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AS ABORDAGENS DO PROCESSO DO ENSINO DE FÍSICA EM UMA TURMA DE 3º ANO DO CURSO DE AUTOMAÇÃO DO IFBA

Dielson Honhefeld, Josef Santana Brasil, Jan Carlos

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
27/01/2015
Linha de pesquisa
Processos Cognitivos De Ensino E Aprendizagem Em Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## AS ABORDAGENS DO PROCESSO DO ENSINO DE FÍSICA EM UMA TURMA DE 3º ANO DO CURSO DE AUTOMAÇÃO DO IFBA

Josef Santana Brasil , Dielson Pereira Honhefeld 1 2 JanCarlos Menezes Lapa 3

1 IFBA/Física/IFBA, josef\_jsb@hotmail.com

2

IFBA/Física/IFBA, dielson.dph@gmail.com

3 IFBA/Física/IFBA, jancarloslapa@gmail.com

## Resumo

Neste artigo discutimos as abordagens do processo de ensino de Física em uma turma de 3º ano do curso de automação do Instituto Federal da Bahia (IFBA) do campus Salvador.O motivo deste trabalho se deveu a curiosidades que surgiram ao longo do Estágio do Curso de Licenciatura em Física,e pela leitura da Obra da Mizukammi(As abordagens do processo).Para isso fez-se uso de referenciais teóricos de metodologias pedagógicas dos campos de estudo da Psicologia e da Pedagogia. Nestas temos teóricos como Carl Roger em seu psicologismo intrinsecamente subjetivista; Piaget com a sua teoria construtivista, enfatizando além do sujeito, o meio social no qual o mesmo indivíduo se encontra inserido na construção do conhecimento ; Paulo Freire com a sua pedagogia libertária e de cunho revolucionário e marxista; visões embasadas no cartesianismo dentro da concepção hierárquica de mundo e a teoria do comportamentalismo de Skinner são adotadas como referencias para análise de métodos de ensino nesse trabalho a partir da Mizukammi. Fizemos um estudo de caso onde foram levantados os dados empíricos mediante a aplicação de questionário construído com base nas concepções de ensinos de laboratório de Pinho Alves (2000) e das abordagens do processo de Mizukammi (1985). Com esses resultados indicamos o perfil didático-pedagógico de um professor de Física do curso de automação dentro das categorias teóricas das abordagens do processo que são elas:Tradicional, comportamentalista, humanista, construtivista e sociocultural. Por fim, faremos um diagnóstico através de um gráfico ilustrativo comparando os resultados obtidos com concepções pedagógicas do mesmo instituto dentro do seu momento atual. Isso resultou no reconhecimento de como o processo de ensino e mais particularmente de Física dentro do caso específico do artigo se enquadra dentro de uma perceptível mudança.

Palavras-chave : ensino de Física , abordagem de ensino; perfil didático-pedagógico;

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## Introdução

Em nossas escolas observamos algumas vezes mudanças na relação professor-aluno em termos de verticalidade, notadamente nas disciplinas humanas, mas ainda deixa-se muito a desejar essas mesmas instrumentalidades usadas nas disciplinas de ciências naturais e matemáticas. Portanto este trabalho tem como objetivo, verificar as abordagens do processo de aprendizagem e ensino de Física dentro de uma turma de 3º ano do curso de automação do IFBA. É preciso observar o ensino de Física dentro das abordagens pedagógicas, pois caso contrário continuará as justificativas de que a Física é uma ciência que não se relaciona com a vida. Fazendo permanecer assim a postura tradicional de ensino dos professores de Física. Vejamos como está escrito na proposta de organização didática dos cursos da educação profissional técnica de nível médio do CEFET-BA ou atual IFBA,e que por extensão se aplica as Ciências naturais e no nosso caso ao ensino de Física::

- O Curso Técnico de Automação e Controle Industrial, vinculado à Área de Indústria e Sub - Área de Manutenção, estruturado que deverá estar para fazer face ás exigências mercadológicas no que diz respeito ao desenvolvimento tecnológico e aceitação do mercado consumidor. E também quanto a formação do individuo:

Ser capaz de adaptar-se às mudanças tecnológicas e exigências do mercado.

Mas o trabalho demonstrou novas possibilidades com uma maior predominânica da abordagem freiriana e a pagetiana em seguida, devido a própria formação do docente que não abarcava somente o aspecto conteudista da disciplina.Tudo sinalizando,outras direções pedagógicas positivas que o ensino de Física pode tomar no caso específico desse trabalho.

## Metodologia

A turma tinha 20 alunos mas participaram 17 alunos da aplicação do teste em virtude de motivos extras que impossibilitaram a realização do teste pelos três alunos restantes. Sendo assim gerou-se um gráfico como podemos ver mais adiante onde o número de escolhas que foram efetuadas compreendeu o total de 170. Fato curioso dentro das escolhas tem sido um dos alunos se abster de duas questões, afirmando que as alternativas das referidas questões em outras palavras não abarcavam a pergunta ou o enunciado da questão, propondo dessa forma uma outra alternativa não enunciada.

Para a elaboração deste trabalho fez-se uso de uma metodologia instrumental empírica, em que foi observado um grupo de alunos dentro do estágio supervisionado do 5º semestre da licenciatura em Física que estava sendo cursado por um dos autores desse artigo onde foi aplicado um questionário baseado nas abordagens do processo que compreendem um conjunto de cinco formas diferenciadas de entender o mundo, a sociedade e a escola em uma simbiose contextual e filosófica pedagógica que são utilizadas como instrumentos pela figura do professor e do sistema educacional para a formação do aprendizado do aluno (MIZUKAMMI, 1986). O questionário foi elaborado em virtude das situações que 1

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foram vividas pelos alunos do curso de automação na disciplina de Física como práticas em laboratório e vivências teóricas em sala de aula(abarcando concepções da Física e a sua relação com a sociedade) que vieram a compreender investigações que pudessem ser incluídas nas categorias da MIZUKAMI assim como na de Pinho Alves quanto aos tipos de laboratório e a Física neles tratada.O questionário contém 10 questões, sendo cada questão composta por 5 alternativas correspondentes as teorias das abordagens do processo a saber::Tradicional, comportamentalista, cognitivista, humanista e sociocultural (MIZUKAMMI, 1986). Convém saber que o aluno foi orientado a escolher por apenas uma alternativa. Este questionário foi aplicado durante a última avaliação da disciplina de Física, buscando coletar as impressões que os discentes tinham sobre o método de ensino do professor.

Cada questão do questionário ligava-se aos itens que são tratados nas cinco abordagens, como: Relação professor-aluno; escola; ensino-aprendizagem, conhecimento, avaliação, metodologia e possibilitava a escolha de cinco alternativas onde cada uma correspondia a uma das cinco abordagens do processo que compreendem um conjunto de cinco formas diferenciadas de entender o mundo, a sociedade e a escola em uma simbiose contextual e filosófico pedagógica que são utilizadas como instrumentos pela figura do professor e do sistema educacional para a formação do aprendizado do aluno. São elas a saber:

Tradicional: Para Paulo Freire(1987) o professor é visto como o centro do processo do aprendizado e o aluno como um mero receptáculo de informações, conferindo-se desse modo um tipo de educação bancária (PAULO FREIRE,1987).Nesse tipo de abordagem temos um tipo de mundo onde as leis e as verdades podem ser apreendidas com a fidedignidade empírica e o verdadeiro veículo que poderá encaminhar o sujeito a esse conhecimento epistemologicamente legítimo é o professor. (MIZUKAMMI, 1986).

Comportamentalista: Este tipo de abordagem se caracteriza pelo primado do objeto (empirismo) segundo Mizukammi (1986).Nesta os produtos ou resultados da aprendizagem advém de controle através de experiências condicionadas.O mundo é um objeto acabado sobre o qual o aluno se debruça para compreendê-lo mediante variáveis controladas pelo próprio professor, por meio de estímulos-respostas.

Humanista: Temos nessa o sujeito como centro do aprendizado. Não considerando com isso um nativismo ou apriorismo puro. 'Isso não quer dizer, no entanto que essas tendências não sejam, de certa forma interacionistas, na análise do desenvolvimento humano e do conhecimento' (MIZUKAMMI,1986,p. 37).A realidade é construída no sujeito que apreende a mesma, formando o seu próprio conhecimento, tendo o professor nessa abordagem, como um facilitador, estando o aluno como o principal responsável pelo seu aprendizado.

Cognitivista: O sujeito e objeto são coparticipantes do processo de aprendizado. O conhecimento é fruto da interação entre o sujeito que conhece, apreende e o objeto sobre o qual as observações são feitas. Sendo também o elemento que por sua vez causa as impressões sobre o sujeito. O professor agora ocupa um papel intermediário, isto é, orienta promovendo desequilíbrios cognitivos de modo a alcançar novas construções cognitivas sejam em um mesmo objeto ou em diferentes.

Abordagem sociocultural: o educador refaz constantemente a sua atitude cognitiva, no processo de aprendizagem junto aos discentes. 'Estes, no lugar de

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serem recipientes, são agora investigadores críticos, em diálogo com o educador, investigador crítico, também' (PAULO FREIRE, 1987, p.40). Nesta abordagem o diálogo e cooperação na construção e apreensão da realidade são tanto do discente como do docente. Professor e aluno juntos como seres cônscios da realidade e situação histórica se dirigem rumo a uma reconstrução e transformação pela ação (práxis) no ato de conhecer. Proposta que pode ser adotada dentro das disciplinas científicas mediante a implementação da história, filosofia e ensino de ciências.

## Resultados e discussão

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O gráfico 1 apresenta as abordagens e suas respectivas pontuações dentro do questionário:

Gráfico 01: Abordagens do processo e suas pontuações

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O resultado do questionário refletiu uma concepção mais sociocultural dos elementos e processos educacionais aplicados pelo professor da disciplina, fazendo valer nesse caso específico de metodologia de ensino abordada no artigo segundo o parecer dos estudantes com o propósito do Instituto de cumprir sua missão de promover a formação do cidadão histórico-crítico conforme Art.1º, da proposta de organização didática dos cursos da educação profissional técnica de nível-médio do CEFET-BA.P.1 ou do atual IFBA.Contrariando dessa forma com a perspectiva tradicional e comportamentalista que a antiga escola técnica herdava em sua pedagogia que visava formar o individuo para a indústria com o perfil cartesiano e positivista, com o objetivo de ter controle do instrumental técnico para ser solucionador de problemas no âmbito industrial.

A perspectiva cognitivista também teve um grande número de escolha, fato que reforça a percepção por parte dos discentes do caráter de ação de grupo nas atividades propostas assim como do certo grau de autonomia do aluno na elaboração de seu aprendizado na opinião de muitos, exceto na parte do laboratório.

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Isso não é de se estranhar, haja vista que: Proposições de concepção construtivista para o laboratório didático do ensino médio são raras e bastantes incipientes o que nos impede á guisa de uma análise mais abrangente, considerá-las de domínio público. (PINHO ALVES, 2000). Assim como a construtivista, a abordagem humanista teve aspectos de autonomia que foram alvos de escolha por parte de alguns alunos, entre eles o método não diretivo como estilo personalizado e eficiente para facilitar o aprendizado.

Esses resultados se deveram a influencia de uma formação significativa do professor da disciplina na área de ensino de Física , história e filosofia da ciência que sempre buscou contextualizar a tecnologia com senso crítico e carga problematizadora dentro dos conceitos abordados, aliado a propostas interdisciplinares e procedimentos atitudinais que buscam deixar boa parte da construção do conhecimento a cargo do aluno. O que é mostrado dentro disso é que as antigas abordagens inclusive a tradicionalista e a comportamentalista, pouco espaço tiveram dentro dos critérios processuais pedagógicos do professor. Ainda mesmo em um instituto onde a educação tecnicista é algo predominante, onde carrega em muitos cursos a necessidade da formação de um sujeito com habilidades que visam contemplar as exigências do mercado. Nessa direção, temse o individuo em formação como um futuro produto mercadológico e industrial .Vejamos como está escrito na proposta de organização didática dos cursos da educação profissional técnica de nível médio do CEFET-BA ou atual IFBA:

- O Curso Técnico de Automação e Controle Industrial, vinculado à Área de Indústria e Sub - Área de Manutenção, estruturado que deverá estar para fazer face ás exigências mercadológicas no que diz respeito ao desenvolvimento tecnológico e aceitação do mercado consumidor. E também quanto a formação do individuo:

Ser capaz de adaptar-se às mudanças tecnológicas e exigências do mercado.

Em uma questão à parte quanto a percepção dos alunos sobre a escola e o seu ensino na área de Física que abarcaria as suas impressões da mesma matéria ao longo dos anos dentro do instituto, vemos: boa parte dos alunos apontando para o caráter desafiador da escola e para a permissão ao aluno construir uma ciência crítica junto ao professor. O que deixa claro que os discentes perceberam a adoção de processos pedagógicos que possibilitaram a eles intervir na construção do seu próprio aprendizado assim como metodologias que incentivam aos alunos os processos criativos e imaginativos em paralelo, na medida em que os assuntos eram ministrados. Isso mostra que o instituto busca na formação do aluno possibilidades de troca de conhecimento, mediação mútua na construção cognitiva junto com outros discentes e com o professor. Traz-se assim uma formação também não centrada no professor mas na sua autonomia em buscar o aprendizado e particularmente o técnico e científico, fazendo uso de situações- problemas e do trabalho em grupo seguindo um processo dialógico, crítico e conscientizado.

## CONSIDERAÇÕES FINAIS

Tradicionalmente a Física enquanto ciência é interpretada como neutra, podendo dentro de algumas metodologias receber o status de disciplina que não promove a criticidade devido ao seu objeto de estudo ser a natureza, utilizando a matemático para descrevê-la. Dentro desse senso comum existe uma grande tendência do ensino de Física ser embasada dentro de instrumentos tradicionais ou

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até comportamentalistas por conta da visão positivista que frequentemente atribuída a essa ciência. No entanto, com o presente trabalho percebemos como no caso específico do professor e turma investigados, mostram o possível viés em que o instituto está direcionando a formação de um sujeito passivo de informações para um indivíduo que agrega dentro da sua formação a capacidade de resolver problemas físicos, assim como a de problematizar situações em sala de aula. Isto possibilita a formação de um ser crítico e construtor de um conhecimento científico autônomo, diferentemente de toda uma abordagem tradicional e comportamentalista que dominou durante muitos anos muitas instituições tecnicistas de ensino.

## Referências

MIZUKAMMI,Maria da Graça Nicoletti.Ensino: As abordagens do processo . São Paulo :Editora pedagógica e universitária ltda,1986)

FREIRE, Paulo . Pedagogia do oprimido . Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1987.

PINHO ALVES, J., Regras da Transposição Didática aplicadas ao laboratório didático. Caderno Catarinense de Ensino de Física . UFSF. Florianópolis. V. 17. no. 2. Agosto. 2000. p. 174-188.

IFBA. Projeto pedagógico integrado de automação , 2005.

Proposta de organização didática dos cursos da educação profissional técnica de nível médio do CEFET-BA.

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## ANEXO

- 1-Para você o conhecimento de Física ministrado é:
- (A) Resultado direto da experiência. (B) Tem uma construção contínua e processual.
- (C) É Assimilado, acumulado e por fim armazenado. (D) Construído a partir da experiência pessoal e subjetiva. (E) Elaborado a partir da conscientização sobre a realidade.
- 2-O conhecimento da natureza na matéria é:
- (A) Pode ser elaborado independentemente pelo aluno. (B) É construído por meio de projetos e situações desafiadoras. (C) Construído somente no professor como detentor do conhecimento. (D) Validado somente pela experiência, isto é, via atividades de laboratório. (E) Problematizador onde professor e aluno caminham juntos nesse conhecimento.
- 3-Para você o ensino de Física no IFBA é:
- (A) Centrado no aluno e na sua autonomia científica. (B) Educa o aluno unicamente para a produção científica. (C) É experimental e tem padrões fixos de atividades no laboratório. (D) Incentiva os alunos ,em grupo ,partilhar a elaboração da ciência. (E) Permite ao aluno construir uma ciência crítica junto ao professor.

## 4-E quanto ao IFBA:

- (A) Escola de caráter desafiador. (B) Escola que promove a igualdade. (C) Agência educacional de controle social. (D) Um ambiente legitimo do conhecimento. (E) Lugar de crescimento mútuo entre professor e aluno.
- 5 - Como é o Ensino- aprendizagem em Física:
- (A) Aprendizagem criativa e por descobertas. (B) Informações adquiridas e modelos imitados. (C) Leva o aluno ao conhecimento de uma ciência crítica. (D) Consiste no planejamento de contingências de reforço. (E) Método não diretivo - o aluno é livre no ato de aprender.

## 6- A Relação Professor - Aluno é:

- (A) Professor é um controlador das situações de aprendizagem. (B) A relação professor-aluno é a mola mestre do aprendizado. (C) Relação vertical, onde o professor é o centro do conhecimento. (D) Relação de cooperação, evitando ao máximo a rotina de atividades. (E) Tem atitudes de cooperação em pé de igualdade entre aluno e professor.
- 7-Como seria a seu ver a metodologia de ensino na disciplina:
- (A) Instrução Programada e controlada. (B) Processo dialógico, crítico e conscientizado. (C) Aula expositiva, categórica e unidirecional. (D) Uso de situações-

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problema e trabalho em grupo. (E) Estilo personalizado e eficiente para facilitar a aprendizagem.

- 8-Como você entende a sua avaliação:
- (A) Permite ao aluno a sua Autoavaliação e autocrescimento. (B) Reflete os objetivos planejados e ocorre no final do processo. (C) Processual considerando a assimilação e a aplicação em situações diversas. (D) Reprodução fiel do que foi comunicado em sala através de provas e exames. (E) Autoavaliação e/ou avaliação processual mútua feita por professores e alunos.
- 9-O laboratório de Física se baseia em:
- (A). Problemas, procedimentos e resultados já fornecidos ao aluno. (B). Problemas, procedimentos e resultados adotados pelos alunos. (C). Problemas e procedimentos fornecidos aos alunos e resultados previstos. (D). Problemas, procedimentos e resultados criados ou adotados pelo professor e aluno. (E). Problemas fornecidos e autonomia de procedimento e resultados por parte do aluno.

## 10-Ainda sobre o laboratório:

- (A). Treina a futura profissão de físico, do que o ensino de modo geral. (B) O papel ativo é do professor enquanto o aluno é um mero espectador. (C) Mesmo tendo uma participação ativa, a liberdade do aluno e seu poder de decisão são limitados. (D) Possibilita ao estudante trabalhar com sistemas físicos reais, oportunizando a resolução de problemas. (E). Consiste em experimentos de rápida execução, permanentemente montados á disposição dos alunos.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.