UMA AVALIAÇÃO SOBRE ASPECTOS ESTRUTURAIS E ORGANIZACIONAIS DE UMA MOSTRA DE FÍSICA
João Maurício Zandomênico, Rovilson Motta, Giuseppi Gava Camiletti, Laércio Ferracioli
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XX
- Ano
- 2013
- Data
- 21/01/2013
- Linha de pesquisa
- Divulgação Científica E Educação Não Formal
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## UMA AVALIAÇÃO SOBRE ASPECTOS ESTRUTURAIS E ORGANIZACIONAIS DE UMA MOSTRA DE FÍSICA
João Maurício Zandomênico¹, Rovilson Motta², Giuseppi Gava Camiletti³, Laércio Ferracioli 4
¹ EEEFM José Damasceno Filho/SEDU - ES, jmzando@gmail.com
² COQ/Vitória - ES, rovilsonmota@yahoo.com.br
- ³ PPGEnFis/UFES/Departamento de Física, giuseppi.ufes@gmail.com
- 4 PPGEnFis/UFES/Departamento de Física, laercio.ufes@gmail.com
## Resumo
O artigo relata os resultados de uma avaliação realizada com professores que acompanharam grupos de estudantes durante uma visita realizada à XIII Mostra de Física e Astronomia ocorrida na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) em Outubro de 2011. No contexto desse estudo, mostras científicas são caracterizadas como espaços não formais de educação complementares a educação formal, onde são abordadas outras componentes que as componentes curriculares tradicionais da educação formal no espaço escolar. O objetivo da avaliação foi o de identificar como os aspectos estruturais de espaço físico e organizacionais de logística, tais como: número de alunos por grupo de visita, quantidade de grupos por sala ambiente durante a visita, distribuição dos experimentos nas salas e tempo de visitação em uma mostra científica influem no seu sucesso ou insucesso junto ao público visitante. Para proceder à avaliação, foi construído um questionário de levantamento de opinião dos professores que acompanhavam seus estudantes à Mostra que continha um total de sete questões objetivas: três de resposta direta e quatro onde o professor era solicitado a dar uma nota em escala que variava de 1 - Ruim a 5 - Ótimo. Os professores foram, então, solicitados a responderem o questionário enquanto realizavam a visita às salas ambiente juntamente com seus alunos. As salas ambiente da XIII Mostra de Física da UFES abordaram as seguintes temáticas: Mecânica , Ondas , Fluidos , Ótica , Eletromagnetismo , Física Moderna e Astronomia & Cosmologia . Os resultados do estudo mostraram que a maneira como os experimentos são expostos, bem como os aspectos logísticos da visitação, são determinantes para o sucesso de uma mostra científica junto ao público visitante e, podem apontar para futuros trabalhos dessa mesma natureza com enfoque na 'aprendizagem' em espaços não formais de educação .
Palavras-chave : Divulgação Científica, Mostra de Física, Espaço Não Formal de Educação.
## 1. Introdução e Contextualização
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20 a 25 de janeiro de 2013
A educação não formal pode ser definida como a educação em espaços fora do contexto escolar, tais como museus, mostras científicas, centros de ciências, exposições itinerantes, que podem contribuir para educação formal, escolar. Esses espaços têm um importante fator motivacional e podem também vir a instigar a curiosidade do visitante para uma busca do saber científico, visto que como alguns autores sugerem aprender, ou não, é uma decisão do aluno (CACHAPUZ et. al , 2005).
Dessa forma, esse estudo é justificado pelo fato de que a temática espaços não formais de educação não apresentar referenciais teóricos, ainda, claramente delimitados, além de a literatura revelar a limitação de estudos sobre essa temática publicados em periódicos, dissertações ou teses (NASCIMENTO, T. G. & REZENDE JUNIOR, M. F., 2010).
Nessa ótica, esse artigo apresenta uma percepção de professores visitantes da XIII Mostra de Física e Astronomia realizada na Universidade Federal do Espírito Santo, referenciada como Mostra de Física da UFES, visando identificar quais aspectos podem implicar em um maior grau de motivação e interesse por parte dos estudantes no olhar dos professores que trouxeram e acompanharam seus estudantes para vistas a Mostra.
## 2. Enfoque Teórico
As mostras científicas podem ser consideradas espaços educativos complementares à educação formal, onde são abordadas outras componentes que as componentes curriculares tradicionais da educação formal no espaço escolar. Algumas questões importantes surgem quando tratamos as mostras científicas como locais de educação não formal (GASPAR, A. 1993). Podemos indagar se é possível esse tipo de educação em ciências já que ela implica, com raras exceções, em uma abordagem breve e superficial dos conceitos e, ainda, se a aprendizagem é viável em um ambiente dessa natureza.
Nessa perspectiva há autores que criticam a transposição didática de conteúdos e a abordagem utilizada pelos designers de exposições;
É mesmo uma ironia que em um mundo que enfrenta uma variedade de questões graves, muitas delas calcadas na ciência e na tecnologia, muitos centros de ciência se preocupem quase que exclusivamente em fazer da ciência algo divertido e animado, parques de diversões para a mente. Os mesmos verbos de ação aparecem [...] nas propagandas de marketing Explore, Imagine, Descubra, Construa, Experimente, [...] supervalorizando a diversão, corremos o risco de, literalmente, perder a ciência dos centros de ciência [...] (Mintz 2005, p.7).
Mas, vê-se que, com planejamento e a participação dos professores na elaboração de atividades a serem realizadas durante as visitas, esses espaços contribuem para potencializar a motivação, o interesse e a participação do aluno, buscando um diálogo maior da ciência com a comunidade. E, a apropriação do conhecimento científico pode promover a integração de diversas áreas do
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conhecimento, contribuindo, dessa forma, para a construção de uma sociedade esclarecida, lúcida e inovadora (FERRACIOLI, 2010).
Assim, uma mostra científica pode ter um papel importante na disseminação do saber científico, quando levamos em consideração aspectos como o público alvo, preparação de atividades a serem desenvolvidas nas visitas, capacitação dos monitores que acompanharam as visitas, a divulgação do evento, preparação dos professores visitantes e segundo Marandino (2005);
A dinâmica da cadeia de operações é dada pela transformação (organizada) do discurso elaborado pelos cientistas em saber a ser exposto e sua instalação espacial por arquitetos, designers e realizadores, podendo dessa forma caracterizar fortemente o produto final. (Marandino, p.173, 2005)
Dessa maneira, as atividades não formais de educação se bem estruturadas podem contribuir para a motivação e formação do saber científico, independentemente da área de conhecimento. Diante disso, essas ações podem expressar uma oportunidade de aproximação do conhecimento científico aos saberes do senso comum, ao mesmo passo que permitem uma gama de possibilidades para a abordagem interdisciplinar de assuntos de todos os campos das ciências (PEREIRA e SILVA, 2008).
## 3. Metodologia
Nesse contexto, esse trabalho apresenta a percepção de professores que acompanharam seus alunos em uma visita à XIII Mostra de Física e Astronomia em relação a aspectos do espaço físico e a organização e logística da mesma. Os resultados desse estudo servirão de feedback para os organizadores da Mostra visando a promoção de melhorias para as futuras edições do evento.
## 3.1 Descrição do Evento
A XIII Mostra de Física e Astronomia é um dos eventos integrantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) e ocorre no Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Ela tem duração de uma semana e é direcionada principalmente a estudantes e professores do Ensino Médio. Durante a visita, o público pode visualizar e manipular um grande número de experimentos de Física cuja lista pode ser conferida no site do evento (www.cce.ufes.br/mostra). O objetivo principal do evento é despertar a curiosidade do público visitante para a busca do entendimento dos fenômenos físicos subjacentes a estes experimentos. Desde 1997, este evento é organizado por professores e estudantes dos cursos de Graduação e Pós-graduação em Física (PPGFis 2012) e Pós-graduação em Ensino de Física (PPGEnFis 2012) da UFES. Durante o evento, as salas de aulas e áreas externas do prédio do CCE são utilizadas para abrigarem os experimentos a serem visitados e alunos do Curso de Física da UFES atuam como monitores na apresentação dos mesmos. Este esquema de organização permite que os grupos visitem cada sala contendo os
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experimentos em um tempo aproximado de 20 minutos, pré-determinado pela organização do evento. A XIII Mostra de Física teve sete salas organizadas de acordo com as seguintes temáticas: Mecânica , Ondas , Fluidos , Ótica , Eletromagnetismo , Física Moderna e Astronomia & Cosmologia , cuja descrição encontra-se no site da Mostra. Em edições anteriores da Mostra, o público foi de aproximadamente 2.000 visitantes/evento.
## 3.2 - Amostragem
A amostragem consistiu dos professores da rede pública e privada, dos ensinos fundamental, médio e superior do estado do Espírito Santo, que trouxeram e acompanharam seus estudantes numa visita à XIII Mostra de Física e Astronomia. No total deste trabalho, foram entrevistados 41 professores que representam aproximadamente 73% do universo de professores que visitaram a Mostra com seus estudantes.
## 3.3 - Instrumento de Coleta de Dados
O instrumento utilizado para o levantamento da opinião dos professores foi um questionário que consistia em sete questões: três questões que buscavam caracterizar o grupo visitante quanto ao número de visitantes presentes nas salas. Outras quatro questões, também objetivas, buscavam caracterizar a logística da visitação às salas dos experimentos, onde o Professor era solicitada a dar uma nota em escala que variava de 1 - RUIM a 5 - ÓTIMO.
## 3.4 - Coleta de Dados
Os questionários foram respondidos pelos professores enquanto visitavam as salas ambientes da mostra acompanhando seus respectivos alunos, sendo respondido um questionário para cada sala visitada. A aplicação do questionário ocorreu entre os dias 19 e 21 de outubro de 2011.
## 4 - Análise dos Dados e Discussões
A seguir são apresentados os resultados baseado nas respostas de todas as salas, sendo complementadas com comentários relevantes de salas específicas.
A Questão 01 do Quadro 01 revela que mais da metade dos grupos de visitantes foram organizados em grupos de 10-20 alunos e somente 3 grupos organizados com 30-40 alunos um número maior de estudantes. Este fato pode ter contribuído para um bom desempenho da visita, uma vez que grupos menores favorecem a atenção dos estudantes.
A Questão 02 mostra que a grande maioria dos grupos realizou a visita individualmente nas salas visitadas, fato que pode que, também, pode ter
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contribuído para um bom desempenho da visita, devido à ausência do ruído de conversas paralelas.
Quadro 01 : Resultados das Questões 01, 02 e 03
Já na Questão 3 , foi perguntado ao professor se durante a apresentação, havia, ou haviam outros grupos de alunos na mesma sala. Essa questão possuía o intuito de verificar se essa ocorrência era prejudicial na visitação do grupo em questão, causando distração dos mesmos. Como pudemos notar na maioria dos casos, os professores que acompanhavam seu grupo de alunos responderam que esse era um fator importante, ou seja, a presença de dois ou mais grupos de alunos presentes em um mesmo ambiente de visitação pode ser um indício de não aproveitamento total em uma visita em uma mostra científica.
Quadro 02 : Respostas dos 41 Professores às Questões 04 a 07
A Questão 04 do Quadro 02 mostra que preponderantemente a maioria dos professores avaliou positivamente a distribuição dos experimentos nas salas atingindo uma média ponderada de 4,6, do máximo de 5,0 pontos.
Quanto à avaliação da visualização dos experimentos na sala, a Questão 05 do Quadro 02 mostra que, embora tenha havida uma distribuição maior das notas, a grande maioria dos professores avaliou positivamente, atingindo uma média ponderada de 4,3 pontos. Comparando esse resultado com o da questão anterior que, de certa forma são complementares, pode-se notar que, apesar da distribuição dos experimentos terem sido bem avaliada pelos professores, houve uma pequena queda da nota relativa à visualização dos experimentos. Esse resultado pode ter sido gerado pelo fato de que em algumas salas, em especial FÍSICA MODERNA e ELETROMAGNETISMO, tanto a escala dos experimentos pode ter dificultado sua
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visualização pelo conjunto de estudantes do grupo quanto o excessivo número de experimentos em determinada sala em relação ao espaço disponível: essas situações são passíveis de tornar o experimento pouco atrativo, contribuindo, dessa forma, para essa avaliação. Isso pode ser mais bem explicitado, pois, de maneira geral, as salas possuíam cerca de 4 ou 5 experimentos e aproximadamente 40 m². E, em especial, a sala de ELETROMAGNETISMO contava com 9 experimentos. Já na sala de FÍSICA MODERNA, podemos citar como exemplo, experimento do 'rádio LASER' com componentes muito diminutos dificultando, como foi relatado, e o que se pôde observar foi um 'amontoamento' de visitantes na tentativa de visualizar esse experimento em vários momentos das visitações nesta sala.
A Questão 06 obteve uma média ponderada de 4,3 pontos revelando que a sequência de visitação foi avaliada positivamente pela grande maioria dos professores. Finalizando, a Questão 07 mostra que o tempo médio de exposição das salas ambiente foi, também, avaliado positivamente recebendo uma nota de 4.4.
A calibragem do tempo de exposição do experimento é uma árdua tarefa, uma vez que, um tempo excessivo poderá tornar o experimento e, consequentemente sua proposta de divulgação, maçante e não atrativa para os alunos. Por outro lado, um tempo limitado poderá não permitir a adequada divulgação proposta para o experimento, podendo causar a perda da fidedignidade e, por vezes, a superficialidade da abordagem (COLOMBO, AROCA & SILVA, 2009).
Dessa maneira, podemos inferir que uma parcela do sucesso de uma mostra se deve a aspectos estruturais, tais como, número de visitantes por sala durante a visitação, distribuição dos experimentos em sala, visualização desses experimentos, isso influi determinantemente na forma como se pretende atingir o público alvo em questão (MARANDINO, 2005), no caso alunos de ensino fundamental e médio.
## 6. Considerações Finais
Esse artigo relatou a avaliação realizada por 41 professores que acompanharam seus estudantes na visitação de uma Mostra de Física, cujo enfoque foi nos aspectos estruturais e organizacionais. Os resultados mostraram que a Mostra de Física da UFES em sua edição de 2011 foi bem avaliada, revelando que esses aspectos, apesar da natural e contínua demanda por reajustes e acertos, foram bem organizados na opinião dessa amostra que representou aproximadamente 73% do universo de professores que visitaram a Mostra com seus estudantes.
A proposta do planejamento e implantação de um contínuo processo avaliativo de uma iniciativa de divulgação científica, tal como a Mostra de Física da UFES, tem seu embasamento na literatura que aponta aspectos estruturais, tais como, número de visitantes por sala durante a visitação, distribuição dos experimentos em sala, visualização desses experimentos, como determinantes para se atingir de forma adequada o público alvo em questão (MARANDINO, 2005),
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assim como a calibragem do tempo de apresentação de um experimento (COLOMBO, AROCA & SILVA, 2009). Os resultados amplamente positivos nesses aspectos aqui apresentados corroboram essas diretrizes da literatura.
Dessa forma, no contexto de espaços não formais de educação, tal como a Mostra de Física da UFES, um amplo e contínuo processo avaliativo diagnostica pontos frágeis e passíveis de melhor organização e direciona o processo de reestruturação para se atingir adequadamente os objetivos da divulgação científica. Sejam esses objetivos relacionados à promoção de um maior interesse pelo conhecimento científico ou à busca de conhecimento ligado ao cotidiano do visitante.
Assim, nessa perspectiva da divulgação científica cuidadosamente organizada para promover cidadãos esclarecidos, independentes, inovadores e capazes de compreender o mundo que o cerca, e devidamente articulada a um contínuo processo avaliativo visando assegurar os objetivos das atividades de divulgação pode contribuir para a construção de terceira cultura com o foco no público publicentrismo - (FERRACIOLI, 2010) e na avaliação de suas atividades.
## 8. Agradecimentos
Os autores agradecem a toda equipe organizadora da XIII Mostra de Física e Astronomia da UFES e aos mestrandos e professores do Programa de PósGraduação em Ensino de Física da Universidade Federal do Espírito Santo PPGEnFis/UFES.
## 9. Referências
ALVES, R. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e a suas regras . São Paulo: Edições Loyola, 2000. (Leituras Filosóficas).
CACHAPUZ, A. et al. A Necessária Renovação no Ensino Ciências . São Paulo: Moderna, 2005.
COLOMBO JUNIOR, P. D.; AROCA, S. C. & SILVA, C. C. Educação em centros de ciências: visitas escolares ao observatório astronômico do CDCC/USP. Investigações em Ensino de Ciências , vol 14(1), pp. 25-36, 2009.
FERRACIOLI, L. Albert Einstein: Ciência, Cultura e Arte . In KNOBEL, M. & SCHULZ, P. Einstein: Muito Além da Relatividade. São Paulo: Instituto Sangari. 2010. Cap. 1, p. 19-33.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa . São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GASPAR, A. Museus e centros de ciências - Conceituações e propostas de um referencial teórico . 1993. Tese (Doutorado na área de didática) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1993. Disponível em: <http://www.casadaciencia.ufrj.br/Publicacoes/Dissertacoes/gaspar-tese.pdf>.
Acesso em: 05 dez. 2011.
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MARANDINO, M. A pesquisa educacional e a produção de saberes nos museus de ciência . História, Ciências, Saúde - Manguinhos, v.12 (suplemento), p. 161-81, 2005.
MINTZ, A. Ciência, Sociedade e Centros de Ciências . 4º Congresso Mundial de Centros de ciências, sediado no museu da vida. Rio de janeiro. Disponível em: <http://www.museudavida.fiocruz.br/publique/media/Texto%20Provocativo%20%20A nn%20Mintz.pdf >. Acesso em 04 de dezembro de 2011.
NASCIMENTO, T. G. & REZENDE JUNIOR. A produção sobre divulgação científica na área de educação em ciências: referencias teóricos e principais temáticas . Investigações em Ensino de Ciências, vol 15(1), p. 97-120, março 2010.
PEREIRA, G. R.; SILVA, R. C. AVALIAÇÃO DE UMA EXPOSIÇÃO CIENTÍFICA ITINERANTE POR MEIO DA METODOLOGIA DA LEMBRANÇA ESTIMULADA. In: XI Encontro de Pesquisa em Ensino de Física, 2008, Curitiba.
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA. Vitória: UFES, 2012. Disponível em: <www.ensinodefisica.ufes.br>. Acesso em: 14 maio. 2012.
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS - UFES. Mostra de Física e Astronomia . Disponível em: <www.cce.ufes.br/mostra>. Acesso em 10 de maio de 2012.
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