A PESQUISA COMO COMPONENTE FORMADOR NO ESTÁGIO
Mariane Mendes Teixeira, Cleber Alves Da Silva, Luiz Gonzaga Roversi Genovese, José Rildo De Oliveira Queiroz
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XX
- Ano
- 2013
- Data
- 22/01/2013
- Linha de pesquisa
- Formação De Professores E Prática Docente
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## A PESQUISA COMO COMPONENTE FORMADOR NO ESTÁGIO
Mariane Mendes Teixeira , Cleber Alves da Silva , Luiz Gonzaga Roversi 1 2 Genovese 3 , José Rildo de Oliveira Queiroz 4
1 Universidade Federal de Goiás/Instituto de Física, marianesdr@hotmail.com
- 2 Universidade Federal de Goiás/Instituto de Física, acleber@hotmail.com
- 3 Universidade Federal de Goiás/Instituto de Física, lgenovez@uol.com.br
## Resumo
Este trabalho divulga o que vem sendo desenvolvido ao longo das disciplinas de estágio supervisionado do curso de Licenciatura em Física do Instituto de Física - Universidade Federal de Goiás. Trata-se de um relato das principais atividades desenvolvidas durante as disciplinas de Estágio Supervisionado I, II e III, de modo a abranger os acontecimentos mais relevantes, já que parecem exercer influência direta sobre a formação e sobre a forma como foram conduzidos às atividades dentro das disciplinas. Assim, também é possível e conveniente discutir como estes aspectos promoveram a formação dos estagiários e dos demais envolvidos, integrantes de Pequeno Grupo de Pesquisa instaurado na escola campo de estágio. A aproximação teoria-prática, a pesquisa como componente formador do professor. Possibilitou que fizesse uma reflexão sobre a prática docente para entender a importância de um bom planejamento e da didática baseada em uma perspectiva de ensino. Ou seja, Refletir sobre a ação. Na relação Escola-Universidade estabeleceu-se uma parceria, onde os estagiários utilizaram da escola para se formar, e as demandas escolares foram consideradas para que os estagiários deixassem suas contribuições.
Palavras-chave : Estágio Supervisionado, formação de professores, professor pesquisador.
## Introdução
Segundo a lei 11.788 (BRASIL, 2008), ' Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos'.
Portanto, no estágio busca-se analisar a realidade escolar com um olhar crítico, com a finalidade de interagir com o professor supervisor, grupo gestor e alunos, e também fortalecer a relação entre a teoria e a prática, e constitui-se de um importante instrumento de aprendizagem e integração à realidade social, econômica e condições de trabalho em sua área profissional.
O estágio curricular é o momento em que o(a) estudante vivencia seu futuro ambiente de trabalho, constrói suas percepções da realidade profissional e se prepara para transformar a sua atividade docente num permanente processo de investigação.. De acordo com a Resolução CEPEC nº 731, que define a política de Estágios da UFG para a formação de professores da Educação Básica o estágio constitui-se em 'um espaço formativo e de sensibilização dos estudantes para o atendimento das necessidades sociais, que preserve os valores éticos que devem orientar a prática profissional' (UFG, 2005, p.2). No que se refere à formação e a
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20 a 25 de janeiro de 2013
profissionalização dos professores, o estágio constitui-se, também, em uma oportunidade para o início da construção da identidade do professor comprometida com uma educação de qualidade.
Este trabalho é um relato dos dois primeiros autores das experiências vividas no campo de estágio em sua formação inicial como licenciandos em Física. Discute-se as principais atividades realizadas durante o estágio do curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Goiás nos anos de 2011 e 2012, e como os elementos influenciaram em sua formação. O estágio foi realizado em uma escola estadual de Goiânia, que recentemente passou por uma grande reforma, recebeu grandes investimentos e com isso aumentou bastante o número de alunos. Além disso, aderiu em 2009 ao projeto da ressignificação do ensino médio, e como consequência, adotou em sua estrutura as salas ambientes, ou seja, cada disciplina tem sua sala e o aluno é que migra de sala a cada horário, em vez do professor.
## Referencial Teórico
Os princípios norteadores do estágio curricular obrigatório do curso de Licenciatura em Física da UFG fundamentam-se:
- · Na relação e articulação entre teoria e prática;
- · No exercício da docência em seu sentido mais amplo, ou seja, para além da sala de aula;
- · Na reflexão sobre a prática docente, em uma perspectiva crítica e dialética, articulando o pensar ao agir (ação-reflexão-ação);
- · No entendimento do estágio enquanto espaço de ensino-aprendizagem;
- · No entendimento às demandas postas pelos campos de estágio.
Durante muito tempo acreditou-se que a formação do professor se daria pela observação e reprodução da prática docente. Nessa perspectiva, o estágio fica reduzido à hora da prática, ao como fazer, ao manejo de classe, preenchimento de fichas de observação, diagramas, etc (PIMENTA;LIMA, 2009). Na visão de Pimenta (2009), esse reducionismo dos estágios a apenas uma prática instrumental mostra sérios problemas na formação docente:
A dissociação entre teoria e prática aí presente resulta em um empobrecimento das práticas nas escolas, o que evidencia a necessidade de explicar por que o estágio é teoria e prática (e não teoria ou prática). (PIMENTA;LIMA, 2009)
Depois de muitas pesquisas no âmbito da escola, Pimenta e Lima (2009) concluem que o estágio, ao contrário do se acreditava até então, não é atividade prática, mas teórica, instrumentalizadora da prática docente, atividade de transformação da realidade. Assim, o estágio é atividade teórica de conhecimento, fundamentação, diálogo e intervenção na realidade escolar.
No âmbito da concepção de estágio como aproximação de teoria-prática, há a necessidade de termos um professor reflexivo. Nesta relação Carvalho (2012) afirma que 'todos os conceitos de reflexão na ação e de reflexão sobre a ação podem e devem ser estimulados durante os estágios'. Assim sendo
Precisamos criar professores reflexivos, mas essa reflexão não se faz sem a busca de referenciais teóricos, dentro dos trabalhos da área de ensino do conteúdo específico ou daqueles que relacionam os acontecimentos em
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sala de aula com o espaço escolar e a sociedade como um todo (CARVALHO, 2012 p. VII ).
- O desenvolvimento desse processo se dá pela atividade de pesquisa. Por meio da reflexão, análise e problematização da prática, abre-se a possibilidade de soluções e construção do conhecimento. É o que se convencionou chamar de professor pesquisador de sua prática (PIMENTA; LIMA, 2009). Assim sendo, é parte integrante da política de Estágio do curso, a elaboração do projeto de ensino e pesquisa, a partir da problematização das situações vivenciadas. A elaboração do projeto implica preparação teórica, em especial a respeito de conhecimentos básicos de pesquisa, com o objetivo que o estagiário desenvolva atitude investigativa.
## Metodologia
Os registros dos dados foram feitos a partir das notas de campo, fotos, vídeos, gravações, conversas entre professor supervisor e alunos, entrevista etnográfica. A analise foi qualitativa. Segundo Martins (1994) a pesquisa qualitativa não se fundamenta em deduções, mas descreve e determina com precisão a natureza dos dados obtidos. Entre argumentos, destaca-se uma estrutura:
- · Qualquer pesquisador, ao escolher um determinado 'campo' (uma comunidade, uma instituição), já o faz com algum objetivo e algumas questões em mente; se é assim, não há porque explicitá-los, mesmo que sujeitos a reajustes futuros;
- · Dificilmente um pesquisador inicia sua coleta de dados sem que alguma teoria esteja orientando seus passos, mesmo que implicitamente; nesse caso, é preferível torná-la pública;
- · A ausência de focalização e de critérios na coleta de dados frequentemente resulta em perda de tempo, excesso de dados e dificuldade de interpretação.
## Relato de Experiência
O início do Estágio foi dedicado a formação do Grande Grupo de Pesquisa (GGP) e a confecção do Projeto de Intervenção Simplificado (PIS). O PIS é uma primeira apresentação das ações que o estagiário gostaria de desenvolver na escola. O GGP foi constituído pelos estagiários e pelo professor da disciplina de estágio. Dividido em Pequenos Grupos de Pesquisa (PGP) onde foram direcionados as respectivas escolas para desenvolverem um projeto de pesquisa que se adequasse as necessidades do campo escolar. Sendo assim a integração dos PIS com as demandas da escola, foi formado do Projeto de Intervenção Coletivo (PIC).
- O PGP é formado pelos estagiários e o professor supervisor com o acompanhamento do professor orientador da universidade. Acontece em encontros semanais que tem por objetivo a análise e problematização da prática. É o momento organizador, um importante fórum de ideias, elemento estruturante e estruturador da investigação. Um fórum permanente que se realiza na escola. O PGP é responsável por desenvolver projetos que amparam tanto a formação dos envolvidos como o desenvolvimento do ensino, bem como promove a aproximação entre universidade e escola, além de procurar desenvolver a autonomia desta última (GENOVESE & GENOVESE, 2012).
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## Estágio I
No início do curso, o professor supervisor apresentou o grupo de estagiários para a direção e os alunos da escola, enfatizando o papel dos estagiários na programação escolar. Falou-se dos planos, dos objetivos, dos valores e o porquê deste trabalho. Enquanto nos relacionávamos na escola fazíamos narrativa da nossa trajetória escolar e várias leituras para termos referenciais teóricos para a pesquisa, o que nos deu mais autonomia para programar as ações e colocá-las em prática posteriormente (CARVALHO, 1999).
No encontro inicial do PGP, houve o debate e a integração de todos os PIS com o projeto do professor supervisor constituindo assim o PIC. Das discussões do PGP, percebeu-se as demandas da disciplina e do professor supervisor. O PGP então assumiu o projeto de implementar a sala ambiente de física com experimentos de material alternativo (ARAÚJO et al, 2007). Sendo assim, o professor supervisor propôs a ambientalização da sala de física com a participação de seus alunos do colégio e com a contribuição dos estagiários de física, o auxiliando. Com base nesta demanda do professor fizemos projetos de intervenção para investigar como implementar essa sala ambiente(GENOVEZ, 2008).
- O estágio I foi dedicado também à vivência escolar para entendermos os processos da escola e familiarização dos vários atores, a saber, alunos, direção, professores e funcionários.
## Estágio II
No semestre seguinte passamos para o Estágio II, que teve por início a consolidação do PGP, outrora formado no Estágio I. Agora já tínhamos o PIC. Assim, o objetivo desta fase da pesquisa foi colocar o projeto em prática, por meio das intervenções.
- A regência seguiu a estratégia didática de aula teórica acompanhada de laboratório didático demonstrativo-investigativo pautadas em ensino por transmissão. Este momento também houve apresentação de experimentos por parte dos alunos. A ideia era que os alunos se organizassem em grupos, fizessem e apresentassem experimentos de física (BORGES, 2002). A sala ambiente seria implementada com estes experimentos.
Durante o período de regência as aulas conceituais foram aplicadas e com base nesses conteúdos, o professor supervisor e os estagiários orientaram os alunos na construção dos experimentos. Os alunos demonstraram os experimentos e explicaram os conceitos envolvidos tendo como base o que foi estudado em classe. O professor supervisor e os estagiários fizeram as avaliações, tendo cada um a liberdade de expor sua opinião e sua própria avaliação, chegando assim num consenso. A avaliação foi formativa e participativa (HOFFMAN, 1994).
Os principais objetivos foram: que os melhores experimentos feitos pelos alunos fossem aproveitados na construção da sala ambiente; que os alunos obtenham uma melhor noção dos conceitos aplicados em sala, compreendendo de uma forma mais clara a aplicação da física no nosso cotidiano.
Tivemos dificuldades para a realização do projeto. Uma delas foi quanto a participação dos alunos, houve problemas de indisciplina e certa resistência e desinteresse de alguns. Outra foi o calendário para começar o projeto, pois as aulas eram limitadas e houve paralisações, reuniões e outros contratempos, dificultando
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nosso trabalho no colégio. Tivemos ainda resistência de alguns professores com projeto e a continuidade do professor supervisor, pois suas aulas foram reduzidas para cumprir carga administrativa na Secretaria de Educação. Dessa forma, ele está indo ao colégio apenas para a realização deste projeto. Outro problema foi encontrar um horário comum para a reunião do PGP.
Houve grandes benefícios também, pois através dos experimentos vimos que os alunos estavam aprendendo conceitos de uma forma para além das equações. Outro fato de registro é a entrada do PIBID na escola.
O professor orientador esteve presente em vários encontros do PGP. Num destes encontros, assistiu apresentações experimentais dos alunos e se surpreendeu com o grau de envolvimento dos estagiários com a escola.
No decorrer do curso, foram feitos dois fóruns nos dias de sábado com as participações dos PGPs e dos professores supervisores de cada escola representada. Cada PGP apresentou os trabalhos realizados na escola, o que foi feito, o andamento dos trabalhos, os seus desempenhos e suas dificuldades.
## Estágio III
O Estágio III foi o momento que recebemos os alunos que estavam iniciando o Estágio I para integrá-los ao PGP da escola. Começamos a frequentar a escola mesmo antes do início das aulas do curso para não enfrentar dificuldades com o tempo como já havíamos enfrentado nos estágios anteriores, dessa forma teríamos mais tempo para desenvolver nosso trabalho com maior qualidade do que os que foram feitos em Estágio II. Porém, já na segunda semana de aula a escola entrou em greve e só retornou as aulas em abril.
Durante o período da greve as únicas atividades mantidas foram as reuniões com o PGP. Com o início das aulas na universidade todos o PGPs já existentes se apresentaram para os estagiários que iriam iniciar Estágio I para que estes conhecessem os grupos e os trabalhos que estavam sendo desenvolvidos. Vários alunos se manifestaram para participar do nosso PGP.
Com o término da greve no mês de abril retornamos à escola para reiniciar nossas atividades. Inicialmente fizemos um plano de trabalho para colocar em prática o PIC e em seguida montamos um cronograma. Como o bimestre ficou menor por causa da greve iniciamos o projeto no início do segundo bimestre. Com vistas aos trabalhos anteriormente feitos por outra turma percebemos que havia a necessidade de orientar os alunos a fazer os trabalhos, assim dedicamos duas semanas para essa orientação.
Na primeira semana trabalhamos com os alunos os conceitos de: o que é uma pesquisa; como fazer um relatório experimental; o que é plágio e quais as fontes de pesquisa confiáveis. Na segunda semana levamos experimentos para a sala e os apresentamos explicando aos alunos o que era relevante de se explorar em um experimento, por exemplo: conceitos físicos envolvidos, problematização do experimento, conclusões e as utilizações do material no cotidiano. Na terceira semana os alunos iniciaram as apresentações dos trabalhos. A sala de aula foi organizada em círculo, e os alunos trabalharam em grupo de cinco integrantes. Nesse momento ajudamos os que tinham dificuldades na apresentação. As apresentações duraram quatro semanas. Após os seminários os alunos entregaram relatórios sobre o que tinham feito, esses relatórios eram corrigidos e se tivesse
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incompleto ou com informações incorretas eram devolvidos aos alunos para que fosse revisto. A coleta de dados nesse período foi feita a partir de notas de campo imagens e observação.
## Considerações Finais
A influência dos estagiários de Física no Colégio Estadual Waldemar Mundim foi tão importante que foram convidados no início do ano letivo de 2012, a participarem da reunião com os demais professores, coordenadores e diretoria para participar no projeto de estruturação das outras salas ambientes. Este grupo foi o único dentre os estagiários de outras disciplinas a participar desta reunião. A participação desta reunião mostrou que o envolvimento do nosso grupo neste projeto não foi em vão. Isso valorizou o nosso estágio, valorizou o nosso trabalho e enfatizou a importância da relação Universidade-Escola.
Com toda a autonomia que fora dada aos estagiários durante o processo de investigação-intervenção, o professor supervisor foi muito importante em todas as intervenções, sendo participativo, auxiliando alunos e estagiários. Dessa forma, não houve quebra de autoridade entre os relacionados (alunos, estagiários e professor) seguindo o papel de cada um no projeto escolar.
Outro fato relevante foi que o nosso projeto de estágio para a ambientalização da sala de física será usado pelo professor supervisor como componente do Projeto Político Pedagógico (PPP) e no PDE da escola. Devido a esse projeto a escola continuou adotando a sala ambiente mesmo depois de a secretaria de educação pedir que essas salas acabassem.
Para o PGP o estágio proporcionou o aprendizado sobre as complexas relações existentes entre todos os atores na escola: professor-direção, professoraluno, etc, pois, os estagiários estavam sempre presentes na escola.
Também aprendemos a importância de conhecer a escola e os alunos para a partir de então intervir de forma adequada, ou seja, refletir para agir.
Possibilitou que fizéssemos uma reflexão sobre a nossa prática docente para entendermos a importância de um bom planejamento e da didática baseada em uma perspectiva de ensino. Ou seja, Refletir sobre a ação.
Na relação Escola-Universidade estabeleceu-se uma parceria, onde os estagiários utilizaram da escola para se formar, e as demandas escolares foram consideradas para que os estagiários deixassem suas contribuições. A Universidade doou bancadas para a montagem da sala ambiente e o professor coordenador da Olimpíada Brasileira de física em Goiás doou quites experimentais. Com isso o professor supervisor ficou motivado ao ponto de solicitar uma sala com maior espaço para a realização desse projeto. Essa relação também proporcionou uma formação continuada para o professor supervisor que participou de reuniões, debates, refletiu junto com os estagiários sobre as intervenções e se integrou de novos referenciais teóricos. Além disso, durante esse período passou a ser professor supervisor do PIBID.
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## Referências
ARAÚJO, I. S.; SOUZA, A. C. F. De; TEIXEIRA, J. R.; PROFETA, A.; COSTA, G. K. B. da COSTA, R. S. Desenvolvendo a Com Ciência Física no Cotidiano com Material de Baixo Custo. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 17, 2007, Maranhão, 2007.
BRASIL, Lei n. 11.788, de 25 e setembro de 2008. Diário Oficial da União , Brasília, DF, 26 set. 2008. Seção 1 p. 3.
BORGES, A.T. Novos rumos para o laboratório escolar de ciências. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 19, n. 3, p. 291-313, 2002.
GENOVESE, L. G. & GENOVESE, C. L. Estágio Supervisionado em Física: considerações preliminares. Goiânia: UAB, 2012.
GENOVEZ, L. G. R. Homo magister: conhecimento e reconhecimento de uma professora de ciências pelo campo escolar. 2008. 228 f. Tese (Doutorado em Ensino de Ciências) Faculdade de Ciências, UNESP, Bauru, 2008.
CARVALHO, A. M. P. ; GARRIDO, E. . Reflexão sobre a prática e qualificação da formação inicial docente.. Cadernos de Pesquisa (Fundação Carlos Chagas), São Paulo, v. 107, p. 149-168, 1999.
CARVALHO, A. M. P. Os Estágios nos Cursos de Licenciatura . São Paulo: Cengage Learning, 2012.
HOFFMANN, J.M.L. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtivista. Educação e Realidade. Porto Alegre, 1991.
MARTINS, J. A pesquisa qualitativa. In.: FAZENDA, I. A Metodologia da pesquisa educacional. 3. ed., cap. 4, p. 47-58, São Paulo: Cortez, 1994.
PIMENTA, S. G., LIMA, M. S. L. Estágio e Docência , 4 ed. São Paulo: Cortez Editora, 2009.
UFG . Resolução CEPEC n. 731, de 05 de julho de 2005. Goiânia, GO, 2005
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