DADOS ESTATÍSTICOS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE FÍSICA NO BRASIL (2000-2012)
José Uibson, Renato Santos Araujo, Deise Miranda Vianna
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 29/01/2015
- Linha de pesquisa
- Formação De Professores E Prática Docente
- Tipo
- Comunicação
Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2015
Texto completo
## DADOS ESTATÍSTICOS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE FÍSICA NO BRASIL (2000-2012)
## José Uibson 1 , Renato Santos Araujo , Deise Miranda Vianna 2 3
1
IFS/COLIFI, joseuibson@gmail.com UFS/DFCI, raraujo.brasil@gmail.com 3 UFRJ/IF, deisemv@if.ufrj.br
2
## Resumo
A educação brasileira convive com a falta de professores de física para a educação básica desde meados do século passado. E não somente a físicas, mas as áreas das Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias (Física, Química, Biologia e Matemática) . Nesse contexto, diversas ações foram iniciadas pelo governo no sentido de ampliar os cursos de Licenciatura em Física, assim como nas demais áreas. Dentre estas ações, pode-se citar o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que facilitou o aceso às instituições de ensino superior de todo o país. Nesse sentido, este trabalho tem por objetivo analisar estatisticamente a formação de professores de física para a educação básica nas instituições de ensino superior brasileiras. Trata-se de uma pesquisa documental que teve como fonte de dados as Sinopses Estatísticas dos Censos da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira - INEP. Foram analisados os dados entre os anos de 2000 e 2012. Os resultados mostram que vagas, candidatos, matrículas, ingressos e concluintes aumentaram neste período, porém ainda estão longe de suprir a carência de professores de Física. Isso porque o número de vagas ociosas, bem como o de evasão é elevado nesta licenciatura. Assim, mudanças mais profundas precisam ocorrer nas políticas de formação de professores.
Palavras-chave : Estatísticas; Ensino de Física; Ensino Superior.
## Introdução
A educação brasileira convive com a falta de professores para a educação básica desde meados do século passado (ARAUJO; VIANNA, 2010). Esse problema é maior nas áreas das Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias, não sendo difícil encontrar nas escolas docentes com formação acadêmica distinta da disciplina ensinada. Em 2007, apenas 25,2% dos professores de Física da educação básica tinham a formação específica (BRASIL, 2007). Em 2012, cerca de 55% dos professores do ensino médio não tinham a formação específica na área em que atuavam e em física, esse valor foi igual a 82,3 % (FOREQUE et all ., 2013). O que é um sério problema, pois a formação específica é condição sine qua non para se mudar a qualidade da educação do país.
Esse problema se deve a muitos fatores. E dentre eles destaca-se o reduzido número de licenciados em física que se formam anualmente. Segundo estimativas do governo (INEP, 2007), em 2002 o país demandava cerca de 55,2 mil professores de física para a educação básica. E no período entre 1990 e 2001, o país formou 7.216 licenciados em física e entre 2002 e 2010 estimou-se a formação de 14.247 licenciados em física, valores que não eram suficientes para suprir a demanda. Essa situação justificou uma política de ampliação de vagas nos cursos de Licenciatura na primeira década do século XXI.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
26 a 30 de janeiro de 2015
Conhecer os resultados das políticas públicas para a formação de professores de física para a educação básica, no que diz respeito ao número de vagas, candidatos, ingressos, matrículas e concluintes, é relevante, pois serve de base para estudos futuros. Nesse contexto, este trabalho tem por objetivo analisar a formação de professores de física para a educação básica nas instituições de ensino superior brasileiras.
## Revisão da Literatura
Uma revisão bibliográfica nos periódicos feita por Lima Junior (2013) mostra que existem poucos estudos na literatura sobre a titulação e a evasão de estudantes de cursos de licenciatura. Dentre os poucos trabalhos que é possível encontrar, Barroso e Falcão (2004) realizaram um estudo quanti-qualitativa da evasão no curso de Física da UFRJ. Nele, buscou-se conhecer como ela ocorria, suas principais causas e as possíveis soluções. Alguns dados sobre a evasão nos cursos de Licenciatura em Física, Matemática, Biologia e Química da Universidade Estadual de Londrina foram apresentados por Arruda et al . (2006), onde a questão central do trabalho era discutir formas para se calcular a evasão. Outro trabalho encontrado foi o de Lima Junior et al . (2012), que fizeram uma investigação sobre a possibilidade de aplicação da análise de sobrevivência para se estudar o tempo de permanência de estudantes diplomados, evadidos e desligados de um curso de graduação em Física.
O estudo feito por Araújo e Vianna (2011) analisou a ampliação dos cursos de Licenciaturas em Biologia, Física, Matemática e Química em relação à carência de professores da educação básica. O objetivo foi investigar se a ampliação das vagas nos cursos de Licenciatura caminhava, ou não, no sentido da solução da carência de professores para a educação básica, com a modalidade de ensino a distância em destaque. Entre os resultados obtidos, os autores indicaram que apesar da ampliação das vagas, ' constatou-se que não houve um crescimento proporcional de candidatos ou de ingressos ' (p. 820). Contudo, o país conquistou avanços, como a ampliação do número de concluintes acima do crescimento das vagas, o que permitiu concluir que ' outras variáveis [...] são capazes de impactar positivamente nas estatísticas ao reduzir a evasão ' (p. 820). Por fim, os autores concluem que:
... mesmo que o país consiga ofertar, no Ensino Superior, o total de vagas estimadas, [...] o Brasil continuará sem professores nas quantidades e qualidades necessárias, se as condições que levam os licenciados a evadirem as salas de aula da Educação Básica não forem alvo de ações contundentes. (ARAUJO; VIANNA, p. 821, 2011).
## Metodologia
Esse trabalho trata-se de uma pesquisa documental que teve como fonte de dados as Sinopses Estatísticas dos Censos da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira - INEP. Foram analisados os dados entre os anos de 2000 e 2012. Os anos anteriores a esse período não foram estudados porque os cursos de Bacharelado e Licenciatura e as redes públicas e privadas não foram identificados pelo INEP.
A análise de dados foi realizada por meio de estatísticas descritivas (MOTULSKY, 1995). Optou-se pela apresentação gráfica dos resultados e, quando
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
necessário, a discussão quantitativa de valores como somatórios, médias anuais e percentuais. A identificação das categorias administrativas e modalidades de ensino só foram realizadas quando os dados coletados permitiam essa distinção. As vagas ociosas foram identificadas pela diferença entre o número de vagas ofertadas e o de ingressos no mesmo ano. Em algumas seções, os dados relativos à modalidade a distância foram analisados a partir do ano 2009, ao invés de 2000. Isso se justificou porque a metodologia de coleta de dados do INEP foi alterada em 2009.
As taxas de evasão foram calculadas a partir de modelos matemáticos encontrados na literatura (NUNES, 2013). As fórmulas adotadas para o cálculo das taxas de evasão encontram-se logo a seguir:
Fórmula 1: Fórmula adotada pelo Instituto Lobo.
Fórmula 2: Fórmula adotada pelo PROUNI.
Fórmula 3: Fórmula adotada pelo OCDE/REUNI.
Onde:
E = taxa de evasão; M = matrículas; I = ingressos; C = concluintes; n = ano considerado
## Análise de dados
As vagas na modalidade presencial aumentaram 387,4%. A modalidade a distância ofertou uma quantidade de vagas equivalente a 48,2% da modalidade presencial, permitindo ampliar o total de vagas em 576,5%, totalizando 118,5 mil vagas nas duas modalidades em todo o período.
Figura 1: Número de vagas no curso de Licenciatura em Física, segundo os anos e a modalidade de ensino.
<!-- image -->
A respeito do curso presencial, é possível afirmar que houve 257,6 mil candidatos e um crescimento de 739,9% ao longo do período, o qual esteve concentrado nos últimos 3 anos da análise. Outro aspecto importante é que do total
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
de candidatos, apenas 9,9% (cerca de 28,4 mil candidatos) buscaram a modalidade a distância, apesar dela representar 32,5% do total de vagas ofertadas.
Figura 2: Número de candidatos aos cursos Licenciatura em Física, segundo os anos e a modalidade de ensino.
<!-- image -->
Do total de vagas ofertadas no ensino presencial (somando as duas categorias administrativas), cerca de 36,8% ficaram ociosas. Ao longo de todo o período houve um crescimento de 278,8% de ingressos e de 787,0% de vagas ociosas. Já na modalidade à distância, o percentual de vagas ociosas no período de 2009 a 2012 representou 71,8% das vagas ofertadas.
Figura 3: Número de ingressos e vagas ociosas nos cursos de Licenciatura em Física segundo os anos e a modalidade de ensino.
<!-- image -->
Na modalidade presencial o percentual médio anual de matrículas no setor público foi igual a 80,6% do total. Entre 2000 e 2012, a rede pública cresceu 318,8%, enquanto que a rede privada teve um crescimento de 0,29%. Na modalidade à distância, em média 91% das matrículas estão na rede pública. Outro aspecto importante foi a redução do número de matrículas nessa modalidade, que no setor público foi igual a 26%.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Figura 4: Número de matrículas nos cursos de Licenciatura em Física segundo os anos, a categoria administrativa e a modalidade de ensino.
<!-- image -->
Sobre a modalidade presencial, 70,4% dos concluintes estão no setor público. No período entre 2009 e 2012, o percentual da participação do setor público na titulação de licenciados em Física por meio da modalidade a distância foi igual a 64,4%. No período estudado, foi possível observar que o setor público cresceu 460% na modalidade presencial e 941% na modalidade à distância. Já a iniciativa privada teve um crescimento de 86% e 671% nas respectivas modalidades e intervalos de tempo. Considerando todas as categorias administrativas e modalidades de ensino para o período de 2000 a 2012, é possível apontar que dos 15,6 mil professores de física titulados, 8,0% o fizeram na modalidade a distância.
Figura 5: Número de concluintes nos cursos de Licenciatura em Física segundo os anos, a categoria administrativa e a modalidade de ensino.
<!-- image -->
As taxas de evasão para o curso a Licenciatura em Física encontram-se na figura a seguir. Observa-se que as taxas do Instituto Lobo e do PROUNI apresentam uma evasão média igual a 20%, enquanto que segundo o modelo adotado pela OCDE a média foi igual a 55%.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Figura 6: Taxas de Evasão do curso presencial em Licenciatura em Física segundo os anos e os diferentes modelos matemáticos para o seu cálculo.
<!-- image -->
## Considerações Finais
Esse estudo fez uma análise dos dados publicados pelo INEP sobre o ensino superior brasileiro, tendo o curso de Licenciatura em Física como foco. Seu objetivo não foi, à priori, discutir a evasão no curso de Licenciatura em Física, sendo este apenas um dos muitos dados relevantes. O objetivo foi analisar os resultados da política pública implementada pelo governo para a redução da carência de professores.
Ao longo do trabalho, percebemos que o número de vagas na Licenciatura em Física aumentou 387%, um crescimento superior àquele observado nos demais cursos superiores, que foi igual a 200% (UIBSON; ARAUJO; VIANNA, 2014). Esse aspecto pode ser uma evidência de que, no momento atual, a formação de professores tenha se tornado uma meta para o país. Destaca-se, contudo, que isso pode não ser suficiente para suprir a carência de professores, pois com o aumento das vagas, também cresceu o número de bancos vazios nas universidades. Em números, cerca de 56,6 mil vagas não foram ocupadas. Assim, não basta apenas ofertar mais vagas, é preciso também instrumentos que minimizem essa ociosidade.
Observou-se também que houve um aumento do número de candidatos para o curso presencial de Licenciatura em Física, principalmente nos últimos três anos. Dentre as ações do governo que podem explicar esse crescimento, destaca-se o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Esse sistema facilitou o aceso às instituições de ensino superior de todo o país e tornou os processos seletivos gratuitos.
A relação candidato/vaga foi igual a 3,1 em 2000. Em 2007 essa relação caiu para 1,8. Foi apenas depois de 2011, com o grande crescimento de candidatos, que a relação candidato/vaga cresceu para 5,8. Além disso, destaca-se que muitos alunos ingressam no curso pela falta de opção ou pelo interesse de, posteriormente, migrar para outra opção. Assim, candidatos que não desejam ou não tem a formação mínima necessária para cursar uma Licenciatura em Física entram e, posteriormente, com os resultados obtidos em disciplinas como Física I e Cálculo I, evadem. Percebemos que em relação aos demais cursos de nível superior, a evasão nos cursos de Licenciatura em Física é maior. Isso reduz a eficiência das ações do governo e nos afasta da solução do problema da carência de professores de Física.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Nesse trabalho, pretendeu-se apenas conhecer e calcular os valores de evasão a partir dos dados coletados pelo governo e dos modelos matemáticos encontrados na literatura. Não houve o objetivo de se analisar suas causas, principalmente porque os dados analisados não permitem. Tampouco se pretendeu propor soluções, pois este é um problema complexo, pois envolve variáveis não acadêmicas como saúde, dificuldades financeiros dos alunos, falta de interesse/motivação, má remuneração do profissional diplomado, péssimas condições de trabalho do professor, problemas na estrutura dos cursos de Licenciatura, etc.
Com relação à modalidade à distância, a queda do número de matrículas nesta modalidade é uma consequência do modelo de EaD adotado pelo governo federal. O Sistema UAB foi montado a partir de editais da CAPES, tal que não se trata de um modelo de educação de fluxo contínuo implementado pelas instituições de ensino superior. Mas um sistema implementado pelo governo federal por meio de bolsas temporárias pagas a professores de universidades que já exerciam as funções de ensino, pesquisa, extensão e administração em regimes de trabalho de 40 horas/semana. O que configura, de certa forma, uma precarização do trabalho docente. Essa situação amplia as dificuldades levantadas e é mais uma peça importante da questão da formação de professores de física no momento atual.
## Referências
ARAUJO, R. S.; VIANNA, D. M. A carência de professores de ciências e matemática na educação básica e a ampliação das vagas no ensino superior. Ciência & Educação , São Paulo, v. 17, n. 4, p. 807-822, 2011.
ARAUJO, R. S.; VIANNA, D. M. A história da legislação dos cursos de Licenciatura em Física no Brasil: do colonial presencial ao digital a distância. Rev. Bras. Ensino Fís. , São Paulo, v. 32, n. 4, dez. 2010.
ARRUDA, S. M.; CARVALHO, M. A.; PASSOS, M. M.; SILVEIRA, F. L. Dados comparativos sobre a evasão em Física, Matemática, Química e Biologia da Universidade Estadual de Londrina: 1996 a 2004. Caderno Brasileiro de Ensino de Física . V. 23, n.3, 418-38. 2006.
BARROSO, M. F.; FALCÃO, E. B. M. Evasão universitária: o caso do Instituto de Física da UFRJ. In: Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Física, IX. Anais , Jaboticatubas: SBF, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Escassez de professores no ensino médio: propostas estruturais e emergenciais . Brasília: MEC, 2007.
FOREQUE, F; FALCÃO, M.; TAKAHASHI, F. 55% dos professores dão aula sem ter formação na disciplina. Folha de São Paulo . São Paulo, 26 dez. 2013.
INEP. Estudo exploratório do professor brasileiro - com base nos resultados do Censo Escolar da Educação Básica 2007. Brasília: INEP. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/estudoprofessor.pdf. Acesso: 11 abr. 2014.
LIMA JUNIOR, P. R. M. Evasão do ensino superior de Física segundo a tradição disposicionalista em sociologia da educação . Tese de Doutorado, UFRGS, 2013.
LIMA JUNIOR, P.; SILVEIRA, F. L. da; OSTERMANN, F. Análise de sobrevivência aplicada ao estudo do fluxo escolar nos cursos de graduação em física: um exemplo
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
de uma universidade brasileira. Rev. Bras. Ensino Fís. , São Paulo, v. 34, n. 1, mar. 2012.
MOTULSKY, H. Intuitive Biostatistics . New York: Oxford University Press, 1995.
NUNES, R.C. Panorama geral da Evasão e Retenção no Ensino Superior no Brasil (IFES). Anais do XXVI Encontro Nacional de Pró-reitores de Graduação, Recife-PE, 2013.
UIBSON, J. ; ARAUJO, R.S.; VIANNA, D.M. Estudo sobre o curso de Licenciatura em Física - o que dizem os dados estatísticos. In: X Escola de verão em Educação em Química, 2014, São Cristovão. Anais.... São Cristovão: UFS, 2014. p. 338-348.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.