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JOGOS DIDÁTICOS: UMA ALTERNATIVA PARA O ENSINO DE FÍSICA

Lariucy Santos Martins, Larissa Cristina Silva Lima, Marici Anne Costa E Silva, Maria Angélica Bolina Lucas, Milton Antonio Auth

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XX
Ano
2013
Data
21/01/2013
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## JOGOS DIDÁTICOS: UMA ALTERNATIVA PARA O ENSINO DE FÍSICA

Lariucy Santos Martins , Larissa Cristina Silva Lima , Marici Anne Costa e 1 2 Silva , Maria Angélica Bolina Lucas , Milton Antonio Auth 3 4 5

1, 2, 3, 4, 5 - Universidade Federal de Uberlândia - lariucy\_martins@hotmail.com; klaclima@hotmail.com; mariciannecosta@hotmail.com; mariangelica\_bolina@hotmail.com; auth@pontal.ufu.br

## Resumo

Aprender Física na escola básica significa entender novos conhecimentos, compreender os fenômenos que nos são apresentados a cada dia, o mundo em que vivemos. Com intuito de contribuir para melhorar o processo de ensino-aprendizagem e a formação dos estudantes, recorremos à utilização de jogos didáticos em aulas de Física, uma vez que estes podem constituir proposta viável para melhorar o ensino médio de Física, proporcionando um processo diferente, que desperte o interesse dos alunos e provoque o aprendizado. Nesta perspectiva, um grupo de licenciandos criou um jogo didático, denominado 'A Corrida da Física', o qual foi desenvolvido com três turmas de alunos de 2º ano de uma escola da rede pública estadual de Minas Gerais. Após algumas aulas, em que foi abordado o conhecimento da Física, desenvolveu-se o jogo com 90 alunos, explorando e avaliando seus conhecimentos. Os registros foram realizados mediante observações, anotações em 'caderno de anotações' e entrevistas. A atividade do jogo envolveu aspectos lúdicos, competição, questões e conhecimento de Física. Os estudantes se dividiram em grupos e cada um realizava suas atividades numa pista enumerada, construída para tal finalidade. Essa atividade com jogos teve efeitos positivos tanto para os alunos quanto o professor e os licenciandos, uma vez que todos se envolveram ativamente, o que, também, criou uma boa expectativa quanto à sua implicação na melhoria do ensino de Física. É importante que a Física seja inclusiva em seu processo de ensino-aprendizagem e que se faça uso de vários recursos para que se aprenda, a exemplo dos jogos didáticos que são facilitadores e motivadores da aprendizagem.

Palavras-chave : Jogos Didáticos; Ensino de Física; Experiência Didática.

## Introdução

Ao longo dos últimos semestres, no âmbito das ações do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), várias ações foram realizadas na escola, entre elas a de diagnóstico. Nesta perspectiva, o acompanhamento de atividades na escola expôs uma variedade de problemas que são vivenciados nas aulas de Física, mas que, muitas vezes, não são enfrentados de forma a tornar o ensino mais desafiante e eficaz aos alunos. Acredita-se que este seja um fator

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20 a 25 de janeiro de 2013

negativo e decisivo para a visão negativa que parte expressiva dos alunos tem da disciplina de Física escolar.

- O ensino é um processo que visa à mudança, fazendo com que os alunos aprendam novos conhecimentos e evoluam em suas ideias e concepções. Nesta perspectiva, recorremos à elaboração e desenvolvimento de jogos didáticos de Física. Estudos já realizados acerca dos mesmos sinalizam para novas perspectivas para a educação, pois podem proporcionar um processo de ensino-aprendizagem diferente para a sala de aula, despertando o interesse dos alunos e provocando o aprendizado das disciplinas. Os jogos didáticos fazem parte de uma proposta que está sendo desenvolvida em sala de aula de Física da nossa região e acompanhada pela pesquisa.

Segundo Miranda (2001), mediante o jogo didático vários objetivos podem ser atingidos, relacionados à cognição (desenvolvimento da inteligência e da personalidade, fundamentais para a construção de conhecimento); afeição (desenvolvimento da sensibilidade e da estima e atuação no sentido de estreitar laços de amizade e afetividade); socialização (simulação de vida em grupo); motivação (envolvimento da ação, do desfio e mobilização da curiosidade) e criatividade. Para Schaeffer (2006), a utilização de atividades interativas como, por exemplo, jogos didáticos para serem desenvolvidos em grupo criam a possibilidade aos indivíduos para o trabalho que exerce o limite, o respeito e a disciplina, a partir de ações subordinadas a regra.

- A apropriação e a aprendizagem significativa de conhecimentos são facilitadas quando tomam a forma aparente de atividade lúdica, pois os alunos ficam entusiasmados quando recebem a proposta de aprender de uma forma mais inovadora, interativa e divertida. Os jogos podem ser utilizados como um promotor de aprendizagem das práticas escolares, possibilitando a apropriação, por parte dos alunos, do conhecimento cientifico, levando-os a ter uma vivencia mais plena em relação aos desafios que o cotidiano coloca, de solução de problemas que são, muitas vezes, próximos da realidade que enfrentam. Segundo Piaget, uma criança quando demostra interesse pelo que faz se torna capaz de realizar esforços até alcançarem seus limites. Ao se empenharem em seu processo de ensino aprendizagem, tomarão forma à disciplina de fato (PULOSKI, 1983).

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1998), devem ser promovidas ações que possibilitem aos alunos desenvolverem a capacidade de pesquisar, de buscar informações e selecioná-las, de aprender, criar, formular. Ao invés de um simples exercício de memorização, o aluno deve ser capaz de formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais.

A partir do momento em que se inserem novas estratégias em sala de aula, como jogos didáticos, proporciona-se ao aluno possibilidades de aprender mais sobre determinado conhecimento físico, de desenvolver argumentos perceptivos sobre as situações de sua vivência. À medida que ele progride nos estudos, seus argumentos conceituais podem superar os perceptivos, realizando raciocínios e analogias concretas, por meio de interação com o mundo e com as pessoas que ele tem contato. De acordo com Vigotski (2001), é importante levar em conta que a aprendizagem de um conceito tende a ser mais eficaz quando relacionada aos conhecimentos que o estudante já possui, o que é complexo, pois há de se ter o cuidado de não reforçar concepções distorcidas, mas sim colocar em evidência o conhecimento científico de forma que o estudante se familiarize com a linguagem

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científica e avance na significação dos conceitos. Nesta perspectiva, podemos considerar que, quando isso acontece, ocorre uma aprendizagem significativa, em que o aluno consegue relacionar o material novo aos seus conhecimentos anteriores.

É de extrema importância que o professor auxilie na tarefa de significação e ressignificação de conceitos, considerando o conhecimento dos alunos, articulandoos ao que está sendo explorado na sala de aula. Assim, o jogo didático constitui um importante recurso para o professor, em vários aspectos, como desenvolver a habilidade de resolução de problemas, favorecer a apropriação de conceitos e atender às peculiaridades da adolescência.

É muito mais eficiente aprender por meio de jogos, e isso é válido para todas as idades, desde o maternal até a fase adulta. Vários jogos possuem componentes do cotidiano e o envolvimento desperta o interesse do aprendiz, que se torna sujeito ativo do processo, e a confecção dos próprios jogos é ainda muito mais emocionante do que apenas jogar. (LOPES, 2001, p.23).

O jogo pode se tornar uma atividade rica e de grande efeito, que responda às necessidades lúdicas, intelectuais e afetivas, estimulando a vida social e representando importante contribuição na aprendizagem.

## Metodologia

Neste trabalho, três alunas do curso de licenciatura em Física de uma universidade pública de Minas Gerais, juntamente com um professor da universidade e uma professora da rede pública estadual, criaram um jogo didático com o objetivo de introduzir uma nova alternativa ao ensino e averiguar sua influência no processo ensino-aprendizagem. O jogo, chamado 'A Corrida da Física', foi produzido com materiais de baixo custo, como o TNT de cinco cores diferentes, um par de dados e papel cartão: com o TNT criaram-se cinco pistas com vinte casas, onde cada pista representava um grupo a participar do jogo; o par de dados foi usado para determinar quantas casas cada grupo avançaria; o papel cartão foi utilizado para compor o material que continha as perguntas, juntamente com as alternativas de resposta.

A realização deste jogo foi em uma escola pública estadual de Ituiutaba-MG, onde uma das integrantes do trabalho é professora. A atividade foi realizada em três turmas de 2º ano de uma escola pública, com média de 30 alunos cada uma, seguindo o cronograma de organização dos conteúdos da disciplina e criando ações de aulas diferenciadas.

Após algumas aulas, em que foi abordado o conhecimento da Física pela professora das turmas, desenvolveu-se o jogo com, aproximadamente, 90 alunos, explorando e avaliando seus conhecimentos. O jogo consistiu de uma atividade que envolveu aspectos como lúdico, competição, questões e conhecimento de Física. Os estudantes dividiram-se em cinco grupos, contendo seis alunos cada um, onde foram identificados com uma pulseira da mesma cor da pista. Os dados que jogavam determinavam o quanto iriam avançar na pista ou permanecer na mesma posição, de acordo com os acertos das questões, até que um grupo conseguia finalizar o jogo.

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- O conteúdo das perguntas foi relativo à Mecânica, especialmente as 1ª e 2ª Leis de Newton, que tradicionalmente são abordadas nos currículos do Ensino Médio. Porém, há possibilidade de adaptar o jogo à qualquer tema da Física, como: Termodinâmica, Óptica, Hidrostática, Ondulatória e Eletromagnetismo. Quase todas as perguntas foram extraídas do Enem e de alguns livros de Física da escola onde se desenvolveu o jogo.
- A professora acompanhou o desempenho dos alunos durante toda a atividade, ajudando-os a relembrar algum conteúdo visto em sala de aula. Como as questões deste jogo envolvem situações cotidianas, buscou-se criar situações de modo a fazer com que os estudantes-jogadores desenvolvessem a capacidade de imaginar a situação problema apresentada pela questão, à medida que eles se sentissem motivados e desafiados pelo jogo. À medida que eles que conseguiriam se adaptar a essa característica, teriam mais vantagem perante os demais.

Envolvendo conceitos físicos nesse ambiente descontraído e livre de imposições, o amadurecimento dessa habilidade pode tornar-se mais aproveitável, chegando a ser transposta para o aprendizado em sala de aula. Uma das características que estava em questão era que esse tipo de jogo pode proporcionar um bom dinamismo no grupo.

- A investigação desse processo aconteceu via observações realizadas durante a exploração do jogo nas três turmas e com registros realizados num 'caderno de anotações', na modalidade de uma pesquisa participante, referente à participação direta nas atividades de planejamento, elaboração, desenvolvimento em sala de aula e a realização dos registros.

## Segundo Campos:

- A dimensão educativa da pesquisa participante expressa-se, no caso da escola, na forma de uma apropriação, por parte dos professores, de instrumentos de análise e observação que são de domínio dos pesquisadores educacionais, como por exemplo técnicas de observação e registro do trabalho em sala de aula (1994, p. 64).

Alguns alunos foram entrevistados visando à ampliação dos registros e a identificação de impactos acerca da realização do jogo didático no ensino de Física, bem como a aprendizagem.

## Resultados

Nos cursos de Licenciatura em Física muito se discute sobre práticas pedagógicas, mas a ênfase no ensino atual, ainda, centra-se na transferência de conhecimento. Como não basta a crítica a esse modelo no meio acadêmico, novas metodologias de ensino estão sendo exploradas, com o intuito de promover uma aprendizagem significativa, a exemplo do jogo 'A Corrida da Física'.

Um bom jogo didático será bem sucedido quando ele equilibrar pontos importantes do processo ensino-aprendizagem, como a questão pedagógica, o estímulo e o desafio aos jogadores. Os estudantes-jogadores manifestaram desejo de participar do desafio que o jogo representava. Em geral, ganhar no jogo é o mais importante, pois os jogadores se lançam no desafio, desejando provar seu poder e sua força mais para si mesmo que para os outros. Após o jogo ouvimos os

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comentários a respeito do mesmo, em que os alunos se mostraram eufóricos com a competição, discutindo o conteúdo que haviam visto em sala de aula. Foi muito gratificante ver o envolvimento dos estudantes com a atividade realizada.

- O medo de errar também tem importância, tanto para processo de ensinoaprendizagem quanto para o processo psicológico. Ao vencer o medo de errar, os jogadores podem se tornar pessoas mais participativas tanto na vida real quanto na vida escolar, o que fornece muitos benefícios, como se expressou um aluno de uma das turmas que participaram do jogo:

Eu não ganhei, mas joguei e aprendi um pouco mais sobre Física.

Pode-se afirmar que o aspecto afetivo manifesta-se na prática dos alunos, o que prova que os estudantes interagiram com o jogo didático. Jogar é estar interessado, não é uma imposição, é um desejo. Assim, podemos trabalhar os jogos didáticos de várias maneiras, como numa avaliação em sala de aula, para explorar o conhecimento apreendido pelos alunos, ou em trabalhos extra classe, como uma prática para que os alunos retomem conhecimentos, ou mesmo em monitorias.

Na aula seguinte voltamos à escola para acompanhar, juntamente com a professora, o impacto que a atividade teve para com os alunos. Foi surpreendente o resultado obtido, pois os alunos perguntavam que dia haveria outra atividade; mesmo os alunos dos grupos que não ganharam o jogo estavam eufóricos, querendo revanche para mostrar que também têm conhecimento sobre o conteúdo.

Segue a fala de um estudante:

Todas as aulas poderiam ser assim, é bem mais legal.

Essa atividade com jogos teve efeitos positivos tanto para os alunos quanto para o professor e os licenciandos, uma vez que todos se envolveram ativamente, o que, também, criou uma boa expectativa quanto à sua implicação na melhoria do ensino de Física na escola. É importante que a Física seja inclusiva em seu processo de ensino-aprendizagem, que se faça uso de vários recursos para que se aprenda. Entre eles, podemos apontar os jogos didáticos como facilitadores e motivadores da aprendizagem, conforme expresso por Barbosa-Lima e Nasser (2003) a participação de estudantes no desenvolvimento de um jogo didático estimula a imaginação, o trabalho em equipe, proporcionam possibilidades de argumentação, além de promover a elaboração de hipóteses e suas conseqüentes verificações. Quando utilizada de maneira conveniente, aproxima os alunos do estudo da disciplina com mais motivação amenizando o medo e por Física.

Aprender Física é bem mais que compreender o mundo em que vivemos e os fenômenos que nos são apresentados a cada dia, pois ela também constitui um conhecimento que a sociedade valoriza cada vez mais. Para isso, é necessário que professores tenham em mente que o processo de ensino-aprendizagem da disciplina não deve se dar apenas centrado nele e no quadro de giz, ou uma lousa.

## Considerações

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Ao propor a inserção dos jogos didáticos em sala de aula de Física proporcionamos aos alunos uma metodologia alternativa, onde o professor pode contribuir significativamente para melhorar o processo de ensino-aprendizagem. É importante salientar que a exploração de um jogo didático não garante a aprendizagem dos conteúdos se não houver um planejamento antecipado pelo professor, para que ele possa utilizar essa prática pedagógica estrategicamente. Esse tipo de preparação evita que os alunos entendam a atividade como um mero passatempo.

Mesmo assim, ainda há muito que se trabalhar com relação aos jogos educativos no ensino de Física. As possibilidades para o desenvolvimento de outros jogos são imensas e devem ser exploradas por mais pesquisadores.

O desenvolvimento do jogo didático deixou evidente que o ensino na escola deve ser prazeroso, tanto para o aluno quanto para o professor. Isso será possível na medida em que o profissional se der conta de que precisa incorporar ao seu trabalho novas formas de ensinar. Dar vida para uma história, por exemplo, requer muita determinação e seu sucesso será possível com a colaboração intensa, de convergência de interesses e de sistematizações. Ou, a dimensão lúdica , conforme Vera (2006, p. 28), é capaz de qualificar as ações escolares desde que elas sejam planejadas, organizadas e direcionadas para esse fim e utilizadas de forma adequada. Zagury (2006, p. 202) reforça a mesma orientação, com ênfase maior na forma de conduzir as atividades.

Entendendo que aprender Física na educação básica é muito mais que aprender ou decorar fórmulas, pois envolve o conhecimento de fenômenos de nosso cotidiano, de tecnologias atuais, estamos empenhados em apresentar em sua essência conteúdos e processos que desafiam, instigam os estudantes a querer aprender Física. Os jogos didáticos no ensino médio de Física podem constituir uma proposta viável para ser utilizada em sala de aula, proporcionando um processo diferente, que desperte o interesse dos alunos, provoque o aprendizado e contribua para a sua formação geral.

## Referências Bibliográficas

BARBOSA-LIMA, M. C. e NASSER, P. Z. T. Jogos em aulas de Física: uma experiência didática. Atas do IV Encontro Nacional de Ensino de Ciências , Bauru, SP: 2003.

BRASIL. MEC. - Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais : terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Brasília; MEC/SEF, 1998.

CAMPOS, M. M. Pesquisa Participante: possibilidades para o estudo da escola. In, Cadernos de Pesquisa . São Paulo: Fundação Carlos Chagas, n. 49, maio, 1984, p. 63-66.

LOPES, M. da G. Jogos na Educação : criar, fazer e jogar. 4ª Edição, São Paulo: Cortez, 2001.

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MIRANDA, S. No Fascínio do jogo, a alegria de aprender. In: Ciência Hoje , v.28, 2001, p. 64-66.

PEREIRA, R. F. Desenvolvendo jogos educativos para o ensino de Física : um material didático alternativo de apoio ao binômio ensino-aprendizagem. Dissertação (Mestrado). Mestrado em Educação para a Ciência e o Ensino de Matemática, Universidade Estadual de Maringá, 2008.

PULOSKI, M.A.S. Compreendendo Piaget : uma introdução ao desenvolvimento cognitivo da criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.

SCHAEFFER, E. H. O jogo matemático como experiência de diálogo: análise fenomenológica da percepção de professores de matemática. Dissertação (Mestrado) - Mestrado em Educação para a Ciência e o Ensino de Matemática, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2006.

VERA, R. K. S. Contribuição dos jogos educativos na qualificação do trabalho docente . Tese de mestrado, Porto Alegre, 2006. Disponível em http://tede.pucrs.br/tde\_busca/arquivo.php?codArquivo=200

VIGOTSKI, Lev S. A Construção do Pensamento e da Linguagem . Tradução Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

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