A HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: DIÁLOGOS POSSIVEIS
Renato Pereira Da Silva, Dayanne Kauling, Jeremias Ferreira Da Costa, Sérgio Camargo
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XX
- Ano
- 2013
- Data
- 24/01/2013
- Linha de pesquisa
- Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## A HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: DIÁLOGOS POSSÍVEIS
Renato Pereira da Silva , Dayanne Kauling , Jeremias Ferreira da Costa , 1 2 3 Sérgio Camargo 4
## Resumo
Este trabalho apresenta um relato de experiência sobre atividades didáticas inicialmente articulando dois enfoques estudados no ensino de ciências, Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e História e Filosofia da Ciência (HFC), os quais foram desenvolvidos com turmas de primeiro ano do ensino médio da educação básica em uma escola da rede pública de Curitiba no Estado do Paraná. As atividades foram organizadas a partir da revisão de literatura sobre a inserção da HFC, na qual foi percebida a importância e também as dificuldades de se trabalhar com esse enfoque no ensino de ciências. Realizou-se uma análise da presença e da disponibilidade de recursos didáticos para trabalhar com HFC nas aulas, e essa ação resultou na construção de um portal utilizando as TIC para facilitar o acesso dos estudantes a alguns trabalhos produzidos por pesquisadores da área de HFC. Para que essa construção se concretizasse, tornou-se necessário a interatividade, e nessa, perceber os conflitos entre significados propostos e os valorizados pelos estudantes, promovendo ajustes nas atividades e no portal. Finaliza-se o relato com alguns resultados alcançados, expectativas e possibilidades para a próxima etapa, tentando ampliar ações de caráter interdisciplinar. Espera-se motivação por conscientização e valorização de uma comunidade escolar construtiva e identificada com seu espaço de socialização de significados.
Palavras-chave : Investigação Didática, Multidisciplinaridade/enfoques, Interdisciplinaridade/significados, PIBID/Identidade.
## Introdução
Acredita-se que a educação em ciências, entendida de uma forma ampla, integral, significativa e atualizada, passa pelo estudo dos enfoques existentes no ensino de ciências, os quais podem facilitar e ampliar os meios de acesso à compreensão, menos ingênua, de alguns conflitos e evoluções do pensamento racional nas construções e consequências da ciência e tecnologia, e suas interações na sociedade, oportunizando-se pluralidade de diálogos e tolerância à diversidade cultural.
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Dentre os vários enfoques existentes no ensino de ciências citam-se os seguintes: a relação bilateral e não linear entre Ciência e Tecnologia, promovendo a economia, por consequência a dinâmica das relações na Sociedade, pelo acesso ou exclusividade alterando o Ambiente nos vários setores e sentidos (CTSA); Resolução de Problemas em Física, (RPF); Linguagem e Cognição no Ensino de Física (LCEF); Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC); História e Filosofia da Ciência (HFC); Práticas e Experimentos de Física no Ensino (PEFE). O uso destes enfoques é indicado e justificado inclusive nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e em algumas Diretrizes Curriculares da Educação Básica (DCE).
A proposta inicial era construir atividades com os estudantes articulando-se entre dois diferentes enfoques as TIC e a HFC, estimulando a pesquisa bibliográfica de maneira orientada, complementando as aulas de Física, no entanto esse estudo possibilitou o conhecimento e utilização desses e outros enfoques nas aulas.
Para aumentar opções de materiais, construiu-se um portal com links de informações de referência. Surgiram algumas dificuldades/incompatibilidades que promoveram mudanças e conduziram a busca de valores, como conscientização e motivação, na possibilidade de auxiliar na melhoria da autoestima e do autoconceito.
## Algumas possibilidades das TIC
Esse trabalho é um relato de experiência, não tem pretensão e conteúdo de divulgação de descoberta tecnológica, ou elaboradas análises bibliográficas, apenas orienta-se por algumas dessas (DAMASCENO; MERCADO; ABREU, 2007; MERCADO, 2008; 2008; LOPEZ; THEISOHN, 2008; GARCIA; MESSIAS; NORTE, 2012), no uso das TIC, para de certa forma reger-se pouco além do senso comum. Toma-se o cuidado de justificar e classificar as atividades segundo alguns trabalhos (SILVA; ALMEIDA, 2010), assim, a proposta de construir um portal com links para ambientes de referência, é uma ação classificada por Web 1.0. Propondo interação disponibilizando atividades, organizando e expondo trabalhos e construções no coletivo com estudantes e outros professores, são ações de Web 2.0. Nesse contexto desenvolvem-se as atividades.
## Oque dizem os pesquisadores do enfoque HFC
Tentando compreender alguns significados dos enfoques, entendeu-se que a HFC divide-se e funde-se em história e filosofia da ciência. De maneira simplista, entendeu-se história como as informações, ações, motivos e consequências, na evolução do espaço tempo das atividades observadas, segundo Martins (2004), diferente de historiografia que é o registro dos fatos. Villani (2007) propõe compreenderem-se alguns conflitos humanos, sociais e culturais na jornada científica, abordagens possíveis e necessárias de HFC na formação dos estudantes.
Também de maneira simplista, assume-se filosofia da ciência como a ação de pensar criticamente; a natureza em geral, da justificação das crenças, e condutas, motivos, conflitos, política das correntes éticas de se fazer ciência, fomentando convenções significações e discursos, mudando a cultura em cada época, inclusive dogmas religiosos. De acordo com Martins (2004), percebe-se que ao mesmo tempo a comunidade científica mostra-se colaborativa e competitiva, mediadora e mediada na dinâmica com as correntes filosóficas disponíveis em cada época.
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Como ciências, ainda com simplicidade, interpretou-se conforme cada etapa por ela avançada nas soluções e conflitos da construção inter e multidisciplinar de significados. Nessa definição percebe-se uma analogia, para uma possibilidade de uso de certa forma apropriado da história da ciência, nas aulas do ensino médio, abordando e valorizando os contextos na ação de equiparar o cenário da cada ''época'', ideias, experimentos, culturas.
- [...], é essencial compreender a ciência como um corpo de conhecimento historicamente em expansão e que uma teoria só pode ser adequadamente avaliada se for prestada a devida atenção ao seu contexto histórico. [...] A avaliação da teoria esta intimamente ligada às circunstâncias nas quais surge. [...]. (CHALMERS, 1993, p 53, 60).
Assim tem-se o cuidado de se situar ''temporalmente'', para a observação, e a contextualização permite ao estudante poder comparar cenário e pensamento de cada época, possibilitando uma visão mais conexa e valorizada de humanização.
## Algumas Dificuldades de Inserção de HFC
No trabalho de Martins (2007), destacam-se algumas das dificuldades apontadas pelos próprios professores da área, como mais relevantes para o impedimento da articulação da HFC nas aulas de ciências.
[...] A falta de material didático adequado; a pouca presença desse tipo de conteúdo nos livros existentes [...] a possibilidade da aula ficar cansativa ou monótona. A falta de interesse ou vontade do professor. O pouco hábito de leitura dos alunos; a dificuldade dos textos. A falta de interdisciplinaridade. Custo dos livros. […] (MARTINS; 2007, p 121).
Os livros didáticos do ensino médio, quando disponíveis na escola tornamse, em alguns casos, mediadores principais no processo de ensino. Segundo Martins (2006), não estão satisfatórios para aprendizado significativo da HFC. Para Martins (2007), o direcionamento na produção de material foca os vestibulares, por consequência, em alguns casos direciona a ação dos professores.
Do ponto de vista da formação de professores, não bastam disciplinas de HFC nas licenciaturas. Para Martins (2007) é preciso refletir, pois, surtirão efeitos no ensino médio, se implantadas metodologias e atividades didáticas nas licenciaturas para formação de cultura de HFC, isso necessita de ações interdisciplinares com outras áreas específicas como Pedagogia e História. Para Martins (2006), o problema é cíclico, há falta de pessoal especializado para pesquisa de qualidade, por consequência falta material adequado para multiplicar em sala, afetando a qualificação dos professores. Com isso muitas das tentativas de uso da HFC, concordam alguns autores (CARNEIRO; GASTAL, 2005; PAGLIARINI; SILVA, 2006), resultam na recorrência e multiplicação de erros.
[...]... a) Redução da história da ciência a nomes datas e anedotas. [...]... b) Concepções errôneas sobre o método científico. [...]... c) Uso de Argumentos de autoridade (MARTINS; 2006, p xxv e xxvi).
Da frequência de uso da HFC, sem reduzir as aulas de ciências a aulas de história, é preciso investigar dados que conectem as buscas científicas, ao contexto social, econômico, e por consequência de forma multilateral, o contexto político, que formam a cena, e as arenas dos conflitos do ser humano de cada época, e tais dados nem sempre estão explícitos ou sequer existem.
Algumas experiências verificadas (PEDUZZI; PEDUZZI, 1998; BATISTA; VIEIRA, 2005 , FONSECA; TABORDA; CAMARGO, 2011), sugerem o uso de HFC
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contextualizando e dialogando entre enfoques. Outros autores (MARTINS; 2007; SILVA, 2012), fazem considerações para a iniciação em trabalhos com enfoques, que ajudam a evitar certos erros, mencionando que não adianta somente a preparação de qualidade dos cursos superiores, ou materiais didáticos, ou ainda uso sazonal ou desconexo desses. O principal articulador na concretização do uso dos enfoques e que tem de ser conscientizado sobre isso, é o próprio professor, que por especificidade requer constante atualização, propondo essas experiências aos estudantes. Entende-se que ' Ainda para a maioria, a fonte dos problemas está fora de sua alçada: são os materiais, os vestibulares, as escolas, os alunos. A culpa é sempre do outro ' (MARTINS; 2007 p 128).
## Desenvolvimento da experiência didática
Este trabalho se estende do primeiro semestre de 2011, até o segundo semestre de 2012, dividido em três etapas, com turmas da disciplina de Física de primeira série do noturno do sistema de blocos semestrais, em uma escola da educação básica da rede pública de Curitiba no Estado do Paraná.
Iniciou-se o trabalho com uma análise dos livros didáticos, que a escola disponibiliza aos estudantes. Alguns trabalhos (CARNEIRO; GASTAL, 2005; NASCIMENTO; SILVA, 2011) orientaram na verificação dos livros, referente à presença da temática HFC e formas de abordagem desse enfoque. Dessa maneira tenta-se a seleção dos materiais didáticos para a proposta de compreensão da ciência como construção humana e em constante evolução. Encontraram-se três coleções com discursos que conforme as revisões literárias são de caracterização conceitual ou procedimental, necessários, porém, segundo Vygotsky apud Stoltz (2009) são mediadores, não suficientes no acesso à história da jornada da humanização.
Em seguida promoveu-se um diálogo com o grupo de 27 estudantes da turma de primeiro ano, perguntou-se, em quais atividades investem o seu tempo e, no tempo livre, se utilizam frequentemente os livros didáticos.
Os estudantes responderam que utilizam o livro de algumas disciplinas nas aulas, justificando não usá-lo regularmente em casa devido à dificuldade do seu transporte. Dos 27 estudantes, todos já tiveram contato com aulas de laboratório de informática, 24 estão inseridos na cultura do ambiente das tecnologias virtuais, computadores, celulares, e outros eletrônicos, que são apontados pelos estudantes como mais populares que os livros, para pesquisas e trabalhos escolares e também no lazer. Dentro das atividades de lazer com essas tecnologias a composição e manutenção da identidade virtual ou perfil em comunidades de relacionamento, segundo os estudantes são tarefas frequentes, pois refletem níveis de inserção nessa dinâmica e na cultura.
Tratando essas informações Costa (2002; 2010) esclarece que esses ambientes virtuais são textos culturais, por analogia, percebe-se uma pedagogia ainda mal compreendida em suas intenções e possibilidades, porém identificando-se com seu público pela interação gerando, motivando e suprindo a experiência. Solé (2006) afirma que a necessidade de ser percebido e valorizado leva o sujeito a buscar significados e consolidação de identidade nesse meio. Vygotsky apud Stoltz (2009) propõe essas articulações das TIC como uma espécie de zona de desenvolvimento proximal, de interesse e conflito coletivo, percebendo-se valores, construções, interatividade com outros mediadores, por exemplo, planejar, agendar
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e registrar eventos, produzir fotos, vídeos, legendas, relatos e opiniões. Segundo Bondía (2002) vivendo essa experiência os envolvidos expõem-se, articulando-se no ambiente virtual, compondo ou desconstruindo sua subjetividade (KASPER, 2006).
Dos recursos, a escola disponibiliza um dos seus três laboratórios de informática, contando com vinte máquinas conectadas a internet para o uso de professores e estudantes nos três turnos de aula.
Seguindo estas verificações, considerações, e possibilidades, desenvolveram-se as atividades didáticas articulando-se inicialmente dois enfoques estudados no ensino de ciências, usando das TIC, para aumentar as opções de acesso a HFC. Tenta-se uma proposta simples para realização de pesquisas de maneira orientada, que contemple e acompanhe a construção de conhecimento, e a negociação de significados (COOL, 2006; MOREIRA, 2006), neste caso dos conceitos físicos e uma visão compartilhada e mais completa possível de ciência.
Foram desenvolvidas atividades nos três semestres com as três turmas de primeiro ano. Na primeira etapa, destinaram-se três visitas ao laboratório de informática, com o total de dezessete estudantes. Na primeira visita trabalhou-se a forma de funcionamento do laboratório, geraram-se contas gratuitas de e-mail e sites para os estudantes, forneceram-se sites de referência, e combinou-se a construção de um relato, sobre movimento, o trabalho poderia substituir uma avaliação, e seria entregue ou apresentado no final do semestre. Foram feitas mais duas visitas ao laboratório no meio do período para assistência, trabalhando-se busca e seleção de arquivos para revisão bibliográfica, fazendo conexões às abordagens das aulas.
Como resultados observados nessa primeira etapa, os sites dos estudantes não foram atualizados, os sites de referência não foram usados pelos estudantes.
Esses resultados oportunizaram mudanças, para a segunda etapa. O projeto de sites para estudantes foi substituído por um portal com links de sites de referência. A construção do relato substituiu de fato uma avaliação, tentando focar a articulação com outros enfoques para uma apresentação na feira de ciências. Foi planejado e proposto um questionário e feito acompanhamento com duas visitas ao laboratório de informática para estruturar a apresentação para feira.
Na segunda etapa, alguns estudantes fizeram apresentações em sala, tentando uma socialização de conceitos e formação de uma imagem do contexto histórico, sobre movimento, dos Gregos até Newton. Outro grupo tentou uma apresentação orientada mostrando uma proposta CTSA, com dados do crescimento populacional, e cultura do consumo de automóveis. Um terceiro grupo trabalhou com o experimento do foguete de água, e usando das TICs, fizeram uma apresentação problematizando conceitos de movimento focando a energia mecânica .
Para a terceira etapa, os links dos sites, passaram a páginas para outros enfoques, com proposta de 'diálogo dos enfoques'. O primeiro diálogo sugerido é o das TIC no acesso a HFC, disponibilizando várias opções de opiniões e autores para ajudar na formação de visão de ciência antiga, medieval, e moderna. O questionário foi substituído por uma proposta para construção de um relato de experiência orientada, contextualizando um experimento com a HFC. Da apresentação problematizando a ciência Física, nas aplicações tecnológicas em mecânica, houve discussão interdisciplinar com a Geografia, num contexto CTSA.
Em alguns resultados verificados na terceira etapa, como o experimento da tirolesa, os enfoques TIC, HFC, PEFE, RPF, dialogaram, no sentido de construir manipulando mediadores concretos, um estudo das unidades fundamentais, da
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mecânica buscando na contextualização valorizar e diferenciar as condições, os ambientes, as motivações, de alguns trabalhos como os concluídos por Galileu na Itália, Newton na Inglaterra. A apresentação orientada evidenciou ações multidisciplinares e interdisciplinares. No caso da matemática, professores e estudantes percebem aplicação prática nas (re) construções e interpretações, gráficas dos dados experimentais, funções linear e quadrática, e transposição da equação da reta e coeficientes lineares e angulares para componentes cinemáticas do movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV), e de forma contextualizada na proposta conceitual de Galileu para movimento em queda livre e a firmação dos modelos matemáticos na ciência. Com a Geografia, tenta-se a conscientização indicando a diferenciação entre ciência e tecnologia e problematização aspectos sócio econômicos das conversões CTSA, relacionados com a tecnologia mecânica.
## Considerações
Quanto às ações de aulas com caráter investigativo e construção no coletivo são desafiadoras e significativas, alterando a concepção de docência. A articulação das aulas Física sob o diálogo dos enfoques favorece uma visão mais completa, crítica e contextualizada da atualidade. Verifica-se a responsabilidade central nas ações do docente que em constante atualização, propõem novos materiais e atividades didáticas, de forma inclusiva e orientada. A dedicação do professor em uma dinâmica de atenção às necessidades/solicitações dos estudantes é percebida por esses e, resulta conforme Solé (2006) na melhoria em autoestima por consequência no autoconceito possibilitando motivação e valorização multilateral professor e estudante.
Quanto aos conceitos físicos trabalha-se num contexto onde a preocupação do estudante não é acumular registros para uma avaliação, e sim articular-se diariamente em sua construção, de uma maneira orientada e complementada pelo uso dos enfoques, motivados pela percepção e valorização.
Nas atividades didáticas observam-se diversas possibilidades para a próxima etapa, como no diálogo dos enfoques, tentando ações interdisciplinares entre professores de diferentes disciplinas na orientação dos trabalhos, e avaliações por projetos. Ações de percepção e valorização de toda a comunidade escolar, por consequência, promotoras de melhorias de todo esse processo escolar. Este trabalho tem essas ações, dessa dinâmica Universidade Escola, mencionadas aqui, e alguns detalhes no site do PIBID/UFPR subprojeto Física (http://www.pibid.ufpr.br/pibid\_new/projetos/fisica2009/paginas/construcoes), onde já estão disponíveis os links para as páginas dos enfoques assim como algumas propostas e resultados do diálogo dos enfoques, na expectativa de apreciação, e muito importante, de críticas e sugestões para constantes melhorias.
## Referências Bibliográficas:
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