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PLANETÁRIO DE VITÓRIA: CONTRIBUIÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE CULTURA CIENTÍFICA ATRAVÉS DE ESPAÇO NÃO FORMAL DE EDUCAÇÃO

Ana Paula De Oliveira, Hellen Alvarenga Dias, Geide Coelho, Thieberson Gomes

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XX
Ano
2013
Data
21/01/2013
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## PLANETÁRIO DE VITÓRIA: CONTRIBUIÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE CULTURA CIENTÍFICA ATRAVÉS DE ESPAÇO NÃO FORMAL DE EDUCAÇÃO

## Ana Paula de Oliveira , Hellen Alvarenga Dias , Geide Coelho ,Thieberson 1 2 3 Gomes 4

- 1 Universidade Federal do Espírito Santo/Departamento Física/ ap.fisica.3@gmail.com
- 2 Universidade Federal do Espírito Santo/Departamento Física/hellen.ufes@gmail.com

## Resumo:

Neste trabalho relatamos uma experiência de ensino que contemplou uma ação conjunta entre a visitação de um espaço não formal, representado aqui pelo Planetário de Vitória, agregado com uma série de atividades desenvolvidas em ambiente escolar, a fim de que, integrando-se, essas ações possam consolidar e ampliar o conhecimento astronômico dos estudantes, bem como, divulgar e popularizar a ciência, tornando a Astronomia acessível a uma maior parcela da sociedade. O ensino de astronomia é um dos itens do Currículo Básico do Ensino Médio, mas em muitos casos não é contemplado ou tem enfoque somente pelo ensino da Lei da Gravitação Universal e Leis de Kepler, deixando uma lacuna no desenvolvimento curricular do aluno, pois esses conteúdos tratam-se apenas de uma pequena parcela dessa vasta ciência. Essa intervenção educacional é resultante do subprojeto de física do PIBID/UFES,e foi implementada com as turmas da primeira série do Ensino Médio da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Desembargador Carlos Xavier Paes Barreto. Realizamos uma análise das concepções dos alunos, através de questionários pré e pós-visita pedagógica, por meio dos quais identificamos que a maioria dos estudantes apresentava uma série de concepções alternativas acerca de conceitos básicos referentes ao Sistema Solar e localização no espaço; observamos também que após a intervenção, tivemos muitos casos de revisão, mudança e construção de concepções, porém em alguns casos, apesar do acesso a novas informações, os alunos persistem nas suas concepções prévias alternativas.

Palavras-chave: Planetário de Vitória; Espaço Não Formal; Ensino de Física; Divulgação e Popularização da Ciência, Ensino de Astronomia.

## Introdução

A Astronomia é uma ciência capaz de despertar a curiosidade de públicos de diferentes classes e idades, com base em Bretones, que afirma que o ensino de Astronomia possui um grande potencial educativo, devido entre outras razões, ao seu alto grau interdisciplinar, na medida em que envolve inúmeras outras áreas do conhecimento (BRETONES, 1999), e munindo-se da motivação intrínseca dos espaços não formais de educação, foram desenvolvidas uma serie de atividades, tendo como norteador o Planetário de Vitória, visando contemplar o ensino de astronomia, utilizando de parcerias com outras áreas de conhecimento, pois

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entendemos que a interdisciplinaridade proporciona uma melhor contextualização do individuo no meio em que vive.

## Metodologia A intervenção

A Astronomia é uma ciência contemplada pelo currículo básico da disciplina de física no ensino médio (CBC, 2010). Com o intuito de consolidar os conteúdos sobre o universo abordados em salas de aula, este estudo propôs a realização de uma visita ao Planetário de Vitória, onde os oitenta alunos da 1ª série do ensino médio da EEEFM Desembargador Xavier Paes Barreto assistiram à sessão de cúpula denominada 'Sistema Solar', sendo que esse momento faz parte um conjunto de atividades de acompanhamento desenvolvidas por bolsistas do PIBID, a fim de identificar a influencia dos conteúdos abordados nas intervenções, em principal no Planetário, ao conteúdo estudado na escola e às suas experiências vivenciadas no cotidiano. Consideramos muito importante essa articulação entre a Educação Não Formal e a Educação Formal, pois ao se integrarem, se potencializam para atingir o objetivo principal que é o aprendizado do aluno e a criação de uma cultura científica nos estudantes. Desta forma, foi realizado um conjunto de atividades com os alunos antes e depois da visitação ao Planetário de Vitória, que são respectivamente: a realização de um questionário diagnóstico, produção de um texto em que eles tiveram a possibilidade de expressar tudo que entendem sobre o tema Astronomia, visitação ao Planetário e reformulação dos textos inicias pelos alunos.

Coleta de dados Etapa I: Questionário diagnóstico.

Os oitenta estudantes que participaram da coleta de dados, responderam a um questionário que abordou questões básicas acerca do universo, no qual os mesmos deveriam explicitar suas principais concepções sobre o assunto.

Antes da entrega dos questionários aos alunos, criamos um código com três dígitos que representa cada aluno, para que não fossem identificados, evitando qualquer viés interpretativo na análise de suas respostas e afim de auxiliar na identificação de respostas típicas apresentadas pelos estudantes.

As perguntas foram respondidas sem consulta prévia a nenhuma fonte, pois o objetivo não era que o estudante respondesse-as corretamente, mas que mostrasse o que conhece e entende acerca do universo em que vive. Segue abaixo as questões que foram contempladas no questionário o questionário:

- 1 - O que é galáxia?
- 2 - Qual o nome da galáxia onde moramos?
- 3 - Existe apenas essa galáxia no universo?
- 4 - Onde se localiza o sistema solar?
- 5 - O sistema solar está dentro da Via Láctea ou a Via Láctea está dentro do sistema solar?

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20 a 25 de janeiro de 2013

- 6 - Quantas estrelas existem no Sistema Solar?
- 7 - O sol é uma estrela. Ele é a maior estrela que existe?
- 8 - Quais astros fazem parte do Sistema Solar?
- 9 - Qual a composição do sol?
- 10 - Onde estão a lua, o sol e as demais estrelas nos períodos em que não estão visíveis no céu?
- 11 - Mercúrio é o planeta mais próximo do sol. Sendo assim, ele é o planeta mais quente do sistema solar? Justifique
- 12 - Porque mercúrio completa uma volta ao redor do sol mais rápido que os outros planetas?
- 13 - O que existe de muito especial no nosso planeta e que não existe em nenhum outro planeta?
- 14 - Saturno é um planeta muito famoso pelos seus anéis, mas será que somente saturno possui anéis? Você conhece algum outro planeta que possui anéis? Em caso afirmativo, explicite.
- 15 - Porque em cidades do interior conseguimos visualizar o céu com uma quantidade maior de estrelas em comparação às grandes cidades?

Etapa II: Confecção de texto

Respondido o questionário, a segunda etapa foi a confecção de um pequeno texto, no qual foi solicitado que dissertassem sobre qualquer aspecto relacionado a astronomia do qual possuíssem algum tipo de informação ou interesse, neste podia conter ou não, informações relacionadas ao questionário. Esta etapa tem como principal objetivo identificar de maneira geral o grau de interesse dos alunos em relação a esta ciência e possíveis expectativas deles acerca das próximas atividades.

## Visita ao Planetário

Passados alguns dias após as atividades diagnósticas, foi realizada uma visita com todos os alunos ao planetário de vitória, assistindo a sessão de cúpula, e dentre as muitas oferecidas, foi selecionada a sessão 'O sistema solar'. Esta foi à selecionada por que entendemos tratar-se da mais simples e adequada para a serie participante deste roteiro, e também por trata-se de uma sessão um pouco mais abrangente em termos de conteúdos em relação as demais, que tratam sobre pontualidades da área da Astronomia.

Atividade Pós Visita: Revendo concepções

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Como ultimo passo da participação dos alunos, solicitou-se que fizessem uma reflexão tendo como base o texto que haviam confeccionado anteriormente, de maneira que reavaliassem suas concepções, e escrevessem um novo texto, onde teriam a oportunidade de acrescentar novos conhecimentos, retirar o que não acham mais adequados ou simplesmente reforçar a ideia exposta por eles no texto inicial.

## Análise dos dados, resultados e discussões:

Após a coleta dos materiais referentes às etapas acima, foram feitas análises quantitativas ou qualitativas acerca de vários aspectos. Em um primeiro momento, fazemos uma análise quantitativa. Apresentamos abaixo dois gráficos, que mostram respectivamente, a frequência de acertos em cada questão e a frequência de acertos de cada aluno.

Gráfico 01: Quantidade de acertos em cada questão

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Ao analisar o Gráfico 01, vemos que a questão 03 teve o maior índice de acerto, em que 56 alunos responderam corretamente, o que representa 70% dos alunos. Essa questão trata-se de uma pergunta bem simples, sobre a existência de outras galáxias no universo e o resultado nos mostra que a maioria dos estudantes tinha previamente noção de que não estamos sozinhos no espaço e que existem muitas outras galáxias no universo. Esse índice de acerto pode ser associado ao fato que essa informação é constantemente disseminada, não somente nas escolas, mas também pela mídia e até mesmo em discussões superficiais sobre o Universo. Podemos ressaltar também, que a questão 11 teve o menor índice de acerto (16 acertos) o que representa 13,75% do total de oitenta alunos. Essa questão trata-se da temperatura do planeta Mercúrio. De modo geral, os alunos não conseguiram associar outros fatores que possam influenciar na média de temperatura dos planetas, além da distância em relação ao sol.

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Gráfico 02: Quantidade de acertos por cada aluno

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Obervando o gráfico acima, vemos que quatro alunos não conseguiram responder corretamente a nenhuma das questões e que nenhum aluno acertou mais de 11 questões do total das quinze contidas no questionário. A maioria dos alunos acertou três, cinco ou oito questões. Entendemos que, de modo geral, os alunos apresentavam previamente várias concepções alternativas em detrimento de um conhecimento científico apurado na área da Astronomia.

Em um segundo momento apresentamos também um quadro com respostas de grande recorrência e uma breve análise acerca das concepções alternativas dos alunos.

Quadro 3: Temas, entendimentos e respostas típicas sobre a Física envolvendo Astronomia.

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Com base na análise dos dados, podemos perceber que grande parte do conhecimento dos mesmos é de natureza empírica, visto que eles apresentaram algumas concepções alternativas um pouco distantes das concepções científicas atuais. Observamos que ao aplicar os questionários e analisando os textos pré-teste, muitos alunos se sentiram confusos e despreparados para responder ao questionário, alegando nunca terem estudado sobre o assunto e nem sequer terem noção de algumas concepções contidas no questionário. Com isso, percebemos que, além de influenciar na revisão de conceitos e mudanças de concepções, essa intervenção contribuiu, em alguns casos, na construção de concepções científicas nunca antes estudadas.

Em um terceiro momento, apresentaremos abaixo uma analise a acerca dos resultados deste estudo, discutindo sobre sua relevância e contribuição para o aprendizado do aluno com relação ao conteúdo de astronomia e para a construção de uma cultura cientifica, relacionando as concepções dos estudantes que foram mantidas, quais foram modificadas depois da intervenção que levava em consideração a articulação entre ações no planetário e na escola.

## 1. Localização no universo

De modo geral, verificamos que os alunos tiveram certa dificuldade em diferenciar, por exemplo, o que é galáxia e o que é sistema solar. Antes da intervenção eles não apresentaram uma visão ampla da estrutura do universo, as respostas mais recorrentes que demonstram essas concepções alternativas são: a tendência ao geocentrismo, ordem inadequada dos planetas em relação orbita do sol, ausência de escala de tamanho entre os planetas.

Figura 4: Planetas de mesmo tamanho, alinhados, fora de sequência em relação ao sol e com a mesma distancia um do outro.

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Entretanto, notamos que após a intervenção a maioria deles, conseguiu ter uma visão mais ampla acerca da nossa localização no universo.

## 2 . Sol

Na maioria das questões, pudemos perceber que os estudantes não conseguiram associar bem que, apesar do sol ser a estrela mais importante para nós, isso não quer dizer que ela seja a maior, muitos mostraram acreditar que ele é a maior estrela que existe. Após a intervenção, é interessante perceber que muitos conseguiram entender que essa extrema importância do sol se deve ao fato de ela

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ser a estrela mais próxima do nosso planeta - afinal, é a única que faz parte do sistema solar - e ao fato de ser fonte de vida indispensável à nossa sobrevivência.

Com relação à composição do sol e de acordo com análises relativas as respostas dos alunos, quando foram perguntados 'De que o sol é feito?', a maioria respondeu que o sol é feito de fogo ou de lava. Durante a visita ao planetário foi explicado brevemente que o sol não apresenta nenhuma dessas composições, entretanto percebemos que no texto pós-visita, os alunos demonstraram ter assimilado o fato que o sol é feito de gases, e em alguns casos sabiam até quais os principais elementos de sua composição.

Apesar de o aluno perceber que sua concepção sobre 'a composição do sol' e diferente da concepção científica, isso não é de fato ruim, pois o fato de a pergunta ter sido feita faz com que o aluno pense em uma resposta ou simplesmente responda o que vem à sua mente, explicitando talvez uma concepção que acredita desde a infância e que traz à tona uma série de reflexões a respeito do assunto quando a resposta aceita no meio científico é apresentada ao aluno. Essa possível surpresa que o estudante tem ao descobrir, por exemplo, que o sol não é feito de fogo, parece algo que o desafia, desperta o interesse e a curiosidade de entender o que de fato acontece. Assim, percebemos que ao provocar a imaginação do aluno, abrimos possibilidades para um maior interesse dos mesmos na explicação e tornar o aprendizado mais eficaz do que se simplesmente fosse falado qual é a composição do sol, sem a interação com o aluno .

## 3 - Mercúrio

A grande maioria dos alunos não conseguiu levar em consideração outros fatores, além da distância do planeta em relação ao sol, que influenciam na determinação da temperatura do planeta. Afirmaram demonstrando muitas vezes a certeza na resposta, que mercúrio é o planeta mais quente do sistema solar, justificando que isso ocorre devido à distância desse planeta ao sol. Em nenhum momento foi feito menção a media de temperatura, o que mostra que eles acreditavam que mercúrio sempre permanece bastante aquecido, desconsiderando as variações bruscas de temperatura que ocorrem no período da noite. Depois da intervenção, alguns conseguiram entender a importância da atmosfera nesse processo de variação de temperatura. Porém, percebemos no pós-teste que muitos alunos continuaram confusos com alguns conceitos, muitas vezes até demonstrando que agora sabem que Vênus é o planeta mais quente do sistema solar, mas não demonstrando domínio na hora de explicar esse fato.

## 4 - Vida

De modo geral, inicialmente os alunos apresentaram dificuldade em perceber que o planeta Terra apresenta um conjunto de fatores que permite o desenvolvimento de diversas formas de vida, o que o diferencia dos demais planetas. Isso pode ser comprovado a maioria de respostas dos alunos fazendo referência somente à água (não especificando o estado físico) e desconsiderando, na maior parte dos casos, os outros fatores responsáveis pela vida. Depois da intervenção, alguns alunos lembraram de falar sobre a importância da atmosfera, da superfície rochosa e da distância ideal que o nosso planeta está do sol, mas alguns continuaram a fazer alusão somente à água.

## 5 - Saturno

Poucos alunos conheciam o fato de que existem outros planetas que possuem anéis, o que demonstra que eles não tinham o entendimento que nas representações do sistema solar apenas são representados os anéis de saturno, por serem os maiores e mais visíveis e que com equipamentos bem simples é possível

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observar os anéis de Saturno, diferente dos anéis dos demais planetas que o possuem - Júpiter, Urano e Netuno - que são mais difíceis de se visualizar e por isso não são representados.

Muitos ficaram surpresos com essa informação e como já era esperado. A maioria não memorizou os nomes dos planetas que possuem anéis, pois apesar de ser uma informação simples, possivelmente mesmo após assistirem à sessão de planetário eles tenham alguma dificuldade em citar cada um deles, afinal, foram apresentadas a eles informações relativas a tamanho, composição, formato e características em geral de diversos astros do sistema solar, sendo então perfeitamente aceitável que os estudantes fiquem confusos em meio a tantas informações.

## Considerações Finais

Concluímos que, através deste trabalho contribuirmos na construção de uma cultura científica nos estudantes, quando os mesmos complementaram e revisaram as concepções que já possuíam acerca do universo, e ao mesmo tempo construíram novas concepções referentes a assuntos que eles nunca haviam estudado, valorizando seu conhecimento prévio e acrescentando conhecimento astronômico. Esse trabalho também foi um instrumento de divulgação e popularização da ciência na escola e na comunidade, uma vez que os alunos se envolveram intensamente nas atividades, o que permitiu que muitos desses indivíduos tivessem seu primeiro contato com um espaço não formal de educação e com as novidades dessa ciência que constantemente traz para a sociedade novas descobertas, mas que em muitos casos os estudantes não têm acesso ou não conseguem assimilar sem uma orientação pedagógica.

Este estudo apresentou uma pequena amostra de comportamento adotado por alunos de Ensino Médio, mas acreditamos que muitas situações aqui vivenciadas e analisadas são de grande recorrência entre esses estudantes e por isso, visando a prática pedagógica em sala de aula, acreditamos que este estudo possa ser um instrumento auxiliador do professor em sua tarefa de identificar onde está a dificuldade do aluno em aprender e quais são suas principais defasagens no estudo da Astronomia.

Consideramos que a proposta apresentada possa ser utilizada por outras instituições que almejam promover ações educativas em parceria com os espaços não formais de Educação, contribuindo assim para a divulgação e popularização da ciência, e para o efetivo aprendizado dos alunos.

## Referencias

BRASIL. Ministério De Ciência &amp; Tecnologia. Divulgação e Popularização da Ciência e Tecnologia. Brasília: MCT. 2008. Disponível em: http://www.mct.gov.br/.

BIANCONI, Maria Lucia.; CARUSO, Francisco. Apresentação Educação Não-Formal. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 2011.

CBN - CIENCIAS DA NATUREZA, VITORIA 2010.

JACOBUCCI, Daniela Franco Carvalho. Contribuições dos espaços nãoformais de educação para a formação da cultura científica. Em Extensão, Uberlândia, v.7, p.55-66, 2008.

SOUZA, A. V. da S. de. A Ciência Mora Aqui: Reflexões Acerca Dos Museus E Centros De Ciência Interativos Do Brasil. Dissertação Mestrado Programa de PósGraduação Interunidades História da Ciência e da Técnica e Epistemologia do Conhecimento Científico, UFRJ, R.J., 2008.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.