PERFIL DOS INGRESSANTES EM LICENCIATURA EM FÍSICA NA UFSCar - dados para um estudo sobre evasão
Marcus Vinícius Biondo Danuello, Victor Travagin Sanches, Eduardo Henrique Jordão Teixeira, Aline Fioranelli, Diego Sanchez Bragagnolo
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 27/01/2015
- Linha de pesquisa
- Formação De Professores E Prática Docente
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## PERFIL DOS INGRESSANTES EM LICENCIATURA EM FÍSICA NA UFSCar - dados para um estudo sobre evasão
Victor Travagin Sanches , Aline Fioranelli de Sá , Diego Sanchez 1 1 Bragagnolo 1 , Eduardo Henrique Jordão Teixeira , Marcus Vinícius Biondo 1 Danuello 1 , Alice Helena Campos Pierson 2
1 Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Física , evasaolif@gmail.com 2 Universidade Federal de São Carlos, Departamento Metodologia do Ensino,
apierson@ufscar.br
## Resumo
Este trabalho trata de um estudo analítico-descritivo que tem como objetivo identificar motivos pelos quais tem ocorrido uma alta evasão no curso de Licenciatura em Física - Noturno da Universidade Federal de São Carlos, desde sua criação em 2009 até o ano atual. Para o desenvolvimento deste trabalho aplicou-se aos calouros de 2012 e 2013, um questionário com perguntas de autoanálise acerca de seu desempenho desde o Ensino Médio até o Ensino Superior, juntamente com questões sócio culturais que poderiam ter influência em sua escolha pelo curso. Até o dado momento, pode-se observar que boa parte dos alunos não estavam seguros quanto a escolha por Licenciatura em Física, em alguns casos a decisão foi tomada somente no ato da escolha no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) a partir da pontuação obtida no Enem. Este fato compactua com outra resposta que estranhamente tem uma alta incidência no qual 'querer ser professor', não foi considerado fator relevante na opção pela licenciatura, o que pode justificar outro motivo bastante citado na escolha do curso: 'possível transferência para outros cursos'.
Palavras-chave : Evasão, Licenciatura, Física.
## Introdução
É um problema conhecido que os cursos de licenciatura em Física são vítimas de uma alta taxa de evasão. Muitos trabalhos relacionados a esse tema foram desenvolvidos na tentativa de justificar esse quadro, como na pesquisa: 'Evasão Universitária: O CASO DO INSTITUTO DE FÍSICA DA UFRJ'¹, (BARROSO e; FALCÃO,2004), no qual verificou-se que de 120 alunos ingressantes somente 10% o conclui e outros 10% graduaram-se em outro curso; também pode-se mencionar o trabalho 'UM ESTUDO DA EVASÃO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA DA UnB' 2 , (RIBEIRO, B.V. ET AL,2008), segundo o qual a evasão entre o período 01/2001 a 02/2006 foi de 63,6% no curso de física, evidenciando o problema acima mencionado. Discutir a evasão nos cursos de licenciatura em física torna-se bastante relevante frente ao déficit existente na formação de licenciados em Física para o qual o Ministério da Educação chama a atenção: a licenciatura em Física chega a formar 13 vezes menos professores quando comparada às outras licenciaturas (IBAÑEZ RUIZ; RAMOS; HINGEL, 2007).
De forma similar verificou-se empiricamente que o mesmo acontece no curso de Licenciatura em Física da UFSCar. Diante desta constatação, foi elaborada essa pesquisa e espera-se que ela contribua para a transformação deste cenário. Nesse contexto, o objetivo da pesquisa é definir o perfil dos alunos que ingressam no curso, para então se propor possíveis ações a fim de minimizar as taxas de
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26 a 30 de janeiro de 2015
desistência. O curso Licenciatura em Física do período noturno da UFSCar foi criado em 2009 e tem duração de 5 anos. Nele, são oferecidas 30 vagas anualmente e até o momento ninguém se formou e a turma de 2009 está extinta.
## Metodologia
Diante desse quadro alarmante, os alunos do Programa de educação tutorial da Licenciatura em Física (PET-LiF) vêm analisando o perfil dos alunos ingressantes. Os dados coletados neste trabalho são referentes aos anos de 2012 e 2013. Para a coleta de dados utilizou-se dois questionários dirigidos aos alunos do primeiro ano do curso. O primeiro questionário (Quadro 01) foi entregue no final do primeiro semestre enquanto que um segundo questionário (Quadro 02) foi entregue na metade do segundo semestre.
## Quadro 01: Questionário aplicado no primeiro semestre de 2012 e 2013
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O segundo foi entregue apenas no ano de 2013 aos alunos ingressantes neste ano, pois este surgiu de uma necessidade de mais informações sentida ao se analisar os dados de 2012.
Quadro 02: Questionário aplicado no segundo semestre de 2012 e 2013
O questionário do primeiro semestre foi formulado de com foco em três momentos. O primeiro olha para o ensino médio, com questões sobre as aulas e os métodos dos professores bem como os interesses dos alunos. O segundo momento é o do vestibular, em que são levantadas questões sobre a segurança dos estudantes perante sua escolha de curso além de principais motivações. O terceiro momento busca levantar informações sobre a situação do estudante naquela etapa, ou seja, após ter passado algum tempo na universidade, questionando sobre o desempenho e tempo dedicado aos estudos. Além do questionário, coletou-se alguns dados com a coordenação do curso dos quais foi possível aferir quantos alunos ainda estavam inscritos no curso, na passagem do primeiro para o segundo semestre.
Em 2013 foi desenvolvido um segundo questionário para ser entregue aos alunos no segundo semestre, a fim de levantar informações sobre o andamento do curso até o dado momento. Tal questionário é composto por 6 questões acerca de temas como: a infraestrutura e suporte oferecidos pela universidade além de seu desempenho nas disciplinas. O grau de satisfação dos alunos perante os professores e seus métodos de ensino também são questionados.
## Análise e apresentação de dados.
Foi observado que apenas 9 dos 30 alunos ingressantes em 2012 permaneciam no curso ao final de 2013. Dentre os demais, 21 abandonaram o curso: 11 formalizaram o pedido de desistência, 2 transferiram para o curso de Física Integral da própria UFSCar, 1 para o curso de Engenharia Física e outro para outra universidade. Os outros 8 não foram localizados. Em 2013, 31 alunos ingressaram no curso (sendo 30 por vestibular e um aluno por transferência no mês de agosto). Ao final do primeiro semestre, constatou-se 5 desistentes, restando apenas vinte e cinco alunos. Destes, 15 responderam ao segundo questionário, os outros 10 não foram encontrados ou não quiseram responder.
Em análise comparativa entre os questionários respondidos pelos ingressantes em 2012 e aqueles ingressantes em 2013, foi possível localizar os seguintes pontos de convergência:
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- -os alunos ingressantes em ambos os anos alegaram ter desempenho bom/ excelente nas matérias de exatas do Ensino Médio, e tinham aulas centradas em resoluções de exercícios com poucas atividades de demonstração de fenômenos físicos, além de declararem como regular/ bom nas matérias de ciências humanas e biológicas;
- - há justificativas semelhantes quando se trata da escolha pelo curso de física, entre elas o fato de 'ser curioso', ter facilidade em física e matemática, busca por desafios (formar-se em um curso considerado difícil) e querer ser "cientista".
É interessante observar que respostas semelhantes podem ser encontradas no trabalho 'As origens da opção profissional pela licenciatura em Física', (Coutinho, 2010):
Cerca de 51% (desses, 52% escola pública e 48% escola privada) dos alunos que responderam o questionário acreditam que o principal motivo que os fez cursar física foi o gosto pelas ciências e o sentimento de uma certa afinidade com o estudo, bem como por sentirem-se atraídos pelos mistérios que envolvem esta ciência e a vontade de desvendar seus segredos
Em 2013 verificou-se que a influência dos professores foi importante para a maioria dos alunos na hora da escolha. Eles consideram irrelevante a influência dos pais e familiares, contrastando com os resultados encontrados por Cleaves e Polytechnic (2005), que apontaram que a influência dos pais com um dos motivadores para a escolha da carreira. Por outro lado, há concordância entre os resultados encontrados quando se trata da importância de 'querer ser cientista' frente a escolha do curso. A imagem do aluno sobre o cientista tem um peso favorável na escolha da carreira e entende-se que a visão do aluno é relacionada ao estereótipo de cientista, ao estilo "Einstein descabelado e de jaleco". Em 2012 nenhum dos ingressantes exercia atividade remunerada, enquanto que em 2013, 4 exerciam trabalho remunerado por mais de 15 horas semanais.
Nas questões referentes ao desempenho do aluno no curso, até o momento do questionário, apurou-se que a maioria das justificativas para tal estava relacionada à 'base em matemática', ao 'estudo/ dedicação' e, para alguns, a 'base em Física'. Quase todos os alunos responderam que gostariam de se dedicar e se organizar melhor para estudar e os que trabalham disseram que desejavam ter mais tempo para estudar em casa.
Quando questionados sobre sua segurança perante a escolha do curso, nota-se que em 2012 apenas 3 alunos de um total de 18 que responderam ao questionário, estavam convictos de suas escolhas e outros 4, embora tivessem colocado o curso como primeira opção, não estavam mais totalmente seguros frente suas escolhas. Cinco alunos escolheram licenciatura como segunda opção e 8 alunos decidiram apenas no momento da escolha no SiSU. Com os ingressantes em 2013 a situação permanece semelhante. No ano de 2013, o número de pessoas que tinham o curso como segunda opção aumentou e os que optaram pelo curso apenas no momento de escolha no SiSU, diminuiu.
Analisando o segundo questionário dos alunos ingressantes em 2013, houve um total de 15 questionários respondidos. Destes, apenas 13,33% disseram que o curso não correspondeu as suas expectativas quanto ao conteúdo de Física estudado, dentre eles, podemos destacar a seguinte justificativa: 'faltam disciplinas práticas para melhorar a didática e a retórica, a aula de Didática Geral (única de didática dos dois primeiros períodos) é fraca e com pouco conteúdo prático' .
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Apresentando uma falta de motivação pela única disciplina voltada exclusivamente para a licenciatura no primeiro ano (Didática Geral).
Dois alunos responderam que o nível do curso é muito elevado para que possam conciliar com emprego, pois acaba não sobrando tempo para estudar. Contribui para essa avaliação a falta de infraestrutura no período da noite pois a secretaria do curso e divisão de controle acadêmico (DICA) só funcionarem no período diurno, dificultando o acesso para quem estuda no período noturno e exerce alguma atividade durante o dia.
Relacionado às aulas, os alunos dizem que poderiam ser mais dinâmicas, e um deles aponta um fato interessante em sua fala: ele acha " importante adaptar o contexto da aula com ênfase no ensino de 'como ensinar'" . Sugerindo aulas com enfoque diferente das aulas tradicionais dos cursos de Bacharelado. Referente aos professores, há uma forte queixa sobre a falta de atenção e de didática, além de aulas não preparadas anteriormente.
Em uma reunião com representantes do MEC, com finalidade de avaliar o curso, questionou-se os alunos e constatou-se como problema os horários de monitorias, pois estes, em sua maioria, eram oferecidos no período vespertino, prejudicando aqueles que exercem atividades extracurriculares. Inspirado no sucesso dos grupos de estudo realizados pelos integrantes do grupo PET-Lif, os alunos foram questionados com relação ao relacionamento deles com os colegas, e constatou-se que sentem falta de interesse e motivação por parte dos colegas em estudar junto em grupo
O (Gráfico 01) mostra as atividades que os alunos ingressantes em 2013 realizam no espaço da universidade. Nota-se, que de todos os 15 alunos que responderam ao questionário, 3 frequentam a universidade somente pelas aulas enquanto que 6 vão às aulas e também estudam. Dos 6 que alegaram comer, estudar e irem às aulas, 4 moram no alojamento da universidade situado no campus. Observa-se que os alunos os quais responderam ao segundo questionário não tiveram dificuldade com as matérias cursadas no primeiro semestre, pois em Física Experimental A, Cálculo Diferencial e Integral 1 (CDI-1), Física Introdutória (93,33%) 14 dos 15 alunos conseguiram ser aprovados. Já em Geometria Analítica (GA) houve certa dificuldade, com índice de aprovação de apenas 33,3%. Um dos alunos não respondeu a esta questão.
Gráfico 01: Atividades realizadas pelos alunos no espaço da universidadeGráfico 02: Auto-avaliação dos alunos quanto seu desempenho na universidade.
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Já no segundo semestre os alunos estavam com uma maior carga horária, assim foi observado que o índice de aprovação nas matérias diminuiu. Nas matérias com maior número de hora/aula semanal houve maior aprovação se comparada às outras matérias. Uma possível explicação são as horas dedicadas ao estudo para essas matérias. Um exemplo é o caso da disciplina de Cálculo Diferencial e Séries (CDS) com doze aprovados dos quinze tendo 60% de aprovação e Física A com 93,33% de aprovados. O reflexo disto é observado imediatamente no segundo semestre, quando os alunos estão cursando CDS que, de acordo com as normas do curso, só pode ser cursada por alunos que tenham sido aprovados em CDI-1.
Com relação às disciplinas do segundo semestre de 2013, dois alunos já estavam matriculados em disciplinas específicas dos cursos de Engenharia pois pretendem se transferir para outro curso. Os que desejam continuar, matricularamse em todas as disciplinas do perfil vigente (Tabela 01) e alguns estão até cursando disciplinas optativas ou de outros semestres, como mostra a (Tabela 02). Dois alunos que reprovaram em GA se matricularam novamente. Houve apenas quatro trancamentos de matrícula e cada um em uma disciplina diferente, entendidos como problemas regulares do curso. De uma forma geral, eles entendem que o seus desempenhos no curso entre regular e bom (Gráfico 02).
Tabela 01: Disciplinas do 2° Semestre 2013/Nº de inscritos, Perfil 2.Tabela 02: Alunos inscritos em disciplinas de outros perfis ou optativas
## Considerações finais
Analisando os dados, pôde-se concluir que a insegurança perante a escolha pelo curso de licenciatura continua sendo um fator presente no perfil destes alunos. entende-se que neste período da vida é comum estar um pouco confuso, mas nem por isso torna menos preocupante o sentimento de insegurança que prevalece nos calouros. Com relação ao que o aluno entende por licenciatura, a ideia de 'querer ser cientista' permanece como fator importante na escolha da carreira, sugerindo uma compreensão equivocada sobre a atuação do profissional da licenciatura, entendendo o cientista como estereótipo de Físico experimental. Fatos estes, aliados à realidade de que poucos alunos se imaginam dando aula, nos levam a entender que os calouros não compreendem com clareza o próprio curso. Quando
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se trata de um curso de formação de professores, é preocupante o fato de não se imaginarem como profissionais da educação, principalmente em um contexto nacional de desvalorização da categoria, no sentido de formar profissionais que não se identificam com a futura ocupação.
Outro fator que reforça esta ideia é o caso da maioria dos alunos ter escolhido o curso apenas no momento da inscrição no SISU ou escolheram o curso como segunda opção. O desempenho dos alunos em 2013, superior a 2012, creditado em parte à chefia do departamento e à coordenação do curso que informados através de nosso trabalho anterior, reviram os critérios para a seleção de professores que ministram disciplinas para a licenciatura. No entanto, problemas como didática inadequada à realidade dos alunos ingressantes no curso noturno e baixo comprometimento dos professores com a formação de licenciandos além de dificuldades com as monitorias persistem.
É uma queixa clara dos alunos que não há muita colaboração entre eles para estudarem juntos. Do ponto de vista dos pesquisadores, este fato pode colaborar para que haja um desempenho baixo dos alunos com relação às matérias, pois o estudo em grupo ajuda a todos os que o fazem a compreender melhor os conceitos, bem como auxilia na nivelação do conhecimento dos calouros. Fato este, constatado pelo próprio grupo PET-LiF ao tomar medidas de grupos de estudos com os participantes e como decorrência a taxa de reprovação foi à zero.
Nota-se, que apesar de uma das propostas do curso é que este seria noturno afim de possibilitar às pessoas que trabalham durante o dia também serem capazes de estudar, mas a maioria dos entrevistados dedica-se somente aos estudos, portanto o problema com horários de funcionamento aplica-se somente a uma pequena parcela dos alunos.
Apesar das colocações negativas dos calouros com relação ao curso e de não saberem muito bem o que se pretende fazer com o curso, eles enxergam seus desempenhos de maneira positiva, o que sugere que sejam otimistas, qualidade a qual atualmente se faz tão necessário para professor.
## Referências
BARROSO, F. Marta; FALCÃO,B. M. Eliane; O caso do Instituto de Física da UFRJ in Anais do IX Encontro Nacional de Ensino de Física, SBF, Jaboticatuba/MG, 2004.
CAMPOS, S.L. e GRASSI, M.F.O.M., Análise da evasão no curso de Física da UEMS, Trabalho de conclusão de curso, 2010 http://www.uems.br/portal/biblioteca/repositorio/2012-07-06\_16-26-05.PDF(Acessado em 11/06/2014).
CLEAVES, A.; POLYTECHNIC, A., The formation of science choices in secondary school, International Journal of Science Education, v. 27, n. 4, p. 471-486, 2005.
COUTINHO, M. B., RAGIUK, D., As origens da opção profissional pela licenciatura em Física, XI Salão de Iniciação Científica PUCRS, 2010.
IBAÑEZ RUIZ, A. I.; RAMOS, M. N.; HINGEL, M. Escassez de professores no Ensino Médio: soluções emergenciais e estruturais. Brasília: Câmara de Educação Básica, 2007. http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/escassez1.pdf (Acessado em: 23/10/14).
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PEREIRA, L.J.M. e LIMA, M.C.A, Evasão no Curso de Física da UFMA nos primeiros períodos do curso in Anais do XVII SNEF, São Luis/ MA, 2007. http://www.cienciamao.usp.br/dados/snef/\_evasaonocursodefisicadau.trabalho.pdf (Acessado em 11/06/2014).
RIBEIRO, B.V. ET AL, Um estudo da evasão no curso de física na UnB, Relatório à Comissão de Graduação do IF/UnB, 2008. http://www.if.ufrgs.br/gra/agenda/relatorio\_a\_comissao\_de\_graduacao.pdf (Acessado em 11/06/2014).
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