mestrado em Ensino de Ciências, Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2011.
MORETT, Samara da Silva; SOUZA, Marcelo de Oliveira. Desenvolvendo recursos pedagógicos para inserir o ensino de física e astronomia nas séries iniciais do ensino fundamental. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia - RELEA , n.9, p. 33-45, 2010.
UNAWE, Book of activity: universe in a box . Disponível em: [http://unawe.org/resources/education/Universe\_in\_Box\_activitybook/] Acesso em: jan. 2013.
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