A CONSTRUÇÃO DE INDICADORES PARA A IDENTIFICAÇÃO DE CURSOS AFINS DE LICENCIATURA EM FÍSICA
Ana Paula Bemfeito, Rhaynara Carolyna Barbosa De Oliveira
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 27/01/2015
- Linha de pesquisa
- Formação De Professores E Prática Docente
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## A CONSTRUÇÃO DE INDICADORES PARA A IDENTIFICAÇÃO DE CURSOS AFINS DE LICENCIATURA EM FÍSICA
## Ana Paula Bemfeito 1 , Rhaynara Carolyna Barbosa de Oliveira 2
1
Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), ana.bemfeito@ifrj.edu.br 2 Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), rhay\_carol@hotmail.com
## Resumo
Quando da necessidade de elaboração da matriz curricular do curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal do Rio de Janeiro - campus Volta Redonda, procuramos construir uma proposta, com ênfase em Ensino de Física, formada por núcleos diversos. Em meados de agosto de 2012, o curso recebeu a sua primeira visita in loco MEC/INEP. Nesse período, mesmo sem ter sua primeira turma de concluintes, buscou intensamente encontrar soluções para, partindo do perfil do ingressante que tem se apresentado, proporcionar a formação de excelência apresentada junto aos objetivos da nova matriz. O curso foi avaliado com conceito máximo, 5,0 (cinco) e tornou-se um dos nove cursos de licenciatura em Física com nota 5,0 (cinco) no Brasil. Fruto dessa produção, nasceu a vontade de acompanhar os impactos dessas escolhas diferenciadas na formação dos alunos licenciandos e na sua futura prática docente. Para isso realizamos um levantamento, entre aslicenciaturas em Física no país, sob a óptica das diretrizes citadas. Nosso objetivo aqui foi a construção de indicadores voltados para classificar os cursos de Licenciatura em Física do país sob a ótica da Pesquisa em Ensino de Física e dos documentos oficiais relacionados, de modo a validar a identificação de cursos que mais se afinam com o curso de Licenciatura em Física do IFRJ - campus Volta Redonda, buscando referências para pesquisas futuras sobre os impactos dessas matrizes na prática profissional de egressos desses cursos. Realizamos uma análise panorâmica de matrizes curriculares, buscando a construção de indicadores, de modo a propor uma 'categorias de cursos'. Até o momento, dois cursos mostraram-se mais afinados, além de termos tido a oportunidade de verificar que a metodologia adotada aponta-se como um caminho adequado para a validação de que temáticas de investigação atuais vêm sendo, de fato, incorporadas aos cursos de formação inicial de professores de Física.
Palavras-chave : Formação de Professores - Licenciatura em Física Ensino de Física - Diretrizes Curriculares Nacionais - matriz curricular
## Introdução
Um dos grandes desafios daqueles que pensam e atuam na área de ensino de ciências no Brasil enfrentam nos dias de hoje é a busca por superar as contradições inerentes de um processo histórico educacional sempre norteado por políticas de governo e raramente por políticas de Estado.
Muitas iniciativas já foram tomadas ao longo do tempo, materializadas através de políticas públicas que buscam reverter uma situação extremamente preocupante: se levarmos em conta os resultados avaliações internacionais de grande escala como o PISA - Programme for International Student Assessment, entre outras, em geral ocupamos as últimas posições quando se trata da pontuação que considera os indicadores de desempenho dos estudantes brasileiros. A situação fica pior quando olhamos para esses resultados em Ciências e Matemática.
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26 a 30 de janeiro de 2015
Entretanto, não precisamos ir em busca de dados internacionais para perceber que algo não está indo nada bem quando consideramos a aprendizagem de nossos alunos. Basta perceber a enorme demanda por mão de obra qualificada no nosso país. E a questão fica ainda mais séria quando levamos em conta a necessidade de profissionais com formação ligada à Ciências da Natureza, Matemática e Engenharias
Contraditoriamente, temos uma pesquisa em ensino de Ciências vasta, fruto de mais de quase 50 anos de muita reflexão e investigação, além de uma normatização legal que segue os protocolos necessários ao que, dentro da área jurídica, considera-se com fulcro consistente, que vai desde a lei que regula as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, passando por Pareceres e Resoluções relacionadas, até a definição de documentos norteadores curriculares, sejam aqueles voltados para o Ensino Superior, como as Diretrizes Curriculares Nacionais e os critérios para reconhecimento de cursos superiores no país, sejam para a Educação Básica, como os Parâmetros Curriculares Nacionais.
Precisamos de ações que nos permitam entender essa contradição, que sinaliza que o que vem sendo pesquisado ainda não dá conta de refletir-se em resultados de construção de conhecimento físico por parte de nossos alunos. É necessário verificar, portanto, se essa vasta produção já vêm sendo incorporada aos cursos de formação inicial de professores. Mesmo que essa incorporação já esteja em processo, o que essa pesquisa também pode apontar, temos clareza de que seu reflexo em uma mudança no quadro de aprendizagem dos alunos será lenta e pode ainda não ter-se refletido em resultados.
Nesse cenário, percebemos que, por mais que sejam de suma importância, a pesquisa e a normatização oficial não dão conta de resolver a problema.
Trazendo as lentes mais para a análise da questão do Ensino de Física, o que precisamos mesmo é de um ensino de Física que tanto dê conta da melhoria na aquisição de conhecimento científico por parte de nossos alunos, como também os ajude a adquirir uma visão crítica da natureza da Ciência e de suas relações com a sociedade.
Ainda cabe dizer que entendemos que qualquer iniciativa voltada para aproximarmo-nos de forma sustentável dessa meta, passa indiscutivelmente pela formação do professor de Física, seja a formação inicial, seja a formação continuada.
Olhando para a formação inicial, é necessária a construção de propostas diferenciadas, ousadas, e que busquem de fato dar conta de contribuir para que os professores de Física possuam as competências docentes apresentadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Física, assim como estejam qualificados para inserir em suas aulas as orientações e recomendações já consolidadas pela Pesquisa em Ensino de Física. Além disso, precisamos de um professor que também possua as competências docentes necessárias para trabalhar com os alunos as orientações sugeridas nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Física, além dos conteúdos mais técnicos, de Física e Matemática,
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O núcleo comum [dos cursos de Física] precisa ainda de um grupo de disciplinas complementares que amplie a educação do formando. Estas disciplinas abrangeriam outras ciências naturais, tais como Químicaou Biologia e também as ciências humanas, contemplando questões como Ética, Filosofia e História da Ciência, Gerenciamento e Política Científica, etc
Muitos dizem que é preciso encontrar caminhos que superem a visão das licenciaturas como mero 'apêndices' dos bacharelados (fórmula '3+1'). Isso, sem dúvida, é indiscutível, mas consideramos que precisamos ir muito além.
Em seu livro, 'Ensino de Ciências: fundamentos e métodos', Delizoicov, Angotti e Pernambuco, argumentam que:
Os desafios do mundo contemporâneo, particularmente os relativos às transformações pelas quais a educação escolar necessita passar, incidem diretamente sobre os cursos de formação inicial e continuada de professores, cujos saberes e práticas tradicionalmente estabelecidos e disseminados dão sinais inequívocos de esgotamento. Considerados (...) os escopos do conhecimento científico e tecnológico, bem com as alternativas que vêm sendo implementadas por equipe de professores, educadores e pesquisadores em ensino de Ciências, destacaremos [como um dos] desafios mais preementes, (...) incorporar conhecimentos contemporâneos em ciência e tecnologia.
Como os resultados do conhecimento científico e tecnológico permeiam a vida cotidiana de modo sem precedentes, esse desafio vem sendo contínua e sistematicamente exposto nos últimos 20 anos, com respostas muito acanhadas de todo o sistema escolar, incluindo a graduação. (...)
Mantém-se o desafio de incorporar à pratica docente e aos programas de ensino os conhecimentos de ciência e tecnologia relevantes para a formação cultural dos alunos, sejam os mais tradicionais, sejam os mais recentes e desequilibrantes. (DELIZOICOV, ANGOTTI E PERNAMBUCO, 2002-p. 31).
Por isso, quando da necessidade de elaboração da matriz curricular do curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal do Rio de Janeiro campus Volta Redonda, procuramos construir uma proposta que desse conta da construção dessas competências. Foi um processo fruto de muita discussão dos agentes envolvidos com o curso, docentes, discentes e técnico-administrativos.
O resultado foi uma proposta, implementada em 2012, que consideramos diferenciada, com ênfase em Ensino de Física, formada por núcleos diversos, tais como o núcleo de física, núcleo de ensino de física, núcleo pedagógico, núcleo afim (ou interdisciplinar), núcleo de comunicação, núcleo de matemática, todos dialogando entre si. Além disso, a matriz inclui uma gama de disciplinas optativas, sejam as optativas de ordem pedagógica, sejam as de ordem específica. As optativas específicas também são subdividias em núcleos: os núcleos técnicos, de pesquisa em ensino de Física, interdisciplinar e pedagógico específico. A ideia é permitir ao licenciando ser também um dos autores de sua própria formação.
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A proposta dessa nova matriz curricular do curso de Licenciatura em Física do IFRJ campus Volta Redonda é que as metodologias empregadas no desenvolvimento do currículo estejam voltadas para a formação de um profissional prático-reflexivo, profissional esse, apto a agir prontamente e decidir em momentos de incerteza. Entende-se imprescindível o aprofundamento dos saberes científicos e dos conhecimentos da prática, que se fundamentam na análise de situações cotidianas, na busca da compreensão dos processos de aprendizagem e no desenvolvimento da autonomia na interpretação dos fatos.
Em meados de agosto de 2012, o curso recebeu a sua primeira visita in loco MEC/INEP de reconhecimento, pois completou 75% de implementação, e formará sua primeira turma no 2º semestre de 2012. Nesse período, mesmo sem ter sua primeira turma de concluintes, buscou intensamente encontrar soluções para, partindo do perfil do ingressante que tem se apresentado no campus , proporcionar a formação de excelência apresentada junto aos objetivos da nova matriz. A nova matriz do curso foi avaliada com conceito máximo, 5,0 (cinco), e foi o primeiro curso do IFRJ avaliado com nota máxima nos 10 (dez) anos em que a instituição oferece cursos de graduação. E tornou-se o único curso de licenciatura em Física com nota 5,0 (cinco) no estado do Rio e o nono do Brasil.
Um dos pontos fortes do curso apresentado no relatório final da avaliação foram as mudanças ocorridas nessa nova matriz, que possui várias iniciativas voltadas para dar conta de um aluno ingressante que apresenta, normalmente, ausência do ferramental matemático mínimo necessário, assim como dificuldades de ordem cognitiva, como pouca abstração, dificuldades de interpretação de textos e enunciados, e pouco domínio de estratégias para resolver problemas. Além disso, não conheciam os conceitos físicos fundamentais, mais trabalhados no Ensino Médio. Também apresentam perfil de carência sócio-econômica. Várias iniciativas, que complementam a matriz curricular buscam dar conta dessas questões. Todas estão apresentadas no novo Projeto Político Pedagógico do curso.
Aprentamos a seguir, o fluxograma do curso em tela, o de Licenciatura em Física do IFRJ - câmpus Volta Redonda.
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Figura 01: Fluxograma do curso de Licenciatura em Física do IFRJ - câmpus Volta Redonda
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## Justificativa
A grande dificuldade enfrentada por professores de ciências em sua prática cotidiana é a de dar conta da melhoria na aquisição de conhecimento científico por parte dos alunos, concomitantemente ajudando-os a adquirir uma visão crítica da natureza da Ciência e de suas relações com a sociedade.
Um dos grandes desafios daqueles que pensam e atuam na área de ensino de ciências no Brasil enfrentam nos dias de hoje é a busca por superar as contradições inerentes de um processo histórico educacional sempre norteado por políticas de governo e raramente por políticas de Estado.
O problema da formação do professor, para as disciplinas científicas em particular, tem a sua origem na própria história da educação científica no Brasil. E se agrava com o surgimento desses novos paradigmas educacionais pela oferta pública de ensino básico para todos com ênfase na formação geral sem as condições necessárias para acompanhar a mudança que está acontecendo na sociedade atual. As escolas públicas continuam enfrentando os velhos problemas: falta de laboratórios, ausência de espaços fisicos para as atividades esportivas, não existe biblioteca, ensino formal desconectado da realidade e principalmente pela falta de professor habilitado. (GOBARA E GARCIA, 2007)
. Portanto, faz-se necessário um esforço concentrado por parte daqueles que militam na área de Ensino de Física, no sentido de propostas diferenciadas, que instrumentalizem o professor, ou futuro professor, para dar conta das competências docentes necessárias para conduzir sua prática para pesquisas e ações que busquem dar contribuições efetivas para a sala de aula de Física.
## O Projeto
Fruto do envolvimento dessa produção, em 2012, nasceu a vontade de acompanhar os impactos dessas escolhas diferenciadas na formação dos alunos licenciandos e na sua futura prática docente. Por isso, buscamos encontrar caminhos que legitimem nossas escolhas, como, por exemplo, buscar identificar possíveis impactos de ações semelhantes às propostas pela nova matriz em egressos de matrizes afins. Para que isso pudesse ocorrer, precisávamos previamente realizar um levantamento do estado da arte das licenciaturas em Física no país, sob a óptica das diretrizes citadas.
Esse levantamento foi um dos objetivos do projeto de pesquisa 'A Construção de Indicadores para o Levantamento do Estado da Arte das Licenciaturas em Física no Brasil', com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
A meta foi construir indicadores voltados para classificar os cursos de Licenciatura em Física do país sob a ótica da Pesquisa em Ensino de Física e dos
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documentos oficiais relacionados, de modo a validar a identificação de cursos que mais se afinam com o curso de Licenciatura em Física do IFRJ campus Volta Redonda, buscando referências para pesquisas futuras sobre os impactos dessas matrizes na prática profissional de egressos desses cursos.
A ideia foi analisar, as matrizes curriculares dos cursos de Licenciatura em Física presenciais do país, buscando a criação de 'categorias de cursos' para, a partir disso, classificar os referidos cursos conforme as categorias criadas.
## Resultados e Considerações Finais
Foram investigados 50 cursos. Partimos do levantamento das informações disponíveis na rede sobre as matrizes curriculares dos outros cursos possuidores do mesmo conceito 5 (cinco). Levantamos, em seguida, os cursos possuidores de conceito 4 (quatro). Continuamos a nos deparar com a dificuldade de acesso a muitos desses dados, já que o acesso público às informações básicas de cursos de graduação é parte do processo de avaliação de cursos. Mas atuamos por buscar essas informações através de outros canais. Paralelamente, construímos os indicadores que usamos para categorizar as informações referentes às matrizes já levantadas quanto às questões citadas. Os critérios utilizados para a criação desses indicadores foram os pontos que considerados como os que mais dão mais 'identidade' ao curso em tela, sempre tomando por base, principalmente, como já exposto, temáticas de investigação atuais da área de Pesquisa em Ensino de Física e as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Física.
Os indicadores elaborados foram:
- · existência de ações de nivelamento em Física e Matemática;
- · disciplinas voltadas para a interdisciplinaridade, mas com o foco no professor de Física;
- · presença de disciplinas voltadas para a História e Filosofia da Ciência;
- · presença de discussão sobre Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS);
- · intensidade das ações voltadas para a iniciação à docência;
- · disciplinas e ações voltadas para a formação de um professor produtor textual;
- · oportunidades de iniciação científica;
- · ações voltadas para a formação cidadã,
- · ações de permanência e iniciação a docência.
Para cada um deles, gerou-se uma planilha com as informações gerais do curso, o estado da arte dos documentos disponibilizados on line, em especial o Projeto Pedagógico, o fluxograma com a matriz curricular e as ementas, assim como semelhanças e diferenças em relação ao curso referência. A partir dessa investigação foram utilizados os indicadores de modo a dar conda da identificação de qual seriam, dentro dos cursos pesquisados, os que mais se afinariam com o
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curso tomado como referência, o de Licenciatura em Física do campus Volta Redonda. É nessa etapa que estamos agora.
Os resultados obtidos até agora sinalizam que, dentre os cursos levantados, o de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o do Instituto Federal do Rio Grande do Norte despontam como tendência a ser apresentado como os mais afinados com o curso referência.
Finalizada essa identificação, quase conclusa, entraremos na última etapa da pesquisa. De posse dos cursos que mais se afinam com o curso de Licenciatura em Física do IFRJ - campus Volta Redonda, buscaremos identificar os impactos das escolhas que esse curso apresenta e que se refletem em sua matriz curricular, avaliada pelo MEC com a maior nota do país, na ação docente de egressos de cursos semelhantes, em fase fina de identificação e, também, nas primeiras alunas egressas do curso de Volta Redonda.
Até o momento, dado que esse caminho trouxe-nos, além da identificação de cursos afins, como supracitado, a percepção de que temáticas de investigação apontadas pela Pesquisa em Ensino de Física como necessárias de serem incluídas na formação inicial de provessores vêm sendo incorporadas às matrizes curriculares de vários cursos de Licenciatura em Física no país, tais como discussões sobre CTS e História e Filosofia da Ciência, entre outras, podemos considerar que essa trajetória escolhida é adequada aos objetivos da pesquisa aqui apresentada.
## Referências
BRASIL, Ministério da Educação e Cultura - Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais - do Ensino Médio - PCNEM +. Brasília, SEF/MEC, 2000.
BRASIL, Ministério da Educação e Cultura - Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior - Diretrizes Curriculares Nacinonais para os cursos de Física -Brasília, CNE/CES/MEC, 2002.
DELIZOICOV, D., ANGOTTI, A. A., PERNAMBUCO, M. M., Ensino de Ciências: fundamentos e métodos, Coleção Docência em Formação. São Paulo, Editora Cortez, 2002, 1ª edição.
GOBARA, S. T. e GARCIA, J. R. B. As licenciaturas em Física das universidades brasileiras: um diagnóstico da formação inicial de professores de Física. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 29, n. 4, p. 519-525, 2007.
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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.