IMPLICAÇÕES DE DIFERENTES ABORDAGENS UTILIZADAS POR MONITORES DO PROJETO EDUCACINE
Alan Clécio Bezerra De Oliveira, Andrea Freire Dos Santos, Emanuel Silva Carvalho, Newton Pionório Nogueira, Marcelo Souza Da Silva
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 27/01/2015
- Linha de pesquisa
- Divulgação Científica E Educação Não Formal
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## IMPLICAÇÕES DE DIFERENTES ABORDAGENS UTILIZADAS POR MONITORES DO PROJETO EDUCACINE
Alan Clécio Bezerra de Oliveira , Andrea Freire dos Santos , Emanuel 1 2 Silva Carvalho , Newton Pionório Nogueira , Marcelo Souza da Silva . 3 4 5
1
IF SERTÃO PE- Campus Salgueiro, alan\_clecio@yahoo.com.br 2 IF SERTÃO PE- Campus Salgueiro, andrea-etort@hotmail.com IF SERTÃO PE- Campus Salgueiro, emanoelcarvalho911@hotmail.com 4 IF SERTÃO PE- Campus Salgueiro, nilton.pionorio@ifsertao-pe.edu.br 5 IF SERTÃO PE- Campus Salgueiro, marcelo.silva@ifsertao-pe.edu.br
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## Resumo
O EDUCACINE é um projeto de extensão que se propõe a promover divulgação cientifica através de mídia audiovisual, realizando mostras de filmes didáticos com fundamento cientifico em diversas áreas. Desenvolvido no Espaço Ciência Antônio Carneiro, situado em Salgueiro-PE fruto de uma parceria entre o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF-Salgueiro), Prefeitura Municipal de Salgueiro e o Espaço Ciência de Recife. Este trabalho busca avaliar o impacto de duas diferentes abordagens em turmas compostas por estudantes do nono ano do ensino fundamental e primeiro ano do ensino médio a respeito das exibições de filmes do EDUCACINE, de modo a nortear o andamento do projeto. As turmas que participaram do estudo foram divididas em dois grupos, e cada grupo foi submetida a uma diferente abordagem por parte dos monitores. Uma análise quantitativa, de pré-teste e pós-teste foi feita com o auxilio do instrumento de coleta de dados, um questionário, que objetivou explicitar as ideias dos estudantes relacionadas ao conceito de aula de ciências, natureza lúdica da atividade, relação entre conhecimento e curiosidade. Os resultados mostram que nas turmas onde a exibição dos filmes foi orientada, houve uma melhor percepção do caráter cientifico do material exposto. Embora a divulgação científica e popularização da ciência seja relevante no processo de alfabetização científica em geral, cerca de 40% dos estudantes veem a atividade não formal como uma sub atividade com importância inferior às atividades relacionadas ao ensino formal e tradicional, já os outros classificam os filmes como atividades prazerosas.
Palavras-chave : Alfabetização científica, divulgação da ciência, museu.
## Introdução
É praticamente consenso que um dos problemas mais desafiadores de um país em crescimento como o Brasil reside em garantir educação de qualidade a todos, como elemento fundamental na construção da cidadania, inclusão social, desenvolvimento cultural e econômico. No entanto, o ensino formal é considerado necessário, mas não suficiente na promoção de uma educação cientifica em seu sentido mais amplo. As novas cobranças e demandas do mundo contemporâneo são associadas aos aspectos de constituição da cultura local, regional e nacional que, têm transformado a educação em uma prática social cada vez mais extensa.
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26 a 30 de janeiro de 2015
Ambientes formais, não formais e informais de aprendizagem apresentam propostas de práticas pedagógicas diversas, com diferentes implicações na alfabetização cientifica. Gohn (2006) pontua características destas três diferentes formas de educação. A educação formal é aquela desenvolvida nas escolas, e no Brasil é regulamentada pelo Ministério da Educação, pelas Secretarias de Estado da Educação e Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação. Esse tipo de educação segue as regulamentações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e dos Parâmetros Curriculares Nacionais, compreendendo desde a educação infantil até o ensino superior. Uma educação de modo racionalizado e instrumental, onde o processo de ensino é segmentado. A educação informal, que decorre de processos naturais e espontâneos que possibilita aquisição e acúmulo de conhecimentos, por meio de experiências cotidianas, em casa, no trabalho ou lazer. Por fim, a educação não formal, ocorre quando existe a intenção de determinados sujeitos em criar ou buscar determinados objetivos fora do ambiente escolar. Para Candau (2010) os espaços não formais de educação se configuram como espaços educativos de práticas sociais com múltiplas formas de se relacionar com o conhecimento, de modo que o processo educativo não pode ficar centrado apenas em uma modalidade educativa e num único espaço. A educação não formal não se submete a nenhuma das regulamentações e órgãos educacionais, porém compreende toda atividade educativa organizada e sistemática que pode ocorrer dentro e fora dos âmbitos escolares. Os espaços não formais de educação são muito diversificados, vão desde Museus, Planetários, Jardins Botânicos, Zoológicos, Observatórios Astronômicos até Centros de Ciências. Estes espaços de educação possuem um perfil multidisciplinar e se configuram como uma ferramenta que permite repensar a educação formal e suas relações com a sociedade, desconstruindo o modelo convencional focado na passividade e subordinação, e possibilitando relação entre diversas áreas do conhecimento (Oliveira de Jesus, 2005; Marques, 2007).
## Segundo Gohn
A educação não-formal designa um processo com quatro campos ou dimensões, que correspondem às suas áreas de abrangência. O primeiro envolve a aprendizagem política dos direitos dos indivíduos enquanto cidadãos (...). O segundo, a capacitação dos indivíduos para o trabalho, por meio da aprendizagem de habilidades e/ou desenvolvimento de potencialidades. O terceiro, a aprendizagem e exercício de práticas que capacitam os indivíduos a se organizarem com objetivos comunitários, voltados para a solução de problemas coletivos cotidianos (...). O quarto é a aprendizagem dos conteúdos da escolarização formal, escolar, em formas e espaços diferenciados (GOHN, 2001, p. 98-99).
Os museus de ciência são considerados espaços não formais, que tem por objetivo promover a divulgação e educação científica, estes espaços podem contribuir para o enriquecimento cultural científico dos indivíduos. O projeto do EDUCACINE é destinado exibir mostras de filmes, animações, curtas etc. com objetivo de promover divulgação científica, é uma das atividades desenvolvidas pelo museu de ciências Espaço Ciência Antônio Carneiro . As mostras são realizadas tanto nos espaços abertos como também em escolas publicas da cidade de Salgueiro-PE, com o intuito de promover atividades que permitam a seus espectadores acesso a diversos temas relacionados ao conhecimento sobre ciência com caráter multidisciplinar de forma diferenciada e dinâmica. Os filmes exibidos abrangem temas relacionados principalmente à física, matemática, química, história da ciência, astronomia e biologia. No que diz respeito à estrutura física, a exibição
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de filmes é de fácil execução, pois não precisa de muitos recursos, já que os materiais (projetores e computador) em geral estão disponíveis nas escolas e os filmes são sempre de domínio publico.
## Objetivos
O presente artigo pretende avaliar a influencia da abordagem adotada pelos monitores na visão dos estudantes com relação à importância de atividades como a exibição dos filmes, bem como na capacidade dos estudantes em relacionar assuntos científicos com o material assistido. Contribuir para as discussões referentes à compreensão do campo de espaços não formais de educação, e dessa forma servir de subsidio para orientar a práxis das atividades desenvolvidas pelo Museu Espaço Ciência Antônio Carneiro no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano Campus Salgueiro (IF-Sagueiro).
## Metodologia
A implementação da proposta do EDUCACINE com finalidade de promover divulgação científica acessível a vários locais do município, passou por uma fase inicial de planejamento, na qual foram determinados alguns parâmetros, a saber: Que tipo de filmes devem ser expostos? Quais temas seriam abordados? Qual seria o público alvo? Quanto tempo duraria a exposição? Foram as questões inicialmente determinadas. Ficou definido que cada mostra iria durar entre quarenta e cinquenta minutos. Deveria conter no máximo quatro filmes em geral documentários, animações e clipes com experimentos de física desenvolvidos por estudantes de licenciatura em física do IF-Salgueiro. Para efeito de comparação as turmas que assistiram a mostra foram divididas em dois grupos. No primeiro grupo os monitores foram orientados apresentar uma pequena sinopse dos filmes antes do começo da exibição e durante essa apresentação preliminar estimular os estudantes, noticiando eventos e resultados surpreendentes alcançados pela ciência, uma ciência de feitos espetaculares, esse tipo de abordagem sensacionalista é muito utilizada pela grande mídia ao reportar sobre ciência e tecnologia. Após o início do filme, os monitores que acompanham o primeiro grupo só intervêm, ao final da exibição, se eventualmente forem questionados pelos alunos. No segundo grupo, antes do início da seção, além de resumir os filmes a serem exibidos os monitores provocavam os alunos sobre temas relacionados à natureza do trabalho científico e sobre a importância da educação científica, são colocadas questões menos chocantes e mais reflexivas. Após a exibição os monitores fomentam e mediam um debate entre os espectadores, buscando detalhar os aspectos relecionados ao fazer cientifico exibido nos filmes. Antes e depois da exibição dos filmes os estudantes respondiam a uma breve entrevista, os questionários não deveriam conter identificação e os estudantes deveriam assinalar suas opções e justificar as respostas. Foi feita uma análise quantitativa dos dados obtidos.
## Análise dos resultados
Foram analisados 320 questionários, a Tabela-1 mostra os dados obtidos a partir da análise das entrevistas. Foi observado que a abordagem adotada pelos monitores interferiu na visão dos estudantes em relação à distinção entre atividade de ensino formal, e atividade de ensino não formal, de uma maneira geral os entrevistados no segundo grupo mostraram que para eles as atividades desenvolvidas no museu não são uma aula convencional de ciências, por serem dinâmicas, embora contenham temas relacionados à ciência, isso evidência que aos
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olhos do estudante há algo naquela atividade que foge da sua rotina. Da mesma maneira, a maioria absoluta dos estudantes optou por assistir filme e ou ir ao museu em vez de resolver um problema, contudo os estudantes do segundo grupo mostraram uma visão diferenciada do que seria um problema e sobre a importância em se dedicar para resolve-los. Os demais estudantes relacionaram o termo 'problemas' aos problemas matemáticos pouco estimulantes. Essa relação está associada à maneira com que o ensino formal de ciências, inclusive o universitário é centrado na memorização de conceitos e fórmulas e o estudante ou até mesmo o futuro docente acaba desenvolvendo visões deturpadas em relação ao conhecimento científico (Matthews, 1995).
Uma significativa parcela de estudantes do primeiro grupo apontou a investigação como uma atribuição restrita aos cientistas, mas que sempre investigavam algo de sua curiosidade. Afirmaram também que sua principal expectativa era diversão ou curiosidade. Por sua vez a quantidade de estudantes que passaram pela segunda abordagem e mostraram compreender que as investigações que eles fazem no cootidiano podem ser consideradas científicas e que nem só os grandes cientistas podem investigar, em sua maioria esse grupo revela uma expectativa de aliar o aprendizado á diversão.
Tabela-1: Resultados percentuais das respostas dadas pelos alunos.
O Primeiro grupo apresentou uma variação média entre o pré-teste e o pósteste de 10%, já para o segundo grupo essa variação média foi de 15%, essa
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diferença pode indicar que a metodologia adotada no segundo grupo provoca mais mudanças nas opiniões dos estudantes em relação às questões levantadas.
Embora a maioria dos estudantes tivessem se manifestado no sentido de que a mostra de cinema tenha sido agradável, 23% justificaram não saber a finalidade daquele tipo de atividade. Cerca de 8% relatou que, na opinião deles, esse tipo de atividade não tem serventia, que é apenas divertido, esses dados explicitam a necessidade de ampliar o debate sobre as atividades não formais com os estudantes. As duas abordagens adotadas pelos monitores se mostraram úteis na promoção de um ambiente onde o debate acerca do saber e do fazer da ciência é fecundo, estas abordagens possibilitaram a interação entre os indivíduos em questão no que tange aos temas abordados. A Figura-1 retrata os momentos antes e após a seção de filmes, estes momentos de debates ocorreram tanto no primeiro quanto no segundo grupo, tal constatação coloca a atividade não formal de exibição dos filmes como a principal responsável pela promoção do ambiente interativo (Castro et al, 2010).
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(a)
Figura-1: Exposição no museu, (a) intervenção antes do inicio da exibição, (b) debates após a exibição.
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## Conclusão
Com o dinamismo que a educação precisa para uma boa formação e construção da escola e da sociedade, os museus de ciências se configuram como uma ferramenta importante para promover alfabetização e divulgação científica. A proposta de divulgação e popularização da ciência estudada se mostrou útil para estimular a curiosidade dos visitantes sobre os fenômenos abordados nos filmes.
A abordagem mais sensacionalista adotada com primeiro grupo se mostrou mais eficiente no sentido de chamar a atenção dos estudantes e despertar o interesse nas atividades, ou seja, uma boa estratégia midiática. Entretanto a curiosidade pelo resultado dispensando a construção do conhecimento fica desconectada com o fazer ciência, de modo que em geral as respostas são dadas, inibindo o ímpeto pesquisador e impedi a ação do sujeito frente à construção do conhecimento, haja isto que depois de obtida essa a resposta, novas questões não
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surgem. Tal abordagem tende a omitir informações sobre como o conhecimento científico é construído e validado, o que pode promover dificuldade no processo de educação científica.
A abordagem mais reflexiva adotada com segundo o grupo exibiu uma maior parcela de estudantes que consideram pesquisa e investigação ferramentas necessárias para encontrar respostas para suas dúvidas e questionamentos, e que essas ferramentas não são exclusivas dos cientistas profissionais. Esse grupo também exibiu uma compreensão de que é possível participar de atividades educativas fora da escola e que estas atividades podem ser concomitantemente produtivas e prazerosas.
Embora estes resultados indiquem características gerais das duas formas de abordagem, novos estudos fazem-se necessários para detalhar qualitativamente os debates desencadeados por cada uma delas. Estes resultados apontam também que a possibilidade de uma combinação das duas abordagens pode se configurar uma opção para orientar as exibições dos filmes, para isso seria necessário uma sistematização e um planejamento detalhado do material a ser exposto, bem como a promoção de uma preparação adequada dos monitores.
Agradecimentos: Os autores agradecem a FACEP e ao PIBID - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano pelo fomento.
## REFERÊNCIAS
BIANCONI, M. L.(et. al.) Educação não-formal. Cienc. Cult., Dez 2005, vol.57, n.4, p.20-20. ISSN 0009-6725. Disponível em: <http://cienciaecultura.bvs.br/cgi bin/wxis.exe/iah/>. Acesso em: 15 de junho de 2014.
BRASIL, LDB . Lei 9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em< www.mec.gov.br>. Acesso em: 25 de junho e 2014.
CANDAU, V. M. F. Construir ecossistemas educativos . In: \_\_\_\_\_\_\_\_. (Org.). Reinventar a Escola. 7.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. p. 11-16.
CASTRO, M. F de C; MENEZES A. A; SANTOS, L. F; DELABRIDA, Z. N. da C. Avaliação da Interação de Crianças em Parques Públicos Infantis. In Caderno de Cultura do Estudante, v.7, n.9 114-122. São Cristovão - SE, 2010.
GOHN, M. G. M. Educação não-formal e cultura Política: impactos sobre o associativismo no terceiro setor . 4. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
MARQUES, Roberta Smania. Os museus da Universidade Federal da Bahia enquanto espaços de ensino não-formal . Salvador: UFBA, 2007. Dissertação
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
(Mestrado) - Universidade Federal da Bahia. Instituto de Física: Programa de PósGraduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, Salvador, BR-BA, 2007.
MATTHEWS, M. História, filosofia e ensino de ciências: A tendência atual de reaproximação. Caderno Catarinense de Ensino de Física, 1995, p. 162-21412, n.3.
OLIVEIRA DE JESUS, J. C. ; ALVES, Álvaro Santos ; SANTANA, Almiro Ferreira ; BURNHAM, Teresinha Fróes . Ciência e Cultura Popular: uma oficina de Física e Capoeira. In: XVI Simpósio Nacional de Ensino de Física, 2005, Rio de Janeiro - RJ. XVI SNEF - O Ensino no Ano Mundial da Física. Rio de Janeiro - RJ : ZIT Editora, 2005. p. 149-149.
## Anexo I
## Questionário:
## 1Essa atividade é uma aula convencional de ciências?
- a. Sim
- b. Não
Justifique:\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
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## 2Você prefere vir ao museu assistir filme ou resolver um problema?
- a. Prefiro museu e filmes
- b. Prefiro resolver problemas
Justifique:\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
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## 3Você alguma vez já investigou sobre algo que queria saber?
- a. Sim
- b. Não
Justifique:\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
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## 4O que você espera (ou achou) dessa atividade?
- a. Divertida
- b. Que eu aprenda algo novo.
- c. Que seja divertida e que sirva para aprender ciência.
Justifique:\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.