A aula inclusiva com o uso da Língua Brasileira de Sinais e a transmissão de significado
Márlon Caetano Ramos Pessanha, Sabrina Gomes Cozendey
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XX
- Ano
- 2013
- Data
- 22/01/2013
- Linha de pesquisa
- Linguagem E Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## A aula inclusiva com o uso da Língua Brasileira de Sinais e a transmissão de significado
## Márlon Caetano Ramos Pessanha 1 , Sabrina Gomes Cozendey 2
1 Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, marlonpessanha@yahoo.com.br 2 Universidade Federal de São Carlos, sgcfisica@yahoo.com.br
## Resumo
Apresentamos neste trabalho uma discussão sobre as diferenças de significado entre os termos que representam conceitos físicos presentes na língua portuguesa e seus correlatos na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Partimos de dois enunciados, relacionados aos conceitos de velocidade e aceleração, semelhantes àqueles presentes no discurso de professores e em livros didáticos. Buscamos identificar aspectos relevantes referentes às diferenças de significado entre os termos linguísticos da língua portuguesa e da Libras, que poderiam interferir na aprendizagem de Física, além de inferir sobre o papel do intérprete de Libras na transmissão do significado conforme o enunciado pelo professor. De nossa análise, concluímos que há uma necessidade por parte do intérprete do conteúdo que interpreta para que possa reconhecer os sinais mais adequados na transmissão de um enunciado, e ainda, a necessidade de manifestação dos alunos com deficiência auditiva como uma forma de promover o compartilhamento de sentido, aspecto este que entendemos como uma evidência da ocorrência de uma aprendizagem.
Palavras-chave : Inclusão escolar, deficiência auditiva, Libras.
## Introdução
Questões relativas à linguagem têm direcionado diversas pesquisas em ensino de ciências. Algumas dessas questões tratam das dificuldades que emergem das diferenças entre a linguagem cotidiana e a linguagem científica que é tratada nas disciplinas escolares. Tais diferenças residem nos divergentes sentidos que determinados signos linguísticos de uma mesma língua podem assumir quando utilizados em diferentes contextos. Na pesquisa em ensino de Física tais diferenças são bem conhecidas, tendo como alguns dos exemplos mais clássicos os diferentes significados assumidos para os termos calor e peso (TEIXEIRA; PACCA, 1994; SILVA et al, 2008).
- O conhecimento prévio dos alunos, que é relevante na atribuição de significados, origina-se na experiência pessoal do indivíduo em meio ao seu contexto sócio-cultural. É no convívio social, histórico e cultural que o indivíduo interioriza signos linguísticos, gestuais, sonoros, entre outros; os quais integrarão o conjunto de ideias que estamos chamando de conhecimento prévio.
Um diálogo promovido em uma aula de ciências está impregnado de signos que podem apresentar significados diferentes para os indivíduos envolvidos. Se para falantes de uma mesma língua existe esta dificuldade, o que dizer sobre um processo em que as pessoas envolvidas possuem não somente diferenças de significado para os signos linguísticos, mas também meios linguísticos (línguas) diferentes para se comunicar? Tal indagação parece em um primeiro momento distante da realidade, no entanto, se olharmos mais atentamente para o contexto
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20 a 25 de janeiro de 2013
escolar atual do Brasil nos deparamos com um processo que corre nesse sentido: a inclusão escolar.
## Inclusão Escolar, deficiência auditiva e Libras
Se há alguns anos atrás falar em escolas inclusivas era falar em um sonho distante da realidade, algo fruto da ideologia e presente unicamente nela; o que temos atualmente no Brasil é um processo de inclusão escolar em curso que tem levado estudantes com necessidades educacionais especiais para as turmas regulares. Entre estes muitos estudantes com necessidade especiais que chegam à escola, estão aqueles que possuem uma deficiência auditiva.
A pessoa com deficiência auditiva possui uma dificuldade para compreender parcialmente ou totalmente uma mensagem manifesta na forma oral; e geralmente, possui dificuldades para se expressar por meio de uma linguagem oral. No entanto, a pessoa com deficiência auditiva pode compreender e se expressar sem problemas por meio de uma linguagem visual e gestual, por exemplo, por meio de uma língua de sinais. No Brasil, desde 2002 temos o reconhecimento oficial da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como uma língua (BRASIL, 2002). A partir da regulamentação da inclusão no Brasil (BRASIL, 2007), o aluno com deficiência auditiva adquiriu o direito a estudar em escolas regulares e ter o auxílio de intérpretes de Libras em sua educação.
Neste trabalho buscamos verificar até que ponto as diferenças de significado entre os termos linguísticos da língua portuguesa e da Libras podem interferir na aprendizagem de Física, buscando refletir sobre o papel do intérprete de Libras na transmissão do sentido em uma aula de Física. Para isso, analisamos enunciados de Física em língua portuguesa relacionados aos conceitos de velocidade e aceleração, enfocando o possível significado assumido no uso de correlatos destes termos na Libras. Em nossa análise utilizamos ainda algumas das ideias de Bakhtin, em especial as noções de significação e tema (sentido).
## Linguagem e Bakhtin
As teorias de Bakhtin envolvem uma visão totalizante da realidade em que, ao contrário da dicotomia existente em sua época (primeira metade do século XX), a linguagem é vista a partir de um entrelaçamento entre o sujeito e o objeto, e não somente a partir de uma única ótica objetiva ou subjetiva. A linguagem é analisada pela inter-relação entre o sujeito e o contexto social e histórico em que está inserido (FREITAS, 2005). Para Bakhtin a construção do conhecimento se dá pela internalização de discursos alheios em meio às relações interpessoais. A interação entre o sujeito e os outros atores presentes no meio social é fundamental, pois, sem esta interação o homem:
[...] não mergulha no mundo sígnico, não penetra na corrente da linguagem, não se desenvolve, não realiza aprendizagens, não ascende às funções psíquicas superiores, não forma a sua consciência, enfim, não se constitui como sujeito (FREITAS, 2005, p. 320).
Assim, a aprendizagem é uma consequência e uma realidade devido às relações interpessoais que o indivíduo experimenta. Essas relações interpessoais podem ser verificadas na enunciação, conceito este que se refere ao todo onde se manifesta o dialogismo; não apenas envolve a linguagem verbal, mas também
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outros signos de natureza não verbal. Para Bakhtin, é na enunciação que residem as palavras e o tema (sentido):
[...] o tema da enunciação é determinado não só pelas formas linguísticas que entram na composição (as palavras, as formas morfológicas ou sintáticas, os sons, as entoações), mas igualmente pelos elementos não verbais da situação (BAKHTIN, 2006, p. 132).
Os elementos não verbais que estão relacionados às manifestações verbais, e aos quais Bakhtin se refere, são os demais tipos de manifestação e de interação de natureza semiótica, como a mímica, a linguagem gestual, os gestos condicionados, entre outros (BAKHTIN, 2006, p. 41). Sendo assim, os variados signos envolvidos na enunciação formatam o sentido das coisas. A construção de significados, para Bakhtin, ou o que estendemos como o processo de aprendizagem, se manifesta e ocorre por meio do material semiótico, ou seja, mediado pelos signos, de forma que a aprendizagem consistiria em um diálogo entre os signos de um contexto internalizado e os signos presentes na situação de aprendizagem. Segundo Bakthin:
[...] o signo se opõe ao signo, que a própria consciência só pode surgir e se afirmar como realidade mediante a encarnação material em signos. Afinal, compreender um signo consiste em aproximar o signo apreendido de outros signos já conhecidos; em outros termos, a compreensão é uma resposta a um signo por meio de signos (BAKHTIN, 2006, p. 32).
Uma enunciação para ser completa é composta não somente por temas, mas por significações. A integração desses elementos forma um todo. Resumidamente, o tema ou sentido, pode ser definido como a parte mais específica de uma palavra, que está essencialmente relacionada a um contexto dialógico, é o que uma palavra assume em função de um contexto, é construído na compreensão ativa e responsiva entre os interlocutores. O sentido não está no locutor ou interlocutor, nem mesmo na palavra, está na interação entre os indivíduos, e é produzido nessa interação por meio de signos, como os linguísticos, visuais, entre outros. Assim, é na interação que ocorre a produção do sentido.
Por outro lado, há a significação, que também se conecta aos signos e permite a interpretação de um contexto. A significação é a parte mais geral e abstrata de uma palavra. São os significados que a palavra possui mais comumente, logo, as significações das palavras é o que se tem listado nos dicionários. Na enunciação, os elementos que se repetem e nessas repetições são idênticos, constituem a significação.
## Desenvolvimento da pesquisa
No presente trabalho de natureza teórica, partindo de dois enunciados explicativos dos conceitos de velocidade e aceleração, efetuamos um levantamento de termos dicionarizados de Libras que possuem uma correspondência com os termos da língua portuguesa utilizados na explicação dos conceitos.
Os conceitos de velocidade e aceleração estão fortemente relacionados a fenômenos facilmente percebidos no cotidiano, e assim, possuem significâncias próprias do contexto cotidiano, que muitas vezes apresentam-se como obstáculos à compreensão dos conceitos científicos. Logo, os conceitos de velocidade e aceleração apresentam-se como particularmente férteis para o estudo que
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propomos, o qual consiste em analisar o compartilhamento de sentido no ensino de física em contextos inclusivos em que se utiliza a língua portuguesa e a Libras.
Os enunciados considerados possuem termos comuns utilizados na explicação dos conceitos de velocidade e aceleração, e são semelhantes aos apresentados em livros didáticos e presentes no discurso do professor de Física:
Velocidade se refere à variação da posição de um corpo em função do tempo. Ao se movimentar de uma posição à outra um corpo apresentará um deslocamento. Velocidade é o quanto o corpo se desloca por unidade de tempo.
Aceleração se refere à variação da velocidade de um corpo em função do tempo. Um corpo pode aumentar ou diminuir sua velocidade durante um movimento. Aceleração é o quanto a velocidade do corpo se altera por unidade de tempo.
O levantamento dos termos dicionarizados foi feito a partir de dois dicionários multimídia de Libras, o 'Dicionário da Língua Brasileira de Sinais', resultado de um projeto desenvolvido com o apoio da Coordenação Nacional de Deficiência (LIRA e SOUZA, 2008) e o 'Dicionário de Libras Ilustrado' elaborado com apoio do programa 'Acessa São Paulo de Inclusão Digital' (SÃO PAULO, 2002). Esses dicionários, amplamente divulgados entre os intérpretes de Libras, apresentam além do sinal na forma de vídeo e seu correspondente na língua portuguesa escrita, suas significações mais usuais na cultura surda.
Em nossa análise, buscamos identificar divergências de significado entre os termos de Libras dicionarizados e seus correlatos na língua portuguesa que se referem aos termos presentes nos enunciados, e buscamos uma reflexão sobre o papel do intérprete na atribuição e compartilhamento de sentidos.
## Resultados e discussão
No quadro 01, a seguir, apresentamos os principais termos utilizados nos enunciados, indicando o seu significado físico e a significação de seu sinal correlato em Libras.
Quadro 01: Termos da língua portuguesa e a significação em seus correlatos em Libras
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No quadro 01, os números na coluna 'Significação de seu correlato em Libras' indicam os sinais em Libras existentes para o termo nos dicionários consultados. Cada número corresponde a um sinal em Libras diferente relacionado a um determinado termo da língua portuguesa. Por exemplo, no caso do termo 'Tempo' existem dois sinais diferentes, e cada um representa uma ou mais significações. Assim como na língua portuguesa, as significações para esse termo estão relacionadas, principalmente, a aspectos meteorológicos ou a intervalos ou duração de fenômenos.
As letras à frente de cada número indicam em qual dos dicionários consultados foi encontrado a significação para o verbete. A letra 'a' se refere ao Dicionário da Língua Brasileira de Sinais, elaborado com apoio da Coordenação Nacional de Deficiência (LIRA e SOUZA, 2008) e a letra 'b' se refere ao Dicionário de Libras Ilustrado, elaborado com apoio do programa Acessa São Paulo de Inclusão Digital (SÃO PAULO, 2002).
A partir deste levantamento, percebe-se que para cada um dos termos utilizados nos enunciados há no mínimo um sinal de Libras. Entretanto, percebe-se também que o compartilhamento de significado não ocorre para todos os sinais. Em relação ao termo 'aceleração', seu correlato mais próximo em Libras possui um sentido parcialmente correto do ponto de vista científico. Em Libras, o termo 'acelerar' possui uma significação relacionada ao aumento de velocidade durante certo tempo. No entanto, este termo em um contexto científico é utilizado também para uma diminuição de velocidade em um intervalo de tempo. Na realidade, esta incompletude na significação do termo apenas retrata uma compreensão comum deste termo quando empregado no cotidiano (LABURÚ, 1987).
Já para os termos 'posição', 'corpo' e 'movimento' a significação apresentada não coincide com a descrição do conceito físico. Isto implica na necessidade de atribuição de um novo significado ao sinal em Libras, ou mesmo a substituição do sinal por outro que seja sinônimo e que possua uma proximidade, em sentido, com a noção científica. Neste último caso, os sinônimos para os termos
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'Posição' e 'Corpo' presentes na língua portuguesa, respectivamente, 'Local' e 'Objeto', foram verificados nos dicionários de Libras.
- O quadro 02, que se segue, apresenta a significação dos sinônimos:
Quadro 02: Termos da língua portuguesa e a significação dos correlatos do sinônimo em Libras.
Considerando o uso de sinônimos, verificou-se que para os termos 'posição' e 'corpo' há a existência de representações em Libras que se aproximam da descrição do conceito físico. No caso do termo 'movimento', não foi encontrado nos dicionários consultados um sinônimo compatível em significado com a descrição deste conceito físico.
O uso de sinônimos apresenta-se como uma possibilidade de superação de obstáculos linguísticos no compartilhamento de sentido. Neste caso, cabe ao intérprete de Libras escolher um sinal sinônimo que melhor se aproxime ao significado próprio do contexto científico-escolar. Logicamente, a escolha adequada de sinônimos, e a percepção se com estes sinônimos o significado científico é transmitido só é possível se o intérprete possui um conhecimento mínimo do conteúdo que interpreta e que vá de encontro com a perspectiva científica. Neste sentido, julgamos como necessário que o intérprete de Libras possua uma formação adequada, que o permita compreender adequadamente o enunciado apresentado pelo professor, para que assim possa utilizar sinais que correspondam da forma mais fiel possível o enunciado.
Em relação à atribuição de um significado a um sinal, como pode ser necessário para o termo 'movimento' da língua portuguesa, requer também um conhecimento do intérprete do conteúdo; porém, a atuação do professor, fornecendo explicações que busquem atribuir um novo significado à palavra, é algo igualmente importante. Vale destacar que esta atribuição de significados científicos aos termos é uma das funções de um professor, independente de lecionar em uma turma inclusiva ou não.
Das ideias de Bakhtin, destacamos ainda uma necessidade de interação entre os participantes da sala de aula inclusiva, para que ocorra de fato um compartilhamento de sentido, ou seja, para que a enunciação assuma um tema igual e único para todos os integrantes. Em outras palavras, a mensagem apresentada pelo professor, interpretada em Libras, e compreendida pelos alunos devem compartilhar o sentido científico pretendido, ao que entendemos que o compartilhamento de sentido é um dos resultados da ocorrência de uma aprendizagem. Mas para que isso ocorra é necessário, além de um conhecimento do conteúdo por parte do intérprete, a manifestação do aluno com deficiência auditiva, de forma a expor o seu entendimento do conteúdo internalizado.
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É na externalização de seu entendimento, na discussão dialógica entre alunos e professor e com a atuação do intérprete de Libras, que o conhecimento científico é construído e tratado. Reconhecemos que em meio à dinâmica da sala de aula, independente de ser inclusiva ou não, não é tão simples a identificação de incompatibilidades de significado, e em muitas vezes, mesmos os alunos que não possuem uma necessidade especial não expõem suas compreensões. Porém, considerando que é na interação dialógica que está presente o sentido e é o meio pelo qual o sentido pode ser revelado, é inevitável afirmar que a sala de aula inclusiva com alunos com deficiência auditiva requer estratégias de ensino que privilegiem a manifestação destes alunos, e ainda uma integração que inclua a atuação do intérprete.
## Considerações Finais
Neste trabalho buscou-se identificar, em enunciados comuns no ensino dos conceitos físicos de velocidade e aceleração, a existência de divergências de significado para termos da língua portuguesa e sinais da Libras dicionarizados considerados como correlatos.
Foi apresentada uma breve análise, a qual nos permitiu inferir que, na conversão de um discurso da língua portuguesa para a Libras, não é garantido com um simples uso de termos comuns à Libras e à língua portuguesa, que haja a compreensão da mensagem por parte do receptor, conforme o pretendido pelo inicialmente pelo professor. Neste sentido, concluímos que o intérprete de Libras deve possuir um conhecimento mínimo do conteúdo para que possa interpretá-lo. Além disso, abordamos a necessidade de manifestação dos alunos com deficiência auditiva como uma forma que permita o compartilhamento de sentido na sala de aula inclusiva.
Em próximas etapas deste estudo serão analisadas situações reais de sala de aula em que os conceitos físicos são abordados e em que há a atuação de um intérprete de Libras. Com isso, esperamos avançar um pouco mais no estudo sobre o papel do intérprete de Libras na aula de Física e sobre sua influência na aprendizagem dos alunos com deficiência auditiva.
## Referências
BAKHTIN, M. (2006), Marxismo e Filosofia da Linguagem , 12ed, Hucitec, 2006.
BRASIL, Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 , Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências, 2002. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/leis/2002/l10436.htm>. Acesso em: 20 de jun de 2012.
BRASIL, Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva , Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial nº 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria nº 948, de 09 de outubro de 2007, 2007.
FREITAS, M. T. A. (2005), Bakhtin e Vygotsky: um encontro possível. In Brait, B. (Org.) Bakhtin, dialogismo e construção do sentido . Campinas: Editora Unicamp, 2005.
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LABURÚ, C. E. (1987). Desenvolvimento e aprendizagem do conceito de aceleração em adolescentes . Dissertação (Mestrado em Ensino de Física). Faculdade de Educação e Instituto de Física. Universidade de São Paulo. São Paulo, 288p
LIRA, G. A.; SOUZA, T. A. F. (2008), Dicionário da Língua Brasileira de Sinais . Disponível em <http://www.acessobrasil.org.br/libras/>. Acesso em 10 de jan de 2011.
SÃO PAULO (2002), Dicionário de Libras . São Paulo: setembro, 2002. CD-ROM
SILVA, O. H. M. DA; LABURÚ, C. E.; NARDI, R. (2008), Reflexões para subsidiar discussões sobre o conceito de calor na sala de aula , Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 25, n. 3: p. 383-396, dez. 2008.
TEIXEIRA, S. K.; PACCA, J. L. A. (1994), O peso medido pela balança: ruptura e continuidade na construção do conceito, Caderno Catarinense de Ensino de Física , v. 11,n.3: p.154-171, dez.1994.
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