PRODUÇÃO DE VÍDEOS E A MELHORIA NA RELAÇÃO DOS ESTUDANTES COM A DISCIPLINA FÍSICA
Mariane Vieira Corrêa, Janelson Nogueira Xavier, Rubem Silvaney Maia Da Silva, Cláudia Silva De Castro
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXI
- Ano
- 2015
- Data
- 27/01/2015
- Linha de pesquisa
- Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## PRODUÇÃO DE VÍDEOS E A MELHORIA NA RELAÇÃO DOS ESTUDANTES COM A DISCIPLINA FÍSICA
Mariane Vieira Corrêa , Janelson Nogueira Xavier , Cláudia Silva de Castro³, 1 2 Rubem Silvaney Maia da Silva 4
1 UFOPA/ICED/ Física Ambiental, mariane\_mvc@hotmail.com
2 UFOPA/ICED/ Física Ambiental, nogueira.xavier@gmail.com
3 SEDUC-PA/ Anexo São Felipe, rubem@cipoal.com
4 UFOPA/ICED/ Física Ambiental, claus.castro@hotmail.com
## Resumo
Este trabalho tem por objetivo analisar as contribuições do desenvolvimento de uma atividade de produção de vídeos, sobre o conteúdo de ondulatória, que indicam melhorias na relação dos estudantes com a disciplina de física. A atividade ocorreu no segundo semestre de 2013, em uma turma de 2º ano do ensino médio de uma escola da rede pública parceira do Subprojeto PIBID/FÍSICA UFOPA em Santarém, região oeste do Pará. Foi desenvolvida em cinco etapas: Planejamento da atividade; Estudo do tema; Elaboração do roteiro do vídeo; Produção do vídeo; e Socialização e avaliação da atividade. Foram produzidos cinco vídeos em que os alunos tiveram liberdade na criação do roteiro, foram estimulados a explorar situações do cotidiano e a utilizar de experimento. Ao final da atividade os estudantes produziram relatos discorrendo sobre os aspectos positivos e desafios enfrentados, aprendizagens, modificação do interesse pela disciplina, além de sugestões de melhoria na atividade. A partir desses relatos foi realizada a análise qualitativa visando identificar o que foi modificado na relação do aluno com a disciplina de física. Verificamos que a atividade possibilitou vivenciar a aprendizagem prazerosa da física; melhor compreensão de conceitos abordados; observar a presença da física em seu cotidiano; desmistificar a visão da física voltada apenas ao formalismo matemático, fatores estes que consideramos ter contribuído na melhoria na relação dos estudantes com a disciplina física.
Palavras-chave: Produção de vídeos, PIBID, Física, Ensino médio.
## Introdução
Devido aos vários problemas relacionados à formação de estudantes da educação básica, tem-se buscado novas metodologias a serem utilizadas na sala de aula, a fim de que se obtenha resultados mais eficientes, sobretudo na melhoria do envolvimento dos estudantes com o processo de ensino-aprendizagem que, incluí a relação destes com as disciplinas de estudo.
No ensino de física o quadro que se apresenta em muitas escolas de nível médio é de um ensino voltado para a transmissão de conhecimento desvinculados da realidade, que visa a preparação para o vestibular, que dá ênfase a resolução de exercícios e a memorização de fórmulas (MENEZES, 2003). Segundo Bonadiman e Nonenmacher (2007) o que se observa de um modo geral, é que se aprende pouco da Física e, o que é pior, se aprende a não gostar dela.
Somando-se a isso, os estudantes já entram no ensino médio com uma visão pessimista e atemorizada do estudo da física, muitas vezes devido a troca de
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informações com egressos deste nível de ensino. Ao se depararem com um ensino tradicional, a aversão pela disciplina é ainda mais reforçada, predominando nos estudantes uma concepção da física como um 'bicho de sete cabeças', 'um monstro', uma disciplina muito difícil (ATAÍDE, 2005).
Para Bonadiman e Nonenmacher (2007) apenas a mudança da metodologia no ensino de física já favoreceria o enfrentamento de grande parte dos desafios da sala de aula, principalmente os relacionados ao gostar e aprender nesta ciência. Para os autores o aprender em física relaciona-se dentre outras variáveis com 'o gostar, e o gostar tem muito a ver o modo como a física é ensinada e, particularmente, com as ênfases veiculadas no fazer pedagógico do professor' (Ibid, p.199).
Com base nesse cenário o subprojeto PIBID/FÍSICA da Universidade 1 Federal do Oeste do Pará - UFOPA desenvolve atividades que têm por objetivo promover a formação inicial de professores através da interação com a comunidade escolar; possibilitar a identificação de necessidades do processo ensino aprendizagem e possíveis melhorias na disciplina física; promover o reconhecimento de conhecimentos físicos como transformadores sociais; além de incentivar a postura reflexiva nos bolsistas, professores supervisores e comunidade escolar. Como propostas metodológicas trabalhadas no subprojeto estão: Ensino de Física Através de Temas (EFAT); utilização de vídeos em aulas de física; experimentação com materiais alternativos e/ou de baixo custo; utilização de história da ciência em aulas de física; resolução de problemas no ensino de física; trabalho com projetos; teatro em sala de aula; debates e júri simulado em aulas de física; utilização de textos de divulgação científica nas aulas de física; e a temática ambiental no ensino de física (UFOPA, 2011).
Neste trabalho temos por objetivo analisar as contribuições do desenvolvimento de uma atividade de produção de vídeos sobre o conteúdo de ondulatória e desta evidenciar aspectos que indicam melhorias na relação dos estudantes com a disciplina de física.
## A produção de vídeos em sala de aula
O vídeo como metodologia de ensino é apresentado como um grande apoio para o processo ensino e aprendizagem, principalmente para os estudantes, dado que as situações demonstradas no vídeo fazem parte da realidade do aluno, que lhes são agradáveis e significativas, tornando-se mais que uma ferramenta de pesquisa (DALLACOSTA et all, 2004). Para professores de física os vídeos podem facilitar na apresentação de conceitos abstratos ou até na exibição de um experimento cuja montagem seja difícil ou inviável em sala de aula (SARTORI e RAMOS, 2007).
A utilização dos vídeos não se restringe ao papel de apoio no processo ensino e aprendizagem. A produção de vídeos em sala de aula vem sendo estimulado como nova forma de expressão do saber em física, tal como é expresso
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nas Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN + (BRASIL, 2002). Isto significa que eles podem ser utilizados como recurso para representação e sistematização da aprendizagem que foge da usual, caracterizada pelo excesso de formalismos centrados na linguagem matemática. Neste sentido Burmark (2004 apud DALLACOSTA et all, 2004) afirma que o uso de vídeo pode ser uma das alternativas possíveis para tornar as propostas escolares mais atraentes, pois os estudantes se mostram mais dispostos a aprender quando são produtores dos vídeos, tornando-se os dramaturgos, atores e/ou desenhistas em caso de animações.
Pereira e Barros (2010) defendem a produção independente de vídeos pelos próprios estudantes, uma vez que esta estratégia 'é uma possibilidade de inovação, à medida que representa uma proposta atraente para a sala de aula onde os alunos estão habituados, via de regra, à comunicação unidirecional do professor' [p.3]. Por outro lado Filipecki e Barros (1999) defendem que a produção de vídeos pode ser considerada pelos estudantes uma boa estratégia para melhorar as aulas de laboratório, e se pautam em três aspectos que nortearam suas escolhas para a construção de uma nova proposta para atividades práticas:
- a) fosse compatível com as condições existentes na escola (objetivo conjuntural);
- b) pudesse contribuir para aprendizagem dos conceitos físicos (objetivo cognitivo);
- c) motivasse os alunos a elaborar, desenvolver e interpretar atividades experimentais (objetivo motivacional). (FILIPECKI e BARROS, 1999, p. 3).
Utilizando a ferramenta - câmera de vídeo - que está presente no cotidiano dos estudantes, os autores obtiveram êxito em seu projeto, principalmente no que tange a motivação dos estudantes para a prática experimental (FILIPECKI e BARROS, 1999).
Buscamos neste trabalho a análise de uma atividade de produção de vídeos sobre ondulatória por estudantes com vistas a identificar mudanças na relação com a disciplina de física a partir da realização da atividade.
## Metodologia
A atividade aqui apresentada foi desenvolvida com 32 estudantes de uma turma do 2º ano do ensino médio de uma escola da rede pública. A escola situa-se as margens da BR 163 na zona rural do município de Santarém, região oeste do Pará, Amazônia brasileira. A atividade teve como objetivo a produção de vídeos com tema Ondulatória por estudantes sob a orientação de três bolsistas de iniciação a docência e um de supervisão. A atividade ocorreu no segundo semestre letivo do ano de 2013 e as aulas aconteciam no horário regular da disciplina de física e também no contra turno.
A atividade foi desenvolvida em cinco etapas - Planejamento da atividade; Estudo do tema; Elaboração do roteiro do vídeo; Produção do vídeo; e Socialização e avaliação da atividade - conforme o detalhamento abaixo:
## 9 Etapa 1: Planejamento da atividade
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Nesta etapa os bolsistas reuniram com o professor supervisor e em consenso optaram em desenvolver a atividade de ensino com a produção de vídeos. Um dos fatores que motivaram a escolha foi o professor já ter desenvolvido a metodologia em anos anteriores, o que gerou uma cobrança dos estudantes quanto a realização da atividade. O consenso por parte dos bolsistas deu-se pela oportunidade de experiência com metodologia até então não desenvolvida pelos mesmos.
Após a escolha da estratégia, os bolsistas realizaram pesquisa bibliográfica de artigos e dissertações sobre produção de vídeos no ensino de física. Estes materiais auxiliaram tanto na fundamentação teórica do planejamento, quanto na apropriação da metodologia.
A ultima atividade desta etapa foi a produção de materiais pedagógicos a serem utilizados as aulas, tais como: multimídias, apostilas com orientações, etc.
## 9 Etapa 2: Apresentação da estratégia e estudo do conteúdo
A primeira atividade realizada foi uma breve palestra em multimídia apresentada pelos bolsistas contendo visão geral do conteúdo de ondulatória, os passos para a produção de vídeo, modelo de texto discursivo-argumentativo, dinâmica trilha do conhecimento e os conteúdos de ondulatória que deveriam ser abordados nos vídeos. Após a apresentação, a turma foi dividida em 6 grupos, em que foi definido uma parte do conteúdo para cada grupo. Em seguida solicitou-se que os estudantes iniciassem realização de pesquisa bibliográfica para que no encontro seguinte fosse produzido texto dissertativo-argumentativo sobre o conteúdo pesquisado.
Um dos desafios enfrentados na atividade foi a aversão dos estudantes a leitura. Para estimular esta prática foram realizadas atividades como a produção de perguntas e respostas, produção de texto discursivo-argumentativo e dinâmica trilha do conhecimento. Esta dinâmica consistiu em um jogo de tabuleiro em tamanho grande em que se enfrentavam duas equipes por vez, ganhava o jogo quem conseguisse acertar a maior quantidade de questões para avançar 'casas' e chegar ao fim do tabuleiro. Apesar de ter sido uma dinâmica relativamente simples surtiu bastante efeito quanto o estimulo ao estudo do conteúdo, pois os estudantes mostraram esforço em responder as questões corretamente para vencer o jogo.
## 9 Etapa 3: Elaboração do roteiro do vídeo
Após estudo do tema e com auxilio de um texto com orientações disponibilizado pelos bolsistas, os estudantes iniciaram a elaboração de roteiro escrito, que deveria conter a descrição das cenas a serem reproduzidas nos vídeos, ambientação, personagens, diálogos, narração e outros dados pertinentes préfilmagem.
## 9 Etapa 4: Produção do vídeo
Como cenário para a produção dos vídeos, os estudantes utilizaram tanto o espaço físico da escola, quanto ambientes alternativos. Na escola gravaram na sala de aula, ilustraram fenômenos ondulatórios no balanço do parque infantil, além de lugares alternativos como casas e praia. A maioria das gravações foi acompanhada pelos bolsistas.
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A edição do vídeo foi realizada por um bolsista juntamente com os estudantes através do programa Windows Live Movie Maker. Realizou-se neste momento cortes de cenas, inserção de trilha sonora, imagens, etc.
## 9 Etapa 5: Socialização e avaliação da atividade
Todos os vídeos produzidos foram socializados com a comunidade escolar através da exibição em evento de culminância das atividades da disciplina. A avaliação consistiu na análise dos textos dissertativos, do trabalho de perguntas e respostas, da participação na trilha e dos vídeos produzidos. Os vídeos foram avaliados a partir dos seguintes critérios: coerência com o conteúdo prédeterminado; Criatividade; Enredo; Contextualização do tema; Utilização de experimentos e Duração.
Para finalizar a atividade solicitamos que os alunos produzissem relato escrito individual abordando as aprendizagens, dificuldades encontradas, sugestões de melhoria e avaliação da atividade. Dos 32 alunos participantes, apenas 19 escreveram e entregaram os relatos individuais.
## Resultados
Das seis equipes que participaram da atividade, apenas cinco conseguiram finalizar e entregaram os vídeos produzidos. Destes dois eram referentes ao subtema oscilações, dois sobre acústica e um sobre ondas. A descrição detalhada de cada vídeo está apresentada no quadro 1 a seguir:
Quadro 01: Detalhamento dos vídeos produzidos
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## Mudanças de relação dos estudantes com a disciplina de Física
Na analise qualitativa dos relatos produzidos pelos estudantes verificamos a recorrência de indícios de melhoria na relação dos estudantes com a disciplina de física. Tais indícios foram organizados em quatro categorias, a saber: a ) O interesse pela disciplina; b) Aprendizagem dos conteúdos; c) Articulação entre o conhecimento inerente a disciplina e o meio em que vive; e d) Percepção do significado dos conteúdos.
## a) O interesse pela disciplina
Percebemos que a atividade de produção de vídeos despertou o interesse dos estudantes em estudar física, tal como expressam:
E11 Foram várias (contribuições) que nos faz ter um interesse a mais na disciplina de física e faz também com que todos da turma tenham um interesse e um desempenho maior nas aulas.
E14 Eu, por exemplo, não sabia, mas aprendi cada coisa interessante. Sabe depois que eu participei do vídeo-aula eu me interessei melhor por física.
De acordo com Lourenço e Paiva (2010) as metodologias que vão ao encontro dos interesses dos estudantes e/ou atendem a sua realidade os levam a realizarem as tarefas e participarem mais motivados das atividades. Desta forma, a fala ' (...) depois que eu participei do vídeo-aula eu me interessei melhor por física'
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do estudante E14 evidência a contribuição que a produção do vídeo trouxe para a aproximação do estudante com a física.
## b) Aprendizagem dos conteúdos
Esta categoria faz referência em como as estratégias diferenciadas com uso dos vídeos no ensino de física contribuem na aprendizagem dos estudantes. Dois estudantes comentam sobre isso:
E1 ...não sabia nada sobre o assunto abordado e ao longo do período (da atividade) eu entendi.
E12 O lado positivo desse desenvolvimento é que aprendemos melhor.
As falas indicam melhoria no que concerne a compreensão do conteúdo.
## c) Articulação entre o conhecimento inerente a disciplina e o meio em que vive
Esta categoria esta relacionada com a percepção dos estudantes sobre como os conteúdos abordados estão relacionados com o cotidiano.
E8 ...fez com que eu, todos da equipe e a turma a ver a física no nosso diaa-dia.
E13 ...depois do vídeo deu para aprender que a física faz parte da nossa vida.
Do que expressam os estudantes podemos observar que a estratégia metodológica está em consonância ao que recomendam o PCN+ (BRASIL, 2002) para a disciplina de física no que tange a proporcionar aos jovens o ensino a partir de seu mundo vivencial, pois estes indicam que conseguiram correlacionar os conteúdos com situações e fenômenos que fazem parte do seu cotidiano.
## d) Percepção do significado dos conteúdos
Esta categoria evidenciou a percepção dos alunos quanto a compreensão conceitual da Física em detrimento da centralidade no seu formalismo matemático:
E2 ...a Física não é feita somente de cálculos, mas também uma forma de explicar os fenômenos que ocorrem a nossa volta.
Percebemos evolução quanto à desmistificação de que a física é apenas centrada em cálculos matemáticos, tal como expressa o estudante E2 evidenciando que houve passagem da concepção voltada para o formalismo matemática para a concepção de uma física conceitual associada a explicação de fenômenos do cotidiano.
## Considerações finais
Na analise dos relatos produzidos pelos estudantes observamos que para estes a atividade foi divertida; a metodologia utilizada proporcionou melhor compreensão de conceitos e fenômenos físicos abordados; possibilitou o relacionar os conhecimentos inerentes a disciplina física aos conceitos e fenômenos do cotidiano; propiciou desmistificar a visão da física voltada apenas ao formalismo matemático; além de contribuir para o aumento do interesse pela disciplina.
A atividade também possibilitou que os alunos exercessem a criatividade, o trabalho em equipe, a realização de pesquisa bibliográfica, bem como a produção
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textual. A partir da analise dos vídeos observamos indícios de aprendizagem significativa nos diálogos produzidos pelos alunos e nas situações utilizadas para contextualizar os conceitos físicos.
## Referências
ATAÍDE, A. R. P.; PAULINO, A. R. S.; SILVEIRA, A. F.; BENTO, E. P. Física, o 'monstro' do ensino médio: a voz do aluno. In: SIMPÓSIO NACIONAL DO ENSINO DE FÍSICA, 16., Rio de Janeiro. Anais ... Rio de Janeiro: SBF, 2005. Disponível em: <http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xvi/cd/resumos/T0138-1.pdf>. Acesso em: ago 2014.
BONADIMAN, H.; NONENMACHER, S. E. B. O gostar e o aprender no ensino de Física: uma proposta metodológica. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , Florianópolis, v. 24, n. 2, p. 194-223, ago. 2007. Disponível em: < https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/1087/843 >.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais + (PCN+) - Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Brasília: MEC, 2002.
DALLACOSTA, A. et al. O Vídeo Digital e a Educação. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, 15., Manaus. Anais... Manaus: SBC, 2004. Disponível em: <http://www.br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/view/343/329>. Acesso em: junho de 2014.
FILIPECKI, A. T.; BARROS, S. S. Uma nova estratégia para o laboratório de física no 2º grau: elaboração de vídeos pelos estudantes. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, 2., Valinhos: ABRAPEC, 1999. Disponível em:
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LOURENÇO, A. A.; PAIVA, M. O. A. A motivação escolar e o processo de aprendizagem. Ciências e Cognição , Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 132-141, 2010. Disponível em: <
http://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/313/195> . Acesso em: junho de 2014.
MENEZES, P. H. D. Tradição e inovação no ensino de física: grupos colaborativos de professores dando estabilidade a mudança. 2003. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-graduação em Educação: conhecimento e inclusão social, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2003.
PERREIRA, M. V.; BARROS, S. S. Analise da produção de vídeos por estudantes como uma estratégia alternativa de laboratório de física no Ensino Médio. Revista Brasileira de Ensino de Física , São Paulo, v. 32, n. 4, 4401, 2010. Disponível em: <http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/324401.pdf>. Acesso em: junho de 2014.
SARTORI, A. F.; RAMOS, E. M. F. Ferramentas audiovisuais como instrumento no Ensino de Física. In: SIMPOSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 17., São Luis. Atas... São Luis: SBF, 2007. Disponível em:
<http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xvii/atas/resumos/T0263-2.pdf>. Acesso em: junho de 2014.
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UFOPA. Práticas diferenciadas no ensino de Física: articulações universidade- escola-sociedade. Projeto Educação para integração da Amazônia. Santarém: ICED. 2011.
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