A FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR DE PROFESSORES DE FÍSICA NO IFSUL
Christiano Nogueira, Cristiano Da Silva Buss, Nelson Reyes Marques, Marcos Andre Betemps, Vitor Hugo Borba Manzke, Ramão Francisco Moreira Magalhães
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XIX
- Ano
- 2011
- Data
- 31/01/2011
- Linha de pesquisa
- Formação E Prática Profissional De Professores De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## A FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR DE PROFESSORES DE FÍSICA NO IFSUL
Cristiano da Silva Buss , Christiano Nogueira , Nelson Reyes Marques , 1 1 1 Marcos André Betemps 1 , Vitor Hugo Borba Manzke , Ramão Francisco Moreira 1 Magalhães 1
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Núcleo de Estudos em Ciências e Matemática Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense Campus Pelotas Visconde da Graça
## Resumo
Neste trabalho apresentamos o projeto do curso de Licenciatura em Física que contempla a interdisciplinaridade com as áreas de Ciências Biológicas e Química. O curso se iniciou no segundo semestre de 2010 no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense, Campus Pelotas Visconde da Graça. A Estrutura do curso se faz por dois Núcleos - Núcleo Comum e Núcleo Específico. O núcleo comum é desenvolvido até o quarto semestre juntamente com as outras duas licenciaturas visando uma formação integrada entre as três áreas. No núcleo específico, as disciplinas específicas de cada Licenciatura são trabalhadas contemplando disciplinas integradoras entre as mesmas que fazem parte deste núcleo, de forma a não se perder a relação e a interdisciplinaridade entre as diferentes entre as áreas. Pretende-se que o profissional formado tenha, além da perspectiva interdisciplinar, a compreensão de como ocorre o processo de construção do conhecimento e também a importância do significado dos conteúdos da sua área de conhecimento em um contexto social, com o reconhecimento da atividade humana que ocorre num contexto histórico e cultural.
Palavras-chave : Licenciatura em Física, Interdisciplinaridade, Formação de Professores.
## Introdução
Enfrentar os desafios de um mundo globalizado não é tarefa fácil. Cada vez mais as pessoas precisam investir em suas formações com a finalidade de atender as demandas de um mercado de trabalho que tem se tornado exigente e excludente. A dinâmica de mundo é outra se comparada a um passado não muito distante, pois a intensidade e a fluidez dos acontecimentos culturais e sociais, o advento de novas tecnologias e a expansão dos meios de comunicação e interação nos é escancarada aos nossos olhos. Por isso, a lógica de ensino precisa ser repensada. Os moldes educacionais começam a ser insustentáveis, pois atendem apenas ao mínimo os requisitos de formação necessários para nossa época.
O que estamos expondo aqui é uma preocupação de todos aqueles que, de uma forma ou de outra se encontram atrelados à educação. Para alterar esse quadro, muitas atitudes já foram tomadas e tantas outras ainda precisam ser criadas e estabelecidas. O Ministério da Educação através da Lei de Diretrizes e Bases Nº 9.394/96 e com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) dá um exemplo da
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30 de janeiro a 04 de fevereiro de 2011
percepção de mudança no cenário educacional. Um exemplo disso é o primeiro parágrafo dos Parâmetros Nacionais do Ensino Médio (PCNEM):
O Ensino Médio no Brasil está mudando. A consolidação do Estado democrático, as novas tecnologias e as mudanças na produção de bens, serviços e conhecimentos exigem que a escola possibilite aos alunos integrarem-se ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais da cidadania e do trabalho. (BRASIL, 2002a)
As transformações que urgem necessárias nas escolas a fim de dar respaldo às novas estruturas de mundo que enfrentamos, passam necessariamente pela formação de professores capazes de encarar e enfrentar essas novas dinâmicas. As perspectivas dos estudantes no sentido de buscar uma formação mais ampla, preparatória e inclusiva, dependerão de escolas modernas e qualificadas que contenham professores reflexivos, com capacidade de promover um ensino edificante e aptidões no sentido de aparelhar e qualificar os estudantes para esse mundo de transformação.
Dentro dessa perspectiva, na tentativa de contribuir para a formação de professores que atendam a essa demanda é que nós Núcleo de Estudos em Ciências e Matemática (NECIM) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense, Campus Pelotas Visconde da Graça, criamos um curso de Licenciatura em Física integrado com outras duas licenciaturas, em Ciências Biológicas e em Química, denominado Curso de Ciências da Natureza. A proposta desse curso é permitir que os futuros professores possam vivenciar uma experiência interdisciplinar durante a sua formação, uma vez que os cursos foram criados e concebidos de maneira agregada. Embora autores como Japiassu (1976), Fazenda (1993) e Lenoir (1998) já tenham abordado sob diferentes enfoques, a interdisciplinaridade é largamente empregada com um sentido mais amplo e como um relacionamento entre disciplinas.
Nessa proposta a formação está direcionada a partir da forma que haja previamente a cada semestre uma troca de experiências de professores do curso das diferentes áreas. Até o quarto semestre, os estudantes terão uma formação única buscando promover a integração e a interdisciplinaridade entre as áreas. Dessa forma, o direcionamento está de acordo com as formulações de Japiassu (1976) em que a interdisciplinaridade possui como características a articulação entre os conhecimentos de áreas distintas da Ciência; intensidade de colaboração entre especialistas e a mobilização e organização em torno de objetivos comuns.
## Importância do curso
O curso de Licenciatura Plena Em Física prepara profissionais da educação para atuarem no Ensino Médio. Podemos dizer que esta tarefa está sendo feita, porém a demanda por professores nessa área ainda é um desafio a ser superado. Conforme o documento 'Escassez de professores no Ensino Médio: Propostas estruturais e emergenciais' produzido pelo Conselho Nacional de Educação em maio de 2007, entre os anos de 1990 e 2001, a demanda por professores de Física
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para o Ensino Médio era de 23.514 professores. Se levássemos em conta, alem do Ensino Médio, as séries finais do Ensino Fundamental, essa demanda subiria para 55.231 professores. Para esse mesmo período, o número de licenciados foi de 7.216 professores (Ruiz; Ramos; Hingel, 2007). São números impactantes que mostram a necessidade de criação de novos cursos para que se possa, pelo menos, amenizar o espantoso quadro que se apresenta. Esta problemática está relacionada à natureza dos institutos federais, que devem garantir 20% de suas matrículas nas licenciaturas, e que remete à oferta daquelas voltadas para a área das ciências da natureza, com ênfase voltada na qualidade do ensino que seja necessário à região. No caso deste curso, considerando a região de Pelotas, é o único noturno, oportunizando a uma demanda de estudantes que necessitam trabalhar no período diurno.
O projeto para a criação do curso de Licenciatura em Física se fez de modo integrado com as Licenciaturas em Ciências Biológicas e Química, de modo que os quatro primeiros semestres são comuns aos três cursos. Chegamos à conclusão desta necessidade de interdisciplinaridade entre essas áreas do conhecimento porque entendemos que esses futuros professores deveriam estar capacitados a atenderem a demanda do Ensino Fundamental, onde essas ciências aparecem nitidamente integradas, e também para que possam participar de estruturas e projetos interdisciplinares no Ensino Médio. Segundo Carlos (2008) a interdisciplinaridade chegou ao nosso país no final da década de 60 e influenciou a elaboração da Lei de Diretrizes e Bases Nº 5.692/71. Para esse mesmo autor 'sua presença no cenário educacional brasileiro tem se intensificado e, recentemente, mais ainda, com a nova LDB Nº 9.394/96 e com os Parâmetros Curriculares Nacionais' (Carlos, 2008).
Tal afirmação tem respaldo no documento de Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN+) do Ensino Médio, pois as atitudes interdisciplinares que devem ser promovidas pela escola e pelo professor permeiam todo o documento. Abaixo citamos um trecho dos PCN+ com grifo nosso:
Nessa nova compreensão do ensino médio e da educação básica, a organização do aprendizado não seria conduzida de forma solitária pelo professor de cada disciplina, pois as escolhas pedagógicas feitas numa disciplina não seriam independentes do tratamento dado às demais, uma vez que é uma ação de cunho interdisciplinar que articula o trabalho das disciplinas, no sentido de promover competências. (BRASIL b, 2002)
Se pensarmos que existe a necessidade de preparar os professores que atuarão em nível Fundamental e Médio, temos que dar esse aporte que o fará atuar de acordo com a legislação nacional. Observe a sugestão a seguir também extraída dos PCN+:
O que se deseja, afinal, são professores reflexivos e críticos, ou seja, professores com um conhecimento satisfatório das questões relacionadas ao ensino-aprendizagem e em contínuo processo de autoformação, além de autônomos e competentes para desenvolver o trabalho interdisciplinar. (BRASIL, 2002b)
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## Apresentação do curso
A Estrutura da Licenciatura aqui proposta está constituída por dois Núcleos Núcleo Comum e Núcleo Específico. No núcleo comum, com duração de quatro semestres, as três habilitações terão aulas numa única turma, com as disciplinas pedagógicas e as disciplinas básicas de cada um dos cursos compondo a grade curricular geral. Acreditamos que estaremos propondo um campo muito amplo de troca e integração entre os cursos da área de Ciências da Natureza. Esta articulação ocorrerá através de encontros entre os professores no início de cada semestre que discutirão suas ementas com os demais e direcionarão seus planos de ensino de forma que haja sempre que possível uma abordagem relacionando as diferentes disciplinas.
A proposta do curso de Licenciatura aqui apresentada define dois tipos de estágio, o estágio para o Ensino Fundamental para os anos finais e o estágio no Ensino Médio. As disciplinas iniciais do curso foram pensadas para promover a construção de conhecimento integrado entre as áreas Física, Química e Ciências Biológicas justamente para preparar o professor para atuar tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. Por isso, nos primeiros quatro semestres os alunos da Licenciatura em Física estudam juntos em uma mesma turma com os alunos da outras duas licenciaturas em Ciências.
Ao final do quarto semestre, disciplinas específicas serão ofertadas e a partir deste semestre as turmas serão então divididas nas suas especialidades. Para cada licenciatura passaremos a ter uma matriz curricular independente, porém, algumas disciplinas pedagógicas e interdisciplinares continuarão a serem trabalhadas com o grande grupo.
Na tabela 1 a seguir, apresentamos as disciplinas do núcleo comum com suas respectivas cargas horárias semanais e também apresentamos as disciplinas de cada uma das licenciaturas. A prática pedagógica está presente em praticamente todo curso, seja por meio de uma disciplina específica, seja por meio de outras disciplinas que contemplem a mesma, o que fica claro quando da apresentação das ementas e conteúdo programático de cada disciplina. Existem disciplinas comuns as três licenciaturas na parte final do curso como Ensino Através de Projetos e Seminários Integradores I e II, onde a questão interdisciplinar volta a cena, integrando os alunos das diferentes licenciaturas. Em Ensino através de Projetos, sua ementa está direcionada ao desenvolvimento de temáticas que envolvam as diversas áreas das ciências associados a aspectos econômicos e sociais. No de Seminários Integradores I e II, suas ementas estão direcionadas às discussões de artigos relacionados a temáticas que envolvam a interdisciplinaridade bem como discussões direcionadas a temáticas desenvolvidas no curso. As disciplinas de estágio poderão também ser trabalhadas através de uma única turma, respeitando as especificidades de cada licenciatura.
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Tabela 01: Grade curricular do núcleo básico
No caso das disciplinas específicas, apresentadas na tabela 2 a seguir, verifica-se que se tem uma carga horária de 1710 horas, sendo 1050 horas de atividades técnico-científicas, 255 horas de prática pedagógica, distribuídas ao longo dos quatro semestres e 405 horas de estágio curricular supervisionado.
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Tabela 02: Grade curricular do núcleo específico
## Pré-Requisitos
Para este projeto uma nova proposta é apresentada com relação a definição de pré-requisito. O pré-requisito tradicional implica em exigir a aprovação numa disciplina específica para que seja permitida a matrícula numa disciplina posterior. Neste projeto utilizamos dois tipos de pré-requisitos, definidos da seguinte maneira:
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- · Pré-requisito Tradicional: Exige a aprovação do aluno na(s) disciplina(s) especificada(s) para que o aluno possa se matricular em outra disciplina.
- · Pré-requisito Leve: Exige que o aluno tenha se matriculado numa determinada disciplina, obtendo frequência superior a 75% nas aulas e tenha realizado todas as avaliações, inclusive o exame. Isto implica que não se exige a aprovação do aluno, mas sim que o aluno tenha vivenciado todas as atividades da disciplina.
## Estágio Curricular
O Estágio Curricular Supervisionado possibilita ao educando o exercício da docência, nos Anos Finais do Ensino Fundamental, no Ensino Médio e na forma Integrada do Ensino Técnico. Do mesmo modo, possibilita experiências de práticas pedagógicas gestoras direcionadas para a organização, gestão de sistemas e instituições de ensino; para o planejamento, execução e avaliação de projetos educativos em instituições escolares e não-escolares. Pressupõe atividades pedagógicas efetivadas em um ambiente institucional de trabalho, com a mediação de um educador supervisor. Durante o período de sua realização, são priorizados o estudo e a interpretação da realidade educacional do seu campo de estágio, desenvolvidas atividades relativas à docência e à gestão educacional, em espaços escolares e não-escolares. Os estágios, alinhados aos fundamentos teóricometodológicos do Projeto Político Pedagógico Institucional e à legislação, além de servir de fonte de aprendizagem para os licenciandos, constituem-se em prática investigativa para a resolução dos problemas da escola básica. É nessa atividade que o educando realiza a docência, assumindo a ação pedagógica em seu planejamento, execução e avaliação. O Curso é o lugar em que essa ação será analisada e refletida, sob a supervisão do educador responsável pela atividade. Essas experiências são fundamentais para o desenvolvimento de competências específicas dos futuros educadores. A realização de estágios é fundamental para a integração teoria-prática no Curso. Por ser um curso de licenciatura, são programadas 405 horas de estágio nos diferentes níveis de educação. Os estágios supervisionados acontecerão exclusivamente a partir da segunda metade do curso. Existem quatro disciplinas específicas de estágio supervisionado contemplando as 405 horas.
## Atividades Complementares
O processo de ensino não poderá estar restringido ao cumprimento de uma determinada quantidade de disciplinas, além do estágio curricular. Espera-se que o aluno seja um elemento ativo no seu processo de ensino, através da realização de atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas técnicas, trabalhos em equipe, monitorias, participação em eventos científicos, cursos, etc.
Dentro das atividades complementares, serão ofertados diversos cursos a distância, e que de alguma forma não fazem parte das atividades acadêmicas
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tradicionais dos alunos. Os cursos serão ofertados pelos professores do instituto ou por professores de outras instituições, que desejarem ofertar cursos a distância, e que sejam importantes para a formação complementar dos professores na área de ciências da natureza. As atividades complementares são regulamentadas por objetos específico, aprovado por esta Instituição, através do Regulamento das Atividades Complementares.
## Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade didática obrigatória com o objetivo de sedimentar no aluno os conhecimentos obtidos ao longo do curso e desenvolver sua capacitação e auto-confiança enquanto profissional, buscando integrar neste trabalho Ensino, Pesquisa e Extensão. O TCC resulta das experiências formativo-pedagógicas realizadas pelo graduando, constituindo-se em trabalho monográfico individual decorrente de um tema/problema e constrói- se ao longo do processo formativo, sistematizando-se nos últimos semestre do Curso. O TCC será desenvolvido obedecendo as seguintes etapas: elaboração do projeto de trabalho; assessoramento docente ao processo de produção do acadêmico; entrega e apresentação do trabalho.
## Considerações Finais
Apresentamos neste breve artigo o curso de Licenciatura em Física do IFSul. Baseado nas diretrizes para formação de professores nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, pretende-se que os futuros professores sejam capazes da compreensão de como ocorre o processo de construção do conhecimento e também a importância do significado dos conteúdos da sua área de conhecimento.Esta importância sob o ponto de vista social com o reconhecimento de sua atividade como atividade humana que ocorre num contexto histórico e cultural. Possam estabelecer um diálogo não somente de Física, mas também com as outras áreas das ciências com fundamentos pedagógicos visando uma articulação do processo de vivências e de situações de aprendizagem na geração do conhecimento e na prática docente. Tem-se a expectativa que o professor apresente domínio teórico-prático inter e transdisciplinar em uma perspectiva de vê visão crítica das mudanças que vêm ocorrendo nas relações sociais e ambientais.
Pretende-se que o professor possa aplicar novas tecnologias no contexto do mundo contemporâneo sempre com uma reflexão crítica dos riscos e benefícios das práticas científico-tecnológicas. Que ele valorize a construção coletiva do conhecimento, organizando, coordenando e participando de equipes multiprofissionais, multidisciplinares e interdisciplinares em sua atividade profissional. Compreenda como profissional da educação consciente de seu papel na formação do cidadão e da necessidade que ele se torne um agente que interfere e modifique a realidade em que atua.
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## Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Contribuições para o Processo de Construção dos Cursos de Licenciatura dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Brasília: 2009
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores de Educação Básica . Resolução CNE/CP 1 de 18/02/2002. Brasília: 2002
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais : Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, 2002a. Disponível em < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf> Acesso em 02 de setembro de 2010.
\_\_\_\_\_\_. PCN + Ensino Médio : Orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, 2002b. Disponível em <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf> Acesso em 02 de setembro de 2010.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP 2de 19/02/2002 . Brasília: 2002
CARLOS, Jairo Gonçalves. Interdisciplinaridade : o que é isso? Interdisciplinaridade no Ensino Médio: desafios e potencialidades. Programas de Pós-Graduação da CAPES, Universidade de Brasília UnB. Brasília: 2008. Disponível em
<http://www.unb.br/ppgec/dissertacoes/proposicoes/proposicao\_jairocarlos.pdf.> Acesso em 31 de agosto de 2010.
FAZENDA, Ivani C.(Org.) Práticas interdisciplinares na escola. 2a edição, São Paulo: Cortez Editora, 1993.
LENOIR, Yves. Didática e Interdisciplinaridade: uma complementaridade necessária e incontornável. In: FAZENDA, Ivani (org.) Didática e interdisciplinaridade. São Paulo: Papirus, 1998.
JAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e Patologia do Saber. Ed. Imago, Rio de Janeiro, 1976.
RUIZ, Antonio Ibañez; RAMOS, Mozart Neves; HINGEL, Murílio. Escassez de Professores no Ensino Médio : Propostas estruturais e Emergenciais. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Brasília: CNE/CEB, 2007. Disponível em < http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/escassez1.pdf> Acesso em 03 de setembro de 2010.
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