FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS: INVESTIGANDO SABERES TÉCNICOS EMPREGADOS POR PROFESSORES DE FÍSICA
Patrícia Machado Pereira Araujo, Maria Inês De Affonseca Jardim, Nádia Cristina Guimarães Errobidart
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 28/01/2015
- Linha de pesquisa
- Tecnologia Da Informação E Comunicação
- Tipo
- Comunicação
Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2015
Texto completo
## FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS: INVESTIGANDO SABERES TÉCNICOS EMPREGADOS POR PROFESSORES DE FÍSICA
Patrícia Machado Pereira Araujo , Maria Inês de Affonseca Jardim , Nádia 1 2 Cristina Guimarães Errobidart 3
1Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Instituto de Física/INFI/UFMS, e-mail patricialinks@gmail.com
2Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Instituto de Física/INFI/UFMS, e-mail inesaffonseca@gmail.com
3Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Instituto de Física/INFI/UFMS, e-mail nacriguer@gmail.com
## Resumo
O projeto de iniciação científica teve como objetivo realizar uma pesquisa para investigar a contribuição de cursos de formação de professores no desenvolvimento de saberes, entendida como necessárias para o emprego de tecnologias educacionais no ensino de ciências/física, apontadas por professores de Física do ensino básico em escolas do município de Campo Grande - MS. O estudo é de natureza qualitativa, pautado no referencial teórico da transposição informática (BALACHEFF, 1994; SILVA, 2010; MATOS FILHO MENEZES, 2010). Os dados foram obtidos a partir da aplicação de entrevistas semiestruturadas com professores que atuam na rede estadual de ensino, no município de Campo Grande, MS. As mesmas foram gravadas, transcritas e analisadas a partir da técnica de análise de conteúdo, segundo a perspectiva de Godoy (1995) e Bardin (2002). Os resultados apontam inúmeras dificuldades enfrentadas pelos professores e uma fragilidade no processo de formação inicial, associado à falta de conhecimento do sistema operacional disponível nos laboratórios de informática das escolas do estado de MS. Este desconhecimento pode influenciar a falta do uso desta metodologia por parte dos professores entrevistados. Os resultados não diferem da tendência nacional, quanto aos conhecimentos dos professores e acesso a tecnologia, apresentada no relatório Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil: TIC Educação (2012).
Palavras-chave : Formação de professores; saberes docentes; ferramentas tecnológicas.
## Introdução
O papel do professor na socialização do conhecimento no contexto da sociedade tecnológica precisa ser diferente. É necessário a especialização dos saberes e o desenvolvimento com as novas tecnologias e desenvolver, aplicar e avaliar práticas pedagógicas que contribuam para com o processo de ensino aprendizagem. Já que o professor é o ator principal no processo de inclusão das novas tecnologias em sala e transformação/adaptação do conhecimento segundo essa nova estratégia de ensino.
Para isto o processo de formação de futuros professores deve, além de apresentar aspectos técnicos de utilização de ferramentas tecnológicas, enfatizar aspectos pedagógicos relacionados com a integração/inserção dessas ferramentas em sala de aula. Deve ainda, a partir de situações educativas concretas, propiciar o desenvolvimento de competências associadas com a manipulação e exploração pedagógica das TICs e de suas potencialidades, tais como: a seleção dos produtos, a preparação de atividades utilizando TICs e a utilização e exploração de recursos dessas ferramentas tecnológicas.
Para trabalhar estas novas competências são exigidas do professor presente em sala de aula, novas formas de se realizar o trabalho pedagógico de transposição didática, de transformação de um conhecimento com a utilização de ferramentas tecnológicas, ou seja, é necessário que o professor saiba fazer uma 'transposição informática' (BALACHEFF, 1994; SILVA, 2010; MATOS FILHO MENEZES, 2010). Desta forma:
[...]antes de utilizar uma ferramenta tecnológica para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem é importante identificar o saber a ser ensinado e, posteriormente, reconhecer quais as especificidades da ferramenta tecnológica que mais se ajustam a este saber, para que a ferramenta se torne um suporte eficaz no processo de ensino e aprendizagem (MATOS FILHO e MENEZES, 2010 p. 10).
Esta nova modalidade de transposição dos saberes, exige novas habilidades e competência do professor sendo, portanto, necessário propiciar a esse 'novo modelo de professor', uma boa formação inicial e continuada, para que seja o mesmo capaz de bem empregar a tecnologia ao atuar como mediador do processo ensino-aprendizagem (MERCADO, 1998).
Ao discutir o perfil do professor que emprega adequadamente as novas tecnologias na prática pedagógica, Mercado (1998) pontua a dificuldade de se preparar esse profissional por meios convencionais para desenvolver a função de re(criador) nesse contexto de ensino. Afirma que esse agente transformador precisa estabelecer novas relações entre teoria e prática para melhor se situar nesse novo espaço tecnológico e que:
O processo de preparação dos professores [para trabalhar com novas tecnologias], atualmente, consiste em cursos ou treinamentos com pequena duração, para exploração de determinados programas, cabendo ao professor o desenvolvimento de atividades com essa nova ferramenta junto aos alunos, sem que tenha oportunidade de analisar as dificuldades e potencialidades de seu uso na prática pedagógica (MERCADO, 1998, p.1).
Mercado (1998) salienta que é necessário que essa preparação/formação para trabalhar com tecnologia leve em consideração sua realidade de sala de aula, seu local de trabalho, suas ansiedades, dificuldades e deficiências (FERREIRA e
GOBARA, 2006; PARANHOS e GOBARA, 2006). Entretanto, a inclusão desses aspectos e do próprio estudo das tecnologias nos currículos dos cursos de formação de professores, esbarra em muitas dificuldades.
Uma saída seria um processo de formação continuada capaz de fornecer condições para que o professor construa seu conhecimento sobre as novas tecnologias e entenda por que e como integrar estas na sua prática pedagógica. Para isso é preciso inserir o professor em '[...] espaços para o desenvolvimento de atividades de integração de tecnologias em educação, como trabalhar em grupos que desenvolvem formas de utilizar as tecnologias com finalidade educacional [...]' e '[...] centros de apoio em que os professores pudessem testar programas e receber orientações sobre o uso [...]' (MERCADO, 1998, p. 2) nos quais seriam realizados, por exemplo, encontros periódicos para troca de experiências e de programas.
Nosso objetivo foi realizar uma pesquisa para investigar a contribuição de cursos de formação de professores no desenvolvimento de saberes, entendidas como necessárias para o emprego de tecnologias educacionais no ensino de ciências/física, identificando e analisando as dificuldades para o emprego de novas tecnologias nas aulas de ciências/física, apontadas por professores de Física do ensino básico em escolas do município de Campo Grande - MS. Este artigo apresenta os resultados de duas das cinco categorias de perguntas analisadas na pesquisa.
A cidade de Campo Grande - MS tem um total de 367 professores atuando nas escolas estaduais na disciplina de Física, segunda a Secretaria de Educação do Estado. Destes 271 são convocados e 96 efetivos. Entre os convocados 55 tem graduação em Física (53 em Licenciatura e 2 em Bacharelado). Entre os efetivos 47 têm Licenciatura em Física. Os outros professores convocados têm formações acadêmicas que passam por Biologia, Historia, Geografia, Agrimensura, Matemática, Pedagogia, Química e Administração e os demais efetivos temos formados em Química, Administração, Matemática e Biologia. Deste universo foram entrevistados 7 professores efetivos e Licenciados em Física o que nos da uma taxa de amostragem de aproximadamente 15%.
Como referencial metodológico, optamos pelo desenvolvimento de uma pesquisa qualitativa, pautada no referencial teórico da transposição informática (BALACHEFF, 1994). Utilizamos como instrumento para coleta de dados entrevistas semiestruturadas com os professores, que foram gravadas e transcritas para posterior analise.
As entrevistas semiestruturadas combinam perguntas abertas e fechadas, onde o informante tem a possibilidade de discorrer sobre o tema proposto. Para a aplicação utilizamos as regras propostas por Boni (2005) e Quaresma (2005). As transcrições obedeceram as regras propostas por Marcuschi (1986).
A análise dos documentos foi ajustada a técnica de análise de conteúdo, segundo a perspectiva de Godoy (1995) e Bardin (2002).
## Dados
As categorias de perguntas apresentadas neste trabalho são: Ambiente Escolar e Software Linux. Dentro destas categorias as respostas foram tabuladas segundo as ideias centrais que continham. Nem todos os entrevistados responderam a todas as questões.
Enquadram-se na primeira categoria - Ambiente Escolar cinco questões . 1 Estas questões pretendiam possibilitar que nos inferíssimos quanto: à disponibilidade de espaço físico para o uso de TICs na escola, a atitude dos professores no que diz respeito às possibilidades, as dificuldades do uso das TICs em sala de aula e aos alguns outros contextos de utilização das mesmas.
Todos os entrevistados (7) utilizam o laboratório de informática para preparar suas aulas, o que indica que as escolas onde estes professores trabalham têm espaço físico para a utilização das TICs. Ao definiram para que utilizam o laboratório aparece a indicação de apoio na elaboração das aulas e em menor escala (1) o emprego do laboratório como ferramenta para preparar/desenvolver aulas experimentais.
Quanto às dificuldades encontradas para o uso das TICs em sala de aula foram apontados: falta de tempo necessário para preparar as aulas (4), dificuldade no uso de recursos tecnológicos (1) e falta de agenda para uso do laboratório. Dois professores indicaram não encontrar dificuldades quanto ao uso de TICs.
No que se refere à importância da internet para as aulas de física as indicações dos professores foram: simulações (1), para prepara aulas (2), otimizar o tempo de aula (1), mostrar aspectos da realidade para os alunos (1), como ferramenta essencial nos planejamentos das aulas experimentais (1). Quando ao uso das tecnologias fora do contexto de sala de aula, três entrevistados utilizam o correio eletrônico como forma de comunicação entre os alunos e apenas um (1) utiliza comunidades virtuais como recurso de ensino e comunicação.
Compõem a categoria Software Linux sete questões . Estas questões 2 pretenderam verificar se os professores estavam preparados para o uso dos softwares educativos disponibilizados pela Secretaria de Educação do Estado.
Todos (7) os entrevistados avaliam como baixo seu conhecimento sobre o Linux educacional. Um dos professores não soube do que se tratava o sistema. Apenas um dos professores fez curso relacionado ao uso do sistema Linux. Apesar disto seis dos entrevistados apontam que acredita que existe a necessidade de aprender como utilizar o Linux educacional.
Dentre os softwares disponíveis no Edubar (ferramenta que através de uma barra com cinco botões, permite o acesso aos aplicativos educacionais do Linux Educacional), quatro professores responderam que não conhece nenhum, um conhece apenas o BrOfice, e um apenas o Firefox. Apenas um professor afirma que conhece alguns softwares do Edubar, mas não especifica qual.
Quanto a motivação em participar de comunidades de aprendizagem seis dos entrevistados apontam que se sentem motivados mas afirmam que não participam por falta de tempo. Apenas um professor se sente desmotivado em participar de uma comunidade de aprendizagem sobre o Linux educacional.
Sobre as transformações, na prática escolar, ocorridas pela necessidade do uso do Linux educacional nos laboratórios de informática da escola, cinco dos entrevistados apontam que sua prática não sofreu nenhuma transformação.
Cinco dos entrevistados apontam que se pudessem escolheriam outro sistema operacional que não o Linux para trabalhar na escola.
Em decorrência do exposto podemos concluir que o espaço físico na escola para uso da tecnologia está assegurado nas escolas onde trabalham os entrevistados já que todos indicam utilizar o laboratório de informática para preparar suas aulas. Apesar disto fica evidente que a maioria dos professores não utiliza este recurso junto com os alunos. Como justificativa para isto indicam falta de tempo, dificuldades no que refere ao uso de tecnologia, e falta de horário dispo nível do laboratório. As escolas estaduais do MS trabalham com um sistema de uso do laboratório de informática através de agendamento prévio do professor. Isto acarreta a necessidade de um planejamento por parte do professor.
O planejamento também parece ser o problema para os professores que indicam como dificuldade para o uso da tecnologia em sala de aula a necessidade de tempo para a elaboração das aulas. Passa-se a ideia de que as alunas sem tecnologia não precisam ser planejadas.
Quanto à utilização da internet fica ratificada a afirmação do uso da tecnologia como recurso para a preparação das aulas. O uso do correio eletrônico é feito por alguns professores como forma de comunicação e interação entre os alunos.
No que se refere ao conhecimento e uso de software Linux as respostas corroboram o que os professores afirmaram sobre o uso de TICs nas aulas de Física. A falta de conhecimento, da maioria dos entrevistados, sobre o funcionamento e disponibilidade de recursos do software, dificulta seu uso como recurso nas aulas.
Quanto a não ocorrência de transformações da prática de aula, pela necessidade do uso de Linux educacional nos laboratórios de informática, se explica pelo não uso dos professores do software. Como já salientado, os mesmos afirmam que o uso da sala de informática é feito para a preparação de aulas.
## Considerações
Do quadro de percepção dos egressos de Licenciaturas em Física acima traçado, podemos supor que o acesso a tecnologia não são os fatores que impedem a sua disseminação como metodologia na escola nas aulas de Física. No entanto a indicação da falta de conhecimento do sistema operacional disponível nos laboratórios de informática das escolas do estado de MS pode influenciar a falta do uso desta metodologia por parte dos professores entrevistados. Estes resultados não diferem da tendência nacional, quanto aos conhecimentos dos professores e acesso a tecnologia, apresentada no relatório Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil: TIC Educação (2012).
As indicações feitas pelos mesmos de que não conhecem o sistema operacional Linux, utilizado nos computadores das escolas do estado, indica que durante a graduação não foram trabalhados aplicativos neste sistema operacional e que esta defasagem não foi corrigida nos diferentes cursos de formação continuada oferecidos pelo governo do estado. Este desconhecimento pode ser um fator importante no que se refere a insegurança e dificuldade do professor na utilização das diferentes possibilidades que esta tecnologia oferece.
Acreditamos que mudanças nos cursos de formação de professores, com a efetiva utilização, por parte dos professores, de novas abordagens nos conteúdos através das diferentes linguagens oferecidas pelas TICs, ajudem os novos professores a mudarem sua postura em relação ao uso das tecnologias em suas salas de aula. Faz-se necessário que os cursos de licenciatura façam uma revisão de seus currículos para que o aprendizado dos recursos relacionados a tecnologia não se restrinja apenas a noções elementares de uso de ferramentas de informática desenvolvidas em disciplinas isoladas.
O sucesso do uso da tecnologia no sistema educacional depende da postura do professor dos cursos de licenciatura em relação a esta ferramenta. Não basta teorizar sobre a necessidade de seu uso se não observamos, nos professores, uma postura em sala de aula apoiada nas tecnologias educacionais de forma relacionada com a formação integral e com uma aprendizagem que tenha significado para os alunos.
## Referências
BALACHEFF, Nicolas, La transposition informatique, un nouveau problème pour la didactique des mathématiques. Vingt ans de didactique des mathématiques en
France . Grenoble, p. 364-370. 1994. Disponível em: http://hal.archivesouvertes.fr/docs/00/19/06/46/PDF/Balacheff1994Transpo.pdf. Acesso em: Dez/2011.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo . Tradução Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70, 2002.
BONI, V; QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais, Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC , São Paulo, Vol. 2, nº 1 (3), janeiro-julho/2005, p. 68-80. 2005.
COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL. Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil: TIC Educação 2011. São Paulo: CGI. br, 2012. Coord. Alexandre F. Barbosa. Trad. Karen Brito.
FERREIRA, Valdivina Alves, GOBARA, Shirley Takeco. Dificuldades dos professores diante do uso pedagógico dos recursos da informática no ensino médio . In : Anais do XIII ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino. 2006. Recife: UFPE, 2006. v. 1. p. 1-13.
GODOY, Arlinda Schmidt. Pesquisa qualitativa tipos fundamentais. Revista de Administração de empresas . São Paulo, v. 35, n.3, p. 20-29. 1995.
GROTTO, E. M., & TERRAZZAN, E. A. Formação inicial: competências e metodologias para utilização da NTICs no ensino. Revista de Ciências Humanas (Frederico Westphalen) , p. 249 - 261. 2004.
MATOS FILHO, Maurício Ademir Saraiva de, MENEZES Josinalva Estácio. Análise de uma Sequência Didática para o Ensino de Funções Polinomiais do 1º e 2º Graus Instrumentalizada por uma Ferramenta Computacional: possibilidades e dificuldades . In : Anais do II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia. Outubro de 2010. Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR. Disponível em: http://www.sinect.com.br/anais2010/artigos/EM/38.pdf. Acesso em: Jul/2014.
MARCUSCHI, L. A. Análise da conversação . São Paulo: Ática, 1986.
MERCADO, Luís Paulo Leopoldo. Formação docente e novas tecnologias . In: Congresso Iberoamericano de Informática na Educação. Brasília-DF, 1998. Disponível em: http://www.cedu.ufal.br/projetos/internet/brasiliadef.htm. Acesso em: nov/2011.
MIZUKAMI, M. G. N.; REALI, C.R.; REYES, C.R.; MAETUCCI, E.M.; DE,E.F. Escola e aprendizagem da docência: processos de investigação e formação. São Carlos: EdUFSCar, 2002.
PARANHOS, Lídia Raquel Louback ; GOBARA, Shirley Takeco. Professores Autônomos na Sociedade da Informação : A Formação Necessária para a Informática Educativa. In: Anais do XIII ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino. Recife: UFPE, 2006. v. 1. p. 1-11
RICHT, A. Projetos em Geometria Analítica usando software de geometria dinâmica: repensando a formação inicial docente em Matemática . 2005. Dissertação
(Programa de Pós-graduação em Educação Matemática) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Rio Claro, 2005.
Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.