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COMO COMBINAR O USO DAS REDES SOCIAIS E DAS COMPETIÇÕES PARA ESTIMULAR O ENSINO DA FÍSICA: UM ESTUDO DE CASO

Maurício Ruv Lemes, Arnaldo Dal Pino Júnior

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XX
Ano
2013
Data
24/01/2013
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## COMO COMBINAR O USO DAS REDES SOCIAIS E DAS COMPETIÇÕES PARA ESTIMULAR O ENSINO DA FÍSICA: UM ESTUDO DE CASO

## Maurício Ruv Lemes 1 , Arnaldo Dal Pino Júnior 2

- 1 Faculdade Anhanguera de Taubaté / Dep. de Engenharia / ruvlemes@terra.com.br
- 2 Instituto Tecnológico de Aeronáutica / Dep. de Física / arnaldo.dalpino@gmail.com

## Resumo

Cooperação ou competição, experiência ou inovação, ensino tradicional ou ensino revolucionário, ênfase teórica ou ênfase prática. Controvérsias? Talvez sim, talvez não. A combinação de técnicas tradicionais às novas tecnologias pode produzir resultados altamente compensadores. Neste trabalho mostramos o estudo de um caso aplicado em uma escola do interior do estado de São Paulo. Lá, para estimular alunos do ensino médio a estudar e aprender Física, desde o primeiro dia de aula do 2º ano do ensino médio, são usados de forma combinada as redes sociais, tais como, Facebook, Twitter e blogs, as competições (iniciações tecnológicas) e metodologias ortodoxas. Os alunos são divididos em grupos compostos por um mínimo de 2 e um máximo de 6 membros. Em cada grupo existem funções distintas: líder, vice líder, moderador, responsável por internet, responsável por relatórios, auxiliares. No caso de grupos menores um mesmo aluno desempenha mais de uma função. Cada grupo é cadastrado na página de Física da escola e cria um blog que será utilizado para descrever suas atividades durante todo o ano. As atividades desenvolvidas por esses grupos, embora bastante diversificadas, podem ser classificadas em três tipos: (a) atividades de sala de aula, (b) atividades pela internet e (c) iniciações tecnológicas. Os resultados muito animadores alcançados mostram: i) aumento de interesse dos alunos que se reflete em participação espontânea até mesmo em dias não letivos; ii) melhoria no desempenho acadêmico com a consequente redução no número de reprovações; e iii) aumento no interesse pelos alunos às disciplinas relacionadas com as ciências exatas.

Palavras-chave : Competição, Redes Sociais, Ensino de Física.

## Introdução

Uma das grandes controvérsias existentes na prática da educação é que, por um lado, professores procuram fazer o máximo possível para ensinar seus alunos, e por outro lado, os alunos acham as aulas monótonas e maçantes. Muito vem sendo feito para modificar essa situação, por exemplo: a utilização de novas tecnologias computacionais [1]; projetos como PHET [2]; portal do professor [3]; utilização de placas 'Arduino' com a finalidade de envolver o aluno em projetos de programação e aplicação de conceitos físicos [4]; e a permanente busca por alternativas, tanto na formação de professores como nas técnicas de ensino dentro da sala de aula, por parte de pesquisadores da área de ensino em congressos como este.

Podemos citar alguns professores que em suas pesquisas demonstram esse quadro, como por exemplo o professor Eric Mazur, professor de Física Aplicada de Harvard, desde o início dos anos 90 faz pesquisas sobre o Ensino de Física e sobre as práticas educacionais mais eficazes para garantir que estudantes universitários

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20 a 25 de janeiro de 2013

dominem os conceitos e ideias da Física. Ao descrever um de seus projetos de pesquisa em andamento, ele questiona [5]:

O tempo na aula é um recurso precioso, mas quão frequentemente nós paramos para pensar sobre como ele deve ser usado? As atividades nas aulas devem meramente transmitir informações que já estão impressas nos livros-texto dos estudantes? Nossos estudantes realmente aprendem durante as aulas, ou eles simplesmente anotam freneticamente qualquer coisa que dizemos, na esperança de, de alguma forma, entender a matéria posteriormente?

A participação ativa dos alunos no processo é fundamental para que eles se desenvolvam na disciplina. Caso isso não ocorra a característica de anotadores de aula sempre se sobrepõe.

Também podemos destacar que os professores Marco Antonio Pires e Eliane Angela Veit já alertavam em 2006 que com a diminuição drástica da carga horaria de aulas de Física, a seleção de conteúdos considerados importantes, invariavelmente acaba provocando distorções. Em alguns casos, acontece uma abordagem tão superficial dos conteúdos que os estudantes têm a impressão que Física é um ramo da Matemática! Esta situação é mais flagrante quando o professor de Física não possui formação específica nesta ciência; fato recorrente especialmente no ensino público [6].

A mudança deste quadro, além de passar por uma qualificação de professores de Física para o Ensino, requer atitudes diferenciadas em sala de aula. Devemos explorar as novas tecnologias, sem esquecermos das boas experiências do passado, aquelas que já comprovaram ser relevantes para o crescimento do aluno. Esta postura, não somente na disciplina de Física, mas também em todas as ciências, pode até mesmo estimular este aluno a seguir seus estudos nas áreas de ciências.

Neste trabalho mostraremos um conjunto de ações, perfeitamente exequíveis para implantação em qualquer escola, que podem contribuir para a modificação do quadro de desânimo dos alunos frente à Física. Estas ações são aplicadas há quase 10 anos, com excelentes resultados, no ensino de Física numa escola do interior do estado de São Paulo.

## Competição de Física como Atividade Permanente

Visando modificar de forma ampla a participação do aluno nos estudos de Física, foram introduzidas em 2003, as Competições de Física. Elas ocorrem desde o primeiro dia de aula, quando todos os seus critérios, fases e particularidades são apresentados aos alunos. É importante mencionar que como ela é implantada a partir do 2 ano do Ensino Médio, os alunos que estudam na escola já aguardam de o forma entusiasmada o início da mesma, pois ela conseguiu dentro deste colégio o desenvolvimento de uma cultura que passa de veteranos para novatos.

A prática destas competições vem sendo constantemente aprimorada, de tal modo que o formato atual foi alcançado a partir de 2009. Nas versões iniciais, apenas uma parte das etapas, que serão apresentadas neste trabalho, eram aplicadas. A soma de ações modificaram várias situações dentro da escola, desde o desinteresse pela disciplina até a alta taxa de exame e reprovação da mesma, ou até mesmo aprovação, com baixo conhecimento de fenômenos físicos.

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## Metodologia

Os grupos são compostos por um mínimo de 2 e um máximo de 6 alunos (os próprios alunos se dividem). Em cada grupo existem funções distintas: líder, vice líder, moderador, responsável por internet, responsável por relatórios, auxiliares. No caso de grupos pequenos um mesmo aluno recebe mais de uma função. Cada grupo é cadastrado na página de Física da escola e cria um blog que será utilizado para descrever suas atividades durante o ano. As atividades desenvolvidas por esses grupos, embora bastante diversificadas, podem ser classificadas em três tipos: (a) atividades de sala de aula, (b) atividades pela internet e (c) iniciações tecnológicas.

- (a) Atividades de sala: a cada aula os grupos são questionados em relação às aulas anteriores e conteúdos da aula atual. Exercícios que são geralmente resolvidos individualmente, neste caso são resolvidos em grupo. Lançado o exercício pelo professor, os alunos se aproximam e resolvem em grupo, entregando para o professor em folha apropriada. São realizadas, também, atividades de simulações no laboratório de informática, com questionamentos preparados para serem respondidos através de e-mail ou formulários apropriados. É muito bom destacar que alguns alunos que não possuem facilidade na disciplina se destacam neste tipo de atividade.
- (b) Atividades pela internet: aos finais de semana, uma questão de Física Geral é colocada como desafio para os grupos responderem. Cada grupo pode enviar apenas uma vez essa questão. Geralmente a questão é colocada na rede no sábado e pode ser entregue até a tarde do domingo. Os primeiros a enviar recebem bônus no caso de acertarem. Existem também minimaratonas e maratonas de Férias, neste tipo de atividade os grupos ao invés de responderem apenas uma questão, possuem um número maior e possuem horário mais apertado para entrega, muitas vezes possuem 5 minutos para fazerem a entrega. E em alguns casos recebem a questão minutos antes da entrega.
- (c) Iniciações Tecnológicas: desenvolvimento de protótipos que estimulam o aprendizado dos conteúdos daquela série e desenvolvem o grupo na cooperação por superação de limites. São exemplos dessas atividades: a ponte de macarrão, o foguete à água, o carrinho com ratoeira, o guindaste com eletroímã, o robô gladiador, o telefone de latinha, o aeromodelo de hélice e elástico, o carrinho com bexiga, a catapulta, entre outros.

Todas essas atividades são realizadas e possuem como objetivo indireto a conquista de pontos por parte de cada grupo. O acerto produz pontos positivos e os erros pontos negativos. Durante todo o trimestre (ou bimestre, depende de cada escola), os alunos se envolvem e buscam a melhor classificação possível. No final do trimestre os primeiros colocados recebem pontos extras nas médias, mas os alunos que não conseguem boa classificação não perdem ponto algum em nota, deixando claro que a competição sempre está envolvida com os pontos extras.

- A única parte que envolve nota é a das Iniciações Tecnológicas, pois elas possuem relatórios e o mesmo possui valor de 0 a 9, sendo que 1 ponto faltante para 10, vem de uma prova mínima que é proposta aos grupos em cada atividade desse tipo [7].

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## Maratona

Durante uma semana das Férias de Julho os alunos participam de uma gincana de entrega de questões na internet. Essas questões são colocadas na internet através da página de física do colégio. Anúncio, dicas e pistas são colocadas no Facebook, através do perfil de Física do Colégio. São questões de conhecimentos gerais de ciências Físicas, como exemplo podemos citar:

Equipamento muito moderno para época, sendo colocado num avião. Qual é o nome deste equipamento? Descreva características do mesmo.

Figura 01: Ilustração de Questão da Maratona

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Questão dada na maratona de 2009, onde os buscadores de imagens na internet, basicamente não existiam, logo a busca era por palavras e a dificuldade muito grande. Essa maratona, que envolve uma semana, possui entrega de questões todos os dias. Algumas questões, para serem divulgadas, precisam da mobilização dos grupos nas redes sociais, pois a liberação é feita mediante um número de 'curtir' do Facebook numa postagem sobre a própria questão. Na maratona os grupos recebem pontos por envio no horário pedido e quanto mais rápido dentro desse horário enviar mais pontos recebe. Após uma semana temos o resultado final. As colocações transferem pontos para o Placar geral da competição.

As minimaratonas ocorrem no próprio período de aula. Geralmente elas são realizadas nos dias de reuniões de pais, pois nesse dia não existe aula, mas seria um dia letivo normal, então questões são divulgadas, através de redes sociais (neste caso facebook e twitter) e respondidas no período da reunião, normalmente 5 questões de hora em hora. Como os pais estão na escola, o retorno deles para este tipo de atividade é muito positivo, frases como 'Meu filho acordou muito cedo hoje para responder questões de Física', 'Meu filho está estudando sua matéria, mesmo hoje dia da reunião', 'Esse tipo de atividade mexe exatamente com o que eles gostam'.

Iniciações Tecnológicas (IT)

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Esta é a etapa mais antiga de nosso projeto, quando as competições se iniciaram, basicamente só haviam IT's.

Além de palestras sobre cada uma das IT's, suporte, Kits desenvolvidos por um grupo de veteranos que como um Conselho das IT's desenvolvem ideias e aperfeiçoam as já existentes, elas são amplamente divulgadas na internet pela página de Física da escola, Blog, Facebook e Twitter. Todos desenvolvem seus protótipos com o objetivo de atingir pelo menos uma prova mínima, o que faz com que todos possam atingir nota máxima na avaliação sem ter que ser o melhor naquela disputa. A seguir citaremos alguma delas, caracterizando o conteúdo, a prova mínima e uma pequena descrição.

## Foguete a Água

Conteúdos: Movimentos, Pressão, Hidrodinâmica, Leis de Newton, entre outros. Prova Mínima: Em qualquer teste na escola conseguir tempo de 5 s.

Existem várias categorias (400 ml, 600 ml, 1 l, 2 l e acima de 2l), os alunos desenvolvem um foguete a água com para quedas tendo objetivo de ficar o maior tempo no ar.

o

Série: 2 Ensino Médio

## Ponte de Macarrão

Conteúdos: Estática, Resistência dos Materiais. Prova Mínima: Resistir um fator de 10 (10 vezes o peso da própria ponte)

Existem vários tipos de competições que envolvem a ponte de macarrão, no nosso caso eles recebem 20 filetes de macarrão spaghetti número 8 (cortados ao meio) e um copo de café com apenas o fundo de cola branca. Os alunos possuem 50 minutos para construção da mesma que é fiscalizada por uma comissão de alunos das séries maiores e veteranos. Após a construção são colocados pesos sobre as pontes e vence a que resistir o maior fator, peso suportado dividido pelo peso da ponte.

Série: 2 Ensino Médio o

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Figura 02: Foguete a Água e Ponte de Macarrão

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## Carrinho movido à Ratoeira

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Conteúdos: Lei de Hooke, Leis de Newton, Movimento, Atrito, entre outros. Prova Mínima: Atravessar a pista, sem queimar em menos de 5 s.

Os carrinhos são construídos ou adaptados para usar uma ratoeira como propulsora. A ratoeira é igual para todos os grupos. O carrinho deve ter roda original e percorrerá uma pista de 3 m por 80 cm. A disputa ocorre como numa corrida de arrancadas, são duas pista lado a lado.

Série: 2 Ensino Médio o

## Guindaste com Eletroímã

Conteúdos: Estática, Corrente Elétrica, ddp, Magnetismo, Lei de Ohm, Força Magnética, entre outros. Prova Mínima: 100 clipes.

Guindastes construídos recebem um eletroímã que pode possuir apenas uma pilha (até 1,5 V). O objetivo é através do eletroímã suspenso por uma alavanca do guindaste, levantar clipes, vence o grupo que levantar o maior número de clipes.

Série: 3 Ensino Médio o

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Figura 03: Carrinho com Ratoeira e Guindaste com Eletroímã

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## Robô Gladiador

Conteúdos: Circuitos Elétricos, Movimento Circular, Movimentos, Lei de Ohm, Geradores e Receptores, entre outros. Prova Mínima: O Robô deve realizar um 8 de frente, um 8 de ré e estourar uma bexiga estática.

Os alunos constroem um robô (carrinho), com dimensões bem estabelecidas, acoplam espetos na parte da frente e levam no seu interior uma bexiga. O objetivo é estourar a bexiga do robô adversário. O carrinho é manipulado através de um controle remoto com fio.

Série: 3 Ensino Médio o

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Figura 04: Robô Gladiador

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As competições em sala no início trazem algumas situações de intrigas, que são discutidas por um comitê de ética formado pelos próprios alunos e acompanhado de perto pelo professor. Nas séries iniciais o comitê leva um tempo maior para aprender que sua responsabilidade é muito grande, mas em séries que isso já foi trabalhado no ano anterior as discussões rapidamente dão lugar a iniciativas ousadas e que solucionam qualquer tipo de problema que possa eventualmente ocorrer.

## Resultados Alcançados

A combinação das redes sociais e das competições em física assumiram um papel muito importante no desempenho dos alunos nos últimos 6 anos. É importante mencionar que na tabela 1 temos em 2006 as competições e Iniciações Tecnológicas, os Blogs são introduzidos em 2008 e o Facebook em 2011. A soma de atividades tão diferenciadas acaba possibilitando a um grupo muito heterogêneo de alunos um maior estímulo para estudar Física, fato que é mostrado na tabela 1.

Tabela 01: Evolução do Desempenho dos Alunos no período de 2006 a 2011

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A média nas notas de provas também subiu, o que mostra que a melhoria no desempenho dos alunos não vem apenas de notas extras e relatórios, mas também com o melhor desempenho nas provas teóricas. A disciplina na sala de aula melhorou muito, pois o comitê de ética passou a regular ações dos alunos na competição de física, o que fez com que alunos desatentos passassem a não se distraírem com atividades paralelas. O comitê também não se limitou a ações disciplinares, mas também indicou problemas relevantes, como por exemplo, alunos que possuíam maior dificuldade na disciplina que se esforçavam muito no estudo, mas não atingiam médias satisfatórias. Essa indicação foi de extrema relevância, pois o professor pode desenvolver estratégias diferentes com os mesmos. Alguns desses alunos acabam fazendo exame, mas com desempenho muito melhor do que antes. Esse resultado pode ser visto no número de alunos reprovados na disciplina nos últimos anos.

- O uso das redes sociais como Twitter, Facebook e Blog tem ajudado muito nessas mudanças nos últimos anos. O Blog com o conteúdo desenvolvido por cada grupo, organização, responsabilidade com material correto e rico em referências, além de se tornar em vários casos referencia para outros alunos de outras escolas. O Twitter que passou ser uma ferramenta de aviso das últimas notícias das aulas, alerta de atividades, provas, entregas de relatório, entre outros. E o Facebook, criando um mural de pesquisa, com vídeos, fotos, links, textos de amplo aproveitamento e divulgação, com mais de 3000 seguidores, integrando veteranos e alunos, sendo utilizada, também, como ferramenta de solução de dúvidas e até de revisão para provas.

## Referências

- [1] SILVA, J. R.; GERMANO, J. S. E.; MARIANO, R. S. SimQuest Ferramenta de Modelagem Computacional. Revista Brasileira de Ensino de Física , São Paulo, v. 33, n. 1, p. 1508-1515, 2011.
- [2] PHET. Disponível em http://phet.colorado.edu/pt\_BR/, acesso em: 2 jun. 2012.
- [3] Disponível em http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html, acesso em: 22 mai. 2012.
- [4] CAVALCANTE, M. A.; TAVOLARO, C. R. C.; MOLISANI, E. Física com Arduino para Iniciantes. Revista Brasileira de Ensino de Física , São Paulo, v. 33, n. 4, p. 4503-45011, 2011.
- [5] MAZUR Group. Learning Science. Disponível em http://mazurwww.harvard.edu/ education/educationmenu.php, acesso em: 2 jun. 2012.
- [6] PIRES, M. A.; VEIT, E. A., Tecnologias de Informação e Comunicação para ampliar e motivar o aprendizado de Física no Ensino Médio. Revista Brasileira de Ensino de Física , São Paulo, v. 28, n. 2, p. 241-248, 2006.
- [7] LEMES, M. R.; DAL PINO, A. Jr. Iniciação Tecnológica: Uma Forma Lúdica de Aprender Física. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , Florianópolis, v. 27, n. 2, p. 355-370, 2010.

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