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Uma Proposta do Uso de Paródias no Ensino de Física

A. B. Paiva, D. P. Campidelli, G. S. Reis, I. C. Charret, M. S. B. Oliveira, M. J. L. Hermeto, G. A. Passos

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXI
Ano
2015
Data
27/01/2015
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## UMA PROPOSTA DE USO DE PARÓDIAS NO ENSINO DE FÍSICA

A. B. Paiva 1,3 , D. P. Campidelli 1,3 , G. A. Passos 2,3 , G. S. Reis 1,3 , I. C. Charret , M. S. B. Oliveira 1 1,3 , M. J. L. Hermeto 1,3

- 1 Universidade Federal de Lavras/Departamento de Ciências Exatas/iraziet@dex.ufla.br
- 2 Bolsista CAPES do PIBID Física da UFLA/E. E. Dora Matarazzo/gessileiapassos@gmail.com

## Resumo

Este trabalho, realizado pelo Grupo PIBID Física da UFLA, na Escola Estadual Dora Matarazzo, surgiu a partir de uma sugestão de se realizar um concurso de bandas, ou show de talentos, envolvendo todas as turmas do ensino médio da escola, para que os alunos usassem o que eles haviam aprendido em sala de aula, durante o primeiro bimestre de 2014. O principal objetivo era que eles usassem o que aprenderam em sala de aula para elaborar a letra de uma música, abordando o conteúdo de Física visto até aquele momento. Os grupos deveriam utilizar, na elaboração da letra, termos específicos da matéria estudada, de forma a explicar o conceito físico envolvido. Durante a confecção das letras, ocorreram reuniões com os alunos no período da tarde, onde os bolsistas discutiram, desde regras de métrica, tempo, divisão silábica das palavras para adequação à música, até conceitos fundamentais de Física que deveriam ser usados, com a discussão de concepções físicas e a elaboração de frases chaves específicas da música. Também foi disponibilizado um canal específico de orientação através da rede social Facebook. Ao final, foi realizado um evento na hora do intervalo, no pátio da escola, com a apresentação de vários grupos, previamente selecionados através das apresentações em cada uma das turmas.

Palavras-chave : paródia; ensino de física; PIBID; avaliação

## Introdução

O trabalho do professor em sala de aula não é tarefa simples. Trabalhando com o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID, financiado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e com o apoio do MEC (Ministério da Educação), nas escolas estaduais de Lavras, inúmeras são as oportunidades de se colocar em evidência essa afirmativa. Além das condições de trabalho serem precárias, na maioria das vezes, o professor é posto à prova diariamente. O grande desafio é mostrar aos estudantes qual a importância em se aprender Física, ou qualquer outro conhecimento. Mostrar a eles de que forma esse aprendizado pode interferir na sua vida presente e futura. Valorizar esse processo é, talvez, o maior desafio enfrentado por quem está em sala de aula hoje.

O PIBID Física da Universidade Federal de Lavras - UFLA, organizado em da um atuando em uma escola estadual, enfrenta esse desafio, juntamente com seus professores supervisores, cada um deles vinculado a uma dessas escolas. A expressão 'aprender não é brincadeira' é utilizada com muita frequência nas salas de aula. Por trás dessa afirmativa se encontra uma separação entre o processo de aprendizagem e um processo de diversão, como se não fosse possível haver diversão enquanto ocorre a aprendizagem. Na E. E. Dora Matarazzo,

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26 a 30 de janeiro de 2015

o grupo de trabalho responsável pelas atividades na escola, após desenvolver diversas atividades ao longo do primeiro bimestre de 2014, em sala de aula e em conjunto com a supervisora, elaborou uma proposta de atividade baseada na construção de paródias que abordassem o conteúdo específico das três séries do ensino médio (EM), numa tentativa de atrelar a aprendizagem a algo vinculado à diversão, ao lúdico.

Alguns autores relatam os resultados do uso da música como uma metodologia eficaz no processo de ensino-aprendizagem de conteúdos diversos. Silva (2011) faz um relato do uso da música no ensino de Química; já Silva (2012) apresenta um relato do uso de paródias no ensino de temas de Física. Em ambos os casos, um dos objetivos era envolver o conteúdo em uma atividade que tornasse mais dinâmica a sala de aula, quebrando o tradicionalismo presente, em geral, nestes ambientes, através do uso de uma atividade lúdica, que propiciasse um momento de descontração no ambiente escolar. Ambos obtiveram resultados que mostram uma maior apropriação do conhecimento com o uso dessa metodologia, além de uma ampliação do envolvimento dos estudantes com a disciplina como um todo. A ludicidade pode ser apontada como o fator que desperta esse interesse pelo conteúdo trabalhado, além de aumentar o grau de socialização da turma.

Com o objetivo de despertar o interesse e motivar os estudantes, foi elaborada e desenvolvida a proposta aqui descrita - usar a elaboração de paródias para avaliar o aprendizado de conteúdos de Física nas três séries do EM, ao final de um bimestre de trabalho.

## Fundamentação Teórica

De acordo com os PCN's (BRASIL, 2000), a educação deve ter como uma das suas metas formar cidadãos críticos e integrados na sociedade, capazes de interagir e participar coletivamente do processo de construção do conhecimento. Nesse sentido, a utilização de atividades lúdicas (RAMOS, 2004) tem potencial para gerar um ambiente de troca de experiências entre estudantes e entre estudantes e professor, capaz de produzir um processo de desenvolvimento do conhecimento potencialmente significativo, de acordo com a Aprendizagem Significativa, proposta por Ausubel (MOREIRA, 2000).

Ramos (2004) nos diz que a ludicidade decorre da interação do sujeito com um dado conhecimento, sendo portanto subjetiva. Quando o sujeito está diante de algo novo, que o desafia, surge uma oportunidade para a aprendizagem através da ludicidade. Essas oportunidades podem ser criadas através do uso de jogos, brincadeiras, ou da música.

Na perspectiva de uma aprendizagem sociointeracionista, Vygotsky coloca que o conceito de atividade é central. A partir da interação do sujeito, mediada por uma ação, no caso, por uma atividade, é que se dá a aprendizagem (OSTERMANN, 2010). Essa ação pode ser desenvolvida através de uma atividade lúdica, permitindo que o estudante e o professor vivenciem situações de aprendizagem prazerosas. Não é preciso que o ambiente escolar seja grave e carrancudo, como aponta Ramos (2004). Isso não significa que a escola deva ser transformada em um parque de diversões, apesar de que isto, de vez em quando, faria bem às pessoas envolvidas!

A música pode representar um importante elo entre o aluno, o professor e o saber científico. Vive-se num mundo imerso em conteúdos midiáticos, envolvidos em

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sons. Isso faz parte do dia a dia dos estudantes. Fazer uso desse recurso pode permitir o desenvolvimento de novas formas de expressão por parte dos alunos, evidenciando novas habilidades e potencialidades que, dentro de uma metodologia mais tradicional, não teria espaço para se manifestar.

## Metodologia

A atividade foi realizada na Escola Estadual Dora Matarazzo, em quatro turmas do primeiro ano, três turmas do segundo ano e duas turma do terceiro ano, todas do Ensino Médio. Foram trabalhados os seguintes conteúdos: Cinemática e Leis de Newton, no primeiro ano, Termometria no segundo ano e Eletrostática no terceiro ano. Essa atividade foi desenvolvida em três partes: i) divulgação da proposta em sala de aula, ii) reuniões para orientação, no contra turno escolar e iii) apresentação das paródias.

Na etapa de divulgação da proposta, os bolsistas exibiram um vídeo elaborado pelo PIBID de Física da Universidade Federal de Viçosa (UFV) onde os alunos explicavam conteúdos sobre a Lei de Ohm , tendo como tema a música 'Até 1 o fim', de autoria do grupo Engenheiros do Hawai.

Após a exibição do vídeo, foram apresentadas as regras para a elaboração da atividade, que consistiram em:

- 1. A apresentação da paródia deveria ser acompanhada por um fundo musical. Poderiam ser utilizados playback, instrumentos musicais, MID's, etc.
- 2. A avaliação teria como foco a análise da adequação da letra e da métrica utilizadas.
- 3. Não seria obrigatório o uso de fórmulas nas letras das paródias. Os conteúdos físicos envolvidos poderiam ser explicados de forma apenas conceitual.
- 4. Cada música poderia ter, no máximo, quatro minutos de duração.
- 5. Se fosse detectada cópia (plágio) de paródias já existentes na internet, por exemplo, ou de qualquer outro lugar, o aluno perderia os pontos destinados a essa atividade.
- 6. A paródia que não fosse apresentada no dia marcado não seria avaliada.

Os bolsistas dividiram a turma em seis grupos, contendo em média seis integrantes cada grupo. A princípio, em todos os grupos, pelo menos um aluno deveria saber tocar algum instrumento e foi este o critério de organização dos grupos. Nos grupos nos quais isso não ocorreu, o bolsista responsável pela orientação do grupo deveria saber tocar algum instrumento.

Durante quatro quartas-feiras, das quinze às dezessete horas, os bolsistas se reuniram na escola para auxiliar os grupos sob sua responsabilidade, caso eles precisassem de ajuda, tanto no desenvolvimento do conteúdo quanto na elaboração da música. No processo de criação das letras, ocorreram reuniões com os alunos

1

GLYPH<31> Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=xjr-GZnEWYg, acessado em 16 de junho de 2014.

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no período da tarde, onde os bolsistas discutiram desde regras de métrica, tempo, divisão silábica das palavras para adequação à música, até conceitos fundamentais que deveriam ser usados, com discussão das concepções físicas envolvidas e elaboração de frases chaves específicas da música.

A apresentação constou de uma atividade em sala de aula, com todas as paródias sendo apresentadas e avaliadas e uma apresentação no pátio da escola, com as paródias previamente selecionadas, através da avaliação do conteúdo e da forma. Essa avaliação foi realizada pelos bolsistas, juntamente com a supervisora e a professora orientadora.

Para as apresentações em sala de aula, cada grupo ficou responsável por providenciar o fundo musical. Os grupos que continham algum integrante com aptidão musical, puderam utilizar desse recurso. Os grupos que não tinham ninguém que tocasse algum instrumento, foram instruídos a usar um playback, não ficando assim vinculados a existência de alguém no grupo com aptidão musical. Logo após as apresentações em sala de aula, foi feita a avaliação das paródias. As selecionadas deveriam ser apresentadas à toda a escola, em um horário reservado para isso.

As paródias apresentadas foram utilizadas como parte da avaliação do segundo bimestre do ano letivo de 2014, em todas as séries do ensino médio da escola, inclusive nas turmas para as quais a professora supervisora não dava aulas, envolvendo o outro professor de Física da escola, não participante do PIBID.

## Resultados

No decorrer da atividade, foram identificados diversos pontos importantes para o processo de ensino-aprendizagem, tais como: motivação, interesse e comprometimento com o processo, sistematização, síntese e apropriação dos conceitos físicos abordados. Estes mesmos pontos foram identificados mesmo nos alunos que, a princípio, se mostravam desinteressados e desmotivados. Durante as apresentações em sala de aula, houve uma quebra da timidez de alguns estudantes, o que é de grande importância, tanto para a vida escolar quanto para a formação social do indivíduo, aumentando o grau de socialização dentro das turmas.

A primeira reunião para auxiliar os grupos acabou tendo um caráter de pontapé inicial, não sendo muito produtiva, pois os alunos ainda estavam um pouco perdidos quanto a dinâmica de trabalho, principalmente no que diz respeito à elaboração das letras. Também pode-se observar que eles ainda não tinham criado um envolvimento com a atividade proposta.

No geral, boa parte dos alunos esteve presente na maioria das reuniões de orientação, as quais foram bastante produtivas para esses grupos.

Depois de concluídas as apresentações em sala de aula e no evento final, foi realizada uma avaliação da atividade.

Com relação às letras das paródias, algumas foram consideradas boas e outras regulares, tendo como indicador os conceitos físicos empregados. Um exemplo é a música Malha Força , paródia da música Vira de Ladinho , de autoria do compositor MC Andinho, elaborada por um dos grupos do terceiro ano, apresentada a seguir e onde foi preservada a ortografia original.

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## 'Malha Força (Malha Funk)

Vamos falar da força eletrica , que manifesta a atração, a repulsão da natureza, e vamos dar explicação.

Essa relação que coulomb fez, que a intensidade de força eletrica aumenta os valores de cargas maiores, diminuindo a distancia .

Cargas iguais geram a repulsão e as diferentes atração, não é dificil de esquecer é so lembrar daquela frase lá, que os opostos se atraem, fica melhor pra entender.

Cargas iguais geram a repulsão e as diferentes atração, não é dificil de esquecer.

Lembra da regra que coulomb ensina, que essa parodia mostrou e hoje cantamos pra você!

Essa relação que coulomb fez, que a intensidade de força eletrica aumenta os valores de cargas maiores diminuindo a distância.'

Um ponto negativo observado durante o processo foi a constatação de plágios cometidos por alguns alunos. Eles baixaram vídeos da internet e utilizaram na apresentação em sala de aula, mesmo conhecendo as regras. Esse fato deve ser previsto e evitado nas futuras aplicações desta metodologia, com uma maior preocupação com relação aos esclarecimentos e discussões sobre plágio e as suas consequências.

Apesar da proposta inicial ser a elaboração de paródias, dois grupos preferiram compor sua própria música, mostrando com isso como uma atividade diferenciada pode trabalhar com outras habilidades que não apenas aquelas tradicionalmente abordadas em sala de aula. Abaixo temos a transcrição de uma música autoral, elaborada por um grupo do segundo ano, onde também foi preservada a ortografia original.

## 'Entre linhas de tren

Todo dia quando acordo obiservo a linha do tren de manhã de um jeito de tarde de outro e penso o que acontece Mas um dia eu aprendi que aquilo não era iluzao era apenas uma dilatação Se a temperatura aumenta uma transformação vai rolar em qualquer material vai dilatar devido ao calor E você preste atenção no

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termômetro pois la tem dilatação só obiserva bem'

Na perspectiva do professor, temos o seguinte depoimento:

'Os alunos se mostraram mais dóceis e abertos para interagir nas aulas seguintes. Toda a matéria do quadro era cantada pelos alunos… alguém sempre fazia uma frase musical com o que estava escrito no quadro, logo após a explicação da matéria, o que demonstra maior participação e entusiasmo pelos conteúdos abordados. Percebi que alguns alunos que não se interessavam por Física, depois da atividade das paródias demonstraram estar gostando da matéria.'

Já na perspectiva dos alunos, temos o seguinte relato de um dos estudantes:

'Esses conceitos eu nunca mais vou esquecer, porque toda vez vou lembrar da música… esses conceitos vão ficar pra sempre na minha memória.'

Durante a apresentação final, vários grupos, envergonhados, não quiseram apresentar suas paródias para a escola toda, ainda mais porque estavam sendo filmados , argumentaram alguns deles. Sendo assim, os grupos que se dispuseram a realizar a apresentação, tiveram mais tempo e puderam, até mesmo, repetir a sua apresentação.

## Conclusão

A utilização de paródias como estratégia de ensino se mostrou relevante, tanto para o processo ensino-aprendizagem quanto para a socialização da turma. Houve um aumento considerável na participação dos alunos nas aulas e a média bimestral dos estudantes foi maior do que em períodos anteriores. Esta metodologia deverá ser utilizada ao longo dos próximos bimestres pelo professor. O seu uso em outras disciplinas também será incentivado, como uma atividade diferenciada e integrada, permitindo um trabalho com características interdisciplinares. Em especial, pretende-se envolver o professor de português, visto que um dos maiores problemas observados diz respeito à redação, com vários problemas de ortografia e concordância gramatical sendo detectados nos trabalhos dos alunos.

Na elaboração da música o aluno precisa compreender o conteúdo, relacionando adequadamente os diversos conceitos envolvidos. Para isso foi permitido utilizar o livro didático (SILVA, 2010) como forma de apoio e ainda tirar dúvidas com o professor e com os bolsistas. Isso aumentou o uso do próprio livro didático por parte dos alunos que, de modo geral, só o fazem quando o professor solicita explicitamente tal uso.

Um aspecto que pode ser destacado na utilização das paródias foi a possibilidade de que os alunos que tocam algum instrumento contribuíssem com essa habilidade na execução da atividade. Essa possibilidade acabou permitindo a eles que explorassem este talento no desenvolvimento da sua paródia, promovendo um caráter cultural à atividade.

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Mesmo para os alunos mais tímidos, observou-se uma motivação em apresentar a paródia para os colegas de classe e, mesmo, para o público geral da escola. Ou seja, não é essencial que o aluno seja desenvolto para realizar determinada tarefa; ele pode ser tímido, mas isso pode ser superado pelo prazer que a atividade proporciona. Portanto, este tipo de atividade possui um potencial integrador na turma, essencial para gerar um ambiente de aprendizagem mais estimulante.

## Agradecimentos

Os bolsistas agradecem a CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior pelo apoio com o pagamento das bolsas dos licenciandos e da supervisora.

## Referências

MOREIRA, Marco Antonio. Subsídios Teóricos para o Professor Pesquisador em Ensino de Ciências: A Teoria da Aprendizagem Significativa , Porto Alegre, 2009.

OSTERMANN, Fernanda, CAVALCANTI, Cláudio José de Holanda. Teorias de Aprendizagem - texto introdutório , UFRGS, 2010.

RAMOS, Eugênio Maria de França, FERREIRA, Norberto Cardoso. Brinquedos e Jogos no Ensino de Física , in: NARDI, Roberto (org). Pesquisas em Ensino de Física, 3 edição, UNESP, São Paulo: Escrituras Editora, 2004. ª

SILVA, Claudio Xavier e BENIGNO, Barreto Filho. Física aula por aula, vol. 1, 2 e 3. São Paulo: Editora FTD, 2010.

SILVA, Rafael Cristian, BARROS, Marcos José. Utilização da Música como Ferramenta Pedagógica no Processo de Ensino-Aprendizagem em Turmas do Ensino Médio , 31º Encontro de Debates sobre o Ensino de Química, FURG, outubro de 2011.

SILVA, Marcelo Luiz. Paródia: uma estratégia metodológica no ensino de Física sobre trabalho e energia , Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Ciências Naturais, Instituto de Física, UFMT, 2012.

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