LICENCIADOS EM FÍSICA: ONDE ESTÃO OS CONCLUINTES DA UFRRJ?
Natalia Alves Machado, Bruno Randal De Oliveira, Frederico Alan De Oliveira Cruz
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XX
- Ano
- 2013
- Data
- 22/01/2013
- Linha de pesquisa
- Formação De Professores E Prática Docente
- Tipo
- Pôster
Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2013
Texto completo
## LICENCIADOS EM FÍSICA: ONDE ESTÃO OS CONCLUINTES DA UFRRJ?
## Natalia Alves Machado 1 , Bruno Randal de Oliveira , Frederico Alan de Oliveira 2 Cruz 3
- 1 UFRRJ/Departamento de Física/PET-Física, nataliaam1@hotmail.com
- 2 UFRRJ/Departamento de Física/PET-Física, brunorandal@hotmail.com
3 UFRRJ/Departamento de Física/PET-Física, frederico@ufrrj.br
## Resumo
A grande questão no atual cenário educacional brasileiro é como enfrentar o déficit de professores aptos a lecionar nas redes de ensino. Esse déficit, em parte, é reflexo dos baixos salários e grandes cargas horárias às quais se submete um profissional da educação, fazendo com que essa área seja pouco procurada pelos ingressantes de graduações. A grande questão desse trabalho é saber se os formandos no curso de Licenciatura em Física da UFRRJ estão ocupando seu devido lugar como docentes ou se estão em atividades diferentes da sua formação inicial. Para responder tal questão buscamos junto a Pró-Reitoria de Graduação a listagem de alunos entre 2008 e 2011 e a partir dela procuramos na Plataforma Lattes e nas redes sociais informações sobre atual ocupação desses profissionais. Os resultados mostram que poucos concluintes estão na área formal de ensino, atuando como professores da educação básica, mostrando que houve uma busca de outra atividade profissional, seja na continuidade de formação em cursos de pós-graduação ou atuando como docente no ensino superior.
Palavras-chave : Licenciatura em Física, Formandos, UFRRJ.
## Introdução
Uma característica marcante na formação dos professores brasileiros da educação básica consiste em serem eles oriundos, na maioria dos casos, das classes menos favorecidas da população, muitas vezes de regiões com infraestrutura e recursos precários. Ainda devido a essa origem predominante, esses estudantes muito frequentemente são obrigados a dividir seu tempo entre os estudos e o trabalho (URBANO, 2012), o que acarreta dificuldades adicionais à sua formação escolar. Em virtude disso, muitos desses jovens veem a possibilidade de ascensão social por intermédio do ingresso em um curso de licenciatura, em função da alta empregabilidade que tais cursos proporcionam e de sua baixa procura, que diminui a competição pelas vagas e permite o acesso a estudantes com maiores deficiências de formação na educação básica.
No caso do curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, o mesmo recebe alunos oriundos, em sua grande maioria, dos municípios da Baixada Fluminense, sabidamente uma das regiões mais pobres e violentas do país, cuja população atual é estimada em aproximadamente 3,7 milhões habitantes, distribuídos nos 13 municípios que a compõem (ENNE, 2004; BERNARDES, 2007).
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
20 a 25 de janeiro de 2013
Figura 1: Municípios que compõem a Baixada Fluminense (VIRADÃO ESPORTIVO, 2010).
<!-- image -->
Apesar de estar localizada em um dos estados mais ricos do país, a região possui grande parte de sua população inserida em uma situação social, econômica e política relativamente precária em aspectos essenciais, tal que seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) médio é de 0,755 e que numa comparação grosseira, colocaria a região na 1.744º posição entre os 5.562 municípios analisados no Brasil (AMARANTE et al , 1994; PNUD, 2006).
Para o Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI), outro índice social importante e que monitora as ações e políticas públicas orientadas à infância, tais como oferta de serviços de saúde e educação, bem como o cuidado e a proteção da família às crianças nos seis primeiros anos de vida, a região da Baixada Fluminense apresenta um valor de aproximadamente 0,672, bem longe do mínimo aceitável, que é de 0,8, colocando a região na 2.074º posição entre os municípios brasileiros (UNICEF, 2005; KAPPEL, 2007).
Essa condição social deve estar provavelmente ligada às condições de escolaridade das famílias, visto que a escolaridade possui influência direta sobre as condições de trabalho e renda (gráfico 1). A relação entre a baixa escolaridade e precárias condições de trabalho das famílias, reflete no envolvimento dos pais com seus filhos, criando um ambiente inadequado, que afeta, por sua vez, as questões educacionais (BALASSIANO et al , 2005; CIA & BARHAM, 2006; MATSUO, 2011).
Gráfico 1: Relação entre educação e renda per capita familiar (IPEA, 2006).
<!-- image -->
A exclusão social se reflete diretamente nos resultados educacionais, apresentados, por exemplo, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), que avalia o estudante nos anos finais de cada ciclo (5º e 9º anos do Ensino
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Fundamental). Na maioria dos municípios da Baixada Fluminense, observa-se que, para os alunos do primeiro segmento do ensino fundamental, o IDEB é inferior a 4,0. Essa realidade aponta para a necessidade de atuação em muitos campos, tais como a melhoria nas condições de trabalho dos professores nas escolas, aumento da carga horária de ensino, diminuição do número de alunos em sala e criação de espaços formais e não formais de ensino, como bibliotecas e laboratórios didáticos (HELENE & HORODYNSKI-MATSUSHIGUE, 2011), adequados de incentivo ao estudo.
No caso específico dos professores, esse déficit, em parte, é reflexo dos baixos salários e grandes cargas horárias às quais se submete um profissional da educação, fazendo com que essa área seja pouco procurada pelos formandos das graduações em licenciatura (MANDELLI, 2012; FCC, 2009), situação agravada no caso dos concluintes de Licenciatura em Física. A grande questão é se o baixo número de concluintes nos cursos de licenciatura em Física é o único motivo para a falta de professores ou se também a procura dos formandos por outras atividades nessa área contribui para isto.
- O presente trabalho discorre sobre o assunto de forma sistêmica, objetivando mostrar se os concluintes no curso de Licenciatura em Física da UFRRJ ocupam as funções de professores na educação básica, suprindo as carências desses profissionais na rede educacional, ou se estes ocupam outras atividades profissionais.
## Metodologia
- O trabalho foi desenvolvido em um conjunto de três etapas. Inicialmente buscamos, junto a Pró-Reitoria de Graduação de nossa Universidade, a relação dos alunos que já haviam concluído o curso de Licenciatura em Física, entre os anos de 2008 e 2011, pois consideramos que esse período permitiria ter uma ideia da escolha profissional desses alunos.
Na etapa seguinte foram realizados duas análises, uma na qual foram tabulados o quantitativo de homens e mulheres que concluíram o curso no período escolhido e posteriormente um levantamento da atual atuação desses concluintes por intermédio da base existente na Plataforma Lattes, que se caracteriza em ser uma base de dados de currículos de pesquisadores e instituições brasileiras, e também por intermédio do contato via redes sociais, tais como Facebook e Orkut .
Posteriormente os dados foram tabulados e organizados em grupos com a atual atividade destes profissionais, tais como: professor de ensino médio e aluno de cursos de pós-graduação, por exemplo.
- Ao final das tabulações, os resultados da pesquisa foram expressos em gráficos e discutidos entre os integrantes da pesquisa a fim de se detectar qual a atual ocupação destes profissionais.
## Resultados e Discussão
Primeiramente, por intermédio da base de dados da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, obtivemos a relação dos concluintes dos últimos quatro anos (2008-1 a 2011-2) do curso de Licenciatura
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
em Física. Entre os 71 formandos desse período foi possível verificar a relação do quantitativo de homens e mulheres que concluem o curso, gráfico 2.
Gráfico 2: Percentual de mulheres e homens que concluem o curso de Licenciatura em Física na UFRRJ .
<!-- image -->
O resultado demonstrado no gráfico já era esperado, visto que existe uma predominância no número de alunos de sexo masculino nas carreiras tecnológicas (CARVALHO & CASAGRANDE, 2011). Esse número reduzido de mulheres no curso de Física terá um provável impacto na escolha profissional dos formandos, visto que as mulheres são a maioria no magistério (HARNIK, 2011).
Após esse resultado, começamos uma pesquisa sobre o que os concluintes do curso de Licenciatura em Física da UFRRJ dos últimos 10 períodos, entre os anos considerados, estão fazendo depois da colação de grau. Na busca realizada na Plataforma Lattes e nos contatos por intermédio das redes sociais, obtivemos dois resultados interessantes e preocupantes: quase metade dos concluintes não está com o seu currículo presente na Plataforma Lattes atualizado e um número expressivo deles não está lecionando em turma de Ensino Médio (gráfico 3).
Gráfico 3: Percentual geral das atividades realizada atualmente pelos concluintes dos últimos 5 anos.
<!-- image -->
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Um ponto a ser analisado está relacionando a própria Plataforma Lattes que mostra não estar fornecendo as informações necessárias para realizar o mapeamento da atuação dos profissionais nela cadastrados. Ficou evidente que, em relação aos formandos do curso de Licenciatura em Física da UFRRJ, aqueles que estão atuando na educação básica e alguns alunos dos cursos de pós-graduação não mantêm seus dados atualizados nessa plataforma, pois entre os formandos 41 (57,7%) deles não tem atualizado seus dados. Essa plataforma mostra estar muito aquém de ser considerada uma ferramenta que possibilite gerar indicadores confiáveis que contribuam na tomada de decisões baseadas em informações consistentes para o desenvolvimento da Educação, Ciência e Tecnologia como um todo (MARQUES, 2010).
Analisando apenas os dados conhecidos, somente dos concluintes sobre os quais foi possível obter alguma informação, incluindo-se os 9 contatados via redes sociais, observou-se que, aproximadamente, 73,6% dos formandos estão em atividades que não aquelas para as quais foram formados, isto é, apenas 26,4% atuam como docentes em turmas do ensino médio. Um fator preponderante para esta reduzida atuação são os baixos salários, atualmente um professor da rede pública estadual, com 25 anos de carreira, com 12 h em sala de aula e 4 h de planejamento, aproximadamente, recebe um salário líquido de R$ 2.467,56, enquanto que um professor iniciante com a mesma carga horária recebe R$ 1001,82 (OLIVEIRA, 2012). É importante dizer que este profissional com suas seis turmas, supondo a média nacional de 34 alunos por sala, terá em torno de 204 alunos, trabalhando em uma escola com pouca ou nenhuma infraestrutura de trabalho (COSTA & OLIVEIRA, 2011).
A realidade apontada faz com que muitos alunos do curso de Licenciatura em Física repensem sua atuação futura e seu direcionamento passa a ser de continuar seus estudos em cursos de pós-graduação, sejam eles em nível de especialização, mestrado e/ou doutorado, para atuar em outras áreas de conhecimento, tais como as Engenharias ou áreas afins, sendo essas pouco relacionadas com sua formação inicial. Essa busca inicial ocorre em função de encontrarem um ganho financeiro razoável, no qual o aluno de mestrado poderá ter uma bolsa de R$ 1.200,00 e o de doutorado em torno de R$ 1.800,00 (CAPES, 2012), mas também por fornecer uma titulação que permitiria num futuro ocupar uma posição em centros técnicos, federais ou estaduais, ou mesmo no ensino superior, seja ele público ou privado. Nessa realidade, apesar das dificuldades, os salários são melhores e a carga horária em sala de aula é menor, permitindo uma qualidade de vida superior àquela apresentada nas escolas de ensino médio.
## Conclusões
Foi observado que um número considerável dos concluintes do curso de Licenciatura em Física de nossa Universidade está fora da sala de aula ou mesmo em cursos de pós-graduação ligados ao Ensino de Física ou Educação, gerando uma falha na perpetuação do conhecimento científico. A ausência desses profissionais contribui para a formação de um cenário, onde profissionais de outras áreas exercem funções que apenas um graduado em Física deveria realizar.
A mudança desse quadro deverá acontecer somente quando houver uma maior valorização da carreira docente, em especial no caso de Licenciatura em Física, com aumento salarial e melhores condições de trabalho, que incentive esses
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
profissionais a ocupar uma posição na educação básica. Caso contrário, corremos o risco de diminuirmos o interesse nos cursos ligados aos ramos de ciência e tecnologia, gerando um impacto no desenvolvimento do país.
## Apoio Recebido
O presente trabalho foi realizado com apoio do Programa de Educação Tutorial - PET, do MEC - Ministério da Educação - Brasil.
## Referências
AMARANTE, Cristina M. C.; SOUZA, Edinilsa R.; COUTO, Maristela G. Mortalidade por violências: aplicação de técnicas de análise exploratória em área metropolitana da região sudeste do Brasil, 1979 -1987*. Revista de Saúde Pública . v.28, n.3, p. 178-186, 1994.
BALASSIANO, Moisés; SEABRA, Alexandre Alves de, LEMOS, Ana Heloisa. Escolaridade, Salários e Empregabilidade: Tem Razão a Teoria do Capital Humano? Revista de Administração Contemporânea . v.9, n.4, p.31-52, 2005.
BERNARDES, Daiana. A Baixada Fluminense nas páginas do jornal O Globo, ProjetosExperimentais.com . v.1, n.1, p.20-42, 2007.
CAPES. Valores de Bolsas. Disponível em: <http://goo.gl/sJBNy>, Acesso em: 20 jun. 2012.
CARVALHO, Marilia Gomes de; CASAGRANDE, Lindamir Salete. Mulheres e Ciência: Desafios e Conquistas. INTERthesis . v.8, n.2, p.20-35, 2011.
CIA, Fabiana; BARHAM, Elizabeth Joan. Influências das condições de trabalho do pai sobre o relacionamento pai-filho. Psico-USF . v.11, n.2, p.257-264, 2006.
COSTA, Gilvan Luiz Machado; OLIVEIRA, Dalila Andrade. Trabalho docente no ensino médio no Brasil. Perspectiva , v.29, n.2, p.727-750, 2011.
ENNE, Ana Lucia S.. Imprensa e Baixada Fluminense: múltiplas representações, Ciberlegenda . n.14, 2004.
FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC). Atratividade da Carreira Docente no Brasil: Relatório Preliminar . São Paulo, 2009.
HARNIK, Simone. Mulheres são 81,5% do Magistério da Educação Básica no Brasil . Disponível:< http://goo.gl/PtyY3>, Acesso em: 10 jun. 2012.
HELENE, Otaviano; HORODYNSKI-MATSUSHIGUE, Lighia B. Como vai a educação brasileira. Le Monde Diplomatique Brasil . n.43, p.10-11, 2011.
IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasil - O Estado de uma Nação - 2006 . Brasília: IPEA, 2006.
KAPPEL, Dolores Bombardelli. Índice de Desenvolvimento Infantil no Brasil: Uma Análise Regional. Revista Brasileira de Educação . v.12, n.35, p.232-240, 2007.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
MANDELLI, Mariana. Alunos na USP não querem seguir carreira docente . Disponível em: http://goo.gl/sd2bz, Acesso em: 24 out. 2012.
MARQUES, Katia Cunha. A Plataforma Lattes e a organização da informação. Revista Gestão e Planejamento , v.11, n.2, p.250-266, 2010.
MATSUO, Mirian. Desemprego e Trabalho Informal: Desigualdades Sociais. In: XI Congresso Luso Afro Brasileiro de Ciências Sociais - Diversidade e (Des)igualdades . Salvador: UFBA, 2011.
OLIVERIA, Djalma. Salário de maio de professor terá aumento de 14,11% com incorporação do Nova Escola . Extra Online, 2012. Disponível em: <http://goo.gl/QoR34>, Acesso em: 20 jul. 2012.
PNUD, Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil , Software © 2003, Belo Horizonte: ESM Consultoria Ltda, 2003.
UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância. Situação da Infância Brasileira 2006: Crianças de até 6 anos - O Direito à Sobrevivência e ao Desenvolvimento . Brasília: Unicef, 2005.
URBANO, Ana Cláudia. A Formação Docente e os Novos Paradigmas da Profissão , Disponível em: <http://goo.gl/4SqSw>, Acesso em: 04 abr. 2012.
VIRADÃO ESPORTIVO 2010. Notícias do Viradão . Disponível em: <http://goo.gl/zeRS9>, Acesso em: 07 out. 2011.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.