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O ENSINO DE FÍSICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: DIFICULDADES E PERSPECTIVAS NO MUNICÍPIO DE CAICÓ

Mary Anne De Souza Monteiro, Thalita Cunha Motta

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XX
Ano
2013
Data
21/01/2013
Linha de pesquisa
Formação De Professores E Prática Docente
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## O ENSINO DE FÍSICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: DIFICULDADES E PERSPECTIVAS NO MUNICÍPIO DE CAICÓ

## MARY ANNE DE SOUZA MONTEIRO¹ THALITA CUNHA MOTTA²

- 1

IFRN - câmpus Caicó/ Licenciatura em Física, e-mail:mannemonteiro@hotmail.com 2 IFRN - câmpus Caicó/ Licenciatura em Física, e-mail: thalita.motta@ifrn.edu.br

## RESUMO

Este trabalho busca investigar dificuldades e perspectivas do ensino de Física no Ensino Médio da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte no município de Caicó, desenvolvido na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Neste sentido, realizamos estudo de cunho acadêmico, numa perspectiva quanti-qualitativa, na qual tivemos como procedimentos de pesquisa: estudo bibliográfico sobre as temáticas envolvidas, coleta de dados sobre a EJA no município e entrevistas junto aos Físico-educadores das escolas da rede no referido município. No tratamento dos dados coletados nas entrevistas, realizamos a categorização e análise das informações, através do procedimento da Análise de Conteúdo (BARDIN, 1977; FRANCO, 2008). Assim, resgatamos brevemente a trajetória do Ensino de Física no Brasil, sua evolução, dificuldades e propostas da atualidade, bem como a configuração da EJA enquanto modalidade de ensino prescrita na Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9.394/96 e as especificidades do seu processo de ensino-aprendizagem. Diante disso, percebemos que, a modalidade de EJA enfrenta muitos desafios na atualidade no Brasil e, um deles trata-se da oferta de um ensino de Física adequado ao seu público. Dessa forma, justificamos a realização do presente estudo, tendo em vista a necessidade de maior aprofundamento das discussões e investigações acerca da prática docente e proposições didático-pedagógicas para o ensino de Física na EJA. Dos resultados encontrados a partir da análise das entrevistas, destacamos a identificação das seguintes dificuldades: falta de formação docente específica; e, falta de material didático adequado. Quanto às potencialidades do ensino de Física na EJA, verificamos nos docentes entrevistados um desejo otimista de melhorias no seu trabalho a partir de uma articulação dos setores da escola e rede de ensino no atendimento ao público da EJA.

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Palavras-chave: Ensino de Física, Educação de Jovens e Adultos, Prática Docente.

20 a 25 de janeiro de 2013

## INTRODUÇÃO

Este artigo objetiva conhecer a realidade do ensino de Física na Educação de Jovens e Adultos no município de Caicó, identificando dificuldades da prática docente e verificando perspectivas de melhoria desse ensino. Tal interesse surgiu, a partir de nosso contato com o meio escolar público do município de Caicó, através de estágio supervisionado, em que encontramos inúmeras queixas e relatos de docentes e estudantes sobre as dificuldades do ensino de Física na EJA. Sabemos que, em várias redes de ensino no Brasil, a modalidade de EJA enfrenta dificuldades nos âmbitos curricular, estrutural e etc. No tocante aos estudantes desta modalidade ensino, verificamos suas limitações em conciliar os estudos com trabalho, família e etc, e recuperar as defasagens dos anos que passaram fora da escola. Contudo, além destes dilemas, destacamos que, o ensino de Física conta com significativa falta de profissionais de Licenciatura da área para lecionar no Ensino Médio e/ou sem formação específica para a modalidade de EJA (BRASIL/IFRN, 2009). E, isso, com certeza, implica em outras peculiaridades na forma como este ensino tem se organizado perante estes dilemas.

Com isso, entendemos a importância de analisarmos as especificidades do ensino de Física na modalidade de EJA no Ensino Médio da Educação Básica, a fim de aprofundar os conhecimentos a respeito, produzindo subsídios para o aprimoramento da prática docente. Neste sentido, realizamos estudo de cunho acadêmico, numa perspectiva quanti-qualitativa, na qual tivemos como procedimentos de pesquisa: estudo bibliográfico de basicamente duas áreas: Ensino de Física; e, Educação de Jovens e Adultos (EJA); coleta de dados sobre a EJA no município e entrevistas junto aos Físico-educadores das escolas da rede estadual ensino do Rio Grande do Norte no município de Caicó. Baseados no estudo bibliográfico, delineamos um roteiro de entrevista semiestruturado, com um total de 10 perguntas abertas referentes à formação profissional, tempo de atuação geral e em turmas EJA, visão dos alunos referente a disciplina, dificuldades encontradas em ministrar as aulas, práticas pedagógicas utilizadas durante as aulas e, sugestões para melhoria no ensino de Física na EJA. Assim, realizamos 5 entrevistas com docentes, gravadas em áudio e transcritas para análise.

No tratamento dos dados coletados nas entrevistas, realizamos a categorização e análise das informações, através do procedimento da Análise de Conteúdo (BARDIN, 1977; FRANCO, 2008). Nomeamos os docentes entrevistados por números, a fim de preservar a identidade dos mesmos. Diante disso, realizamos a tabulação dos dados por categoria e desenvolvemos análise, fundamentados nos estudos de Piconez (2003), Espíndola & Moreira (2006), Ries (2006).

É diante disso que, pretendemos contribuir para um maior aprofundamento das discussões e investigações acerca da prática docente e proposições didáticopedagógicas para o ensino de Física na EJA, tendo em vista que hoje a ciência Física deve ser compreendida no Ensino Médio, principalmente a partir de sua relação com o cotidiano dos estudantes. E isto implica numa mudança de postura e ação dos docentes.

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## ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Conforme o Artigo 37º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9.394/96 (LDB), a Educação de Jovens e Adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no Ensino Fundamental e Médio na idade própria. Além disso, essa mesma lei determina que os sistemas de ensino assegurem oportunidades educacionais apropriadas às características desse corpo discente, em seus interesses, condições de vida e de trabalho (§ 1º). Entendemos com isso que, no Brasil, a própria legislação nacional já reconhece a diferenciação das necessidades e formas de ensino-aprendizagem do público jovem e adulto estudante da Educação Básica.

Observamos também que, desde a promulgação desta lei, tem sido crescente o número de iniciativas governamentais e de organizações não governamentais (ONGs) para viabilizar essa modalidade de ensino. Nesse ínterim, os estudos sobre os processos de aprendizagem específicos do jovem e do adulto tem crescido. Destacamos, entretanto que, mesmo antes deste período já tivemos significativas experiências de educação de jovens e adultos desenvolvidas pelo educador Paulo Freire, pioneiramente, no estado do Rio Grande do Norte, na cidade de Angicos, em 1963.

Bem sabemos que Freire teve uma profícua produção bibliográfica, tratando do tema de educação e de jovens e adultos. Segundo Fávero (2000), Freire defende que é necessário despertar no educando um novo modo de pensar e de sentir a existência, em face das condições nacionais e locais com que se defronta; é dar-lhe a consciência de sua constante relação a um país que precisa de seu trabalho pessoal para modificar o seu estado.

Com isso, Freire também contribuiu para a disseminação do entendimento de aprendizagem ao longo de toda a vida do ser humano. No desenvolvimento desta concepção, Ries (2006), dentre outros autores, investiga os elementos e formas envolvidos nesse processo. Segundo Ries (2006), constata-se que na realidade da aprendizagem dos conteúdos escolares precisamos considerar os fatores cognitivos, afetivos, sociais e culturais, dentre outros, como determinantes na experiência do jovem e do adulto na escola. Entendemos assim, que a aprendizagem do jovem e do adulto tem especificidades importantes de serem consideradas no atendimento escolar. Uma delas trata-se da fadiga resultante da carga de trabalho diária que os estudantes de EJA enfrentam além da carga escolar. Ries (2006, p.34) analisa que

A fadiga interfere negativamente na aprendizagem. Pode ser atribuída à presença de toxinas resultantes do excesso de esforço exercido em alguma atividade intelectual ou falta de oxigênio e se reflete na indisposição para manter a atividade intelectual.

Assim, diante dos inúmeros desafios enfrentados nesta modalidade de escolarização no Brasil, é premente desenvolvermos mais investigações e aprofundamento dos estudos a cerca do tema. Incluímos aí a necessidade de estudo sobre as aprendizagens de componentes curriculares específicos, como o caso da Física.

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## CAMINHOS E PERSPECTIVAS DO ENSINO DE FÍSICA NO BRASIL

Consideramos que, os estudos e pesquisas sobre o Ensino de Física no Brasil tem gradativamente ganhado importância e qualidade na medida de organização e consolidação da área de ensino de Ciências. Segundo Nardi (2005, p. 159), '[...] a exemplo de outras áreas que são integradas às Ciências Humanas, [o ensino de Ciências] abriga uma pluralidade de concepções e metodologias, relacionada à diversidade da formação dos pesquisadores'.

De acordo com Almeida Júnior (1979), o ensino de Física no Brasil origina-se no ensino de Ciências leigo (sem fundamento científico) a partir do ano de aproximadamente 1821. Conforme o desenvolvimento das indústrias no país, a Física ganhou mais espaço na sociedade e, em 1853, estabelece-se a disciplina Tópicos de Física. Somente anos depois se organizam espaços de encontro e discussão sobre ensino de Física (ALMEIDA JÚNIOR, 1980).

Verificamos então que, a Física enfrentou dificuldades para o seu estabelecimento enquanto ciência e disciplina escolar no Brasil. Entretanto, hoje temos grupos de estudiosos que vem produzindo importantes propostas de ensino, como o caso do GREF-USP. Importante análise sobre o campo de pesquisa em que se insere o ensino de Física - o ensino de ciências - foi realizada por Roberto Nardi (2005) em sua tese de livre docência. Além da produção acadêmica (e outras) também consideramos as propostas governamentais como importantes contribuições para o desenvolvimento do ensino de Física no Brasil, como o caso das Orientações Curriculares para o Ensino Médio ciências da natureza, matemática e suas tecnologias (BRASIL, 2006).

De acordo com esse documento, o conhecimento de Física deixa de constituir-se em um objetivo em si mesmo e passa a ser compreendido como um instrumento para compreensão do mundo. Para o ensino de Física na EJA, isso se torna evidente, como explicado na fala de Espíndola e Moreira (2006, p. 7).

As experiências de vida dos alunos e seus saberes do mundo do trabalho são privilegiados para que eles consigam entender os conceitos físicos e compreendam as aplicações tecnológicas existentes no mundo de hoje. A proposta é mostrar uma prática diferenciada para trabalhar com um público também diferenciado, alunos estes que almejam adquirir um conhecimento mais prático e próximo às suas realidades de vida.

Diante disso, entendemos que a disciplina de Física no currículo do Ensino Médio da Educação Básica no Brasil constitui-se hoje importante por projetar-se diretamente articulada com os principais objetivos dessa etapa de escolarização, definidos na LDB nº 9.394/96, como: conhecimento dos fundamentos científicotecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática; o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico.

Consideramos assim que, o ensino de Física no Ensino Médio deve-se pautar-se na articulação entre os conhecimentos teórico-científicos, experimentais e do cotidiano, a fim de propiciar aos estudantes a compreensão da ciência Física no

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seu papel de pensamento crítico e de produção tecnológica contextualizada ao desenvolvimento social.

De toda forma, levando em conta os já referidos dilemas do ensino na modalidade EJA, percebemos que, apesar de promissoras propostas de ensino de Física desenvolvidas atualmente, surge a necessidade do aprimoramento das práticas pedagógicas na área. Neste sentido, muito há o que investigar e discutir em prol do desenvolvimento de tais práticas. Assim, no intuito de somarmos esforços para tal desenvolvimento, realizamos pesquisa com docentes de Física na modalidade EJA de escolas de um município do Rio Grande do Norte.

## ANALISANDO DIFICULDADES E PERSPECTIVAS DO ENSINO DE FÍSICA NA EJA EM CAICÓ: OS RESULTADOS DA PESQUISA

Para conhecermos as dificuldades e perspectivas do ensino de Física na EJA optamos por realizar entrevistas junto aos docentes, para melhor acessar suas concepções (MINAYO, 2010).

De toda forma, alguns dados contextuais são importantes de serem considerados juntamente com as falas. Assim, temos que: o município de Caicó localiza-se na região do Seridó Ocidental do estado do Rio Grande do Norte e tem uma população de 63 147 mil habitantes, sendo a 7º cidade mais populosa do estado (IBGE, 2010). Neste município, a rede estadual de ensino tem 4 escolas de Ensino Médio que atendem o público de jovens e adultos, num total de 727 alunos matriculados na modalidade neste ano de 2012. O sistema de consulta de matrículas do INEP/MEC registra matrículas de EJA no município desde o ano de 2006, mas somente em 2007 especificam-se as matrículas do Ensino Médio. Não temos o número total exato de docentes de Física que estão atuando, mas, a partir dos entrevistados identificamos que a maioria dos Físico-educadores não tem licenciatura em Física, e dentre os 5 entrevistados, apenas o Prof. 1 tem Especialização específica para trabalhar com a Educação de Jovens e Adultos.

Quadro 1: Dados Contextuais dos entrevistados

Durante as entrevistas, fizemos, especialmente, quatro questionamentos aos Físico-educadores: se eles consideravam difícil lecionar Física a EJA, quais as dificuldades que encontravam e os recursos utilizados para ministrar as aulas e

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sugestões de melhorias. Organizamos as principais respostas emitidas no quadro a seguir (quadro 2), para melhor compreende-las:

Quadro 2: Síntese das respostas emitidas pelos entrevistados

Entendemos que, a utilização de diferentes metodologias na disciplina de Física é essencial, como propõe os PCNs+. E no caso da EJA, sua utilização servirá inclusive para diminuir os efeitos do cansaço dos estudantes, que se colocarão numa postura mais ativa (PICONEZ, 2003).

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Diante das sugestões dos professores entrevistados e conforme a citação de Piconez (2003), vemos que é considerável a proposta de inserir na graduação conteúdos relacionados a Educação de Jovens e Adultos, e analisar a possibilidade das escolas prepararem os professores desse público, através de acompanhamentos palestrais, minicursos e outros.

## CONSIDERAÇÕES FINAIS

Verificamos que a modalidade de ensino de EJA trata-se de uma educação diferenciada, que enfrenta vários desafios, desde a necessidade de formação específica dos docentes, bem como melhor estruturação dos programas, currículos e materiais didáticos. No tocante ao ensino de Física, pudemos verificar, através das entrevistas realizadas junto aos docentes de rede de ensino no município de Caicó, que tais necessidades se ampliam diante dos desafios enfrentados pela própria ciência Física. Percebemos a grande necessidade de resgatarmos a motivação de docentes e estudantes de EJA, através do trabalho adequado curricular e estruturalmente para esta modalidade de ensino.

A principal dificuldade específica (das três dificuldades citadas, duas também se realizam no ensino regular) do ensino de Física na EJA trata-se do cansaço dos alunos e professores durante a realização das aulas e estudos. Percebemos que, tanto as condições de estudo quanto a condições de trabalho dos docentes de EJA, ainda hoje não são favoráveis ao desenvolvimento de um ensino-aprendizagem satisfatório. Contudo, apesar destas dificuldades, verificamos que os docentes de Física da EJA no município de Caicó conseguem perspectivar melhorias de seu trabalho e para os estudantes, através de medidas em sua maioria simples, possíveis de ser realizadas no próprio espaço escolar ou de sua rede de ensino.

## REFERÊNCIAS

ALMEIDA JÚNIOR, João Batista. A evolução do ensino de Física no Brasil. Revista de Ensino de Física . v.1, n. 2, out/79, p. 45-58.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. A evolução do ensino de Física no Brasil - 2ª. parte. Revista de Ensino de Física . v.2, n. 1, fev/80, p. 55-73.

BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo . Lisboa: Edições 70, 1977.

BRASIL. INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE - CÂMPUS CAICÓ. Projeto Pedagógico do Curso Superior de Licenciatura Plena em Fí ísi ica, , na F s ca modalidade Presencial - PPC de Física . Projeto aprovado pela Resolução Nº 035/2009-CONSUP/IFRN. Natal, 2009. Disponível em: http://portal.ifrn.edu.br/campus/caico/cursos.html

BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias . Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 135 p. (Orientações curriculares para o ensino médio; volume 2)

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ESPÍNDOLA, Karen & MOREIRA , Marco Antonio. Textos de Apoio ao Professor de Física: A estratégia dos projetos didáticos no ensino de Física na educação de jovens e adultos (EJA). v.17 n.2. Porto Alegre:UFRGS, Instituto de Física, Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física, 2006. 62p. Disponível em: www.if.ufrgs.br/tapf/v17n2\_ Espindola \_ Moreira .pdf

FÁVERO, Osmar. PAULO FREIRE: PRIMEIROS TEMPOS. In:VENTORIM, Silvana; PIRES, Marlene de Fátima; OLIVEIRA, Edna de Castro (orgs). Paulo Freire: a práxis político-pedagógica do educador. Vitória, ES: Ed. UFES, 2000. Disponível: http://forumeja.org.br/files/freire.primeirostempos.pdf

FRANCO, Maria Laura Publisi Barbosa. Análise de Conteúdo . 3º Ed. Brasília: Liber livro editora, 2008.

MINAYO, M. C. DE S.; DESLANDES, S. F.; NETO, O. C.; GOMES, R. Pesquisa social : teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.

NARDI, Roberto. A área de ensino de ciências no Brasil : fatores que determinaram sua constituição e suas características segundo pesquisadores brasileiros. Bauru: [s.n.], 2005. 166 f. Tese (Livre-docência) - Universidade Estadual Paulista.

PICONEZ, Stela C. Bertholo. A aprendizagem do jovem e adulto e seus desafios fundamentais . Documento produzido para o curso de Especialização de Educação Escolar de Jovens e Adultos do Núcleo de Estudos sobre Educação de Jovens e Adultos e Formação permanente de professores. Dez/2003. Disponível em: www.nea.fe.usp.br

RIES, Bruno Edgar. Aprendizagem na fase adulta. In: Revista Ciências & Letras . N. 40. Porto Alegre: jul/dez. 2006. P. 24-38.

## Sites consultados:

http://matricula.educacenso.inep.gov.br/

http://www.ibge.gov.br/censo2010/

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