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UMA ANÁLISE SOBRE O POTENCIAL PEDAGÓGICO DO USO DE HISTORIAS EM QUADRINHOS DE FICÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO DE FÍSICA

Francisco De Assis Nascimento Junior, Luis Paulo Piassi

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XIX
Ano
2011
Data
31/01/2011
Linha de pesquisa
Aprendizagem Em Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## UMA ANÁLISE SOBRE O POTENCIAL PEDAGÓGICO DO USO DE HISTORIAS EM QUADRINHOS DE FICÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO DE FÍSICA

Francisco de Assis Nascimento Junior Luís Paulo de Carvalho Piassi 2

1

1 1 Programa de Pós Graduação Interunidades em Ensino de Ciências - IFUSP, francisco.assis@usp.br

## Resumo

Este trabalho apresenta uma breve análise sobre o potencial pedagógico do uso de Histórias em Quadrinhos de ficção científica em aulas de Física por professores de Ensino Médio. Publicações de Histórias em Quadrinhos constituem um veículo de comunicação em massa, com grande aceitação e popularidade entre jovens em idade escolar. Sua linguagem própria representa uma ferramenta que pode ser capaz de posicionar o aluno de forma ativa em sala de aula, facilitando o processo de ensino-aprendizagem pela contextualização de situações imaginárias. A compreensão de fenômenos tidos como tradicionalmente como difíceis pelos alunos adquiriria então uma aparência atrativa, caso seja construída uma estratégia de parceria didática entre lúdico e teoria a ser ensinada. Ao apropriar-se das características que definem as Histórias em Quadrinhos como linguagem para uso em sala de aula, cabe ao professor delimitar estratégias didáticas capazes de permitir que sua contribuição ao processo de aprendizagem dos alunos, como incremento em sua alfabetização científica.

Palavras-chave: ficção científica, Histórias em Quadrinhos, alfabetização científica

## Introdução

Crítica comum à prática escolar brasileira, o discurso de ineficiência

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30 de janeiro a 04 de fevereiro de 2011

decorre de sua forte instituição na formação de indivíduos incapazes de atribuir significado prático ao que aprendem. Esta afirmação também pode se aplicar ao ensino de Física, caso sejam levados em consideração indices de aprendizagem de conteúdos não-mensuráveis em avaliações. Tendo em vista a dificuldade comumente encontrada por alunos de ensino médio na compreensão dos fenômenos envolvidos na resolução de problemas propostos pelo professor. Porém, parte da responsabilidade pelo distanciamento dos alunos no decorrer do processo de ensino-aprendizagem em aulas de Física pode ser atribuida à adoção de estratégias didáticas que relegam a disciplina ao simples ato reprodutivo de resolver exercícios de forma sistemática, dependente apenas da memorização de formulas e procedimentos vazios de significado prático. Uma vez que os enunciados da maioria dos problemas encontrados em livros didáticos e apostilas se apresentam de forma estranha à realidade do aluno, esta prática pode contribuir para uma diminuição na autoestima dos estudantes.

"Em uma aula de Física, o fracasso na resolução de exercícios é um dos maiores responsáveis pela diminuição da auto-estima e queda da motivação dos estudantes" (SILVA, 2004)

Construir um ambiente de ensino-aprendizagem participativo, capaz de posicionar o aluno como figura ativa em sala de aula é um caminho que passa diretamente pelo aumento de sua satisfação pessoal frente à disciplina apresentada. Obter melhorias em seu processo de compreensão de mundo é possível através da adoção pelo professor de práticas pedagógicas capazes de despertar no aluno a crítica racionalizada, por meio de seu esforço individual nas atividades escolares, acarretando melhorias no desenvolvimento de sua formação como cidadão ativo e participante na sociedade.

"Note-se que mesmo a simplicidade aparente da escolha de um conteúdo, da forma de apresentação ou de avaliação pode ter efeitos significativos na motivação ou desmotivação dos alunos, implicando que parte da motivação do aluno decorre da escolha do assunto que o professor apresenta (conteúdo) e da utilidade que parece ter para ele (aplicação)" (SILVA, 2004)

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Cabe então ao professor a adoção de estratégias capazes de contextualizar os fenômenos físicos, permitindo que o aluno acesse o conhecimento científico como instrumento cultural, o que pode ser obtido de forma simples quando a aula aborda os domínios da interdisciplinariedade.

"Ademais, todos os psicólogos estão acordes ao asseverar que só existe uma maneira de ensinar: suscitando o mais profundo interesse no estudante e, ao mesmo tempo, uma atenção viva e constante. Portanto, trata-se apenas disto: saber utilizar a força interior da criança em relação à educação. Isto é possível? Não apenas é possível, é necessário" (GADOTTI, 1996)

Apropriar-se da linguagem específica das Histórias em Quadrinhos, que usa mecanismos próprios para representar seus elementos narrativos como ferramenta auxilar em aulas de Física pode permitir ao professor contextualizar tópicos tidos como de díficil aprendizagem pelo aluno, o que pode contribuir para tornar o estudo da disciplina mais prazeroso, sem detrimento de questões individuais que possam ser trabalhadas pelo professor.

Comumente associadas pelos alunos ao ambiente não-escolar, as Histórias em Quadrinhos podem passar a agir como guia condutor do imaginário na realização de breves experimentos mentais direcionados pelo professor, uma vez que ler uma História em Quadrinhos significa ler sua linguagem, tanto em seu aspecto verbal quanto visual (ou não verbal).

## Ambientação

Extrapolar conceitos científicos constitui a estratégia narrativa adotada por muitos autores de ficção científica específica na construção da ambientização de seus romances. Porém, um dos maiores impecilhos para seu uso em sala de aula está na barreira do linguajar utilizado em sua construção, tido como rebuscado e de difícil compreensão pelos alunos.

Recursos contextuais pertencentes ao realismo fantástico são

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constantemente adaptados por estes autores como forma de guiar o leitor até a interpretação correta do conteúdo ou mensagem que desejam transmitir. Como exemplo, em 'As aventuras do Sr. Thompkins' George Gamow leva o leitor a realizar o exercício imaginativo da ambientação cotidiana dos efeitos relativísticos do movimento pelos sonhos de um bancário, enquanto Robert Gilmore em 'Alice no país do Quantum'e 'O mágico dos Quarks' utiliza essa estratégia para introduzir ao leitor fenômenos pertencentes a Física Quântica, como o tunelamento. Entretanto, o gênero da Ficção Científica também está presente nas Histórias em Quadrinhos, notadamente em publicações do subgênero fantasia de super-poderes: são publicações de fácil acesso, que podem ser adotadas pelo professor para realizar o procedimento inverso do apresentado pelos romances, apresentando o aluno a fenômenos que envolvem um processo já contextualizado.

Isto se torna possível dada as estratégias narrativas adotadas por escritores de Histórias em Quadrinhos de ficção científica, que apresentam ao leitor um universo próximo ao nosso, cuja principal distinção está novamente na extrapolação de conceitos cientificos, em particular sob a forma de aparatos tecnológicos.

O uso de Histórias em Quadrinhos de ficção científica constitui uma estratégia útil para vencer o impecilho representado pelo linguajar utilizado pelos autores desses romances, proporcionando ao aluno discutir sobre realidades que não se poderia apresentar de outra forma.

Por pertencerem ao processo natural da descoberta, a criatividade e a imaginação não devem ser tratados como corpos estranhos ao ensino de Física, devendo ser permitido que o aluno descubra coisas novas ao imaginar coisas novas.

## A Ficção Científica nas Histórias em Quadrinhos

A publicação de Histórias em Quadrinhos teve início no final do século XIX sob a forma de tiras seriadas nos jornais de domingo, nos Estados Unidos da América (JÚNIOR, 2004). O gênero de ficção científica debutou nessa nova mídia em 27 de janeiro de 1929, com a publicação da primeira tira em

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quadrinhos de 'As aventuras de Buck Rogers no século XXV'. Baseada no conto 'Armageddon 2.419 A.D., a história narrava a saga de um piloto da força aérea estadunidense daquele tempo que era transportado ao século XXV.

Adotada a extrapolação tecnológica como estratégia narrativa, o autor apresentou ao público-leitor aparatos muito avançados para a época, muitos dos quais ainda hoje não se tornaram realidade. Idéias como armas de desintegração, astronaves a jato, cintos voadores, circuito fechado de televisão, raios laser, robôs, botas magnéticas, cidades submarinas e mesmo a minissaia eram conceitos culturais inovadores para o final da década de 1920.

figura 1: Em1929, 'BUCK ROGERS' demonstra o uso do recuo da pistola da para direcionar seu deslocamento no espaço. In (Buck Rogers: quando a banda desenhada conquistou o espaço. 2ª edição. Lisboa, Futura, 1993)

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Seguindo o sucesso editorial de 'As aventuras de Buck Rogers no século XXV', o escritor Willian Ritt deu origem ao segundo herói de ficção científica, o explorador Brick Bradford, cujas aventuras abordavam temas como viagem no tempo e os primórdios da mecânica Quântica. Aqui, o personagem principal era acompanhado pela figura de um cientista, o professor Kopak, que desempenhava o papel de mentor do herói, introduzindo-o nas teorias científicas que permeavam suas aventuras.

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figura 2: Em 1933, o professor Kopak explica a teoria atômica ao explorador Brick Bradford. (In Brick Bradford: Viagem ao Interior de uma Moeda. edição única. Rio de Janeiro, EBAL, 1984)

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Dessa forma, a extrapolação narrativa partia de conceitos científicos vigentes na época, que eram apresentados ao herói (consequentemente, ao leitor) pelo personagem-mentor, sendo que a narrativa desenvolvia seu papel de entretenimento lúdico atrelado a uma roupagem de divulgação científica rudimentar. Sua publicação mais emblemática foi 'Viagem ao interior de uma moeda' em 21 de agosto de 1933, que levou seus leitores a imaginar que tudo o que existe em nosso universo é composto por átomos dispostos como sistemas solares em miniatura, apresentando uma linha de raciocínio que requer certa quantidade de abstração para ser compreendida de forma correta, em uma analogia bastante pertinente para a época.

"Diz-se por vezes que a luz fria da ciência destrói a fantasia, que não se pode achar o mundo extraordinário quando se sabe que consiste apenas de átomos. Isso é como dizer que não se pode apreciar as obras de Shakespeare ou a Bíblia porque não passam de palavras. Tudo depende do que é feito com as palavras ou os átomos" (GILMORE, 2002)

O emblemático Flash Gordon foi o terceiro herói de ficção científica das Histórias em Quadrinhos, cujos autores adotaram o realismo fantástico como forma de apresentar a narrativa de um mundo exótico ao leitor, influenciando a criatividade e a imaginação de toda uma geração. Ao produzir as tiras seriadas do personagem, o escritor Dan Barry desenvolveu um estilo próprio de

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narrativa que se tornou um paradigma criativo para o gênero: para proporcionar uma sensação de proximidade com a realidade do leitor, buscou tornar suas histórias o mais realista possível em seus detalhes, obtendo como resultado uma espantosa aproximação com a vindoura era espacial.

A primeira tira em quadrinhos de Flash Gordon, publicada em 1934 traz ao leitor a imagem de uma plataforma de lançamento de foguetes idêntica as que seriam utilizadas três décadas depois no projeto Apolo. O mesmo se pode afirmar a respeito das roupas utilizadas pelos astronautas, o que levou a NASA a reconhecer em um boletim oficial ter se inspirado nas aventuras de Flash Gordon para solucionar determinados problemas de ordem estrutural de seus projetos.

figura 3: em sua primeira aparição nos quadrinhos, Flash Gordon a frente de uma plataforma de lançamento de foguetes praticamente idêntica a que seria construída décadas depois pela NASA. (In Flash Gordon e o começo da era espacial. 1 ed. Lisboa, Editora Futura, Coleção Antologia da BD Clássica, 1983)

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A evolução do mercado editorial estadunidense da década de 1930 levou as tiras em quadrinhos a serem publicadas em revistas dedicadas exclusivamente ao tema, em um processo que se deu de forma massiva no Brasil antes do final dos anos 1930. No decorrer da década de 1940, o sucesso comercial do gênero de ficção científica em quadrinhos deu origem ao subgênero de fantasia de super-poderes, em que editores influenciados pelo ar de divulgação científica presente nas tiras dominicais da década anterior, buscaram dar ar de destaque à ciência de seus universos ficcionais. Como exemplo, os principais super-heróis publicados pela editora Marvel Comics

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flertam com a ciência: em suas identidades secretas, muitos são cientistas ou figuras próximas a ciência. (DANTON, 2005)

figura 4: em 2004, o Quarteto Fantástico descobre o perigo representado pela entropia para um universo nãoinflacionário.(In Ultimate Fantastic Four ed. 16, Editora Marvel Comics, 2004)

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## Potencial Pedagógico

A adoção de Histórias em Quadrinhos de ficção científica como ferramenta auxilar permite o desenvolvimento de diferentes estratégias didáticas pelo professor, baseadas na atribuição de papel de destaque à teoria em sala de aula.

Ao adotar o uso de tiras seriadas semanais, cabe ao professor levar o aluno a compreender os fatos científicos envolvidos na narrativa como dependentes dos conceitos trabalhados em classe, cuja compreensão deve ser capaz de permitir que o aluno especule quais alterações seriam possíveis no desenrolar da história.

Não se faz necessária a leitura por completo de uma História em Quadrinhos ou série de tiras pelos alunos, podendo o professor adotar recortes de histórias em específico, desde que os personagens sejam de conhecimento dos alunos, ainda que através de outras mídias como cinema ou televisão. Neste caminho, cabe ao professor apresentar a ciência como complemento do conhecimento necessário na construção do entretenimento lúdico.

Dada a ligação lógica estabelecida entre ciência e narrativa pelos escritores em suas histórias, não é o caso de se utilizar recortes de Histórias

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em Quadrinhos de ficção científica como mero veículo ilustrador de teorias, sob o risco de prejuízo ao ritmo de aula por desrespeitar os limites do lúdico impostos pelo uso do ferramental adotado

"O poder de muitos conceitos científicos úteis reside pelo menos em parte, no fato de serem projeção antropomórficas do mundo das atividades humanas e, nessa medida, serem metáforas." (HOULTON, 1998, pg.72)

## Considerações

Histórias em Quadrinhos são de maneira comum tratadas com pertencentes ao reino da literatura infantil como veículo transmissor de fantasias, raramente sendo lembrada sua ligação com a ciência.

Adotar o uso de Histórias em Quadrinhos do gênero de ficção científica em sala de aula de Física como ferramenta é possivel, desde que seja explorado seu potencial como veículo auxiliar a alfabetização científica do aluno, por representar um meio de apresentá-lo a processos que envolvem o entendimento de determinados fenômenos físicos abordados de modo formal em sala de aula.

Suas estratégias de uso atribuem ao professor a responsabilidade de ajustar ou adaptar as relações entre teoria científica e aquilo que é 'experimentado' pelo aluno durante a leitura. Como estímulo à realização de breves experimentos mentais direcionados pelo professor, o exercício criativo proporcionado pela leitura de Histórias em Quadrinhos de ficção científica pode permitir que o aluno realize um desdobramento informal de suas concepções, tornando possível idealizar conceitos sob a forma de situações-problema não operacionáveis em seu cotidiano.

Aliar uma teoria à prática imaginária pode tornar possível instigar a curiosidade do aluno pelo meio em que se desenvolvem os fenômenos, levando-o a entender a causa de um efeito através do processo em que se desenvolve, apresentando ao aluno uma visão do caminho para o 'todo'.

Facilitar a incrementação do conhecimento científico dos estudantes é o papel a ser desempenhado pelas Histórias em Quadrinhos de ficção científica em aulas de Física. Em particular, os ajustes entre situações imaginárias e

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práticas discursivas devem compor a teoria trabalhada de forma conjunta e coerente ao final, como um todo: o que deve ocorrer é o aprendizado de novos termos, conceitos e aplicações a serem empregados futuramente pelo professor.

Ao final, espera-se que o uso de Histórias em Quadrinhos de ficção científica como ferramenta pedagógica seja visto pelo professor como um caminho possível de ser adotado para o desenvolvimento de metodologias didáticas próprias, capazes de levar seu aluno a introduzir, verificar, testar e falsear hipóteses levantadas pelo exercício da linguagem, com a incrementação de seu vocabulário científico por meio da prática de breves experimentos mentais conduzidos pelo professor.

## Referências

BARRY, Dan. Flash Gordon e o começo da era espacial. 1 ed. Lisboa, Editora Futura, Coleção Antologia da BD Clássica, 1983.

DANTON, G. Ciência e Quadrinhos. 1ª Edição. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2005.

DORFMAN, A. Para ler o Pato Donald: comunicação de massa e colonialismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.

GADOTTI, Moacir. História das Idéias Pedagógicas. 1ª Edição. São Paulo: Ática, 1996.

GAMOW, George. O incrível mundo da Física moderna. 2ª Edição. São Paulo: IBRASA, 1980.

GILMORE, Robert. O mágico dos Quarks: a física de partículas ao alcance de todos. 1ª Edição. Rio de Janeiro. Jorge Zahar, 2002.

GRESH, L. H. A ciência dos Super-heróis. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

HOLTON, Gerald. A imaginação científica. 1ª Edição. Rio de Janeiro. Zahar, 1979.

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JUNIOR, Gonçalo. A Guerra dos Gibis. 1ª edição, São Paulo, Companhia das Letras. 2004.

KAKALIOS, J. The Physics of superheroes. 1ª edição. New York: Graham Books, 2005.

LUCHETTI, Marco Aurélio. A ficção científica nos quadrinhos. 1ª edição. São Paulo, GRD, 1991.

MCLOUD, Scott. Desvendando os Quadrinhos . 1ª edição, São Paulo, M. Books do Brasil Editora Ltda, 2005.

NOWLAN, Phil &amp; CALKINS, Dick. Buck Rogers: quando a banda desenhada conquistou o espaço. 2ª edição. Lisboa, Futura, 1993.

RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos . 1ª edição, São Paulo, Contexto, 2009.

RITT, Willian &amp; GRAY, Clarence. Brick Bradford: Viagem ao Interior de uma Moeda. edição única. Rio de Janeiro, EBAL, 1984.

SILVA, Elifas Levi da. Aspectos motivacionais em operação nas aulas de física do ensino médio, nas escolas estaduais de São Paulo. Dissertação (mestrado) - Universidade de São Paulo. Instituto de Física. São Paulo: 2004.

VERGUEIRO, Waldomiro (org). Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. 3ª edição, São Paulo, Contexto, 2009.

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