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BLOG FÍSICA ESSENCIAL: TECNOLOGIAS PARA ENSINAR E APRENDER NA SOCIEDADE MIDIÁTICA

Eloi Feitosa, Rosemara Perpetua Lopes

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XX
Ano
2013
Data
21/01/2013
Linha de pesquisa
Tecnologia Da Informação E Comunicação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## BLOG FÍSICA ESSENCIAL: TECNOLOGIAS PARA ENSINAR E APRENDER NA SOCIEDADE MIDIÁTICA

## Eloi Feitosa , Rosemara Perpetua Lopes 1 2

1 UNESP/IBILCE/Departamento de Física, eloi@ibilce.unesp.br

## Resumo

Neste trabalho apresentamos o Blog Física Essencial como iniciativa voltada à integração das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) ao ensino de Física, das quais se destacam computador e Internet, com vistas à ampliação das chances de aprendizagem dos conceitos dessa área do conhecimento pelo estudante do Ensino Médio, atualmente dito nativo digital. O blog é parte de um trabalho mais amplo, que inclui o desenvolvimento de projetos em instituições públicas, formação de professores e produção de material didático, realizado com o apoio da Universidade Estadual Paulista. Tem como público-alvo professores, futuros professores e alunos do Ensino Médio. Veicula experimentos virtuais, vídeos, tirinhas, imagens, textos científicos e não científicos, pelos quais busca fornecer opções metodológicas ao professor e despertar o interesse do aluno pela Física, área na qual as dificuldades de aprendizagem persistem. Tem como premissa a crença na Física para todos e no potencial das tecnologias, adotando a teoria da aprendizagem significativa como fundamento.

Palavras-chaves : tecnologias; Internet; ensino de Física.

## Introdução

Este trabalho tem por objetivo apresentar o Blog Física Essencial como 1 iniciativa voltada à integração das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) 2 ao ensino de Física, com vistas à ampliação das chances de aprendizagem dos conceitos dessa área do conhecimento pelo estudante do Ensino Médio.

Para atingir esse objetivo, inicialmente, discorremos sobre alguns pressupostos teóricos subjacentes ao blog, relativos ao ensino de Física no contexto atual e às tecnologias como recurso pedagógico, suas possíveis funções e abordagens de uso. Em seguida, passamos à metodologia, caracterizando o grupo que criou e mantém o blog. Após, encaminhamo-nos ao blog, apresentando-o em sua estrutura e recursos. Finalizamos com considerações acerca do exposto.

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20 a 25 de janeiro de 2013

Antes de prosseguir, cumpre esclarecer que concebemos a Internet como ferramenta 3 favorável à democratização do conhecimento, não somente pela quantidade e variedade de informações que veicula, mas pela visibilidade que a caracteriza (LOPES; FEITOSA, 2012). Na Educação formal, seu uso pode gerar mudanças qualitativas, especialmente quando orientado por uma abordagem construcionista (PAPERT, 1994; PONTE; OLIVEIRA; VARANDAS, 2003).

Ao tratar dessa temática, estamos cientes de sua dimensão política, entretanto, tendo em vista o objetivo e os limites deste trabalho, restringimos nosso enfoque à dimensão pedagógica.

## Dificuldades e possibilidades no ensino de Física

Ensinar Física nunca foi uma tarefa fácil, porque se trata de um conhecimento que requer o uso do pensamento lógico-formal pelo aluno, para ser aprendido (FLAVELL, 1988). Não compreendida, a linguagem convencional das fórmulas contribui para a construção de uma imagem negativa da Física, traduzida em questionamentos sobre a utilidade de um conhecimento dissociado da vida fora da sala de aula.

A 'Física do cotidiano' não existe para o aluno do Ensino Médio que conhece apenas a 'Física das fórmulas', tornando-se, assim, difícil e sem sentido. Não se trata aqui de criticar a linguagem precisa das fórmulas, mas de alertar para a necessidade de toná-las compreensíveis pelo aluno do Ensino Médio, dando-lhe condições de passar de uma 'aprendizagem mecânica' para uma 'aprendizagem significativa' (AUSUBEL; NOVAK; HANESIAN, 1980). Sem a intervenção do professor, o aluno não enxerga a Física em seu cotidiano. Sozinho, dificilmente relaciona fórmula, conceito e contexto, três faces de um mesmo conhecimento.

Nesse sentido, um caminho possível é a adoção, pelo professor, de práticas experimentais que permitam ao aluno relacionar linguagem (fórmula), conceito e contexto, haja vista que, segundo Fiolhais e Trindade (2003), a escolha metodológica do professor de Física é um dos fatores que influi na aprendizagem. Neste caso, a falta de infraestrutura, que poderia se constituir em obstáculo, uma vez que a maioria das escolas públicas não dispõe de laboratório didático para esse fim, poderia ser superada pelo uso das TDIC. Na SAI ou em sala de aula, o ambiente virtual permite simular situações que envolvem conceitos de Física, algumas não realizáveis no presencial, como as relativas ao Sistema Solar, ou o experimento do pêndulo em diferentes ambientes de gravidade (na Lua, por exemplo), sem risco de acidentes, a exemplo de um curto-circuito durante a montagem de um circuito elétrico (LOPES; FEITOSA, 2011a).

## Tecnologias no ensino presencial

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Ao discorrer sobre o ensino de Física, apontamos o ambiente virtual como possível aliado nesse processo. Dando continuidade a essa ideia, focalizamos o computador, do ponto de vista da função que pode assumir e das abordagens pedagógicas que podem orientar seu uso no processo educativo.

Estudos apontam o descompasso entre sociedade e escola, no que diz respeito à presença e uso das tecnologias. Valente (1993), ao apresentar as distintas visões que os professores têm sobre a integração do computador à instituição de ensino , critica o fato de os professores insistirem em manter práticas 4 do século XVIII na escola do século XXI. Do mesmo modo, Marinho e Lobato (2008) questionam a existência de uma escola da Idade Média em plena 'Idade Mídia'.

Às tradicionais práticas ainda hoje vigentes na instituição escolar , os 5 autores contrapõem uma sociedade marcada pela presença das tecnologias digitais e apontam a necessidade de a escola e seus professores atenderem às demandas emergentes da mesma, evitando formar cidadãos despreparados para a vida na Sociedade Midiática (PIMENTA, 1999).

Para tanto, ter uma escola 'moderna', equipada com tecnologias, tais como lousa digital e computadores, não basta. Conforme assinala Barreto (2002), infraestrutura é essencial, mas não é tudo, porque, em si mesma, a tecnologia não gera mudança. O seu uso é que pode fazer a diferença.

Nesse sentido, Papert (1994) salienta que 'nada poderia ser mais absurdo do que uma experiência na qual os computadores são colocados numa sala de aula onde nada mais é modificado' (p. 133). De acordo com o autor, duas podem ser as abordagens pedagógicas de uso do computador: a instrucionista, que consiste no uso da máquina pelo professor para transmitir informação, e a construcionista, segundo a qual o computador é usado pelo aluno para a construção de conhecimento 6 .

Pautado na abordagem instrucionista, o professor atribui ao computador o papel de 'máquina de ensinar', conforme previa a Instrução Programada ou Instrução Auxiliada por Computador ( Computer Aided Instruction - CAI), idealizada por Skinner, no início de 1950 (VALENTE, 1999). De outro modo, orientado pela abordagem construcionista, o professor atribui ao computador o papel de 'máquina a ser ensinada'. No primeiro caso, o computador desempenha a mesma função que o retroprojetor, sendo subutilizado (VALENTE, 1993). Esse processo, que consiste no ensino tradicional sob nova roupagem, é chamado por Valente (1999) de 'virtualização do ensino'.

A virtualização do ensino é contrária à perspectiva que sustenta o trabalho do Grupo Físicanimada apresentado a seguir, para o qual computador e Internet são ferramentas que permitem a construção do conhecimento pelo aluno (VALENTE, 1993).

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## Grupo Físicanimada

A expressiva quantidade e variedade de materiais didáticos gratuitos disponibilizados na Internet, bem como a demanda da escola pública por recursos pedagógicos favoráveis à melhoria do ensino de Física, impulsionou o surgimento do Grupo Físicanimada.

Sediado na Universidade Estadual Paulista (UNESP), Campus de São José do Rio Preto (SP), o grupo interdisciplinar constituído por estudantes de graduação de vários cursos e coordenado por docentes das áreas de Física e Educação, vem 7 desenvolvendo projetos de integração das TDIC ao ensino de escolas da rede pública desde 2007, em parceria com instituições e diretorias de ensino.

Seu principal objetivo é facilitar o uso do computador e de softwares educacionais pelo professor da rede pública, especialmente nas áreas de Física e de Matemática, nas quais as dificuldades de aprendizagem são mais acentuadas. Os meios que utiliza para esse fim são o preparo e a divulgação online de material didático e a formação de professores, em cursos, minicursos, palestras, oficinas pedagógicas e eventos semelhantes.

Aliados aos fundamentos teóricos da literatura educacional, os anos de experiência no desenvolvimento de projetos de ensino vão dando forma ao trabalho do Grupo Físicanimada, divulgado na mídia impressa e digital, da qual destacamos o Blog Física Essencial, abordado a seguir.

## Blog Física Essencial

O blog é uma ferramenta assíncrona, uma página multimídia que não requer conhecimentos computacionais, tais como HyperText Markup Language 8 (HTML), para ser criado na Internet. Sem custo e de rápida atualização, permite postagens de textos, hipertextos, figuras e mídias.

Sua constituição permite encaixá-lo no que Baranauskas et al (1999) e Valente (1999) chamam de sistemas de autoria: 'sistemas que permitem ao usuário não apenas ser o 'leitor' de um documento, mas também ser um 'escritor', produzindo documentos de hipertexto' (BARANAUSKAS et al, 1999, p. 60).

- O Blog Física Essencial tem como público-alvo professores de Física e alunos do Ensino Médio. Embora se encontre em fase em construção, registra mais de duas mil e quinhentas visitas . É atualizado regularmente por uma equipe composta 9 por alunos de graduação do curso de Física e docentes das áreas de Física e Educação. Nos próximos parágrafos desta seção, é descrito quanto ao conteúdo e à estrutura que o caracterizam, sendo justificadas, em alguns pontos, as escolhas que deram margem a sua constituição.

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Figura 01: Layout da página inicial do Blog Física Essencial

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Na página inicial (Figura 1), o blog exibe um texto curto e introdutório sobre a proposta do grupo que o criou e mantém e amostras do material que veicula, incluindo tirinhas (Figura 2), vídeos e applets 10 , além de textos de gêneros variados para leitura, a exemplo de História da Física que, por sua vez, comporta História da Física para Crianças ( History of Physics for Kids ). Como o blog está em construção, tópicos como 'O Pêndulo de Foucault' aguardam postagens.

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Figura 02: Tira disponível no Blog Física Essencial

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Para motivar o aluno e despertar seu interesse pela Física, criamos os campos 'Imagem do dia', 'Notícias', 'Artigos sobre Ensino de Física', e 'Físicos de destaque'. Este último pretende conferir concretude às teorias que constituem a Física do Ensino Médio, por meio da imagem e da biografia do cientista que a originou. Buscamos, assim, ressignificar a Física aos olhos do aluno, mostrando que se trata de um conhecimento acessível, que não existe apenas no 'mundo das ideias' 11 .

Ao lúdico e ao familiar (ou cotidiano), aliamos a prática, disponibilizando em 'Laboratório virtual' experimentos que podem ser utilizados no próprio blog e opcionalmente complementados pelos recursos audiovisuais da aba Vídeos. Para facilitar o uso de tais experimentos, produzimos roteiros de prática, aos quais

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atribuímos o papel de auxiliar o professor, de modo a contribuir para que se sinta capaz e encorajado a integrar a tecnologia à sua prática.

A esse respeito, nossa experiência em escolas públicas e na capacitação de professores tem mostrado que o professor formado em Matemática que leciona Física tem dificuldades em desenvolver práticas experimentais, ainda mais quando são virtuais. Ainda que tome conhecimento do experimento virtual e aprenda seu funcionamento, não sabe como explorá-lo com finalidade pedagógica, para ensinar conceitos envolvidos no fenômeno que simula.

A produção dos roteiros de prática para uso de experimento virtual é lenta, porque se trata de uma atividade realizada por alunos de graduação em caráter de estágio extracurricular, para a qual necessitam antes aprender, eles próprios, acerca dos conhecimentos apontados por Shulman (1986) como aqueles que constituem a base da docência, a saber, conhecimento curricular ( curricular knowledge ), conhecimento do conteúdo ( content knowledge ) e conhecimento pedagógico do conteúdo ( pedagogical content knowledge ). Para produzir um roteiro, o aluno de graduação precisa aprender a usar a tecnologia, relacionar teoria e prática em Física e adequar a proposição do roteiro ao público-alvo, bem como à finalidade ao qual se destina (LOPES; FEITOSA, 2011b). Além desses, necessita, inclusive, de conhecimentos da Física ( content Knowledge acima mencionado).

Retornando ao blog, na aba e-Física, encontram-se textos básicos de Física para o Ensino Médio, produzidos no Instituto Superior Técnico de Portugal (Universidade de Lisboa). A aba Physics, por sua vez, veicula textos em Inglês. Ao criá-la, buscamos chamar a atenção para a literatura estrangeira sobre Física, acessível somente àquele que domina o idioma no qual foi publicada. Physics também contém um link de acesso aos demais blogs de Inglês criados e mantidos pelo Grupo Físicanimada, nos quais se encontram ferramentas virtuais variadas para aprender Inglês sem custo 12 .

As demais abas, a saber, Links, Quem somos e Contatos, contêm, respectivamente, endereços de acesso a sites de Física nacionais e estrangeiros, informações sobre o Grupo Físicanimada e formulário para envio de mensagem ao mantenedor da página.

## Considerações finais

Finalizamos com uma síntese do exposto, retomando o objetivo deste trabalho, que consiste em apresentar o Blog Física Essencial como iniciativa voltada à integração das TDIC ao ensino de Física.

Para atingir esse objetivo, inicialmente, explicitamos pressupostos teóricos sobre o ensino de Física na sociedade midiática e as tecnologias no ensino presencial, com foco nas abordagens de uso e no papel atribuído às mesmas pelo professor. Em seguida, caracterizamos brevemente o grupo mantenedor do blog.

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Prosseguimos com a explanação da constituição desse último, quanto à estrutura e conteúdo.

- O blog é parte de um trabalho mais amplo, que compreende o desenvolvimento de projetos de integração das TDIC em instituições públicas. Atualizado periodicamente por alunos de graduação, tem como público-alvo professores, futuros professores e alunos do Ensino Médio; veicula material didático, tais como experimentos virtuais, vídeos, textos e hipertextos em Português e em Inglês, tirinhas que abordam a Física de modo lúdico, curiosidades, notícias e imagens relacionadas à Física, biografia de cientistas que criaram as teorias tidas como objeto de estudo em sala de aula etc.

Assim constituído, o Blog Física Essencial, juntamente com outros meios, busca contribuir para a integração das TDIC ao ensino de Física, com vistas à ampliação das chances de aprendizagem dos conceitos dessa área do conhecimento pelo estudante do Ensino Médio. Ressalvadas as suas limitações, devidas, principalmente, a sua recente criação, é movido pela crença de que a Física é um conhecimento que deve estar acessível à população: 'Física para todos', como propõem Fiolhais e Trindade (1999).

## Referências

AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D.; HANESIAN, H. Psicologia educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.

BARANAUSKAS, M. C. C. et al. Uma taxonomia para ambientes de aprendizado baseados no computador. In: VALENTE, J. A. (Org.) O computador na sociedade do conhecimento . Campinas: UNICAMP/NIED, 1999, p. 49-87.

BARRETO, R. G. Formação de professores, tecnologias e linguagens : mapeando velhos e novos (des)encontros. São Paulo: Ed. Loyola, 2002.

FIOLHAIS, C.; TRINDADE J. A Física no ensino na Arte e na Engenharia. COLÓQUIO DE FÍSICA DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR, 1, Tomar, 1999.

FIOLHAIS, C.; TRINDADE, J. Física no computador: o computador como uma ferramenta no ensino e na aprendizagem das ciências físicas. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 25, n. 3, p. 259-272, set. 2003.

FLAVELL, J. H. A Psicologia do desenvolvimento de Jean Piaget . 3. ed. São Paulo: Ed. Pioneira, 1988.

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LOPES, R. P.; FEITOSA, E. Blog ESLBrasil e suas possíveis contribuições para a aprendizagem da Língua Inglesa e para a constituição de um novo olhar sobre a prática pedagógica. In: ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO, 16, 2012, Campinas. Anais... Campinas: UNICAMP, 2012, p. 1-12. CDROM.

LOPES, R. P., FEITOSA, E. Capacitação de professores de Física da rede pública para realizar situações de aprendizagem da Proposta Curricular do Estado de São Paulo usando experimentos virtuais. CONGRESSO ESTADUAL PAULISTA SOBRE FORMAÇÃO DE EDUCADORES, 11, 2011, Águas de Lindóia. Anais... Águas de Lindóia: UNESP, 2011a, p. 6996-7007.

LOPES, R. P.; FEITOSA, E. Estágio extracurricular como um possível espaço de formação do professor para uso de tecnologias . Revista Ciência em Extensão , v. 7, n. 2, p. 1-13, 2011b.

MARINHO, S. P.; LOBATO, W. Tecnologias digitais na educação: desafios para a pesquisa na pós-graduação em educação. In: COLÓQUIO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO, 6, 2008, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: [s.n.], 2008, p. 1-9.

PAPERT, S. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

PIMENTA, S. G. (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente . São Paulo: Cortez, 1999.

PONTE, J. P.; OLIVEIRA, H.; VARANDAS, J. M. O contributo das tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento do conhecimento e da identidade profissional. In: FIORENTINI, D. (Org.). Formação de professores de matemática : explorando novos caminhos com outros olhares. Campinas: Mercado de Letras, 2003, p. 159-192.

SHULMAN, L. S. Those who understand: knowledge growth in teaching. Educational Researcher , v. 15, n. 2, p. 4-14, 1986.

VALENTE, J. A. (Org.). O computador na sociedade do conhecimento . Campinas: UNICAMP/NIED, 1999.

VALENTE, J. A. Por quê o computador na Educação? In: VALENTE, J. A. (Org.). Computadores e conhecimento : repensando a educação. Campinas: NIED: Unicamp, 1993, p. 24-44.

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