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A Arte da Ciência: Relato de Experiência com o Uso do Teatro para o Ensino de Ciência

Paulo Roberto Ferreira, Luana De Freitas Silva, Rafael Batista Madureira, José Antônio Duarte Santos, Gilmar Pereira De Sousa

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
27/01/2015
Linha de pesquisa
Ciência, Cultura E Arte
Tipo
Pôster

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Texto completo

## A ARTE DA CIÊNCIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA COM O USO DO TEATRO PARA O ENSINO DE CIÊNCIA

Paulo Roberto Ferreira , Luana de Freitas Silva , Rafael Batista Madureira , 1 2 3 José Antônio Duarte Santos , Gilmar Pereira de Sousa . 4 5

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1 IFNMG - Câmpus Salinas, paulomenino@ymail.com.br

2 IFNMG - Câmpus Salinas, luafreitas09@yahoo.com.br

3 IFNMG - Câmpus Salinas, rafa\_salinas9@hotmail.com.br

IFNMG - Câmpus Salinas, jose.santos@ifnmg.edu.br

5 E. E. Coronel Idalino Ribeiro, sousa.gilmar@yahoo.com.br

## Resumo

O presente trabalho trata de um relato de experiência do uso do teatro para o ensino de ciências, e teve como principal objetivo propor uma nova metodologia de ensino utilizando o teatro como instrumento de avaliação em física e química e buscar a construção de novos significados e concepções para os estudantes do ensino médio sobre essas disciplinas. O trabalho teve como foco os estudantes do 1º ano do ensino médio de uma escola estadual da cidade de Salinas-MG, proporcionando-lhes um maior contato com os cientistas que dedicaram suas vidas em responder e formular perguntas, dando contribuições fundamentais para a sociedade. O trabalho foi dividido em quatro etapas que foram as seguintes: Montagem dos grupos teatrais; Escrita do roteiro das peças; Início dos ensaios e Apresentação. O método de avaliação ocorreu em duas etapas: a primeira foi denominada pedagógica e a outra artística. Além das disciplinas de Física e Química, em sua trajetória metodológica o projeto ainda contou com as disciplinas de Português, Artes e Educação Física. O trabalho na sua essência objetivou articular o teatro com o ensino de física e química, buscando a construção de novos significados para os estudantes do ensino médio, através do enfoque da história da ciência retratada em peças teatrais de períodos representativos do desenvolvimento da ciência e de suas ideias.

Palavras-chave : Ensino de Ciência, Física, Química, Teatro e Cientistas.

## Introdução

A educação Básica pouco tem contribuindo para a aprendizagem significativa dos estudantes; a busca de inovações metodológicas que dinamizem e atraiam os discentes ao aprendizado, vem sendo ferramenta para transformar essa realidade, segundo Valadares (2001, p. 11):

O ensino de ciências praticado no Brasil, na grande maioria das escolas de nível médio e fundamental e, em grande extensão, também nas universidades, pressupõe uma atitude passiva dos alunos que não favorece a criatividade, a inovação e a transformação de conhecimento em riquezas.

É possível dotar as escolas de uma nova metodologia que revitalize o interesse de nossas crianças e adolescentes pela ciência e suas aplicações práticas e que contribua ao mesmo tempo para o desenvolvimento de uma atitude pró-ativa.

Através de frequentes afirmações de estudantes que não gostam e temem a física e a química e de modo geral as consideram como as disciplinas mais difíceis e

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complicadas do currículo escolar (Análise feita a partir de um questionário aplicado a estudantes do 1° ano do ensino médio ). O Programa Institucional de Bolsa de 1 Iniciação a Docência (Pibid/IFNMG - Câmpus Salinas) com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação e Diretoria de Educação Básica Presencial (Capes/DEB) em parceria com a Escola Estadual Coronel Idalino Ribeiro (EECIR) através dos subprojetos de Física e Química propuseram a integração destas ciências com o teatro, conhecida junto com a dança, como arte do corpo, de tal forma a minimizar as dificuldades encontradas pelos estudantes em entender o conhecimento científico.

Acredita-se que no momento em que os professores de física e de química promovem parcerias com outras áreas do conhecimento humano, estarão possibilitando um aprendizado mais completo aos estudantes (JÚNDICE; DUTRA, 2001). Já que, diante da contemporaneidade, torna-se fundamental extrapolar os modelos tradicionais de ensino e construir ações que permitam o desenvolvimento do educando em cidadão, ressaltando assim, a característica do projeto, que é a interdisciplinaridade, que se insere nas novas abordagens de ensino.

- O presente relato de experiência busca apresentar o projeto: A arte da Ciência , que procurou proporcionar aos estudantes do ensino médio um maior contato com os cientistas que dedicaram suas vidas em responder e formular perguntas, dando contribuições fundamentais para a sociedade.
- O trabalho se resumiu em um festival de teatro, onde os estudantes interpretaram alguns grandes nomes que marcaram o mundo. Consistiu em uma atividade interdisciplinar, onde boa parte do grupo docente participou. O inovador nesta proposta foi a utilização do teatro como estratégia de avaliação e aprendizagem.

## Revisão Bibliográfica

- O teatro é o elemento motivador de uma metodologia de ensino voltada para uma aprendizagem interdisciplinar (MEDINA; BRAGA, 2010), que coloca em prática os pressupostos indicados na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) 9394/96 e nos Parâmetros Curriculares Nacionais PCN+ (2002). No sentido de compreender a ciência como parte integrante da cultura humana contemporânea.

Como afirma Arcoverde (2008), trabalhar com o teatro na sala de aula, não apenas fazer os estudantes assistirem às peças, mas representá-las, inclui uma série de vantagens obtidas: o estudante aprende a improvisar, desenvolve a oralidade, a expressão corporal, a impostação de voz, aprende a se entrosar com as pessoas, desenvolve o vocabulário, trabalha o lado emocional, desenvolve as habilidades para as artes plásticas (pintura corporal, confecção de figurino e montagem de cenário), oportuniza a pesquisa, desenvolve a redação, trabalha a cidadania, religiosidade, ética, sentimentos, interdisciplinaridade, incentiva a leitura, ajuda os estudantes a se desinibirem e adquirirem autoconfiança estimula a

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imaginação e a organização do pensamento. Enfim, são incontáveis as vantagens em se trabalhar o teatro em sala de aula.

- A proposta de realização do teatro na escola teve a intenção de contribuir para o estudante compreender a importância da atividade teatral e ampliar sua capacidade de estudo e reflexão sobre a produção de sentido no teatro. Em síntese, e permanecendo com o pensamento de Arcoverde (2008), o teatro contribui para o desenvolvimento da expressão e comunicação e favorece a produção coletiva de conhecimento da cultura, seja ele no valor estético ou educativo.
- O entendimento dos mundos científico e social e as articulações entre as disciplinas podem oportunizar, com a interdisciplinaridade, uma melhora no conhecimento qualitativo dos estudantes, pois diante de técnicas interdisciplinares é possível aflorar habilidades nos estudantes até então desconhecidas por eles mesmos.
- A principal e talvez a única propriedade da ciência moderna seja o seu aspecto dinâmico, o modo pelo qual as mudanças ocorrem constantemente, como por exemplo:
- O mundo de Newton, que dominou o pensamento científico até o final do século XIX, supunha que os fenômenos naturais ocorressem em um espaço rígido, como o palco de um teatro, que está lá só para que a peça possa ser apresentada. O mesmo com o tempo, que fluía como um rio, sempre no mesmo ritmo. Einstein virou esses conceitos de espaço e tempo de cabeça para baixo. Ele mostrou que essa rigidez só existe para observadores movendo-se com velocidades baixas se comparadas com a da luz, que é o nosso caso [...] Einstein deu plasticidade ao espaço e tempo, criando toda uma nova concepção da realidade física (GLEISER, p.13, 2009).

Certamente, Einstein não deu plasticidade ao espaço e tempo, depois de uma conversa com sua estimada esposa Mileva na hora do jantar. A ciência é uma 2 construção humana e qualquer passo adiante só pode ser dado por quem já percorreu ou tem conhecimento dos anteriores. Todos os grandes cientistas, em qualquer época, só foram capazes de dar contribuições novas e relevantes por que, além da dedicação intensa, conheciam a fundo à ciência com que trabalhavam (GASPAR, 2011).

Assim, é preciso que o conhecimento científico atinja um estágio mínimo para que sejam possíveis novas descobertas. Se Einstein não vivesse na época em que viveu, provavelmente não teria formulado a teoria da relatividade - ele não disporia do conjunto de conhecimento necessário para formular essa teoria.

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Infelizmente, as necessidades de apresentação lógica nos livros, textos elementares e trabalhos gerais sobre ciência, impedem o estudante e leitor de obterem uma ideia verdadeira desta particular propriedade dinâmica.

Através do teatro, possibilita-se aos estudantes a discussão de questões relativas à natureza da ciência, enfocando as relações entre a ciência e seu contexto humano e social, que por vezes ficam totalmente esquecidas ou mesmo ausentes das aulas tradicionais das disciplinas científicas. Esse caminho permite um aprendizado das ciências mais globalizado, transversal e complexo (MEDINA; BRAGA, 2010).

- O estudante nessa proposta sente-se mais livre, portanto, mais criativo. Descobre-se sujeito ativo do processo ensino-aprendizagem, busca conhecimento, dialoga com o professor, é capaz de desenvolver análises e criticas da sociedade em que vive, em diversas áreas do conhecimento.

## Sobre o Projeto: A Arte da Ciência

Figura 1: Logo do Projeto.

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O projeto (Figura 1) ocorreu no segundo semestre de 2012 e foi voltado para os estudantes do 1° ano do ensino médio e consistiu basicamente na montagem, preparação e realização de uma peça teatral, de caráter biográfico sob a coordenação dos professores de artes cênicas e/ou os de educação física, orientação dos professores de física e química e o direcionamento do projeto pelos bolsistas do Pibid. Segue abaixo o cronograma das atividades juntamente com as etapas do projeto:

Quadro 1Cronograma das atividades desenvolvidas.

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## 1ª etapa: Montagem dos grupos teatrais

Na EECIR existia 6 (seis) turmas de 1° ano, cada turma foi dividida em dois grupos, cada um, representando um cientista. Para melhoria do trabalho, cada um desses grupos contou com o auxilio de um tutor (bolsista do Pibid).

Como já mencionado, o projeto se desenvolveu em parceria dos subprojetos Física e Química do Pibid, desse modo, cada turma dividida em dois grupos, uma peça seria sobre um cientista que teve grandes contribuições para a Física e o outro para a Química, a escolha de cada um desses cientistas, ficaram na responsabilidade dos tutores, que estavam livres para determinar, o cientista a ser explorado nas peças, totalizando 12 grupos teatrais.

Dentro dos grupos, os estudantes foram subdivididos em quatro funções: sonoplastia (executa a trilha sonora), contra regra (cuida dos objetos de cena e da troca de cenários), dramaturgo (escreve o texto dramático) e atores. As funções foram cumulativas, com exceção feita à sonoplastia, que poderia ter um ou dois integrantes do grupo atuando.

A escolha dos cientistas e conseqüente do tutor de cada grupo teatral foi por meio de sorteio:

Quadro 2: Divisão dos grupos teatrais.

## 2ª etapa: Escrita do roteiro das peças

A segunda etapa deu início ao processo de pesquisa bibliográfica, onde os tutores auxiliaram os estudantes na escrita do roteiro nas aulas de tutoria , que já 3 existia antes mesmo do projeto. Nesse momento os professores de português ajudaram nas correções, o que fizeram, em algumas de suas aulas.

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## 3ª etapa: Início dos ensaios

Neste momento os estudantes ensaiaram as peças, contando com o auxílio dos tutores nas aulas de tutoria, e quando necessária orientação de professores. Os professores de Física, Química, Artes e Educação Física permitiram alguns dos ensaios em suas aulas, o que possibilitou um grande número de ensaios em um curto intervalo de tempo, como pode ser visto no quadro 1.

## 4ª etapa: Apresentações

Momento mais importante do trabalho, onde cada grupo apresentou seus trabalhos desenvolvidos durante as etapas descritas anteriormente. Devido à grandeza do evento, esse foi aberto para o público da cidade, contando com a participação de figuras importantes, inclusive com a presença do prefeito.

Figura 2: Apresentação do grupo 2 (Aristóteles), turma A.

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## Avaliação

A avaliação foi feita em duas etapas, nos mesmos moldes desenvolvidos por Júndice e Dutra (2001), uma pode ser denominada pedagógica e outra artística. A etapa pedagógica é feita, principalmente, pelos professores de artes cênicas e/ou educação física que acompanham todo o processo de todos os grupos. Eles avaliam desde a seriedade, a frequência e a pontualidade nos ensaios até o desempenho individual na função. O texto escrito pelos estudantes é primeiramente avaliado pelo professor de português e depois por todos os professores de cada disciplina.

Já a etapa artística pode ser encarada como uma 'avaliação para a premiação'; é a 'nossa' versão do Oscar. Nesta etapa, avalia-se o desempenho dos estudantes em toda a excelência em termos de arte. Tal tarefa é realizada por uma banca julgadora. O resultado emitido por essa banca definirá os estudantes vencedores das categorias que concorrem à premiação. Aqui vale ressaltar, que a

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premiação pretendida objetivou-se em estimular os alunos para um trabalho de qualidade, já que, como pode ser visto no quadro 3, a premiação foi algo simbólico.

Quadro 3: Categorias premiadas e prêmios concedidos aos estudantes.

## Categorias premiadas e prêmios concedidos aos estudantes

## Considerações Finais

Dentro da proposta, o teatro trabalha uma linguagem que ocasiona maneiras de manifestação que permite que o estudante empregue as diferentes formas de linguagem da sociedade como a verbal, a plástica, a escrita, a corporal entre outras. Expressando suas próprias vivências e experiências de maneira mais crítica.

Este trabalho procurou proporcionar ao estudante um desenvolvimento de seu potencial artístico no campo da interpretação e da produção literária para teatro, além de permitir-lhe conhecer a vida e a obra de grandes cientistas e descobrir que a ciência é feita por homens de carne e osso, não muito diferentes deles próprios.

Segundo (MEDINA; BRAGA, p. 318, 2010):

Através do teatro, é possível atrair o público para assuntos científicos, com as constantes dúvidas, provocações e reflexões, cada vez mais presentes nas preocupações de todos enquanto indivíduos. Assim, o teatro científico deve ser encarado como uma possibilidade de ampliar e cativar o grande público, além de constituir uma agradável ferramenta de ensino.

Acredita-se que os estudantes que participaram do projeto perceberam uma porção generosa de falhas que permeiam a ciência assim como os cientistas, desmascarando a visão da ciência perfeita e a da figura do cientista sobre-humano. É importante frisar que não existiria ciência sem o homem para realizá-la e, como o 'fazer humano' não é perfeito, vale ressaltar que sendo a ciência fruto desse fazer, também é passível de imperfeições e de certas influências.

É importante também, que os estudantes desta escola possam enxergar após esta prática, a ciência com outros olhos, ressaltando-lhes não apenas o aspecto conceitual e formal, mas também o seu caráter cultural, afinal, como afirma Menezes (2005), as ciências podem ser apreciadas como as artes. Para quem aprende a relacionar simetrias com leis de conservação, irreversibilidade do tempo com o rendimento de máquinas, ou brilho de estrelas com fusões nucleares, o prazer do conhecimento é tão grande quanto seu sentido prático ou filosófico.

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O projeto A arte da Ciência na sua essência objetivou articular o teatro com o ensino de física e química, buscando a construção de novos significados para os estudantes do ensino médio, através do enfoque da história da ciência retratada em peças teatrais de períodos representativos do desenvolvimento da ciência e de suas ideias, procurando também mostrar aos professores uma maneira alternativa de se apresentar os conteúdos físicos e químicos em sala de aula.

## Referências

ARCOVERDE, S. L. M. A importância do teatro na formação da criança -PUCP, 2008.

BRASIL Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio) : Parte III Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação e Cultura, 2000.

BRASIL. PCN+ : Orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais, Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília:Ministério da Educação e Cultura, 2002.

GASPAR, A. Compreendendo a Física ; vol. 1. Mecânica. 1 a ed. São Paulo. Editora Ática, 2011.

GLEISER, M.(Org.) Coleção imortais da ciência. Apresentação. In. VIEIRA, C. L. Einstein - O reformulador do universo . São Paulo; p. 13, 2009.

JÚNDICE, R. e DUTRA, G. Física e teatro: uma parceria que deu certo! Revista Física na escola, v. 2, n.1, 2001.

MEDINA, M.; BRAGA, M. O teatro como ferramenta de aprendizagem da física e de problematização da natureza da ciência. Cad. Bras. Ens. Fís., v. 27, n. 2: p. 313-333, ago. 2010.

MENEZES, L. C. de. A matéria uma aventura do espírito: fundamentos e fronteiras do conhecimento físico . 1 ed. São Paulo. Editora Livraria da Física, a 2005.

VALADARES, E. de C. Novas estratégias de divulgação científica e de revitalização do ensino de ciências nas escolas . Revista Física na escola, v. 2, n.2, 2001.

VIEIRA, C. L. Einstein - O reformulador do universo . Coleção imortais da ciência. 2ª ed. São Paulo. Editora odysseus, 2009.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.