Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR DEFICIENTES VISUAIS DURANTE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

Ricardo Silva Salmazo, Maria Inês Ribas Rodrigues

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
29/01/2015
Linha de pesquisa
Educação, Política E Sociedade
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2015

Texto completo

## DIFICULDADES ENFRENTADAS POR DEFICIENTES VISUAIS DURANTE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

## Ricardo Silva Salmazo , Maria Inês Ribas Rodrigues 1 2

1

UFABC - Universidade Federal do ABC, ricardossalmazo@hotmail.com 2 UFABC - Universidade Federal do ABC, mariainesribas@gmail.com

## Resumo

Tem se desenhado muito bem os conceitos de inclusão, em leis e documentos públicos, como a Declaração de Salamanca (1994), a Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96 e o Decreto-Lei 3/08 do Ministério da Educação, que são as fontes norteadoras do direito à educação de qualidade a todos, favorecendo o desenvolvimento humano e social que as crianças e jovens possuem como direito. No entanto não se tem avançado com a mesma velocidade em relação às práticas pedagógicas de ensino-aprendizagem com estudantes que possuam alguma deficiência visual. Desta forma, observa-se um hiato entre o que foi proclamado e as práticas desenvolvidas nos diversos espaços educativos, pois os estudantes com necessidades especiais foram simplesmente incluídos em classes regulares sem nenhuma adaptação, entretanto a escola tem a obrigação de criar condições adequadas as necessidades educativas e aos processos educativos de cada aluno, para que todos atinjam seus objetivos. Sabendo disso, esta pesquisa buscou identificar os principais dificultadores que os Deficientes Visuais - DV ainda possuem na execução de atividades rotineiras da escola. Para realizarmos a pesquisa, procuramos uma escola, onde fosse possível fazermos algumas observações e entrevistas para constatar como é a interação entre professores e todos os alunos, durantes diversas atividades escolares. As observações mostraram uma lacuna na interação entre alunos DV e videntes, acentuando a existência de segregação dentro da sala de aula, além dos professores usam termos inadequados, como: 'olha aqui'. Estes atos retratam um déficit na formação inicial do professor, que não sabe agir em uma perspectiva inclusiva, e de forma errônea este professor não procura refletir sobre sua prática e continua cometendo sempre os mesmos equívocos.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Palavras-chave : Formação de professores, Educação Inclusiva, Deficientes Visuais

26 a 30 de janeiro de 2015

## Introdução teórica

Leis e documentos públicos, que são as fontes do direito à educação de qualidade a todos, favorecem o desenvolvimento humano e social que as crianças e jovens possuem como direito, no entanto, nem todos estão com estes direitos a salvo, pois às práticas pedagógicas de ensino-aprendizagem com estudantes que possuam alguma DV, ainda é inadequado, como lembra Amaral (2009).

- O Decreto-Lei 3/08 do Ministério da Educação, afirma que as escolas brasileiras devem criar em todos os seus alunos competências universais que permitam a sua autonomia, a declaração de Salamanca (1994) afirma que os sistemas educacionais devem levar em conta a vasta diversidade de alunos, assegurando que pessoas com deficiências possam fazer parte deste sistema educacional, por isso, a Lei de Diretrizes e Bases 9.394/96 em seu Artigo 58 assegura que o Estado atenderá a todos, incluindo os da educação especial, na própria rede pública regular de ensino.

Entenda educação especial como a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais. (LDB, 9.394/96).

Desta maneira, a escola tem a obrigação de criar condições adequadas as necessidades educativas e aos processos educativos de cada aluno, para que todos atinjam seus objetivos.

Entretanto, a falta de práticas pedagógicas inclusivas ocorre devido às escolas efetuarem a inclusão de forma inadequada, e também, o despreparo dos professores em sua formação inicial para trabalhar com estes estudantes. Esta situação é identificada por Ferreira (2007), como o principal dificultador para a evolução dos DV e o não aumento destas práticas que envolvam os processos de ensino-aprendizagem destas pessoas.

Outro retardador da inclusão é a pré-suposição de que sujeitos cegos são menos capazes e consecutivamente suas potencialidades são frequentemente encobertas pelo preconceito de colegas e professores, afirma Nunes (2010).

Esta pesquisa buscou identificar e analisar quais os principais dificultadores do processo de ensino aprendizagem dos DV, como colegas que não querem auxiliá-los na execução de atividades e professores que excluem estes alunos em sala de aula, além de não procurar qualificação para trabalhar com tal público.

- O professor deve refletir sobre sua prática pedagógica, assim ele próprio evolui construindo competências e saberes novos ou mais profundos, pensa Perrenoud (2002), ou seja, o professor deve ponderar possíveis erros que esteja cometendo, pois ao não alterar a prática pedagógica para uma prática mais inclusiva, o professor pode não atingir a todos os seus alunos, restringindo desta forma suas competências e seus objetivos.

Observamos uma falha entre o que foi proclamado e as práticas desenvolvidas nos diversos espaços educativos, pois a falta de interação com os DV acarreta em dificuldade de aprendizagem por parte destes alunos.

Os estudantes com necessidades especiais são simplesmente incluídos em classes regulares sem nenhuma adaptação, lembra Ferreira (2007), e percebe-se que quando uma escola não aplica de forma eficaz a inclusão, acontecem distorções

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

de excessiva proteção aos alunos DV e consecutivamente baixa-estima, não aprendizagem e evasão escolar, conclui Ferreira (2007).

## Desenvolvimento

Procuramos a Escola Estadual Inah de Mello para desenvolver a pesquisa, esta escolha ocorreu pelo fato da escola ser um pólo de estudantes DV, ou seja, a escola favoreceu a realização da pesquisa pois possui uma política inclusiva com um número significativo de alunos cegos e com baixa visão por sala de aula.

A escola é atualmente a única na cidade de Santo André que conta com uma sala de recursos, ou seja, é a mais preparada para trabalhar com estes alunos na região.

A sala de recursos é financiada pela Diretoria de Ensino com recursos do Governo do Estado de São Paulo e é equipada com máquinas de escrever em Braille, impressora Braille, Lupas, Livros e professoras especialistas.

As professoras da sala de recursos ajudam e apóiam os professores no preparo das atividades para os alunos DV e casos relevantes são debatidos em reuniões semanais.

Sabendo destes aspectos escolares observamos algumas aulas e atividades de uma turma de 3° ano de Ensino Médio durante todo o ano letivo de 2013, tal sala possuía 2 alunos cegos e um com baixa visão e outros 30 alunos videntes. Esta turma foi escolhida devido à presença de alunos cegos e com baixa visão (nem todas as turmas da escola possuem DV).

Participaram também do projeto, os 12 professores destas turmas, além da coordenadora pedagógica do Ensino Médio. A participação dos professores ocorreu apenas nas observações de suas aulas.

As observações ajudaram na verificação de como os DV interagem com seus professores e colegas, e pudemos também verificar como ocorre o convívio entre as partes.

Aplicamos um questionário no início do ano letivo e fizemos uma entrevista no decorrer do ano letivo para analisarmos o que os alunos videntes acreditam e pensam sobre o ensino inclusivo.

Após a coleta de dados pudemos tabelar alguns conceitos e separar citações que ajudam a identificar os principais dificultadores do processo de ensino aprendizagem dos DV.

## Dados Coletados

As entrevistas desta pesquisa foram categorizadas segundo óptica dos pesquisadores, pois consideramos a prática de categorização algo subjetivo, dependente de quem participou da pesquisa.

A coleta de dados serviu para sabermos as concepções dos alunos e professores perante os processos sócio-históricos da construção de conhecimento dos alunos DV.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Na coleta de dados aplicamos um questionário que continha duas perguntas aos alunos videntes, as questões visavam avaliar o grau de expectativas que eles possuem sobre os DV.

Figura 1: Respostas da primeira questão da entrevista

<!-- image -->

Figura 2: Respostas da segunda questão da entrevista

<!-- image -->

Notamos que cerca de 30% dos alunos videntes não possuem boas expectativas, em relação aos DV, e consecutivamente não acreditam na aprendizagem destes alunos e prefeririam que estes alunos não estivessem na mesma sala de aula.

Comprova-se este preconceito nas seguintes falas pronunciadas em uma conversa com toda a turma:

'Acredito que APAE seria mais fácil para eles, por ser uma escola adaptada'

(Aluno vidente 1)

'Eu acho que para eles seria melhor uma escola especial'

(Aluno vidente 2)

Constatamos que os próprios colegas acreditam que a escola mesmo sendo pólo de alunos DV, ela não atende todos os requisitos para um bom processo de ensino-aprendizagem dos DV.

Os alunos ainda retratam a falta de respeito de seus colegas, como podemos verificar nas falas a seguir:

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

'Prefiro que eles não estudem comigo, porque acho que eles são muito mal respeitados por alguns alunos, ou alguns também se aproveitam para sair mais cedo.'

(Aluno Vidente 3)

'Muitos alunos não respeitam a presença deles na sala'

(Aluno vidente 4)

Tachamos nestas declarações que os alunos videntes não estão preparados socialmente e civicamente para estudar junto dos DV, por desrespeitá-los como pessoa ao não reconhecerem as dificuldades da deficiência.

Nas observações de aula comprova-se este desrespeito com as seguintes anotações dos ocorridos entre videntes e DV, durante as aulas:

- · A sala costuma ficar em constante barulho, atrapalhando a audição dos DV.
- · Não existe interação entre videntes e DV durante resolução de exercícios.
- · Os DV não participam das aulas de Educação Física.

Estas observações identificam também uma falha na formação e no preparo do professor que coordena estas aulas, pois deveria promover a interação entre todos os alunos e ainda fazer com que eles criem competências que os ajudem a serem autônomos, mas os professores das classes regulares não possuem um preparo anterior para inclusão de DV e a coordenadora relata que muitos se assustam quando entram pela primeira vez em uma sala de aula com alunos cegos e até cogitam largar as aulas, pois sentem medo de não conseguir trabalhar e tirar suas dúvidas.

Então verificamos que:

- · O professor copia a matéria para o aluno com baixa visão.
- · O professor desenha uma tabela na lousa e não comenta nada com os DV do que colocou na lousa.
- · O professor usa em suas falas as frases: 'veja aqui' e 'assim ó', que não ajudam em nada na orientação do DV.

Além de todos estes pontos negativos observados durante as aulas, alunos videntes retratam o desrespeito dos professores com os DV quando o assunto é a avaliação de atividades.

'Os professores facilitam as notas dos alunos DV'

(Aluno vidente 5)

Isto retrata a falta de preparo que um professor possui, mesmo ele sendo de uma escola pólo no ensino de DV, favorecendo um divisão na sala de aula, ao avaliar os alunos em grupos diferentes.

Este despreparo é tão nítido que a sugestão dos alunos é:

'Deveria ter um professor para cada aluno DV, para auxiliá-lo.'

(Aluno vidente 6)

Estes dados ainda são mais graves quando os próprios professores confirmam que em 5 anos lecionando nunca procuraram alguma orientação extra em cursos ou oficinas de como alterar e melhorar suas práticas pedagógicas no ensino

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

inclusivo, ou seja, não demonstram nenhum interesse em querer mudar a situação atual existente.

## Conclusões

Percebemos que os dados obtidos em uma escola pólo no ensino de DV, não foram satisfatórios, pois 30% dos alunos videntes não acreditam que seus colegas DV são capazes de aprender sozinhos e ainda retratam o total desrespeito que alguns possuem ao não ajudarem nem com o silêncio durante as aulas.

Devemos ainda relembrar que quase não existe interação entre alunos, acentuando a existência de uma segregação dentro da sala de aula que é fortemente confirmada nas aulas de educação física, quando os DV ficam em um canto separados, sem participar da aula, enquanto os demais alunos participam normalmente.

Estes atos retratam um déficit na formação inicial do professor, que não sabe agir em situações que possui aluno DV em sua sala de aula, mas de forma errônea este professor não procura refletir sobre sua prática e continua cometendo sempre os mesmos equívocos, mostrando sua total falta de desejo em querer se aprimorar para melhorar seus métodos pedagógicos, ou seja, demonstra um ato indiferente ao continuar inerte aos problemas existentes em suas aulas.

Estes resultados são preocupante com relação ao futuro dos alunos DV, que dificilmente conseguirão obter as competências necessárias para uma vida autônoma, isso porque durante a vida escolar não são treinados a conviver com a resolução de problemas e nem com a interação interpessoal, pois não são estimulados pelos seus professores a superar as barreiras da vida cotidiana escolar e pessoal.

Desta maneira sugerimos que as universidades ofereçam em seus cursos de licenciatura, um maior número de espaços para debater a inclusão, seja em disciplinas, oficinas e/ou palestras e etc. Para que os futuros professores tenham uma capacitação e um melhor conhecimento para trabalhar com alunos com necessidades especiais, ao contrário do oferecido atualmente nas escolas públicas.

A disciplina de Libras vem sendo oferecida nos cursos de licenciatura, como uma alternativa para a inserção no ensino de surdos, mas não temos o conhecimento de qualquer disciplina, para a graduação, para o ensino de DV, ou seja, as universidades devem ampliar seus horizontes para todas as necessidades especiais, permitindo que os licenciados, após formados, entrem em salas de aula com algum conhecimento sobre todas as necessidades especiais.

Desejamos diminuir as diferenças, possibilitando igualdade de oportunidade a todos os alunos, e isso só ocorrerá quando nossos professores estiverem preparados para lidar com o ensino inclusivo.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

## Referências

AMARAL, G.K., DICKMAN, A.G.; FERREIRA,A.C.; Educação de Estudantes Cegos na Escola Inclusiva: O Ensino de Física. XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física, 2009.

BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 6º Ed. 2011. Disponível em: bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/2762/ldb\_6ed.pdf?sequence=7 Acessado em: 25 de novembro de 2013.

BRASIL, Apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário dos sectores público, particular e cooperativo; Decreto de Lei 03/2008 de 07 de janeiro. Disponível em : http://www.inr.pt/bibliopac/diplomas/dl\_3\_2008.htm Acessado em : 25 de Novembro de 2013

DICKMAN, A.G., FERREIRA, A.C.; Ensino e aprendizagem de física a estudantes com deficiência visual: Desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, vol.:8 n.°2, 2008.

FERREIRA, A.C., DICKMAN, A.G.; Ensino de Física a Estudantes Cegos na Perspectiva dos Professores. VI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, Florianópolis, 2007.

NUNES, S., LOMÔNACO, J.F.B.; O aluno cego: preconceitos e potencialidades. Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, SP. Vol. 10 n.°1, 2010.

PERRENOUD, P.; A prática Reflexiva no Ofício de Professor: Profissionalização e Razão Pedagógica. Ed. Artmed, 2002.

SANTOS, M.C., PESSANHA, R., SANTOS, R., LIMA, C.A.B.; As concepções Alternativas dos Deficientes Visuais no Ensino de Física. VIII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, Campinas, 2011.

UNESCO. Ministry of Education and Science of Spain. Final Report: World Conference on Special Needs Education: Access and Quality. Salamanca: UNESCO, 1994.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.