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FEIRA DE CIÊNCIAS, INICIAÇÃO A PESQUISA E COMUNICAÇÃO DE SABERES: PRESSUPOSTOS DE UMA INVESTIGAÇÃO

José Antonio Ferreira Pinto, Marcelo Gomes Germano

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XX
Ano
2013
Data
24/01/2013
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Educação Não Formal
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## FEIRA DE CIÊNCIAS, INICIAÇÃO À PESQUISA E COMUNICAÇÃO DE SABERES: PRESSUPOSTOS DE UMA INVESTIGAÇÃO.

## José Antonio Ferreira Pinto , Marcelo Gomes Germano 1 2

UEPB/Mestrando Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática, jaferreira\_p@hotmail.com

UEPB/Professor do Departamento de Física, mggermano@ig.com.br.

## Resumo

As várias potencialidades que buscamos desenvolver nos alunos necessitam que atividades complementares às aulas expositivas sejam melhor exploradas. As Feiras de Ciências fazem parte dessas atividades que devem estar presentes no projeto político pedagógico das escolas, pois além de possibilitar que os alunos despertem um novo olhar das ciências através do processo de investigação do meio em que vivem, desenvolvem também uma atitude mais crítica e um espírito investigativo, aproximando-os da comunidade científica ao mesmo tempo em que promovem a interação da escola com a sociedade. Mesmo assim são poucas as pesquisas que investigam ou propõem estratégias para a realização das Feiras de Ciências. No intuito de contribuir para a fundamentação, compreensão e execução dessas atividades essa pesquisa surge como parte do nosso trabalho de dissertação no Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática da Universidade Estadual da Paraíba e da aprovação de um projeto junto ao CNPQ (edital MCTI/CNPq/MEC/SEB/CAPES Nº 25/2011) para a realização de uma Feira de Ciências na cidade de Pocinhos-PB que será objeto de investigação para a pesquisa. O intuito é compreender e propor estratégias de implementação, execução e avaliação para as Feiras de Ciências. O presente trabalho discute os pressupostos em que nos baseamos para a realização dessa feira bem como a justificativa na literatura da importância de realizar esse tipo de atividades.

Palavras-chave: Feiras de Ciências, Interações escola-comunidade, Ensino de Física, divulgação.

## Introdução

- O desenvolvimento dos conteúdos, principalmente no que se pretendem ciências naturais, em uma sociedade onde a tecnologia se superpõe aos conhecimentos científicos deixa em segundo plano a importância da captação no que diz respeito ao aprendizado significativo de conteúdos das ciências naturais (física, química, biologia). A abordagem do ensino nessas áreas deve levar em conta que 'educação científica não significa exumar informação existente, mas reconstruir continuadamente a capacidade de reconstruir (aprender a aprender)' (DEMO, 2010, p.23).

A escola ainda em sua forma tradicional dada as necessidades atuais do ritmo das transformações da sociedade não conseguem, ou não tem conseguido,

acompanhar tais transformações apenas com suas atividades escolares. As feiras de ciências fazem parte dessas atividades podendo ser utilizadas para melhorar esse cenário, contudo não estão sendo bem exploradas tendo em vista algumas novas diretrizes para atender esses pretenciosos desafios: a comunicação da ciência na construção de um cidadão mais participativo, proveitoso e consciente em um mundo cada vez mais dependente da ciência e tecnologia como aponta Moura (1995).

As escolas devem estar cientes que o despertar desse 'espírito científico' é muito importante para que se possa desenvolver um ensino onde se almeje uma aprendizagem significativa por parte dos alunos. Um caminho para despertar esse espírito científico é apontado por Tagore (apud MOURA, 1995, p. 1) onde, segundo ele, quando a razão se junta com a natureza e se confunde com ela, forma-se a prática. É nesse contexto que emerge a importância de se realizar atividades do tipo feira de ciências que se tornam uma importante alternativa para que tanto alunos quanto professores busquem novos conhecimentos, tornando as feiras de ciências um importante espaço para a iniciação científica (NEVES; GONÇALVES, 1989, p. 241).

O caráter social e a proposta das feiras de ciências enquanto evento aberto ao público deve estar em consenso com o que propõe uma divulgação ou popularização da ciência. Portanto a ciência, como qualquer outra produção cultural, é patrimônio da humanidade e deve se direcionar ao campo de participação popular, num diálogo entre diferentes, ao serviço de maiorias ou minorias oprimidas e suas ações devem respeitar a vida cotidiana e o universo simbólico do outro (GERMANO; KALUESKA, 2007, p. 20-21).

A feira deve estar presente no projeto político pedagógico como uma atividade que faz parte de fato do processo de ensino-aprendizagem. Entendemos que as feiras de ciências devem passar por um processo de planejamento incorporando-a ao currículo de todas as disciplinas, interdisciplinarmente, e que seja trabalhada no dia a dia em sala de aula durante todo o ano letivo. No entanto não se deve trabalhar para a feira de ciências, mas esta deve emergir desse processo como uma resposta ao trabalho que foi desenvolvido em sala de aula.

## Construção das Feiras de Ciências: Uma revisão de Literatura

Ainda nos dias atuais estamos fadados a receber informações prontas através da mídia especializada (ou não) acerca dos 'progressos' da ciência. Contudo, essas informações quase sempre são limitadas, deturpadas ou apresentam um caráter técnico rebuscado que não chega, de fato, a ser ingerido pelo senso comum. Sendo estes os principais atores a quem a ciência deveria ser destinada, o usufruto da ciência se confunde enquanto recurso de poder que, pelo contrário, chega a ser usado para exploração de seus pares e ao invés de melhorias aumenta os males da sociedade, os quais a ciência se propõe a resolver.

A noção de educação científica é de extrema importância no contexto da sociedade intensiva de conhecimento que marca o século XXI. Segundo Bachelard (1996) esse é o maior desafio: manter um dinamismo à cultura científica de tal forma que esta seja aberta e possa dialetizar com todas as variáveis experimentais para

que o conhecimento que venha emergir daí seja, ao mesmo tempo, firme na ancora de seus conceitos prévios e livre para evoluir coerentemente.

É na história que podemos compreender como a ciência se afasta do senso comum e se destina aos centros de saberes específicos, enquanto o fruto da tecnologia se espalha como uma epidemia nos diversos lares, que muitas vezes se deparam com pessoas sem instrução alguma onde a falta de informação e o desinteresse pela ciência, sendo esta hermética e complicada, molda uma sociedade acomodada com os sucessos da tecnologia tornando-se dependente do conforto trazido por ela.

A partir de pequenas exposições feitas na própria sala de aula para os colegas, os professores americanos incentivavam que seus alunos iniciassem projetos científicos individuais. Assim, os trabalhos que se destacavam eram expostos em feiras científicas desenvolvidas pelas próprias escolas no período entre as duas Guerras Mundiais. É após a Segunda Guerra que o movimento das Feiras Científicas ganha impulso, sendo celebrada na Filadélfia em 1950 a primeira Feira Científica com a participação de outras 13 feiras do país. A partir daí desencadeou a produção de diversas feiras inclusive de âmbito Internacional (NETTO, 1999).

Era de se esperar que essa disseminação acontecesse já que em todo o mundo havia uma aposta na ciência como meio de emancipação de qualquer sociedade, baseado nos últimos acontecimentos a exemplo das grandes Guerras. A autonomia científica era a base da ascensão política e econômica de qualquer país. É a partir daí que nasce a corrida e a necessidade de criar e implementar estratégias na educação, desde sua base, para que através do incentivo à pesquisa científica seja possível formar recursos humanos que mantenham e desenvolvam a ciência nacional.

- O surgimento das feiras de ciências no Brasil está intimamente ligado à construção de centros e museus de ciências por volta da década de 60. Com isso as feiras de ciências tomaram o caráter de exposição informativa priorizando, quase sempre, a 'demonstração e valorização dos resultados do conhecimento científico'. Se por um lado 'a questão crucial das feiras de ciências era possibilitar ao aluno a vivência do processo de investigação científica e a compreensão da sua importância [...] buscando-se contribuir para a formação do espírito científico do aluno' (Moura, 1995, p.2), as dificuldades para realizá-las fez emergir a necessidade de aplicação do método científico, com seus 'passos e etapas'.

A partir da década de 60 novos horizontes eram vislumbrados para o ensino de ciências o que provocou um movimento de formação de núcleos de profissionais com o propósito de revisar o conteúdo dos projetos traduzidos e dos livros didáticos. Então, a partir de 1963 estes núcleos se tornaram instituições permanentes que originaram os Centros de Ciências. Esses Centros visavam as necessidades de divulgação das ciências bem como a preparação dos jovens na iniciação científica que geraram várias atividades práticas das quais se destacaram os Clubes de Ciências e as Feiras de Ciências (FENACEB, 2006).

Segundo Mancuso (2000, apud FARIAS, 2006, p. 37) inicialmente as feiras de ciências tinham como objetivo familiarizar os alunos e a comunidade escolar com o material de laboratório, escassos na época, e promover um avanço no conhecimento científico. Essa fase inicial bem com as subsequentes está alinhada com as outras iniciativas de divulgação e popularização da ciência como os museus e centros de ciências, no sentido que evoluem de acordo com a noção e importância

que a ciência apresenta em cada momento histórico. Uma segunda fase é marcada pela utilização de instrumentos de laboratório, atividades demonstrativas fundamentadas basicamente nos conteúdos dos livros-texto de ciências. A terceira fase revela o caráter investigativo dos trabalhos na participação efetiva dos alunos na elaboração da pesquisa.

Apesar da pouca maturidade a terceira fase já revela uma necessidade de que os estudantes saiam da postura passiva e comecem a buscar compreender o mundo e questioná-lo. A utilização do método científico como única forma de pesquisa ainda era utilizada fazendo com que os estudantes tivessem uma visão reducionista e instrumental da ciência. Contudo esse aspecto apesar de muito questionado e com muitos estudos teóricos ainda não foi totalmente superado de forma prática no ensino de ciências.

Segundo Corsini e Araújo (2008) as feiras de ciências são importantes locais de divulgação científica cujo principal objetivo é levar informações científicas e tecnológicas ao público sem ocasionar 'reducionismos' nos conceitos.

No Brasil as iniciativas como o IBECC - Instituto Brasileiro de Educação Ciência e Cultura, também vinculado à Universidade de São Paulo e à Unesco, e o CDCC - Coordenadoria de Divulgação Científica e Cultural, do Instituto de Física e Química de São Carlos, da USP, previam em seus objetivos a criação de Feiras de Ciências. Mas a primeira Feira de Ciências do país aconteceu no Rio Grande do Sul, em 1965, com a criação do Centro de Ciências do Rio Grande do Sul (CECIRS). Outros centros de ciências são criados em outras regiões do País como o CECISP (Centro de Treinamento para Professores de Ciências de São Paulo) sediado em São Paulo também promoveu as primeiras Feiras de Ciências nas instalações da Galeria Prestes Maia, CECIGUA (Centro de Treinamento para Professores de Ciências da Guanabara, sediado no Rio de Janeiro), CECIMIG (Centro de Treinamento para Professores de Ciências de Minas Gerais, sediado em Belo Horizonte), CECIBA (Centro de Treinamento para Professores de Ciências da Bahia, sediado em Salvador) e CECINE (Centro de Treinamento para Professores de Ciências do Nordeste, sediado no Nordeste). Em geral as atividades desses centros buscavam ampliar a divulgação científica e preparar os jovens para a iniciação científica através de atividades práticas o que originou além das Feiras de Ciências, os Clubes de Ciências (FENACEB, 2006, p. 13).

Contudo, as feiras de ciências que almejem contribuir com o processo de ensino e aprendizagem, frente às novas demandas, devem ajudar o estudante a desenvolver uma visão crítica do que vem a ser o cientista ou o trabalho científico onde, como aponta Gil Perez (2001), deve haver um esforço consciente para evitar simplificações e deturpações do trabalho científico. Ao estar participando ativamente do processo, ao fazer experimentos, ao ser colocado em contato com as controvérsias pelas quais passavam os cientistas, ou seja, trazendo a humanidade para o ensino de ciências, abre a possibilidade de que um aluno esteja mais confortável e quem sabe mais interessado pelas ciências.

Sendo assim, as demandas da nova sociedade que se apresenta num ritmo vertiginoso de desenvolvimento científico e tecnológico, incentivaram os pesquisadores e estudiosos da área a traçar novos rumos e diretrizes para a realização dessas feiras, levando em conta aspectos sociais, educacionais e metodológicos. O aspecto social emerge num lugar de destaque para que, atentos ao contexto sócio-econômico-biológico em que estão inseridos, alunos e professores

possam desenvolver trabalhos e investigações altamente relevantes (NEVES; GONÇALVES, 1989, p.241).

A educação informal, cujo propósito é 'educar o cidadão' estando ou não na escola é uma vertente das inúmeras possibilidades a serem extraídas das feiras de ciências. Deve-se entender que 'alfabetizar' o povo deve ser uma preocupação de todos que compõe a esfera da educação. Contudo deve se ter em mente que a escola não pode ser vista como único responsável por esse propósito, mas que sua contribuição é de extrema valia. Assim, levando em consideração a riqueza do espaço das feiras de ciências, a educação popular pode ser bem explorada em paralelo com a definição dada por Pereira e Andrade (2008):

Talvez uma característica definidora da Educação Popular seja exatamente essa busca de alternativas a partir de lugares sociais e espaços pedagógicos distintos, que têm em comum a existência de necessidades que levam a querer mudanças na sociedade. É uma prática pedagógica realizada num espaço de possibilidades.

Assim as feiras de ciências podem e devem contribuir para a socialização e trocas de experiências de ensino-aprendizagem com a comunidade possibilitando a ampliação de visão de mundo dos participantes, expositores e visitantes das Feiras, permitindo a popularização e divulgação dos resultados de pesquisas como forma de validação do conhecimento (FARIAS, 2006, p. 9).

Algumas definições atuais que trazem algumas novas perspectivas para as feiras de ciências são encontradas no FENACEB - Programa Nacional de Apoio às Feiras de Ciências da Educação Básica foi criado pelo Ministério da Educação, em 2005, sob a coordenação da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), cujo objetivo é estimular e apoiar a realização de eventos de natureza de divulgação científica, como feiras e mostras de ciências, que tenham como protagonistas alunos e professores do ensino básico (FENACEB, 2006).

Todas as definições tratadas no FENACEB têm aspectos que são constantes em relação à importância da realização das Feiras de Ciências. A relação entre ciência, arte e cultura é uma dessas características que aparece sempre direta ou indiretamente. Segundo Pujol (2002, apud CARVALHO, 2006, p.11): 'A ciência fornece a motivação racional, que nutre a intuição estética e artística, e a arte oferece instrumentos intuitivos para se apropriar dos conceitos que a Ciência propõe'.

Outra característica importante e a preocupação de que os trabalhos integrem a escola e a comunidade de tal forma que os projetos sejam desenvolvidos levando em consideração a comunidade em que a escola está inserida. Por isso as exposições não precisam ser realizadas dentro do espaço escolar podendo ser realizadas em outros locais transpondo as barreiras dos muros da escola e deixando a comunidade mais confortável para participar do evento.

Concordamos com Lima (2004, apud FENACEB, 2006, p.24) que dentre as modificações que podem acorrer nos alunos quanto a sua postura ela identificou que as feiras podem agir na percepção de qualidade dos projetos já que a autoria traz a identificação do autor com o projeto; a relação entre a feira e a comunidade faz emergir a função social do conhecimento na relação real entre o interlocutor e seu

objeto de pesquisa o que dá margem a uma repercussão em potencial; é possível que sob os olhares externos ao seu trabalho surjam novas questões dando margem para que esses alunos sejam motivados a continuar desenvolvendo suas pesquisas sob novas possibilidades; os trabalhos que apesentam o caráter de denuncia, seja ela social ou ambiental, cujo intuito seja orientar o público contribui para a formação de atitude nos alunos já que eles terão o papel de formadores de opinião; requer que os alunos aprendam a trabalhar em equipe já que geralmente um trabalho bem planejado requer várias etapas e muitas vezes ações simultâneas; a pesquisa enquanto produção textual de resumos e relatórios ajudam no desenvolvimento de um estilo redacional científico próprio de cada aluno; exploram e despertam as potencialidades de comunicação dos alunos; por fim o processo de avaliação que apresenta-se dinâmico e participativo.

## Conclusão

Essas discussões levam a compreender que as Feiras de Ciências podem despertar diversas habilidades no aluno bem como estimular uma maior integração entre a escola e a comunidade, contribuindo ainda para a iniciação científica dos alunos.

Nossa proposta de realização de Feiras de Ciências em uma escola em Pocinhos-PB, leva em consideração além do levantamento teórico apresentado, nossa experiência em eventos dessa natureza, compreendendo a importância de fazer um acompanhamento dinâmico e presente desde a elaboração da proposta, da execução até a avaliação final do evento. Dinâmico e presente porque mesmo com um planejamento prévio sabemos que vários acontecimentos podem comprometer o fluxo dos trabalhos. E sendo um projeto que depende da participação de vários indivíduos - professores, alunos, diretores e colaboradores de vários setores, e do tipo de pesquisas e subprojetos que serão desenvolvidos, a qualquer momento podem surgir novas variáveis que só a permanente monitoria e acompanhamento podem resultar numa melhor forma de contorná-las.

Assim, temos como objetivo geral da pesquisa auxiliar no planejamento, acompanhamento, realização e avaliação de uma feira de ciências em uma pequena cidade do interior Paraibano. A compreensão das possibilidades a serem desenvolvidas pela realização dessa experiência é fundamental para que essa pesquisa se torne um diferencial na tentativa de construir um referencial que ajude a realização de outras feiras nas diferentes realidades de outras instituições.

## Referências

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional de Apoio às Feiras de Ciências da Educação Básica - FENACEB . Brasília. 2006. 84 p.

CARVALHO, Silvino Heleno Mariano. Uma Viagem pela Física e Astronomia através do Teatro e da Dança. Física na Escola, v. 7, n. 1, p.11-16, 2006.

CORSINI, Aline Mendes do Amaral; ARAÚJO, Elaine Sandra Nicolini Nabuco. Feiras de Ciências como espaço não formal de ensino: um estudo com alunos e professores do ensino fundamental. Disponível em: < www2.fc.unesp.br/cbe/i\_cbe/pdf/eixo-3/028.pdf > Acesso em: 10 outubro 2011.

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MOURA, D. G. Feiras de Ciências, necessidade de novas diretrizes . Trabalho apresentado na Mesa Redonda 'Feiras de Ciências nos Novos Tempos'. V Feira de Ciências da SEE-MG, Belo Horizonte, Set.1995. Publicado em Revista Presença Pedagógica, Editora Dimensão, Belo Horizonte, n.6, 1995.

NETTO, Luiz Ferraz. Feiras de Ciências e trabalhos escolares: Técnicas, normas e sugestões. 1999. Disponível em: www.feiradeciencias.com.br/sala 01/01\_01.asp>. Acesso em: 13 junho 2012.

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