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''VIVENDO A USP" - UM PROJETO PARA MUDANÇA DE ATITUDE NA ESCOLA PÚBLICA NA INTERAÇÃO COM A UNIVERSIDADE PÚBLICA

Kátia Regina Varela Roa, Vera Bohomoletz Henriques, Kátia Regina Varela Roa1

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
27/01/2015
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Educação Não Formal
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## 'VIVENDO A USP' - UM PROJETO PARA MUDANÇA DE ATITUDE DOS ESTUDANTES DA ESCOLA PÚBLICA NA INTERAÇÃO COM A UNIVERSIDADE PÚBLICA

Kátia Regina Varela Roa , Vera B. Henriques 1 2

1 E.E. Prof. Mario Manoel Dantas de Aquino, manoroa@terra.com.br

2 Instituto de Física Universidade de São Paulo, vhenriques@if.usp.br

## Resumo

No presente trabalho, apresentamos ações educacionais de colaboração entre espaços de educação formal e não formal. O projeto Vivendo a USP, voltado para a parceria com escolas públicas da rede estadual e municipal paulista, vem sendo desenvolvido na Escola Estadual Mário Manoel desde 2012, por uma equipe de professores que baseia suas reflexões na teoria sócio histórica de Vygotsky (2001). O projeto é direcionado para estudantes do ensino fundamental e médio e aborda vários temas dos componentes curriculares do estado de São Paulo de forma diferenciada e atrativa, através de oficinas, experimentos e atividades lúdicas que envolvem os alunos na construção do conhecimento. Acreditamos que a principal contribuição destas atividades está na formação do estudante, motivando-o aos estudos, potencializando as interações sociais entre os estudantes do ensino básico e os estudantes universitários e aumentando as possibilidades de uma futura vida acadêmica na universidade pública. Ao mesmo tempo, estas vivências podem preservar o prazer da brincadeira: o lúdico promove o aprendizado e o aprendizado promove o lúdico. A colaboração entre a escola e os espaços educativos não-formais promoveu aulas mais dinâmicas na escola e incentivou atividades interdisciplinares, com os alunos participativos demonstrando motivação em discutir temas relacionados ao conhecimento em desenvolvimento e aos vestibulares, aumentando muito o interesse em ingressar numa universidade publica.

Palavras-chave : colaboração universidade-escola, espaço não formal e aprendizado lúdico.

## INTRODUÇÃO

- O projeto 'Vivendo a USP' tem por objetivo propor uma aproximação entre alunos e professores da escola pública e os atores dos espaços educativos nãoformais da Universidade de São Paulo, no intuito de engajar alunos das escolas em aprendizado ativo de ciências numa visão integrada da mesma, e de, ao mesmo tempo, apresentar aos mesmos a continuidade dos estudos como uma possibilidade real. Parte integrante de um projeto desenvolvido com apoio do Programa Novos Talentos da CAPES, e coordenado no Instituto de Física da USP, o 'Vivendo a USP' constitui-se em uma iniciativa de iniciar um processo de colaboração entre pequenas equipes de professores de algumas escolas da rede pública de São Paulo e educadores de museus e espaços análogos da universidade, no qual as visitas a museus fazem parte de um projeto pedagógico desenvolvido simultaneamente nas escolas parceiras e nos espaços da universidade.
- O desenvolvimento do projeto tem periodicidade anual que coincide com o ano letivo. Ao longo do ano letivo, desenrola-se uma colaboração entre educadores dos dois ambientes, escola e museu, com os professores atuando em suas escolas como multiplicadores, levando à escola temas e materiais, virtuais ou físicos,

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26 a 30 de janeiro de 2015

propostos pelos museus. Da mesma forma, o pequeno número de estudantes que participam do programa de visitas à universidade é preparado para levar aos colegas suas vivências, atuando como multiplicadores junto a seus pares. Assim, no início do ano letivo, as equipes de professores, após uma apresentação das propostas dos museus envolvidos, definem seus planejamentos, que passam a incluir temas relacionados com as atividades dos espaços educativos não-formais. Iniciam seus trabalhos em sala de aula e, ao mesmo tempo, organizam a seleção dos 40 alunos 'VIVENDO' que participarão de um programa de 4 dias de USP. O 'dia de USP' consiste em participar de oficinas e outras atividades interativas preparadas pelos espaços não-formais, ao longo de todo o dia, além de vivenciar a universidade em seus diferentes aspectos, que inclui almoçar no refeitório universitário e conversar com os estudantes de graduação participantes do projeto, em sua maioria oriundos da escola pública. O projeto é finalizado com uma gincana científica que ocorre no Parque de Ciência e Tecnologia (CIENTEC), entre equipes constituídas pelos estudantes VIVENDO e com provas elaboradas pelos espaços educativos não-formais.

A escola estadual paulista Prof. Mario Manoel Dantas de Aquino participa do projeto desde 2012. A decisão de participar do projeto baseou-se na perspectiva de adaptações das atividades dos espaços de educação não-formal em relação ao currículo do ensino público estadual, com propostas de um estudo mais dinâmico, possibilitando aos estudantes um aprendizado diferenciado, que permanece além do dia da visita, levando conhecimentos novos para a escola. Além disso, o projeto incentiva os estudantes ao estudo cientifico, e estes passam a perceber que a universidade pública pode vir a fazer parte da sua vida, seja como uma perspectiva de futuro, seja na oferta de espaços culturais que podem ser visitados juntamente com seus familiares.

Em 2013, a escola participou do projeto com uma equipe de três professoras responsáveis pela coordenação da interação com a universidade: uma professora de História e Geografia, uma professora de Química e Física e uma professora de Filosofia e Sociologia. Participaram como estudantes 'VIVENDO' uma turma do ensino médio e uma turma do ensino fundamental II. Os espaços visitados foram o Museu de Anatomia Veterinária, o laboratório do Grupo de Ensino e Pesquisa em Ensino de Química (GEPEQ), o projeto Ciência no Parque do Instituto de Física, o museu do Instituto Geociências, o museu do Instituto Oceanográfico, a Estação Biologia, do Instituto de Geociências, o Museu de Anatomia Humana e laboratório de imagens do departamento de Biologia Celular do Instituto de Ciências Biomédicas. Em paralelo ao programa de vivências na universidade, a escola desenvolveu várias atividades culturais sob o tema 'O mundo e suas Representações'. A escolha do tema envolveu todas as áreas do conhecimento e um conjunto maior de professores. A proposta considerava atividades interativas, abordando conceitos numa perspectiva de momentos agradáveis e sociáveis, com ações que valorizassem uma prática pedagógica em que o educador desempenha um papel de mediador. Finalmente, desenvolveu-se a ação dos estudantes multiplicadores, que, junto com seus professores, ofereceram aos colegas várias atividades construídas a partir de suas vivências nos espaços educativos da universidade. O envolvimento dos estudantes no projeto despertou nos mesmos uma mudança de atitude em relação à ciência, relacionada também com a descoberta da possibilidade de ingressar na universidade pública.

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## Estudos de Vigostki para atividades em grupos e sociais

Os estudos de Vigostki (2001) procuram mostrar o processo de aprendizado como um processo de desenvolvimento humano que se apresenta num contexto sócio-cultural. Seus textos propõem uma reflexão ao professor sobre a interação do indivíduo com seu aprendizado, que, embora dependa também de fenômenos psicológicos e semióticos particulares, que proporcionam a cada indivíduo o seu próprio momento de desenvolvimento, desenvolve-se através do convívio social e cultural em que o estudante está inserido. As ideias de Vigostski tem orientado algumas experiências de sala de aula (Daniels, 2003; Antunes, 2010), que também inspiraram este projeto.

Para orientar os nossos estudos, utilizamos o conceito de zona de desenvolvimento proximal, de Vigotski. A ação educacional 'não-formal' envolve a zona de desenvolvimento de duas maneiras: a primeira está associada a criar situações de socialização e o uso do potencial já desenvolvido durante os anos de estudo e vivência histórica social, para explorar a zona de desenvolvimento imediato; por outro lado, as atividades propiciam o desenvolvimento de um potencial a respeito de temas sobre os quais o nosso educando ainda não tem um saber concreto, mas está próximo de desenvolver. Nessa segunda situação, o nosso educando consegue fazer a atividade com a ajuda de parceiros mais capazes, que no nosso caso, podem ser o educador do espaço educativo da USP, um colega, ou seu professor, ou, ainda os estudantes de graduação, majoritariamente do curso de Física, que participam do projeto.

A participação dos professores da escola pública no projeto constitui, ainda, um aprendizado de situações de ensino em que interagem com a comunidade escolar discente para atuar como mediadores, como facilitadores do aprendizado e do desenvolvimento cognitivo, sem esquecer que cada estudante tem a sua história, ou seja, cada indivíduo tem o seu momento de aprendizado e desenvolvimento, que, segundo Vigostki, não podemos medir, por se tratar de um conceito complexo e pessoal. O tipo de atividade desenvolvida no projeto nos ajuda a compreender que um processo educacional será considerado ativo somente quando baseado em situações que permitam a criação de um ambiente favorável, que sugira ao nosso educando meios de socialização e que motive o seu prazer pelo conhecimento. Para garantir uma participação ativa dos estudantes, as atividades desenvolvidas nos espaços educativos da universidade são planejadas, em conjunto com os professores da escola, para envolver conteúdos de acordo com a idade e série, além de trazerem componentes simbólicos ou semióticos que facilitam a medição tais como atividades experimentais e interativas, recursos didáticos tais como 'brinquedos' e equipamentos de laboratórios, que segundo Vigostki podem ser considerados signos, por servirem de auxílio na memória humana que está presente na história e na cultura do indivíduo.

As atividades lúdicas oferecidas nos espaços educativos devem contribuir para o processo de ensino-aprendizagem. Segundo Kishimoto (1996), uma recreação com caráter educativo tem que apresentar um papel de brinquedos e brincadeira durante o desenvolvimento educacional do estudante. Para que as atividades possam ter este caráter educativo tem que possuir as seguintes funções:

- a) Função lúdica: proporcionar diversão, o prazer, ou até o desprazer, quando escolhidas voluntariamente.

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- b) Função educativa: ensinar qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e sua apreensão do mundo.

## O projeto VIVENDO A USP na escola Mário Manoel

A participação da escola no projeto, por iniciativa da professora de Física e uma das autoras deste trabalho, tem vários objetivos complementares: dar oportunidade aos alunos de colocar em prática o conteúdo teórico discutido nas aulas de várias disciplinas do currículo e vivenciar situações de interdisciplinaridade; relacionar a ciência com o cotidiano dos alunos; motivar os alunos a interagirem entre si e com os professores; desenvolver nos alunos as habilidades e competências referentes a pesquisas com trocas de informações, debates, planejamentos e tomadas de decisões; despertar o interesse pelo estudo; colocar os alunos do ensino médio mais próximo das universidades públicas, para que os mesmos percebam que as universidades públicas podem fazer parte da sua realidade.

A realização destes objetivos é mais direta no caso dos estudantes que participam do programa de vivências, mas é possível estendê-la aos outros alunos da escola através de ações do grupo de estudantes e professores que foram à universidade. Em 2013, os estudantes VIVENDO estiveram responsáveis por organizar várias atividades nos eventos culturais relacionados com o tema 'O mundo e suas representações', que envolveu todos os alunos do ensino fundamental e do ensino médio, educadores, funcionários, equipe gestora e comunidade local, numa ação pedagógica que propiciou o desenvolvimento de aspectos sócio-cognitivos tais como: socializar, respeitar, interagir e a criatividade em grupo. Entre as tarefas dos estudantes VIVENDO, estiveram:

- · a reprodução dos experimentos na escola, e observação com as lunetas produzidas no espaço 'Arte e Ciência' do Instituto de Física.
- · organização de oficinas nas aulas das outras disciplinas pelos estudantes multiplicadores e professores da unidade escolar e universidade.
- · trabalho em conjunto de estudantes do ensino fundamental e do ensino médio na produção de material escrito artigos de opinião sobre os temas abordados nas visitas USP;
- · oficinas, palestras e dramatização sobre orientação sexual baseadas nos conhecimentos adquiridos ao longo das visitas e pesquisas, com o intuito de passar esses conhecimentos para comunidade escolar;
- · produção de textos informativos sobre os diferentes tipos de animais;
- · orientações sobre ecologia com oficinas e palestras realizadas pelos alunos
- · produção de uma horta 100% orgânica produzida pelos alunos e professores.
- · debates sobre a história, filosofia e ciência para compreensão da matéria e aonde iremos chegar.
- · recursos multimídia TV, rádio e jornal possibilitando a exploração dos assuntos abordados durantes a visitas e na escola em detalhes, bem como

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permitir que os alunos e expressem suas opiniões e trabalhos para reflexões e aprendizado.

As figuras abaixo ilustram as atividades desenvolvidas na escola pelos alunos VIVENDO (*).

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Figura 1: alunos construindo um robô hidráulico

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Figura 3: alunos realizando experimentos de química (dissolução de bicarbonato em óleo liberando dióxido de carbono.)

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Figura 5: experimentos de óptica, construção e exposição da caixa escura.Figura 2: reações exotérmicas realizadas pelos alunos com álcool, ácido e algodão.

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Figura 4: construção dos alunos de uma maquina de bolhas feita com garrafa pet.

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Figura 6: disco de Newton e recoreco feito pelos alunos.

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Figura 7: identificação de acido e base realizados pelos alunos.

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Figura 9: reação de eletrólise para produção de hidrogênio.

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## CONSIDERAÇÕES FINAIS.

Participando do projeto vivendo a USP percebemos que temos em mãos um trabalho inovador cujo maior objetivo é trabalhar o desenvolvimento e potencial dos estudantes na rede pública, que descobrem o seu valor e adquirem conhecimentos através de atividades atrativas e interativas, que facilitam o aprendizado e

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Figura 10: realização de um show de física feito pelos alunosFigura 8: extração do DNA.

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promovem a iniciativa dos estudantes, além de incentivá-los a prosseguir nos estudos.

A colaboração com os espaços educativos não-formais no trabalho com os estudantes do ensino fundamental e médio permitiu desenvolvermos na escola ações educacionais mais dinâmicas, criando assim um ambiente escolar interdisciplinar e investigativo, no qual o estudante percebe a possibilidade de ter prazer no estudo, através da interação entre alunos e professores da escola e da universidade, envolvendo espaços e monitores. Percebeu-se um impacto sobre o aprendizado, pois houve uma união entre alunos e professores, com muito mais motivação na construção das atividades, resultando em processos de ensinoaprendizagem aprendizado significativo, ou seja, mais amplo, que integra diferentes áreas do conhecimento e que, no caso da Física e da Química, toma o lugar do ensino baseado apenas em exercícios e fórmulas, levando o aluno a ser capaz de imaginar modelos, de experimentar e de discutir ideias baseadas em conceitos.

Destaca-se que a interação e motivação nos espaços do Vivendo a USP proporcionaram aos alunos o acesso a uma forma diferenciada de atividade que os motivou ao aprendizado. Nas visitas notamos uma intensa participação dos alunos nas atividades nos espaços educativos e, posteriormente, na escola, notamos um aumento significativo do interesse pelo estudo. Observamos, também, que a participação nas visitas à universidade e em todo projeto resultaram num grande interesse, por parte dos alunos da escola, de concorrer a uma vaga na universidade pública, pois após contato com os monitores, estudantes de graduação, formou-se a percepção de que a universidade não está distante deles e que existe a possibilidade real de concorrer a uma vaga na universidade pública. As vantagens de participar do projeto Vivendo a USP, por parte dos professores, estão na melhoria na qualidade de aula com oficinas envolventes que ajudam no trabalho pedagógico na escola, mas isso só foi possível devido às reuniões prévias com os espaços escolhidos no qual foram elaboradas ações e conversas para garantir um trabalho efetivo na escola, após as visitas. Outro ponto positivo foi ter escolhido os espaços conforme o conteúdo programático das disciplinas envolvidas no projeto, o que resultou num trabalho de qualidade pedagógica com atividades que realmente priorizaram o aprendizado significativo, ou seja, ativo, dinâmico e que envolveu ações do cotidiano do aluno.

Para os estudantes da escola, o projeto proporcionou aprendizado diferenciado e oportunidades de estar mais próximos da universidade, ampliando os seus horizontes do conhecimento. Algumas frases dos alunos ilustram este fato:

Aluno 1: Não pensava em fazer faculdade agora já estou fazendo cursinho

Aluno 2: Aprendi muito com as atividades, são interessantes e divertidas.

Aluno 3: As gincanas são muito divertidas e mesmo com muita festa aprendemos muito.

Aluno 4: Passei na ETEC, pois tive muito motivação de estudar depois que estive nas visitas na USP.

Aluno 5: Sinto-me muito importante sendo escolhido para participar deste projeto, por isso tive que melhorar as minhas notas e agora tenho certeza que vou fazer engenharia na USP.

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Com a divulgação do projeto via jornal LER (Leitura Entretenimento e Recreação) e via REC (Rádio Escola Cidadã), a comunidade conhece o projeto e apoia, incentivando os filhos a participarem do projeto e liberando os estudantes em horários extraclasses para desenvolver as ações na escola.

- (*) As fotos apresentadas foram autorizadas pelos estudantes da escola, através de uma autorização global relacionada com a participação no projeto ao longo do ano letivo de 2013.

## Referências:

ANTUNES, C. Vygotsky na minha sala de aula. São Paulo, Cortez, 2010.

DANIELS, H. Vygotsky e a pedagogia. São Paulo, Loyola, 2003.

KISHIMOTO, T.M. O jogo e a educação infantil, São Paulo, Cengage Learning, 1996.

KISHIMOTO, T.M. O brincar e suas teorias, São Paulo, Cengage Learning, 2010.

PROPOSTA CURRICULAR DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS- Secretaria do Estado de São Paulo. 2009.

VYGOTSKY, L.S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo, Martins Fontes, 2001.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.