OS CAPITAIS ACUMULADOS PELOS AGENTES DO PEQUENO GRUPO DE PESQUISA DA ESCOLA MUNICIPAL SANTA HELENA: A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM CIÊNCIAS
Alex Benício Leandro, Ana Paula Dias Teles, Helen Simone De Jesus Pereira Carrijo, Jaqueline De Souza Tavares, Márcia Friedrich, Renan Pinheiro De Oliveira, Welbert Ribeiro Da Cruz, Zanir Elias Rocha, Luiz Gonzaga Roversi Genovese
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XX
- Ano
- 2013
- Data
- 22/01/2013
- Linha de pesquisa
- Formação De Professores E Prática Docente
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## OS CAPITAIS ACUMULADOS PELOS AGENTES DO PEQUENO GRUPO DE PESQUISA DA ESCOLA MUNICIPAL SANTA HELENA: A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM CIÊNCIAS
Alex Benício Leandro , Ana Paula Dias Teles , Helen Simone de Jesus Pereira 1 2 Carrijo , Jaqueline de Souza Tavares , Márcia Friedrich , Renan Pinheiro de 3 4 5 Oliveira , Welbert Ribeiro da Cruz , Zanir Elias Rocha , Luiz Gonzaga Roversi 6 7 8 Genovese 9
- 1 UFG/Instituto de Física/Pequeno Grupo de Pesquisa, alex\_benicio@yahoo.com.br
- 2 SME/Escola Municipal Santa Helena/Pequeno Grupo de Pesquisa, teles.anapaula@gmail.com
- 6 UFG/Instituto de Física /Pequeno Grupo de Pesquisa, renanpinheiro@hotmail.com.br
- 7
- UFG/Instituto de Física/Pequeno Grupo de Pesquisa, welbert.cruz@hotmail.com
- 8 SME/Escola Municipal Santa Helena/Pequeno Grupo de Pesquisa, zanirrocha@gmail.com
9 UFG/Instituto de Física/Pequeno Grupo de Pesquisa, lgenovese@if.ufg.br
## Resumo
Neste artigo os esquemas de percepção, ação e pensamento, que são os constituintes do Habitus, incorporados pelas professoras supervisoras, pelos estagiários e pelo professor da disciplina de Estágio Supervisionado, durante a construção do Pequeno Grupo de Pesquisa (PGP) da Escola Municipal Santa Helena, são caracterizados e problematizados. Para tanto as contribuições teóricas de P. Bourdieu e L. Genovez, ou seja, as noções dos diversos campos e capitais, hábitus e autonomia, foram trazidas à cena para caracterizar os poderes dos agentes envolvidos no PGP Santa Helena que procurou e procura desenvolver propostas formativas que promovam a aproximação e a formação dos agentes do campo escolar e do campo universitário. Tais análises foram realizadas a partir de dados constituídos ao longo das atividades do PGP Santa Helena via o emprego de instrumentos como notas de campo, fotografias, gravações de áudio e vídeo, questionários e a analise de documentos e dos livros didáticos. As análises sinalizaram também que muito ainda deve ser feito para que se elucidem os conhecimentos dos professores, que sua formação continuada deve ocorrer dentro do seu local de trabalho e que o aluno tem a urgência da denominação de seu campo e de seus capitais.
Palavras-chave : Campo Escolar, Acúmulo de Capitais, Formação de Professores.
## Introdução
Os professores do Ensino Básico, não têm na maioria das vezes suas práticas e seus conhecimentos reconhecidos pelo Campo Acadêmico, mesmo na área de ensino de ciências. Tal entendimento pode ser visto, por exemplo, no trabalho de Martins (2009), tanto pelo fato das escolas campo de estágio serem entendidas e tratadas como sendo apenas como um local de visita e exploração quanto pelo papel de colaborador exercido pelo professor supervisor em física, que se restringe apenas ao apoio dado ao estagiário no desenvolvimento de um Módulo
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20 a 25 de janeiro de 2013
de Ensino Diferenciado ('Plano' de Unidade), em detrimento de seus problemas e interesses. Não é sem razão que as instituições escolares envolvidas nesse tipo projeto apresentem ora rejeição ora desprezo aos agentes vinculados à academia, já que têm sua rotina alterada sem nenhum retorno efetivo à escola, e, os conhecimentos de seus professores são publicados sem o devido reconhecimento (ZEICHNER, 1998).
Ciente e procurando superar tal situação de separação entre as instâncias formadoras - o campo universitário e campo escolar -, o presente estudo inicialmente apresenta, em linhas gerais, o trabalho desenvolvido pelo Pequeno Grupo de Pesquisa da Escola Municipal Santa Helena de Goiânia, que conta com a participação de professores (formados em Pedagogia) de Ciclos I e II , estagiários 1 em física (iniciantes - cursam os Estágios I e II - e experientes - cursam os Estágios III e IV) e o professor acadêmico da disciplina de Estágio Supervisionado, e, se orienta pelo ideário da parceria (FOERSTE, 2004) para promover a prática formativa docente no interior do Estágio Supervisionado em física do Instituto de Física da Universidade Federal de Goiás (GENOVESE & GENOVESE, 2012).
Posteriormente, o estudo procura caracterizar e problematizar quais foram os esquemas de percepção, ação e pensamento, elementos integrantes do habitus , incorporados pelos agentes do campo acadêmico e do campo escolar na construção do Pequeno Grupo de Pesquisa, que teve e tem a finalidade de promover, dentre outras, a melhoria na qualidade do ensino e da aprendizagem em ciências (física) e matemática para os alunos do Ciclo I e II, a autonomia da Escola Municipal Santa Helena, a relação entre as professoras supervisoras e seus alunos e inserção dos envolvidos no universo da pesquisa como princípio formativo. E mais. Indicar quais os capitais acumulados pelos agentes em seus respectivos campos via o aporte teórico de P. Bourdieu (1974, 2001, 2008) e L. Genovez (2008).
## Metodologia
Foram utilizados alguns conceitos metodológicos da pesquisa-ação, buscando um caráter emancipatório dos agentes envolvidos (ZEICHNER, 1998).
- A pesquisa se caracteriza como qualitativa e quantitativa, onde as características que faltam em cada um destes modos de pesquisas são entrelaçadas garantindo uma maior cientificidade dos resultados. Tendo como objetos de pesquisas, os alunos, os estagiários, o professor do Estagio Supervisionado (ES), as professoras e a escola, para levantar quais as disposições de acúmulo de captais durante os trabalhos do Pequeno Grupo de Pesquisa da Escola Municipal Santa Helena.
Para registrar as ações foram utilizadas notas de campo, observações, questionários, fotografias, gravações de áudio e vídeo e entrevistas (BOGDAN e BLIKEN, 1992) e (FLICK, 1992).
## Contexto de pesquisa
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A pesquisa originou-se de uma nova turma do Estagio supervisionado I 2011 que trouxe a proposta inusitada do professor desta disciplina que fundamentou o Grande Grupo de Pesquisa (GGP), este, que agrega vários Pequenos Grupos de Pesquisa (PGP), formados pelos estudantes de Estágio e pelos professores supervisores da Rede Básica de ensino, que foram desafiados a se tornarem pesquisadores e pesquisados em uma rede de pesquisa.
Do PGP foi elaborado o PIS (Projeto de Investigação Simplificado), de onde surgiu o tema de um dos Estagiários 1 no propósito de melhorar o ensino de Física nas séries iniciais e o PIC (Projeto de Investigação Coletivo) que decorre da articulação entre os objetivos das professoras e da Escola como um todo com os PIS's de cada Estagiário (GENOVESE & GENOVESE, 2012).
Neste sentido este PGP tem como temas centrais a formação de professores e o ensino de Física no ensino Fundamental. Para tanto, foram adotadas estratégias direcionadas à realização de intervenções com os alunos, relacionadas com o conteúdo de Física utilizando o referencial Teórico de Matthew Lipman (1990), assim como o conhecimento das professoras. No entanto as ações deste PGP se diferenciam dos outros, por terem a participação em 2011 de duas professoras do 5º e 6º ano e depois em 2012 das professoras da Educação Infantil (matutino), 3º, 4º, 5º e 6º anos descritas nos quadros.
O lócus desta pesquisa resultante da interação entre a Instituição acadêmica (UFG) e a Escola de Educação Básica se constitui na Escola Municipal Santa Helena, onde está o PGP. Em 2011 os desafios propostos no PPP nortearam as 2 ações de interdisciplinaridade entre a matemática, a ciências (Física) e o Português no Ciclo II , agrupamento E e F utilizando os materiais da experimentoteca , 3 4 5 realizado pelos agentes do Quadro 01.
Diante do resultado positivo, presente no quadro 02, em 2012 na reunião de planejamento realizada no inicio de 2012, constituída de todo o corpo docente do Ciclo II, dos estagiários e do professor coordenador do Grupo da UFG, surgiu o tema da pesquisa denominada 'Projeto Céu e Terra', ampliando para os demais agrupamentos do Ciclo I e II, que abrangeu do 3º ao 6º ano, envolvendo a participação da Educação Infantil (matutino), assim como a coordenação do matutino. A análise do processo em 2011 está presente nos quadros 01 e 02, e em 2012 nos quadros 03, 04 e 05.
## Referencial Teórico
De forma a caracterizar, mesmo que de forma panorâmica, os capitais (poderes) adquiridos e acumulados pelos agentes participantes do PGP da Escola Municipal Santa Helena, segundo seus sistemas de disposições, ou habitus , que estruturam suas percepções, pensamentos e ações no decorrer da prática (BOURDIEU, 2001) nos espaços sociais estruturados e estruturáveis - os campos nos quais se insere, o presente estudo recorre e, portanto traz a cena os trabalhos de P. Bourdieu (2008) e de L. Genovez (2008).
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De P. Bourdieu, em particular, são trazidas ao cenário de análise as noções de campo universitário, capital (poder) acadêmico (social) e capital científico . Sendo que a noção de campo universitário pode ser entendida como sendo um espaço de luta, de relações objetivas entre indivíduos ou instituições que competem pela primazia sobre a verdade do mesmo (BOURDIEU & WACQUANT, 2008).
Por sua vez, o capital acadêmico indica o poder que a instituição e/ou o agente tem em galgar e acumular posições que permitam controlar outras posições, enquanto o capital científico sinaliza o poder que a instituição e/ou o agente possuem devido à produção científica (BOURDIEU, 2008).
De L. Genovez traz-se ao palco as noções de campo escolar, campo da escola e capital docente (2008) que são explicitadas a seguir.
Campo escolar é definido por esse autor como sendo:
um campo de forças relativamente autônomo, dotado de uma estrutura estruturante e estruturada pela distribuição e hierarquização das escolas e dos professores segundo sua autonomia em relação às forças externas -oriundas do campo econômico, político, religioso...-, representada pelo tipo de financiamento privado ou público, características dos alunos e dos professores, localização geográfica da escola, de conflitos pela manutenção ou transformação desse campo de forças, dentre outros fatores (GENOVEZ, 2008, p. 171).
Tal campo é regido por leis específicas que se impõem as instituições e aos agentes que lutam por conhecimento e reconhecimento via manutenção ou transformação do mesmo. A luta dos agentes pela manutenção e a transformação do campo é orientada, em última instância, pela distribuição e hierarquização dos professores, ou seja, nas suas posições no interior de uma dada escola, que é um subcampo do campo escolar, chamado de campo da escola.
- O que quer dizer que a posição de um professor no interior no campo da escola é determinada pelo ajustamento entre a estrutura desse campo e os sistemas duráveis de geração de práticas, de pensamentos e de representações do mundo construído pelo professor no e pelo processo de ensino e aprendizagem de crianças e adultos em situação escolar, denominado de habitus do Homo magister (GENOVESE & CARVALHO, 2012), que propicia e orienta o acúmulo de poderes distintivos que compõem o capital docente (GENOVEZ, 2008).
Os poderes ou os capitais que compõem o capital docente são o capital cultural escolar e o capital social . O primeiro tipo de capital, o cultural escolar, é formado por conhecimentos, saberes, competências, posturas, linguagens, códigos, títulos, formas de pensamentos, posse de livros e lugares, dentre outras aquisições legitimadas pelo campo escolar. O segundo tipo de capital, o social, é representado pela capacidade do agente em estabelecer, manter e mobilizar relações interpessoais.
## Resultados
Nos quadros abaixo os capitais em aquisição no habitus dos agentes devido a construção deste PGP foram caracterizados e classificados através das ações nos quadros de numeração impar e devido aos reconhecimentos de agentes de campos externos nos quadros de numeração par.
Quadro 01: Ações até 2011 - agentes internos
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O reconhecimento que pode ser observado através dos capitais acumulados pelos agentes se efetivou em vários campos e pode ser observado no quadro 02.
Quadro 02: Reconhecimentos em 2011
Os projetos 'Ensino Investigativo de Ciências (Física) no Ensino Fundamental' e o projeto 'O Céu e a Terra' foram incorporados ao PPP devido a estes resultados observados no quadro 02 e a aprovação da comunidade em relação às atividades feitas pelos alunos, que foi constatada com a vitória da candidata nas eleições para direção, pois a mesma usou os resultados e prometeu a continuação dos mesmos. Conferindo assim um grande acumulo de capital social e de sua incorporação nas estruturas objetivas do Campo Escolar. Os agentes que estavam no quadro 02 pertencentes ao campo da escola se engajaram na pesquisa, passando a ser integrantes do PGP descritos no quadro 03. A produção de materiais pelos alunos a partir das atividades realizadas para ser exposto na Mostra Pedagógica da Unidade Regional Educacional Maria Helena Batista Bretas (URE Bretas), foi o objetivo das aulas descritas no quadro 03.
## Quadro 03: Ações em 2012 - Agentes internos
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Um dos fatores mais importante a observar é que o envolvimento dos professores do ensino básico no estágio supervisionado é muito difícil e geralmente apenas um professor é almejado, já neste PGP temos o oposto que pode ser visto neste quadro.
Quadro 04: Reconhecimentos em 2012
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Estes reconhecimentos fizeram com que todos os agrupamentos e praticamente todo corpo docente se comprometessem a desenvolver o projeto no segundo semestre deste ano.
Quadro 05: Ações em 2011/2012- Agente não totalmente interno ao PGP.
Ao integrante do PGP pertencente ao Campo Universitário percebemos um acúmulo de capitais maior que os demais, isto é devido as características estruturais do Campo Universitário que mantém a maior parte dos lucros a seu favor.
## Outras Considerações
Os professores têm sua própria forma de validar as práticas pedagógicas, onde o reconhecimento de um bom professor não consegue ser ignorado pelos demais, validação esta que nos apropriamos com a experiência de sua prática, tal validação não é a mesma que os pesquisadores da academia utilizam, por isto percebemos este grande abismo entre a teoria e as práticas alem da desvalorização do que é feito pelos professores (autores).
A Formação de Professores deve ocorrer em seu local de trabalho e deve estar relacionado com suas dificuldades atuais e com as turmas onde leciona com intuito de refletir e pesquisar suas aulas para que o conhecimento dos professores não seja esquecido. O método de avaliação desta formação se dá pelas atividades elaboradas e feitas com os alunos bem como os resultados obtidos a partir desta perspectiva de usar a aula como seu laboratório de pesquisa, obtendo relatos e artigos.
Estes acúmulos de Capitais resultantes das ações formativas se revelam como produto de uma de suas partes, ou seja, a formação continuada do professor é uma das partes que compõem o acúmulo de capitais, mas tal acúmulo pode ser gerado pela formação. Além das características da formação surgirem da realidade do professor, e atuar diretamente em seu trabalho superando a dicotomia existente entre a teoria e a prática.
Assim como no Campo Político, onde os agentes da política dependem do acumulo de capitais em dois Campos, o Social com a população e no Político com seus pares, o professor depende de capitais acumulados que são reconhecidos por seus pares e também pelos alunos.
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Neste contexto os alunos são objetos de disputa, pois a resposta que os alunos têm de um professor são uma das maiores referências para atribuir um status ao mesmo e contestável apenas com um acúmulo grande de capitais objetivados e institucionalizados.
Se tornando assim urgente uma definição e elucidação destes agentes que tem seu próprio Campo e possuem seus habitus e capitais específicos e gerais. As aulas de Física no Ensino Fundamental chamaram a atenção dos professores que reconheceram que as aulas eram importantes devido à maneira como os alunos reagem e mostram seu engajamento e avanços que na SME são avaliados continuamente e qualitativamente. Todas estas urgências serão tratadas em um próximo artigo com maiores detalhes, pois toda a teoria não é um produto acabado de onde nada pode mudar, possuem características que são confrontadas permanentemente por experiências novas sendo afetado também permanentemente por elas.
## Referências
BOGDAN, R., BIKLEN, S. Investigação Qualitativa em Educação: uma introdução a teoria e aos métodos . Porto: Porto, 1992.
BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas . São Paulo: Perspectiva,1974.
\_\_\_\_\_\_. O poder simbólico . Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
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Homo academicus. Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2008.
BOURDIEU, P. & WACQUANT, L. Una invitación a la sociologia reflexiva. Buenos Aires: Sieglo Veintiuno, 2008.
FOERSTE, E. Parceria na formação de professores. Revista Iberoamericana de Educación , v. 00, p. 1-13, 2004.
FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. Port o Alegre: Bookman Companhia, 2004.
GENVOSE, L. G. & CARVALHO, W. L. A construção dos campos escolar e da escola e do capital docente de uma professora de ciências: contribuições do corpus teórico de P. Bourdieu. In: CARVALHO, L. M. & CARVALHO, W. L. (Orgs.). Formação de professores e questões sócio-científicas no ensino de ciências. São Paulo: Escrituras, 2012.
GENOVESE, L. G. & GENOVESE, C. L. Estágio Supervisionado em física: considerações preliminares. Goiânia: UAB, 2012.
GENOVEZ, L. G. Homo magister: conhecimento e reconhecimento de uma professora de ciências pelo campo escolar. 2008. 228 f. Tese (Doutorado em Ensino de Ciências) Faculdade de Ciências, UNESP, Bauru, 2008.
LIPMAN, M. A Filosofia vai à escola. São Paulo: Summus, 1990.
ZEICHNER, K. Para além da divisão entre professor-pesquisador e pesquisador acadêmico In: GERALDI, C.; FIORENTINI, D. & PEREIRA, E. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
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