UM ESTUDO SOBRE OS EGRESSOS DA LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFSJ: como estão?
Gabriely Ferreira, João Antônio Corrêa Filho
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XIX
- Ano
- 2011
- Data
- 04/02/2011
- Linha de pesquisa
- Políticas Públicas E O Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## UM ESTUDO SOBRE OS EGRESSOS DA LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFSJ: como estão?
## Gabriely Ferreira , *João Antônio Corrêa Filho 1 2
1 Universidade Federal de São João del Rei/Departamento de Ciências Naturais, bilelyferreira@hotmail.com
## Resumo
Neste trabalho, apresentamos um estudo sobre os egressos do curso da Licenciatura em Física da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), onde procuramos saber quantos estão atuando como professores de física de ensino médio, sua satisfação na profissão, além de saber como eles avaliação o curso de física da universidade. Para esse levantamento, procuramos entrevistá-los em dois momentos entre o primeiro semestre de 2008 e o segundo de 2009. As entrevistas foram realizadas principalmente por meio de contatos telefônicos com a aplicação de um questionário contendo quatro questões. Nossos resultados nos revelaram que a minoria dos 63 egressos do curso, contabilizados em 2009, estava atuando como professor de física de nível médio e que a maioria destes estava insatisfeita com a profissão. Os motivos dessa insatisfação vinham em grande parte da baixa valorização do profissional, contrariando a lógica de mercado em que há valorização profissional naquelas áreas onde há carência deles, como é o caso de professores de física para atender a demanda da escola básica.
Palavras-chave : Egressos; Licenciatura em Física; Professor de Física.
## Introdução
Há muito que se denuncia a carência de professores com formação em Física para atuação na Escola Básica no Brasil, por um lado, por outro lado, há interesse cada vez menor dos estudantes de ensino médio por carreiras das áreas exatas, sobretudo, da área de Física. Por exemplo, no nível regional de influência da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), na região do Campo das Vertentes de Minas Gerais, em um levantamento realizado em 2003, com 29 professores de física em exercício no ensino médio, 76% possuíam um curso superior completo, e destes, 62% eram formados num curso de Licenciatura em Física, ou seja, apenas 14 desses 29 professores possuíam formação específica para atuação na área de física no Ensino Médio [CASTRO, 2003]. Ampliando o foco sobre esse tipo de dado, já numa escala nacional, conforme um estudo mais recente [VIANNA, 2008], essa carência revela-se gritante diante da demanda estimada por professores de física de nível médio (23.514 em 2002) comparada ao número estimado de licenciados no período de 2002-2010 no País (14.247). Reduzindo novamente o foco sobre esses dados, só no Estado de Minas Gerais, essa demanda estimada é de 2.135 professores, conforme apresentado por LEITÃO (2009).
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30 de janeiro a 04 de fevereiro de 2011
Além disso tudo, o interesse pelos cursos superiores de formação de professores vem diminuindo cada vez mais, tomando como base as relações candidato/vaga nos processos seletivos (vestibulares) divulgadas por instituições de ensino superior em suas páginas na Internet. Assim, no caso aqui centrado, num levantamento feito sobre a procura por cursos de física ofertados no Brasil (COFIS, 2009), sobretudo, pelos de licenciatura em física, entre os anos de 2002 e 2010, nota-se, em geral, uma tendência significativa de queda da relação candidato/vaga pelos cursos de licenciatura em física (figura 1). Os motivos, em especial aos relativos à dessa relação candidato/vaga nos anos mais recentes, provavelmente vêm da expansão de novos cursos de Física e da ampliação de vagas nos cursos já existentes no País, em atendimento às políticas do governo Lula (Programa de Expansão do Ensino Superior - REUNI) e do desprestígio que a profissão de professor vem tendo nas últimas décadas, sobretudo com respeito aos salários pagos.
Tabela 1: Relação candidato/vaga em processos seletivos de vestibular no período de 2002 a 2010 de algumas universidades brasileira para o curso de física (COFIS, 2009).
Embora este último fator seja controverso como fator determinante pela procura de formação nessa área profissional e de atuação (VIANNA, 2008), cada vez mais ouvimos falas de estudantes da licenciatura em física da UFSJ, especialmente dos que estão realizando seus estágios curriculares supervisionados e de participantes do Programa Institucional de Bolsa de Incentivo à Docência (PIBID/CAPES), carregadas por sentimentos de desinteresse para o exercício dessa profissão na Escola Básica provocados principalmente pelo baixo salário pago.
Para agravar ainda mais a situação da carência de professores de física, conforme VIANNA et al. (p. 10, 2008),
Daqueles que optam pelo curso de Física, muitos não ingressaram, deixando um número expressivo de vagas ociosas. Os matriculados, por sua vez, vivenciam dificuldades que os levam a evadir massa. E quando o
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País consegue formar um grupo de pessoas com licenciatura plena em Física, uma parte não vai atuar na Educação Básica.
Assim, estimulados pela seguinte questão levantada por esses mesmos autores:
Identificar os motivos que levou a maioria dos formados em Física da década de 90 a não atuarem na Educação Básica é uma questão de estudo para trabalhos futuros. Pois, se confirmado que as condições salariais dos professores da Educação Básica desestimulam o licenciado em Física a lecionar na Educação Básica, conclui-se que as medidas centradas na formação inicial terão seus resultados minimizados enquanto as condições salariais não forem alteradas. (VIANNA et al. p. 10, 2008),
procuramos neste trabalho, num primeiro momento, investigar os rumos tomados pelos egressos do curso da Licenciatura em Física da UFSJ. Especificadamente, a pesquisa visou obter informações sobre a atuação desses egressos; se estão exercendo a profissão, se continuam os estudos ou se pelo menos pretendem manter esse vínculo com a vida acadêmica.
Procuramos também saber a opinião dos egressos sobre a conceituação do curso de Física da UFSJ e, para saber se os egressos atuantes no Ensino Médio achavam-se satisfeitos quanto ao exercício da profissão. Visando com isso retomar a questão motivadora deste trabalho, isto é, se o salário é um fator determinante na formação e atuação profissional de professor de física de nível médio.
## Metodologia
Um questionário contendo quatro questões foi elaborado para entrevistar os egressos, sendo elas:
- 1- Você está atuando na área de formação inicial (professor de Física)? Se está, onde? Em qual nível de ensino, Fundamental ou Médio?
- 2- Você se sente realizado profissionalmente?
- 3- Como você qualificaria o curso de física da UFSJ?
- (1) Ótimo (2) Bom (3) Regular (4) Não opinou.
- 4- Você está fazendo algum curso de pós-graduação? Qual? Onde? Se não está, pretende realizar algum?
Optamos por esse questionário contendo apenas quatro questões visto que ele seria aplicado, sobretudo, através de contato telefônico com os egressos. Para tal, procurou-se números de telefone de contato a partir do banco de dados da Divisão de Acompanhamento e Controle Acadêmico (DICON) da UFSJ, que contém informações sobre telefones e endereços dos estudantes em curso e dos formados na universidade, entre outros dados. Quando esse banco de dados não se mostrou suficiente, visto que números de telefone de alguns dos egressos estavam desatualizados, por motivos como mudança de endereço residencial ou mesmo de
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cidade, outras fontes de dados foram utilizadas para obter a atualização desses números de telefone - como através dos contatos diretos de amigos e parentes destes egressos e, de forma indireta, de sites de relacionamento como ORKUT e MSN.
## Resultados e discussões
A entrevista foi realizada em dois momentos (primeiro semestre de 2008 e no segundo semestre de 2009). Até o primeiro momento, havia 48 egressos do curso da Licenciatura em Física da UFSJ, contabilizados desde o ano de 1998, sendo localizados e entrevistados 40 deles. Até o segundo momento, já havia 69 egressos, contabilizados também desde o ano de 1998, sendo localizados e entrevistados 63 deles, e destes, 39 egressos participavam pela segunda vez das entrevistas. Na tabela 2, apresentados esses dados.
Tabela 2 - Número de diplomados (egressos) do curso de Licenciatura em Física da UFSJ contabilizados desde o ano de 1998 até dois anos recentes (2008 e 2009) e o número dos que participaram das entrevistas.
Para a contabilização desses egressos, consideramos aqueles que formaram na UFSJ a partir do ano de 1998. Até aquela época, a UFSJ oferecia o curso noturno de Ciências na modalidade de Licenciatura Curta. Então, em atendimento a Lei 9496 - Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/96), o currículo desse curso foi reformulado para se transformar em curso noturno de Física na modalidade de Licenciatura Plena, com 25 vagas oferecidas pelo processo seletivo de vestibular da UFSJ. Os estudantes que ainda cursavam o curso de Ciências, consequentemente, tiveram que passar para o curso de Física e todos que concluíam o curso a partir de 1998 passaram a ser diplomados em Licenciatura Plena em Física.
Embora o nosso foco seja o estudo sobre os egressos, gostaríamos antes de apresentar alguns dados sobre os ingressantes do curso. Na tabela 3, apresentamos dados sobre as taxas de evasão, diplomação e retenção de estudantes do curso de Licenciatura em Física da UFSJ, entre os anos de 2003 e 2008, cuja metodologia de cálculo foi aquela descrita pela Comissão Especial de Estudos sobre a Evasão nas Universidades Públicas Brasileiras em 2007 (MEC, 2007). Essas taxas nos dizem a porcentagem de estudantes ingressantes de
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determinado ano no curso (ano-base) que evadiram, ou diplomaram ou ficaram retidos depois de transcorrido um período máximo de integralização previsto no projeto político-pedagógico do curso. No nosso caso, esse período máximo é de seis anos, além do qual o estudante pode correr o risco de ser desligado da instituição.
Tabela 3 - Taxas de evasão, diplomação e de retenção do curso de Licenciatura em Física da UFSJ, cujo tempo de integralização médio é de quatro anos. O ano-base é calculando como sendo o tempo máximo de integralização do curso (seis anos).
Nota-se pelos dados da tabela 3 que, enquanto todos os ingressantes do ano-base de 1998 diplomaram-se dentro do período de 1998 a 2003, apenas a metade dos ingressantes do ano-base de 2003 diplomou-se dentro do período de 2003 a 2008. Por outro lado, a taxa de evasão, nos anos levantados pelo estudo é relativamente baixa (de cada 25 ingressantes, três a quatro estudantes desistiam do curso); e uma parcela significativa dos ingressantes encontrava-se retida, principalmente pelas reprovações em disciplinas básicas como nas de Cálculos.
Retomando o foco de nosso estudo, na tabela 4, apresentamos uma distribuição percentual de egressos do curso de Física da UFSJ quanto a sua vida profissional.
Tabela 4 - Distribuição percentual dos egressos da Licenciatura em Física da UFSJ quanto à sua vida profissional.
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Dessa tabela, vemos que a minoria dos egressos atuava como professores de Física no Ensino Médio nos dois momentos das entrevistas. Consequentemente, a não atuação na área de formação inicial de professores de Física implica a falta destes nas escolas, confirmando alguns estudos já feitos sobre a demanda de professores na educação básica (VIANNA, 2008).
Na tabela 5, apresentamos a conceituação dada pelos egressos sobre o curso de Física da UFSJ.
Tabela 5 - Conceituação do curso de Licenciatura em Física da UFSJ dada pelos egressos entrevistados.
Podemos assim falar que o curso da Licenciatura de Física da UFSJ está num nível relativamente bom de satisfação conforme a maioria dos egressos. Tal resultado pode ser somado a outros processos de avaliação como o ENADE de 2008, que avaliou recentemente o curso com nota 4, numa escala de 0 a 5, estando entre os dez melhores cursos de Física do Brasil. Ainda dentro da pergunta feita aos egressos sobre que conceituação eles dariam ao curso de física da UFSJ, alguns complementaram sugerindo melhorias no curso como um foco mais voltado para as questões da licenciatura, já que achavam que o curso vestia uma roupagem de bacharelado.
Na tabela 6, apresentamos a situação dos egressos atuantes no Ensino Médio, como professor de Física em relação à sua realização profissional, lembrando que, dos 40 egressos entrevistados no primeiro momento, apenas 14 atuavam como professor de Física, e que dos 63 egressos entrevistados no segundo momento, apenas 29 exerciam a profissão de professor. Para esse levantamento, consideramos respostas dadas pelos egressos tais como 'Em partes.', 'Pode melhorar.', 'Ainda busca.' como sendo respostas de insatisfação; e uma resposta dada como 'Aceitavelmente.' como sendo uma resposta de satisfação.
Tabela 6 - Porcentagem de egressos que atuavam como professores de física no Ensino Médio quanto à realização profissional.
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Com esses resultados da tabela 6, constatamos que a maioria dos egressos em exercício na sua área de formação inicial não está satisfeita com a profissão escolhida, seja por baixos salários, conforme alguns depoimentos, seja por falta de interesse dos alunos das escolas pela disciplina, conforme outros depoimentos, entre outros motivos.
Procuramos também verificar se houve mudanças de respostas dos egressos que participaram dos dois momentos, que foram 39 egressos. Destes, 23 trocaram de respostas entre uma entrevista e outra, sendo as seguintes mudanças:
- · Cinco deles passaram a atuar como professores na escola básica;
- · Um deles que no primeiro momento pretendia realizar uma pós-graduação, já não pretendeu mais no segundo momento da entrevista;
- · Três outros egressos que pretendiam fazer uma pós-graduação na época, hoje estão concretizando esse objetivo;
- · Um dos egressos que inicialmente se dizia realizado profissionalmente, hoje já não mais se sente realizado, sem dar justificativa para essa mudança.
Além dessas mudanças sobre a atuação profissional ou acadêmica desses egressos, houve também uma mudança sobre a visão do curso de Física da UFSJ dadas por parte desses 39 egressos, sendo elas: seis deles, que no primeiro momento qualificaram como ótimo o curso, passaram a opinião para bom; dois que qualificaram como bom o curso passaram para ótimo; um egresso, que havia opinado como sendo bom o curso, preferiu não opinar na segunda entrevista; um que havia inicialmente como sendo regular o curso, mudou para bom; e um de bom para regular. Apesar dessas mudanças de opinião sobre o curso de onze dos 39 egressos que participaram das duas entrevistas, predominou nesses dois momentos a opinião sobre o curso de bom.
Procuramos também analisar a satisfação profissional dos egressos que atuavam no segundo momento da entrevista no Ensino Médio como professores de física, de acordo com o tempo transcorrido desde seu ingresso na UFSJ:
- · Ingressantes de 1999 e de 2000 - tivemos sete egressos na profissão sendo dois não satisfeitos e cinco satisfeitos;
- · Ingressantes dos anos de 2001 e 2002 - tivemos 17 egressos na profissão sendo 11 não satisfeitos e seis satisfeitos;
- · Ingressantes dos anos de 2003 e 2004 - tivemos cinco egressos na profissão - sendo quatro não satisfeitos e um satisfeito;
- · Ingressantes dos anos de 2005 e 2006 - não havia egressos exercendo a profissão, estando todos seguindo carreira acadêmica naquele segundo momento de entrevista.
Desses dados, notamos, primeiramente, que o grupo de egressos que entraram há mais tempo na UFSJ está mais satisfeito que os egressos dos demais grupos de entrada na instituição, cujos motivos não focamos nas entrevistas feitas por telefone com esses egressos.
Outro ponto a se destacar nesses dados é que o grupo de egressos que entraram UFSJ nos anos mais recentes não estava atuando como profissionais da educação na Escola Básica, durante o segundo momento da entrevista, mas sim
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atuando como estudantes de pós-graduação. Ou seja, esses dados vêm nos sugerir haver um movimento de 'evasão profissional' ou um movimento de procura por lecionar no ensino superior onde o profissional é mais reconhecido e valorizado, conforme podemos perceber no depoimento espontâneo de um egresso que estava realizando seu mestrado na área de Física. Quando perguntamos a ele se ele sentia-se realizado profissionalmente, esta foi a resposta:
'Talvez os que trabalham na área de educação de nível superior. A credibilidade, a remuneração e as condições de trabalho de professores de ensino fundamental e médio não incentivam a atuação do profissional licenciado.'
## Conclusões
Nosso estudo nos tem mostrado uma preocupante realidade quanto ao futuro da profissão de professor da Escola Básica, em particular, da de professor de Física no Ensino Médio: as escolas tenderão cada vez mais a ter dificuldades de possuir um corpo docente constituído por profissionais qualificados e específicos de física para atender a uma formação universal de seus alunos.
Se, por um lado, a expansão e ampliação de vagas de cursos por instituições de ensino superior (IES) para a formação inicial de professores de Física têm o mérito de atender a uma demanda estimada por esses profissionais, por outro, pode ter provocado uma redução global da relação candidato/vaga nos processos seletivos de instituições de ensino superior. Se somente uma minoria dos egressos de física vier a atuar no Ensino Médio, ou vier a permanecer ali, por causas, sobretudo, da desqualificação e desvalorização da profissão, nossas conclusões são que os esforços das IES poderão ser em vão. Assim, é imperativo que outras esferas públicas venham a tomar medidas urgentes, acima dos interesses partidários, para impedir um futuro sombrio para nossa sociedade. Futuro esse em que a maioria das pessoas assumiria funções meramente coadjuvantes na história da humanidade, ditada pelos detentores do capital imaterial, dos processos de produção do capital material e de sua regulação.
## Agradecimentos
Gostaríamos de agradecer ao prof. Marco Túlio Raposo, coordenador do curso de Física da UFSJ, a suas sugestões na revisão do presente texto e aos egressos do curso que gentilmente atenderam aos nossos contatos. Também gostaríamos de agradecer à FAPEMIG o apoio financeiro para participação no XIX SNEF.
## Referências
CASTRO, Ronaldo A. de; CORRÊA Filho, João A.; GONÇALVES, Heitor A., A inserção da física moderna no ensino médio. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, XV, 2003, Curitiba. Anais... Curitiba, 2003, p 1790- 1799. 1 CD-ROM.
COFIS. Disponível em: <http://www.ufsj.edu.br/cofis/dados\_estatisticos.php>. Acesso em: 31 ago. 2010.
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LEITÃO, U.A. Anteprojeto Segunda Licenciatura - semipresencial [mensagem de trabalho]. Mensagem recebida por: <jcorrea@ufsj.edu.br> em: 07 out. 2009. Anteprojeto: Segunda Licenciatura em Física semi-presencial - uma proposta interinstitucional em atendimento à Demanda do PAR-MG. 2009.
MEC - Ministério da Educação e Cultura (Brasil) - Diplomação, retenção e evasão nos cursos de graduação em instituições de ensino superior públicas. 2007. Disponível em: <www.cipedya.com/web/FileDownload.aspx?IDFile=154283> . Acesso em: 23 nov. 2010.
VIANNA, D.M.; ARAÚJO, R.S. Baixos salários e a carência de professores de física no Brasil. In: ENCONTRO DE PESQUISA EM ESINO DE FÍSICA, XI, 2008, Curitiba. Disponível em: <http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/epef/xi/sys/resumos/T02191.pdf>. Acesso em: 09 nov. 2009.
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