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PRODUÇÃO DE ROTEIROS DE RÁDIO EM UM CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA

Daniel Garcia De Oliveira, Antonio Luiz Fernandes Marques

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XIX
Ano
2011
Data
04/02/2011
Linha de pesquisa
Divulgação E Comunicação De Física Em Espaços Formais E Não Formais
Tipo
Pôster

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Texto completo

## PRODUÇÃO DE ROTEIROS DE RÁDIO EM UM CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA

## Daniel Garcia de Oliveira , Antonio Luiz Fernandes Marques 1 2

1 Aluno do Curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Itajubá, daniel.of@unifei.edu.br

## Resumo

Este trabalho pretende apresentar o projeto final na disciplina não-obrigatória COM966 (Divulgação Científica) do curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Itajubá, tendo como tema a produção de roteiros de um programa de rádio. Pretende também discutir as características da disciplina. A expressão divulgação científica (DC) comporta diversas áreas e atividades, como a museologia, a elaboração de livros, criação de sites e de outros informativos por parte de cientistas e interessados. A disciplina foi criada em 2005, como etapa de uma proposta de implantação de uma estrutura de divulgação científica (DC) na Universidade. Este ano, a disciplina foi ministrada no 1° semestre e aqui, apresentamos os materiais escolhidos como projeto final da disciplina, sendo roteiros de rádio, elaborados durante a mesma. Com isso pretende-se exercer um importante papel em nossa sociedade, diminuindo a distância entre ciência e tecnologia e ampliando o acesso ao conhecimento científico e tecnológico pela população, desenvolvendo e aperfeiçoando seu senso crítico diante da grande quantidade de informações que surgem diariamente.

Palavras-chave : Divulgação Científica, Roteiros de Rádio, Licenciatura em Física

## Introdução

A Divulgação Científica (DC), que abrange diversas áreas, desde o museu até a internet, tem alcançado cada vez mais importância na sociedade atual. É através da DC que os cientistas podem mostrar às pessoas a importância de suas pesquisas e também prestar contas à sociedade sobre a utilização das verbas públicas (KREINZ & PAVAN, 2002).

A Divulgação Científica é capaz de aproximar ciência e tecnologia da população, o que se torna cada vez mais importante enquanto aqueles se desenvolvem em ritmo acelerado. Uma das principais dificuldades em fazer tal aproximação é adaptar as novidades da ciência e tecnologia a uma linguagem mais acessível e menos matematizada, que são características destes conteúdos. Nesse aspecto, a DC atua como tradutora dos trabalhos científicos, e o divulgador proporciona à população o acesso a tal conhecimento a fim de que o senso crítico do cidadão se aplique também a trabalhos dessa natureza. Tão importante quanto o conhecimento é a opinião consciente a respeito do mesmo (KREINZ & PAVAN, 2003).

Divulgar a ciência também é uma forma de contribuir com a educação - a DC pode ser uma ferramenta para atrair os estudantes ao aprendizado da Ciência,

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bem como manter professores dos níveis fundamental e médio atualizados (VIEIRA, 1998).

Todavia, mais do que apenas uma contribuição, de acordo com Marques e Chaves (2007), a DC tem uma responsabilidade na educação científica quanto à construção e manutenção de uma sociedade democrática, onde os cidadãos são capazes de decidir sobre o seu futuro. Da mesma maneira que participam das decisões políticas e sociais, esses cidadãos também devem opinar sobre os rumos do desenvolvimento tecnológico e da própria política científica (TUFFANI, 2004).

## Descrição do Trabalho Desenvolvido na Disciplina COM966

Tendo em vista a importância da DC na sociedade, em 2005 foi criada uma disciplina de Divulgação Científica, não obrigatória, na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). Alguns trabalhos provenientes dessa disciplina já foram, inclusive, apresentados nas últimas edições do Simpósio Nacional de Ensino de Física (MARQUES, 2007; MARQUES & SCHEIDEGGER, 2009). A criação da disciplina se deu nos moldes do curso de especialização oferecido pelo Núcleo José Reis de Divulgação Científica (NJR) na Universidade de São Paulo (USP). A disciplina tem carga horária de 32 horas, sendo 2 horas semanais. O principal objetivo da disciplina de DC é discutir e implementar diversas formas de divulgação científica na Universidade, bem como melhorar a formação dos graduandos incentivando-os a produzir trabalhos em pelo menos uma forma de mídia, podendo optar por escrita (jornais e revistas), rádio, vídeo, histórias em quadrinhos e internet. Tais formatos de mídia visam atingir um público amplo, do ensino superior aos ensinos Médio e Fundamental (MARQUES, 2007).

Inicialmente foram discutidos os conceitos básicos da DC tais como definir exatamente qual o público alvo a ser atingido em cada material produzido; a importância da clareza e da leveza da exposição dos conceitos abordados; o cuidado com a linguagem a ser usada, tendo em mente que esta deve ser diferente daquela empregada em trabalhos científicos, além de ser simples, informal e não rebuscada; e principalmente a preocupação com a distinção entre especulações e os resultados científicos já comprovados. Enfim, o trabalho de DC deve ser elaborado de forma que o público alvo compreenda a totalidade do divulgado (VIEIRA, 1998). Realizou-se, também, um estudo dirigido, visando o entendimento das várias formas e maneiras de divulgação científica (escrita, rádio, fotografia, história em quadrinhos e vídeo). A cada discussão uma atividade de fixação era sugerida (MARQUES, 2009).

Discutiram-se as diversas mídias empregadas como meio de DC (jornais/revistas, história em quadrinhos, rádio, vídeo e internet ), definiram-se as características principais dessas mídias e, através de exercícios, buscou-se a compreensão e a consequente fixação dessas características.

Atividades de DC envolvendo redação tiveram o objetivo da criação de textos para um jornal diário, fundamentados em notícias recentes geradas pelos grandes laboratórios de pesquisa. Tendo como base as notícias recentes dos grandes laboratórios, produziu-se textos curtos, inicialmente um lead 1 ou guia, isto é,

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parágrafo de três a cinco linhas não-hifenadas, e de até setenta toques, onde devem ser respondidas as seguintes questões: quem, quando, onde, como, por que, para que e para quem. A seguir, acrescentou-se o título (exatamente duas linhas de até trinta caracteres) ao lead. Finalmente, foi elaborado um texto de exatamente vinte linhas não-hifenadas com pelo menos dois parágrafos (o lead e pelo menos mais um), salientando sempre a importância da linguagem utilizada (VIEIRA, 1998).

Em outras atividades, discutiram-se conceitos de Radiodifusão, História em Quadrinhos e Vídeo para DC. Finalmente, na aula sobre o uso da Internet na DC discutiram-se os formatos de páginas onde se pode usar as técnicas utilizadas em escrita, radiodifusão, imagem e vídeo (COELHO, 2004). Observou-se que a internet contribuiu para intensificar o contato entre pesquisadores, porém não anulou a necessidade de presença física e do contato entre os pares, que muito têm a indagar sobre suas áreas de conhecimento. Nas atividades relacionadas ao uso da imagem e da fotografia na Divulgação Científica discutimos sua importância no auxilio da compreensão dos conceitos abortados. Trabalhamos com exercícios de desenho e memorização.

Portanto, o treinamento dos alunos inscritos na disciplina COM 966 consistiu na produção de materiais utilizando conceitos discutidos, como: roteiros de programas de rádio, história em quadrinhos, web sites etc. Como atividade final da disciplina foi proposto aos mesmos que, à partir de um dos temas abordados, desenvolvessem seu projeto final.

Serão expostos no próximo item os resultados obtidos no projeto final que teve como escolha o trabalho com roteiros de rádio.

## Roteiro de Rádio para Divulgação Científica

Definiu-se primeiramente, como deve ser o 'corpo' de um roteiro feito para um programa de rádio com o intuito da Divulgação Científica, ou seja, como ele seria dividido e o que haveria de comum a todos os roteiros.

Ficou então definido que nossos roteiros teriam o modelo dos roteiros de rádio do programa 'Cantores Bons de Bico' (CREDE, 2004), um programa de rádio da Universidade Federal de São Paulo (USP), tais roteiros são compostos por:

- 1 - Música vinheta: seria a música responsável por abrir e encerrar o programa, como uma marca registrada para que se reconheça qual programa está começando logo ao se ouvir a música.
- 2 - Sonoras: são os textos que o apresentador narra, definiu-se também um padrão para a fala do apresentador ao início e término do programa.
- 3 - B.G.: termo inglês, background , indica a música que é tocada ao fundo enquanto as sonoras são narradas.
- 4 - Música: definiu-se que ao término da narração de uma sonora uma nova música é reproduzida, e comumente utilizada como a B.G. para a próxima sonora. Na escolha dos temas musicais procuramos usar músicas que tivessem alguma relação com o texto, ou o tema, do roteiro. Quando isso não foi possível escolhemos músicas do agrado dos autores ou que julgássemos do conhecimento do público alvo.

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Uma vez definidos tais termos, determinou-se que estes deveriam ser organizados num quadro de duas colunas por ' n ' linhas, sendo ' n ' o número de linhas necessárias para finalizar o programa.

Na primeira coluna será inserido o tempo em minutos (min) e segundos (s) da seguinte maneira - min para ' e s para ' Esse tempo foi cronometrado a partir do . tempo utilizado para a narração da sonora ou da reprodução da música. Definiu-se ainda, que um programa de rádio, para D.C., deveria ser feito com o cuidado de que não se estenda por muito tempo, para que não haja desinteresse por parte do público alvo. O tempo estipulado como suficiente para um programa de rádio de divulgação científica é de 03 a 05 minutos, pois os profissionais de radiodifusão acreditam que sonoras de tempos muito grande não prendem a atenção do público ouvinte (CREDE, 2005).

Na segunda coluna seriam organizados os demais termos, intercalando-se nas linhas as Músicas e as Sonoras, tomando o cuidado de deixar a B.G. na mesma linha da sonora a qual se refere.

Segue abaixo um quadro com o modelo de um roteiro para um programa de rádio para D.C..

Quadro 01: Modelo de Roteiro de Rádio

## Resultados do Trabalho com Roteiros de Rádio

Com o intuito de criar roteiros de rádio que tem como público alvo alunos do ensino médio ou pessoas que já completaram o ensino médio, optamos em desenvolver um programa que, apesar dos autores estarem inseridos em um curso de física, englobasse outras áreas da ciência ou conhecimento, escolhendo-se assim 04 temas para se trabalhar, sendo eles: 'Amazônia e o Efeito Estufa', 'Reformas Ortográficas', 'LHC, o Acelerador de Partículas' e 'Alguns Modelos Atômicos do século XX'. O nome escolhido para o programa de rádio foi 'De Olho no Mundo'.

Nos quadros abaixo encontramos os resultados obtidos com as escolhas citadas acima.

Quadro 02 : Roteiro de Rádio - A Amazônia e o Efeito Estufa

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na atmosfera, é conhecida mundialmente como efeito estufa, ou de uma maneira mais simplificada como o aquecimento da Terra pela emissão excessiva de gases poluentes. Existem muitas controvérsias e muitas teorias sobre este assunto, onde algumas entidades ecológicas intitulam as queimadas da Amazônia como um dos principais causadores do agravamento do efeito estufa.

## B.G.: Planeta Água - Guilherme Arantes

10'

## Música: Armas Químicas e Poemas - Engenheiros do Hawaii

45'

10'

Música: O Preço - Engenheiros do Hawaii

35'

10'

Música: Depois de nós - Engenheiros do Hawaii

25'

20'

Música Vinheta: A Revolta dos Dândis - Engenheiros do Hawaii

Quadro 03 : Roteiro de Rádio - Reformas Ortográficas

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Sonora : Felizmente nos dias de hoje áreas de preservação vem sendo demarcadas na Amazônia. Tal ato vem contribuindo para a diminuição desse efeito na atmosfera e contribuindo para a preservação da biodiversidade dessa rica região brasileira. Este foi o programa 'De Olho no Mundo' e hoje tratamos do tema 'Amazônia e o Efeito Estufa'. Até a próxima.

B.G.: A Revolta dos Dândis - Engenheiros do Hawaii

Sonora : Entretanto nos últimos anos a Amazônia passou a ser considerada internacionalmente como a campeã mundial de queimadas, o que evidentemente não é ocasionado pela agricultura de subsistência, mas sim por outras atividades que passaram a fazer parte do dia a dia desta região. Essas queimadas levam a liberação de grandes quantidades de carbono proveniente da biomassa na atmosfera da Terra, onde se transforma no dióxido de carbono, que é o gás responsável por quase metade do agravamento do efeito estufa. Além disso, com as queimadas são liberadas grandes quantidades de outros gases amplificadores do efeito estufa como o metano e o óxido nitroso.

BG: O Preço - Engenheiros do Hawaii

Sonora: A região Norte do Brasil é composta pelos estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará e Amapá. Esta região ocupa uma área de aproximadamente 45,33% da área total do Brasil e nela concentra-se a floresta amazônica, dona de uma das maiores diversidade biológicas do planeta. Paralelamente a toda esta grandeza territorial e riqueza natural, nestes estados encontram-se uma das populações mais pobres do Brasil, que historicamente convivem com a floresta, sendo o fogo um dos seus principais aliados para sobrepor a floresta quando isto se faz necessário. Portanto as queimadas na Amazônia tem grande importância na limpeza de áreas para a agricultura de subsistência da região, fazendo parte da cultura do povo deste povo.

B.G.: Armas Químicas e Poemas - Engenheiros do Hawaii

Quadro 04: Roteiro de Rádio - LHC, O Acelerador de Partículas

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Quadro 05: Roteiro de Rádio - Alguns Modelos Atômicos do século XX

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## Considerações Finais

A Divulgação Científica proporciona ao seu público alvo a oportunidade de obter conhecimento específico em uma linguagem acessível que o capacita para discutir sobre as diretrizes tecnológicas e científicas da sociedade.

Por ser uma disciplina não-obrigatória percebe-se que todos os alunos inscritos estão motivados para o bom desenvolvimento dos trabalhos, assim consegue-se obter resultados interessantes, com discussões nas aulas que incrementam e diversificam o saber de cada um, além de conseguir uma melhoria significativa na formação acadêmica com a elaboração das atividades sugeridas.

Os roteiros de rádio aqui tratados são exemplos de como a ciência pode ser divulgada para diversos públicos. Vale ressaltar também que os mesmos não tem a intenção de fazer com que o ouvinte chegue a conhecer a fundo todo o tema tratado,

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mas sim despertar sua curiosidade para que este venha a procurar e pesquisar tais assuntos.

A disciplina de COM966 (Divulgação Científica) tem conseguido despertar o interesse dos alunos matriculados; espera-se que a produção de materiais como os roteiros de rádio aqui listados venham a despertar o interesse de um grande público, não só sobre os temas inseridos, mas sobre o próprio ato da Divulgação Científica.

Acreditamos que o trabalho de produção de roteiros de rádio, na disciplina COM966, por um aluno do Curso de Licenciatura em Física proporcionou uma melhoria significativa na sua formação acadêmica, pois, nas atividades realizadas durante o desenvolvimento da disciplina foi discutido, entre outras coisas, a necessidade de sempre termos em mente o público que se destina o material produzido, a importância da clareza, e também da leveza da exposição dos conceitos abordados e principalmente a preocupação com a distinção entre especulações e os resultados científicos já comprovados.

A cada ano, os alunos de COM966 conseguem produzir mais materiais durante a disciplina, acreditamos assim que estamos no caminhando na direção do nosso objetivo de longo prazo de implementar uma estrutura DC na UNIFEI.

## Referências Bibliográficas

COELHO, Y, Núcleo José Reis: A Produção Na Internet, Anais do Congresso Internacional de Divulgação Científica: Ética e Divulgação Científica: Os desafios do novo século (KREINZ,G. e PAVAN, C, org.). São Paulo: NJR/ECA/USP, 2004.

CREDE, R. G., Divulgação Científica no Rádio: Programa Cantores Bons de Bico. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: ÉTICA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - OS DESAFIOS DO NOVO SÉCULO, 1, São Paulo. Anais. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2004. p. 241 - 246.

CREDE, R. G., Comunicação Pessoal, 2005.

KREINZ, G., Ética, Comunicação e Divulgação. São Paulo: NJR-ECA/USP, 1999.

KREINZ, G. e PAVAN, C. (Org.), Ética e Divulgação Científica: os Desafios do Novo Século. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2002.

KREINZ, G. e PAVAN, C. Divulgação Científica: reflexões. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2003. SERRA, F., A Arte e a Técnica de Vídeo: do Roteiro à Edição. São Paulo: Editora Summus Edibriel, 1985.

MARQUES, A. L. F., Produção de Materiais de Divulgação Cientifica no Curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Itajubá, XVII Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF 2007), 29 de janeiro a 02 de fevereiro, São Luis, MA, 2007.

MARQUES, A. L. F., CHAVES, I., Produção de Material de Divulgação

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Científica por Aluno de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Itajubá: Roteiro de Vídeo. In:CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA (COBENGE 2007), 35, 2007,Paraná. Anais. Curitiba: UnicenP, 2007.

MARQUES, A. L. F. e SCHEIDEGGER, A. P. G, Produção de Materiais de Divulgação Científica nas suas Diversas Mídias, XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF 2009), janeiro, Vitória, ES, 2009.

TUFFANI, M., Divulgação Científica e Educação. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: ÉTICA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - OS DESAFIOS DO NOVO SÉCULO, 1, São Paulo. Anais. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2004. p. 83 - 90.

VIEIRA, C. L., Pequeno Manual de Divulgação Científica: Dicas para Cientistas e Divulgadores de Ciência. São Paulo: CCS/USP, 1998.

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